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Bolsas europeias em máximos com escalada dos metais e banca. Petróleo recua com covid na Ásia

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 10 de Maio de 2021 às 17:31
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10.05.2021

Europa em máximos com escalada dos setores mineiro e bancário

As bolsas europeias encerraram quase generalizadamente em alta, com o índice de referência em recordes, e a impulsionar esteve o rally dos títulos mineiros e da banca, que ofuscaram as perdas do setor tecnológico.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,11%, para 445,40 pontos, o que constituiu um recorde de fecho, tendo durante a sessão chegado a marcar um novo máximo histórico quando tocou nos 446,19 pontos.

 

O setor mineiro destacou-se nos ganhos, a subir 2,2%, disparando para máximos de 10 anos com a ajuda da escalada do minério de ferro e do cobre – metais que estão a ser sustentados pela maior procura.

 

Também os bancos tiveram um bom desempenho, com o setor a valorizar 1,9%, seguidos dos títulos ligados ao setor imobiliário (+1%).

 

Em contrapartida, o setor das tecnologias recuou 2,4%, continuando a ser penalizado pela queda dos vencedores em tempos de pandemia, como as biotecnológicas, numa altura em que a União Europeia e os EUA ponderam levantar a proteção sobre as patentes das vacinas contra a covid. Também as ações ligadas às fabricantes de chips cederam terreno.

 

Por sua vez, o setor das viagens e lazer perdeu 1,5%, com as cotadas a serem pressionadas pelo facto de a "lista verde" das viagens para o Reino Unido ter excluído a maioria dos "hotspots" turísticos.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax e o francês CAC-40 ficaram inalterados face a sexta-feira, o italiano FTSEMIB avançou 0,8% e o espanhol IBEX 35 pulou 0,9%, ao passo que o britânico FTSE 100 cedeu 0,1%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,9%.

 

"Esta segunda-feira, os mercados flutuaram à medida que as perdas em Berlim e Paris foram compensadas por ganhos em Milão e Madrid. No entanto, estas pequenas correções de mercado para a baixa, que se seguiram aos novos máximos no final da semana passada, são provavelmente de curta duração", referiu Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.


"A desilusão com o relatório de emprego dos EUA, publicado na passada sexta-feira, aumentou a perspetiva de um estímulo contínuo, por parte do governo e da Reserva Federal. Dito isto, é provável que o foco dos investidores se mantenha esta semana na política monetária, com uma série de declarações da Fed e do governador do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey. Na mira dos investidores estão também os relatórios sobre a inflação das duas maiores economias mundiais, que confirmarão se os receios sobre a inflação se justificam ou não", acrescentou Veyret.

10.05.2021

Juros recuam na Zona Euro com atenção a melhores perspetivas económicas

As taxas de juro das dívidas públicas dos países da moeda única apresentaram uma tendência de quedas na sessão desta segunda-feira, isto num dia em que a partir de um determinado momento os investidores focaram atenções nas projeções económicas mais favoráveis entretanto conhecidas, que atenuaram as perspetivas quanto a um levantamento gradual dos estímulos postos no terreno pelos bancos centrais.

Depois de ter chegado a renovar máximos de 22 de junho do ano passado, a taxa de juro associada às obrigações soberanas de Portugal com prazo a 10 anos recuaram 1,9 pontos base para 0,480%. Foi o primeiro alívio em quatro sessões da contrapartida exigida pelos investidores para adquirirem títulos lusos no mercado secundário.

Também a taxa de juro correspondente à dívida espanhola com maturidade a 10 anos caiu 1,9 pontos base para 0,466%, enquanto a "yield" referente às obrigações italianas com o mesmo prazo recuou 3,7 pontos base para 0,926%.

Em sentido inverso, a "yield" relativa à dívida alemã a 10 anos somou 0,3 pontos base para se fixar em -0,214%, no quarto agravamento consecutivo para a taxa de juro associada às obrigações germânicas no prazo de referência.

10.05.2021

Ouro avança e negoceia perto de máximos de 3 meses

O ouro está a valorizar 0,47%, com a onça a negociar nos 1.839,76 dólares. Na sessão desta segunda-feira este ativo-refúgio, mais procurado pelos investidores em tempos de incerteza, já chegou a ultrapassar a barreira dos 1.841 dólares, apontada pelos analistas como um ponto de resistência. 


A subida do ouro estará a ser apoiada pela perda de força do dólar, após a revelação de dados sobre o emprego em abril, nos Estados Unidos, abaixo das expectativas dos economistas.

10.05.2021

Petróleo cede com receios em torno da covid na Ásia

O "ouro negro" segue em baixa, depois de ter aberto no verde, pressionado pelo aumento de casos de infeção por covid-19 na Ásia – o que ofuscou o impacto de um ciberataque que obrigou ao encerramento de importantes pipelines de combustível nos EUA.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em junho cede 0,59% para 64,52 dólares por barril.

 

Já o contrato de junho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,42% para 67,99 dólares.

 

Ambas as referências ganharam mais de 1% na semana passada, naquele que foi o segundo saldo semanal consecutivo de valorização.

 

Os preços chegaram a estar a negociar em terreno positivo na abertura da sessão, impulsionados pelo fecho forçado de importantes pipelines de combustível nos EUA, na sequência de um ciberataque, mas os receios em torno do aumento de infeções por covid-19 em países como a Índia e Japão acabaram por pesar mais na tendência.

 

O ciberataque atingiu um oleoduto da Colonial, a maior rede de oleodutos dos Estados Unidos.

 

Ainda assim, "o cenário técnico para os preços do petróleo continua a ser favorável, devido às expectativas de recuperação económica e aos receios de inflação", sublinha Carlo Alberto de Casa, analista chefe da ActivTrades, na sua análise diária.

10.05.2021

Libra ganha terreno. Dólar em queda

Na primeira sessão da semana, as duas principais moedas no espaço europeu, o euro e a libra, ganham força perante o rival norte-americano, o dólar. 


No caso do euro, a moeda única da União Europeia valoriza 0,04% para os 1,2171 dólares. Já a libra esterlina avança 1,14% para os 1,4143 dólares. A subida da libra esterlina decorre após os resultados das eleições locais em Inglaterra e Escócia, que decorreram no final da semana. A libra está a negociar nos valores mais elevados registados desde dia 25 de fevereiro. 


Do outro lado do Atlântico, a nota verde perde força. O índice que mede o desempenho do dólar perante um cabaz composto por outras divisas cede 0,18% nesta sessão. A ligeira baixa do dólar decorre após a revelação de dados sobre o emprego nos Estados Unidos, que terão ficado aquém das expectativas traçadas pelos economistas. No final da semana passada os EUA apresentaram ainda uma subida da taxa de desemprego, que atingiu os 6,1% em abril, face aos 6% registados em março. 

10.05.2021

Wall Street abre sem tendência definida com resultados a agitarem as águas. Dow em máximos históricos

Os maiores índices de Wall Street estão a negociar de forma mista na sessão desta segunda-feira, com o Dow Jones, ainda assim, a conseguir renovar máximos históricos, à boleia dos resultados das empresas. 

Por esta altura, este índice ganha 0,44% para os 34.930,24 pontos, ao passo que o S&P 500 recua 0,02% para os 4.231,91 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite cai 0,77% para os 13.646,99 pontos. 

O setor da energia está a liderar os ganhos no Dow Jones, depois de os futuros da gasolina terem disparado para máximos de 2011, após o ciberataque que ocorreu a uma das maiores produtoras de petróleo dos EUA, a Colonial Pipeline. 

Agora, o mercado irá olhar com atenção para os dados da inflação, que serão divulgados na próxima quarta-feira, depois de os dados do emprego terem sido anunciados na sexta-feira anterior.

Os investidores temem um cenário de uma subida repentina de preços que force a Reserva Federal a recuar nos programas de estímulos monetários, mesmo antes de a economia estar totalmente curada.

10.05.2021

Euro perde força para o dólar

A moeda única da União Europeia está a cair face ao rival dólar norte-americano, num dia em que a libra, por oposição, regista um forte ganho.

O euro está a perder 0,19% para os 1,2143 dólares, ao passo que a libra está a subir 0,58% para os 1,4065 dólares. 

O Reino Unido desenhou uma lista de 12 países para onde era possível viajar, considerando que estes destinos, onde se inclui Portugal, seriam seguros em tempos de pandemia.  

10.05.2021

Ouro em máximos de 3 meses após dados do emprego fracos

O ouro está a negociar perto de máximos de três meses, com os invsetidores a refugiarem-se neste metal precioso depois dos dados mais fracos do que o esperado do emprego norte-americano, na sexta-feira passada. 

Por esta altura, o ouro está a ganhar 0,21% para os 1.835,32 dólares por onça, numa altura em que o mercado olha para este ativo como uma boa solução de refúgio. 

10.05.2021

Juros da Zona Euro sobem após comentários de Lane sobre o PEPP

Os juros da dívida soberana da Zona Euro estão a subir na manhã desta segunda-feira, reagindo aos comentários de membros do Banco Central Europeu (BCE) sobre o programa de compra de ativos criado para "atacar" os efeitos da pandemia.

Tanto na Alemanha, como também em Itália, a "yield" dos juros de dívida está a subir 1,3 pontos base para os -0,204% e os 0,975%, respetivamente. 

Philip Lane, economista-chefe do BCE, disse que o PEPP, o programa especial criado pelo banco, poderá ser reduzido na reunião de política monetária de junho".

Na Península Ibérica, também os juros de Portugal e Espanha sobem 1,1 pontos base para os 0,511% e os 0,497%, pela mesma ordem.

10.05.2021

Petróleo sobe após ataque cibernético nos EUA. Gasolina em máximos de 2018

Os preços do petróleo estão a valorizar na sessão desta segunda-feira, depois de um ciberataque ter parado a produção de uma das maiores produtoras desta matéria-prima nos Estados Unidos, numa altura em que os preços da gasolina sobrem para máximos.

O WTI (West Texas Intermediate) está a ganhar 0,60% para os 65,30 dólares por barril, impulsionado pelo preço internacional da gasolina, que hoje sobe mais de 4% para máximos de 2018. 

A dar força a esta subida estará a paralisação da Colonial Pipeline, uma das maiores fornecedoras de gasolina do mundo, depois de ter sido alvo de um ataque na sexta-feira, que a obrigou a parar a operação.

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - está a ganhar 0,62% para os 68,70 dólares. 

10.05.2021

Europa em máximos históricos com setor de minério a bater recordes

As ações europeias estão a negociar, novamente, em máximos históricos, numa altura em que o setor das empresas de minério disparam à boleia dos máximos do cobre e do ferro e que o setor das petrolíferas beneficia com os altos preços da gasolina.

Por esta altura, o Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores empresas da região - está a ganhar 0,3% tocando num novo máximo histórico nos 446,18 pontos. O setor dos recursos básicos está a ganhar 3% para máximos de 2011.

Assim sendo, as cotadas europeias voltam a bater um novo máximo histórico, depois de na sexta-feira passada terem estado a negociar nesse patamar.

Os preços mais fortes das "commodities" também impulsionaram as empresas de extração de minério e de energia neste mês.

O Stoxx Energy Index está a subir 0,9% na segunda-feira, depois de um ataque cibernético ter parado a  Colonial Pipeline, nos EUA, elevando o preço do petróleo. Já as ações do setor do turismo estão em queda, depois de a "lista verde" do Reino Unido ter inserido apenas 12 países para onde é possível viajar.

10.05.2021

Futuros da Europa em alta apesar de dados do emprego aquém nos EUA

As bolsas europeias preparam-se para abrir esta primeira sessão da semana em alta, numa altura em que os futuros das ações no "velho continente" estão a valorizar, em linha com o que acontece também nos EUA.

Na sessão asiática, durante a madrugada em Portugal, os índices conseguiram registar ganhos, oscilando entre uma subida de 0,1% na China e um avanço de 1,5% na Coreia do Sul. 

Os investidores parecem ter digerido bem os números abaixo do esperado no que toca ao emprego dos EUA, na semana anterior. O mercado apontava para a criação de cerca de 1 milhão de novos postos de trabalho, mas na realidade foram criados 266 mil. 

Ainda assim, o norte-americano S&P 500 tocou em máximos históricos na passada sexta-feira, pondo em evidência que os investidores não se agarraram aos números do mercado laboral como se esperava. 

Nesta segunda-feira, e com os preços das "comodities" em alta, as empresas ligadas às matérias-primas conseguiram liderar os ganhos no continente asiático e espera-se uma tendência semelhante na Europa. 

Em foco continua a época de resultados referente ao primeiro trimestre deste ano.

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