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Ao minuto08.07.2021

Europa pintada de vermelho, com Stoxx 600 com maior queda em quase dois meses. Petróleo a subir

Acompanhe o dia nos mercados.

Reuters
Negócios 08 de Julho de 2021 às 17:47
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08.07.2021

Europa com maior tombo em quase dois meses

Num dia em que os investidores demonstraram alguma preocupação com a retoma económica, as praças europeias registaram a maior queda em quase dois meses. 

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, deslizou 1,7%, a maior descida desde dia 11 de maio. O setor do retalho registou o maior tombo nesta sessão, a cair 3,1%, a maior queda no espaço de quase cinco meses. Também o setor mineiro caiu 2,9% esta quinta-feira. Num dia em que todos os setores fecharam no vermelho, as menores quedas pertencem aos setores da saúde (-0,6%), imobiliário (-0,9%) e às telecomunicações (-1,2%). 

As principais praças europeias fecharam em terreno negativo. O inglês FTSE 100 caiu 1,7%, o alemão DAX cedeu 1,7%, o francês CAC40 desvalorizou 2% e o espanhol IBEX 35 tombou 2,3%. 

A tecnológica TeamViewer foi a cotada do Stoxx 600 que mais caiu esta sessão, ao depreciar 14,3%, num dia em que apresentou resultados trimestrais abaixo das expectativas dos analistas. 

08.07.2021

Queda dos stocks de crude nos EUA iça preços do petróleo

Os preços do crude inverteram para terreno positivo nos principais mercados internacionais, à conta da nova redução dos inventários norte-americanos da matéria-prima.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto cede 0,61% para 71,76 dólares por barril.

 

Já o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,53% para 73,04 dólares.

 

Os preços estavam a cair pela terceira sessão consecutiva, ainda abalados pela falta de acordo sobre os volumes de produção a partir de agosto junto dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+), mas o anúncio da queda das reservas norte-americanas de crude, numa altura em que a procura por combustível continua a aumentar, mudou a tendência.

 

Na semana passada, os stocks de crude nos EUA diminuíram em 6,87 milhões de barris para 445,5 milhões de barris, o mais baixo nível desde fevereiro de 2020 e acima da redução prevista pelos analistas inquiridos pela Reuters – que apontavam para uma queda de 4 milhões.

08.07.2021

Política monetária europeia faz levantar o euro

A revisão da política monetária do BCE tem alimentado a procura pelo euro - que segue a ganhar face às principais concorrentes.

A moeda única europeia soma 0,62% face à nota verde, a negociar nos 1,1863 dólares.

O euro segue a ganhar terreno face aos principais pares do cabaz de moedas mundial, perdendo apenas para o iene (-0,3450%) e franco suíço (-0,5409%).

O mercado cambial tem sido influenciado pela revisão da política monetária do BCE, que aponta para a remoção do teto da inflação fixado nos 2%, o que tem elevado a procura pela moeda única europeia face à previsão de uma política monetária expansionista dos parceiros da Zona Euro.

08.07.2021

Queda das yields da dívida americana eleva ouro

O ouro negoceia hoje em alta ligeira, com os investidores a assimilarem as últimas atas de reunião da Fed.

O metal precioso segue a subir 0,10% para 1.805,44 dólares por onça, mantendo-se acima do patamar dos 1.800 dólares atingido a semana passada e alcançando o sétimo dia consecutivo de ganhos.

A evolução dos juros da dívida pública americana, em queda face ao medo de que a variante delta trave a recuperação económica nos EUA, tem desviado os investidores para o ouro na qualidade de ativo de refúgio.

08.07.2021

Incerteza na OPEP+ continua a pressionar preços do petróleo

Os preços do crude seguem em queda pela terceira sessão consecutiva, ainda abalados pela falta de acordo sobre os volumes de produção a partir de agosto junto dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo OPEP+).

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto cede 0,61% para 71,76 dólares por barril.

 

Já o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,53% para 73,04 dólares.

 

Nem o anúncio de uma nova queda das reservas norte-americanas de crude, que na semana passada diinuíram em 6,87 milhões de barris, está a ajudar a inverter esta maré vermelha.

 

Desde o anúncio do cancelamento da reunião da OPEP+, na segunda-feira, os intervenientes de mercado têm estado preocupados com a possibilidade de verem desmoronar-se o pacto de produção existente entre o cartel e os seus 10 aliados, entre os quais a Rússia.

 

"Os mercados de petróleo negociaram em baixa esta quinta-feira, refletindo a tendência global, numa altura em que os investidores estão perante uma falta de clareza a curto/médio prazo", sublinha Ricardo Evangelista, analista sénior da ActivTrades, na sua análise diária.


"A necessidade de mais informações está a inquietar os traders, que precisam de mais pistas sobre o futuro dos níveis de produção, após o colapso das negociações dentro da aliança OPEP+. À medida que a incerteza aumenta, os investidores preferem reduzir a sua exposição ao petróleo e voltar-se para portos seguros, como os metais preciosos e o mercado de obrigações", acrescenta.

08.07.2021

Metas do BCE para a inflação afastam investidores das obrigações da Zona Euro. Só Bunds são a exceção

Os juros da dívida europeia negoceiam em alta em algumas das principais economias da Zona Euro, com exceção da Alemanha, em reação às novas políticas monetárias apresentadas pelo BCE, sobretudo às novas metas para a inflação.

As yield a 10 anos sobem assim 1,8 pontos base (p.b) em Itália para os 0,757%, enquanto em Espanha a reação é mais contida e provoca um aumento dos juros na mesma maturidade na ordem dos 0,4 p.b para os 0,332%.

Em Portugal a taxa de juro aplicada aos títulos da dívida pública sobe 1,7 p.b para os 0,309%.

Só na Alemanha é que os juros das Bunds a 10 anos, que são a referência para a economia da Zona Euro, seguem a aliviar, cedendo 1,7 pontos base para os -0,318%.

A variação das yields está ligada à nova estratégia do BCE que aponta para uma meta flexível da inflação em torno dos 2% que, admite o banco, poderá ser superior no curto prazo em resposta à recuperação económica. 

A nova política do BCE não deve agradar à Alemanha, teoricamente mais controladora da inflação, o que leva os investidores a encarar a Bunds como um ativo mais seguro, seguindo assim em contraciclo com o resto da Zona Euro (um aumento na procura pelas obrigações faz descer os juros).

08.07.2021

Stoxx 600 a ceder quase 2% com receios ligados à recuperação económica

O Stoxx 600, o índice de referência que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, está a ceder 1,94%, num dia em que se levantam dúvidas sobre a recuperação económica numa altura em que a variante delta motiva preocupações. 

As principais praças europeias estão a negociar no vermelho, com alguns dos índices a registar quedas superiores a 2%. É esse o caso do alemão Dax, onde as ações da tecnológica TeamViewer derrapam 13%, num dia em que a empresa revelou resultados financeiros no segundo trimestre abaixo das estimativas. 

O índice francês CAC 40 está a ceder 2,42% por esta altura e o espanhol IBEX 35 derrapa 2,47%. 

08.07.2021

Wall Street no vermelho, com S&P a cair mais de 1%

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram no vermelho esta quinta-feira, com quedas superiores a 1%. O Dow Jones cai 1,25% para 34.249,41 pontos, o índice tecnológico Nasdaq deprecia 1,43% para 14.455,49 pontos e o S&P 500 desvaloriza 1,44% para 4.295,46 pontos. 

Esta quinta-feira surgem dúvidas relativamente à recuperação económica no cenário de pandemia, numa altura em que as variantes da covid-19 fazem aumentar o número de casos em vários países. Enquanto da Ásia chegaram hoje notícias de que Tóquio vai regressar ao estado de emergência, nos Estados Unidos os dados sobre os pedidos de desemprego subiram para 373 mil na semana passada, sinalizando que o mercado laboral na maior economia do mundo poderá estar a abrandar. 

Os economistas esperavam que, na semana passada, tivessem sido registados 350 mil pedidos de desemprego nos Estados Unidos. 

08.07.2021

Juros de Portugal em mínimos de três meses e euro em alta antes da revisão do BCE

Os juros da dívida dos países da Zona Euro estão todos em queda nesta quinta-feira, com os investidores à espera do que vai decidir o Banco Central Europeu (BCE) na sua revisão de estratégia, a primeira nos últimos 20 anos. 

Por cá, os juros a dez anos de Portugal estão a cair 2,1 pontos base para os 0,271%, o que representa um mínimo desde meados de abril deste ano.

No resto da região, as quedas são semelhantes, com os países do sul da Europa, Itália e Espanha, a verem a sua "yield" com a mesma maturidade cair para os 0,729% e 0,309%.

Na Alemanha, que serve de referência para a região, os juros perdem 3,7 pontos base para os -0,338%.

O euro está hoje a apreciar frente ao dólar norte-americano, ganhando 0,11% para os 1,1803 dólares, num dia em que se espera que o BCE altere a sua meta para a inflação. 

08.07.2021

Europa em queda com atas da Fed a mostrarem divisão no "tapering"

As bolsas europeias estão a cair na manhã desta quinta-feira, em resposta à divulgação de ontem das atas da Reserva Federal dos Estados Unidos, referentes à última reunião de política monetária, que dão a entender que existe uma divisão no seio do banco central quanto à data da retirada de estímulos.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - cai 1,17% para os 454,06 pontos, naquela que é a maior queda das última três semanas. 

As atas da Reserva Federal dos EUA foram divulgadas no final da tarde de ontem, já depois do fecho da sessão europeia. No documento, pode ler-se que as conversas sobre uma retirada de estímulos dentro do banco central norte-americano estão a ganhar cada vez mais força e há vários membros que consideraram que o abrandamento pode chegar antes do previsto. 

Todos os setores na Europa estão em queda, com estaque para o setor da banca e o automóvel, que perdem cerca de 2%.

08.07.2021

Petróleo alarga quedas; ouro esfrega as mãos com indecisão na Fed

Os preços do petróleo estão novamente em queda nesta quinta-feira, com receios em torno da propagação da variante de corovavírus Delta, numa altura em que os investidores continuam à espera de novidades após a suspensão do encontro entre os membros da OPEP+.

O Brent está a recuar 0,38% para os 73,15 dólares por ação e o norte-americano WTI (West Intermediate Texas) está a cair 0,62% para os 71,75 dólares. 

A Organização Mundial da Saúde recomendou cautela quanto ao ritmo de reaberturas, com a maioria das regiões a registarem mais infecções. A Indonésia volta a passar por um grande surto, a Tailândia viu um aumento nos casos e o Japão deve declarar estado de emergência por causa dos Jogo Olímpicos de Tóquio.

Já o ouro segue a valorizar na sessão de hoje, depois de as minutas terem revelado que existe alguma divisão no seio da Reserva Federal dos EUA quanto à data da retirada de estímulos monetários.

O metal precioso está a valorizar 0,37% para os 1.810,18 dólares por onça.

08.07.2021

Futuros em queda de olhos postos no BCE, após atas da Fed

Os futuros das ações europeias estão a negociar em queda, apontando para uma abertura de sessão no "vermelho", num dia em que as atenções estarão voltadas para a revisão dos mandatos do Banco Central Europeu (BCE).

Christine Lagarde, presidente do BCE fará uma apresentação dos resultados da revisão à estratégia da instituição, que deverá anunciar a primeira alteração à meta da inflação em quase duas décadas, à imagem do que fez a Reserva Federal dos EUA, na sua última revisão.

O comunicado com a revisão será divulgado às 13:00 horas de Frankfurt (12:00 horas em Lisboa) e Lagarde fará uma apresentação 90 minutos depois.

Ontem, as atas da última reunião de política monetária da Fed mostraram que existem vários decisores que consideram que os estímulos monetários vão ser retirados antes da data prevista.

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