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Ao minuto14.09.2021

Stoxx 600 fecha na "linha de água", com setor mineiro e luxo a pesar

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14.09.2021

Stoxx 600 fecha na “linha de água”, com setor mineiro e do luxo a liderar quedas

O índice que agrupa as 600 maiores cotadas do continente europeu fechou na "linha de água", com poucas alterações, num dia em que a divulgação de dados mostrou um abrandamento no crescimento da inflação nos Estados Unidos, acalmando alguns dos receios dos investidores.

A queda do setor mineiro e do luxo pesou na sessão europeia, ambos com um tombo de 1,9%, num dia em que os receios ligados à subida de casos de covid na China também contribuiram para pressionar.

Já os setores da tecnologia e da saúde lideraram os ganhos, a valorizar 1,3% e 0,8%, respetivamente.

A JD Sports Fashion e a Pandora foram as cotadas em destaque na sessão na Europa, com subidas de 9,7% e 6,8%, respetivamente. A retalhista JD apresentou lucros recorde de 439,5 milhões de libras antes de impostos (514,92 milhões de euros), impulsionados pelo crescimento dos canais online durante o período de confinamento.

Enquanto algumas praças europeias registaram ganhos ligeiros, como foi o caso do índice alemão DAX (0,1%), o índice inglês FTSE 100 cedeu 0,5%, o francês CAC 40 caiu 0,4% e o espanhol IBEX 35 desvalorizou 0,4%.

14.09.2021

Aumento da inflação abaixo do esperado nos EUA quebra dólar e anima ouro

O metal amarelo está a negociar no verde, impulsionado pelo recuo do dólar depois do anúncio de um aumento inferior ao esperado no índice de preços no consumidor em agosto nos EUA – o que atenua os receios de um ‘tapering’ (retirada de estímulos) mais cedo do que o esperado por parte da Fed.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ganhar 0,29% para 1.798,76 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro somam 0,79%, para 1.806,20 dólares por onça.

 

A subida inflação nos EUA começa a dar mostras de abrandamento, indo ao encontro do que tem sido defendido pela Reserva Federal: a de que este aumento dos preços é um fenómeno transitório.

 

"Os preços do ouro receberam um forte impulso com o relatório sobre uma inflação mais leve do que o esperado, o que retira por completo o risco de a Fed anunciar este mês o início do ‘tapering’, atirando essa expectativa para dezembro", sublinha Ed Moya, analista de mercado da corretora OANDA, numa nota de análise a que o Negócios teve acesso.

 

A Fed, recorde-se, realiza a sua reunião de política monetária nos próximos dias 21 e 22.

 

Assim, os números do IPC foram uma boa notícia para o ouro. A intensificar o movimento de subida do metal amarelo está também o facto de o dólar estar a desvalorizar, o que torna mais atrativo o investimento em ouro para quem negoceia com outras moedas.

14.09.2021

Juro da dívida portuguesa aliviam em linha com Europa

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão a aliviar, depois de terem estado pouco alteradas no arranque da semana. As yields da dívida de Itália são as que registaram o maior alívio, seguidas de Portugal e Espanha. 

A dívida italiana a 10 anos regista um alívio de 3,6 pontos base nos juros, situando-se nos 0,649%, mantendo a tendência de alívio verificada após o anúncio de que o BCE poderá reduzir o ritmo de compra da dívida.

Já as yields da dívida portuguesa a 10 anos estão a aliviar 2,3 pontos base, para 0,199%, próximo dos valores do país vizinho, onde as yields recuam 2,4 pontos, para os 0,303%.

No caso da Alemanha, as Bunds a 10 anos aligeiram 1,1 pontos base, para -0,344%. Nos Estados Unidos, as yields estão a cair 5 pontos base para 1.28%.

14.09.2021

Petróleo em máximos de seis semanas com tempestade Nicholas nos EUA

Há um conjunto de razões que estão a levar várias matérias-primas a valoriza    ções. O petróleo é um exemplo.

Os preços do "ouro negro" seguem em alta, em máximos de seis semanas, numa altura em que o furacão Nicholas enfraqueceu e passou a tempestade tropical, o que comporta a ameaça de inundações e apagões no Texas e Louisiana.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro avança 0,28% para 70,65 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 0,31% para 73,74 dólares.

 

Cerca de 40% da produção offshore de petróleo do Golfo do México está ainda suspensa, devido aos efeitos da passagem do furacão Ida em finais de agosto. E agora, com os EUA ainda a tentarem recompor-se deste devastador furação, já surge nova ameaça: a tempestade tropical Nicholas, que poderá provocar inundações e apagões no Texas e Louisiana, e contribuir para um maior atraso na retoma da produção nesta região, numa altura em que os refinadores já estão a retomar as suas operações.

 

A contribuir para este movimento de subida está também o facto de a Agência Internacional de Energia (AIE) ter estimado, no seu relatório divulgado hoje, uma forte recuperação da procura por crude até ao final do ano. Para outubro, a AIE prevê um aumento da procura mundial na ordem dos 1,6 milhões de barris por dia.

 

Ontem, também a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reviu em alta as estimativas para o consumo mundial de petróleo em 2020, se bem que no terceiro trimestre deste ano o cartel aponte para uma desaceleração no crescimento da procura devido à covid-19.

14.09.2021

Dólar cai após desaceleração da inflação nos Estados Unidos

O dólar está em queda, depois de terem sido divulgados os dados da inflação, em agosto, nos Estados Unidos. O índice de preços ao consumidor desacelarou para 5,3%, depois de no mês anterior ter atingido a percentagem mais elevada desde 2008 (5,4%). 

Este abrandamento pode levar a Reserva Federal dos Estados Unidos a ponderar duas vezes antes de avançar com a retirada de estímulos financeiros à economia, tal como deu a entender Jerome Powell, presidente da Fed, na reunião anual de Jackson Hole. 

A reagir a isso, o dólar está a cair 0,18% face a um capaz composto por moedas rivais. A divisa norte-americana está a cair 0,04% face à moeda única europeia, estando a valer 1,1816 euros. Perde ainda 0,24% para 109,7300 face ao iene e tomba 0,16% contra a libra, para 1,3860.

Enquanto isso, a moeda única europeia está registar perdas: cai 0,19% para 129,6600 ienes e desvaloriza 0,09% para 0,8526 libras. 

14.09.2021

Wall Street arranca "no verde", com dados da inflação a acalmar alguns receios

Wall Street viveu um dos melhores arranques de ano desde 1998.

Os três principais índices norte-americanos arrancaram a sessão desta terça-feira em terreno positivo, já a digerir os dados sobre a inflação no mês de agosto nos Estados Unidos. O Dow Jones está a avançar 0,22% para 34.945,02 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,37% para 15.161,04 pontos e o S&P 500 avança 0,26% para 4.480,25 pontos. 

O índice dos preços no consumidor cresceu em agosto ao ritmo mais lento no espaço de seis meses, sugerindo que o pico da inflação poderá já ter sido ultrapassado. A inflação subiu 0,3% nos Estados Unidos no mês de agosto, revelou o Departamento Laboral norte-americano, face ao mês de julho. De acordo com estes dados, excluindo a volatilidade dos componentes de alimentação e energia, a subida foi de 0,1% face ao mês anterior.

Em julho, a inflação registou uma subida de 0,5% face ao mês anterior. No total dos 12 meses até agosto, este indicador, que é analisado atentamente pela Reserva Federal dos EUA, subiu 5,3%.

Os dados da inflação estão em linha com as estimativas dos economistas ouvidos pela Reuters, que apontavam para uma subida de 0,3% na inflação.

14.09.2021

Ouro cai antes dos dados da inflação; euro sobe

O preço do ouro, cuja variação tende a beneficiar com alguma turbulência no mercado de ações, está hoje a desvalorizar, antes de se saberem os dados da inflação relativos a agosto nos EUA.

O metal precioso perde 0,07% para os 1.792,44 dólares por onça.

Já o euro está a ganhar face ao rival dólar norte-americano (0,14%).

14.09.2021

Inflação nos EUA tira apetite pelo risco na Europa

As bolsas europeias estão a negociar sem direção definida na manhã desta terça-feira.

Depois de uma abertura em leve alta, as praças do "velho continente" estão agora a perder terreno face à sessão de ontem, num dia em que os olhos estão postos nos dados da inflação nos EUA, que serão divulgados às 13:30 horas de Lisboa.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, está a cair 0,28% para os 466,40 pontos. Um dos setores em foco é o da aviação depois de o governo do Reino Unido ter decidido aliviar as restrições dos voos internacionais, apesar de ainda não ter sido comunicado oficialmente, avança o The Sun.

Mas são os números da inflação nos EUA, referentes a agosto, que vão prendendo todas as atenções. Estima-se um ligeiro abrandamento no índice de preços do consumidor, mas ainda assim este indicador deverá fixar-se acima dos 5%, novamente. 

Esta evolução será avaliada de perto particularmente pela Reserva Federal norte-americana, depois de os dados fracos do emprego no mês passado, com os membros do banco central a continuarem a apelar a uma redução do programa de compra de dívida, que deverá acontecer ainda este ano.

14.09.2021

Juros da Zona Euro em alta em dia de nova emissão da UE

#1 - Ursula von der Leyen

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão a subir nesta terça-feira, em dia de uma nova emissão de dívida conjunta da União Europeia (UE) para financiar o pacote de recuperação desenhado pela instituição, o NextGenerationEU.

A UE espera um forte apetite por parte dos investidores, como tem acontecido nas emissões anteriores, numa altura em que se estreia na emissão de dívida com maturidade a sete anos.

Os analistas dizem que estão à espera de uma onda forte de procura uma vez que os títulos são relativamente escassos e o banco central é capaz de comprar até 50% das emissões da UE. 

Para já, os juros da dívida dos países da região estão a manifestar-se em alta, com a Alemanha, que serve de referência para o bloco, a ver a sua "yield" subir 1,8 pontos base para os -0,314%. Mais a sul, em Itália, Espanha e Portugal, os juros estão a subir entre 1,7 e 2 pontos base.


14.09.2021

Primeiro o Ida, agora o Nicholas: petróleo sobe pelo terceiro dia à boleia de furacões

Os preços do petróleo continuam a subir à medida que outro furacão vai continuando a fazer estragos na região produtora do Golfo do México, que ainda recupera do furacão Ida, que travou grande parte da produção. Agora, tanto o Brent como o americano WTI estão em máximos desde o início de agosto. 

A tempestade tropical Nicholas, que trouxe fortes chuvas e vento agressivo também no Golfo, rapidamente evoluiu para o patamar de furacão e dirige-se para Houston, no estado norte-americano do Texas, anunciou o Centro Nacional de Furacões (NHC). 

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, está a subir 0,75% para os 74,06 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avança 0,81% para os 71,00 dólares por barril.

Os refinadores norte-americanos estavam a recuperar do furacão Ida mais depressa do que a produção petrolífera, sendo que a maioria das novas refinarias do Louisiana que foram impactadas já estariam a retomar as operações, apesar de não haver ainda crude suficiente. Mas com este novo revés, terão de ser feitas novas contas.

 

Segundo o Goldman Sachs, o furacão Ida terá levado a uma diminuição de cerca de 30 milhões de barris dos inventários norte-americanos de crude.

14.09.2021

Futuros europeus em leve alta com dados da inflação nos EUA na calha

Os futuros das ações europeias estão a valorizar na pré-abertura de sessão desta terça-feira, alinhados com a tendência registada no mercado asiático onde as empresas de energia brilharam à boleia dos preços mais altos de petróleo.

Nos EUA, o sentimento dos futuros é igualmente positivo, num dia em que os olhos estão presos aos dados da inflação, que serão divulgados ao final do dia. Numa altura em que os preços das "commodities" está em máximos históricos, espera-se um novo relatório que mostre uma inflação acima dos 5% pelo quarto mês seguido.

Durante a madrugada em Lisboa, algumas praças asiáticas sorriram com o Japão (0,9%) - em máximos de 1990 - ou a Coreia do Sul (1,1%) a valorizarem. Já o principal índice da China (0,6%) e Hong Kong (0,2%) não conseguiram acompanhar os pares.

O setor da energia foi o que mais beneficiou com os elevados preços do petróleo que subiram à boleia das previsões animadoras da OPEP (Organização de Países Exportadores de Petróleo), que reviu em alta as estimativas para o consumo mundial de petróleo em 2020.

A par das expectativas do cartel, os estragos provocados pela passagem do furacão Ida nos EUA, nomeadamente na região produtora do Golfo do México, continuam a puxar pelos preços. Cerca de 75% da produção offshore de petróleo do Golfo do México, o que corresponde a 1,4 milhões de barris por dia, está suspensa desde finais de agosto.

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