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Ao minuto11.11.2021

Petróleo recupera do susto da inflação. Europa pintada a verde

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

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11.11.2021

Espanha destoa numa Europa pintada a verde

As praças europeias fecharam, maioritariamente, em terreno positivo depois de a Comissão Europeia ter apresentado as Previsões de Outono dos 27 Estados-membros, revendo em alta as previsões económicas para o conjunto da União Europeia e apontando para um crescimento de 5%, 4,3% e 2,5% em 2021, 2022 e 2023, respetivamente.

Depois de ontem, nos Estados Unidos, os dados terem mostrado que a inflação registou uma subida de 6,2%, estando no nível mais alto dos últimos 30 anos, os investidores da Europa seguem confiantes, a reagir mais à época dos resultados das empresas do que à conjuntura económica internacional.

Assim, o índice Stoxx 600, que agrega as princípais empresas do continente, valorizou 0,32%, impusionado sobretudo pelo setor dos recursos básicos, que escalou mais de 3%. Também a banca, as tecnológicas e a indústria mostraram bons desempenhos esta quinta-feira. Em sentido contrário, esteve o retalho, as viagens e o setor automóvel.

Por países, só Espanha destoou, com o Ibex a cair 0,54%. O índice italiano (0,26%), o francês (0,20%) e o alemão (0,10%) apreciaram, tal como o português. O PSI-20 acompanhou os ganhos e encerrou a sessão a subir 0,06%, um pouco acima da linha de água.

11.11.2021

Juros registam nova subida na Zona Euro

Os juros da dívida de vários países europeus estão a subir nesta altura. As "bunds" germânicas, vistas como a referência na Zona Euro, estão a subir 2,1 pontos base para -0,213%. Já os juros da dívida italiana com maturidade a dez anos agravam-se 1,6 pontos base para 0,950%. 

Na Península Ibérica, os juros de Portugal estão a subir 2,1 pontos base para 0,385%. Por seu turno, os juros da dívida do país vizinho estão a registar uma subida de 1,2 pontos base para 0,468%. 

11.11.2021

Ouro prossegue senda altista

O metal amarelo está de novo a negociar no verde, com os receios em torno do aumento do índice de preços no consumidor nos EUA a reforçarem a sua atratividade como cobertura contra a inflação.

 

O ouro a pronto (spot) avança 0,66% para 1.861,80 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do metal precioso soma 0,86%, para 1.863,40 dólares por onça.

 

Os preços do metal precioso seguem, assim, em torno de máximos de cinco meses.

11.11.2021

Petróleo recupera de susto com a inflação

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno positivo, a recuperarem da queda desencadeada ontem pelos receios em torno da subida da inflação nos EUA.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro soma 0,74% para 81,94 dólares por barril.

 

Já o contrato de dezembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,29% para 82,88 dólares.

 

A negociação tem-se revelado volátil, num dia em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), no seu relatório mensal sobre o mercado do crude, referiu que os preços elevados da energia devem significar menos procura por petróleo.

 

A subida dos preços da energia deve conter a procura por petróleo em algumas das economias de crescimento mais rápido do mundo este ano, sublinhou a OPEP.

 

No seu relatório mensal, a OPEP disse que a procura global por petróleo vai crescer 5,7 milhões de barris por dia este ano, menos 160.000 barris por dia do que o esperado no mês passado. A revisão significa que o grupo de produtores de petróleo espera que a procura por petróleo em 2021 totalize os 96,4 milhões de barris por dia.

 

O cartel só vê a procura regressar aos níveis pré-pandemia em finais de 2022, o que significa que não deverá acelerar a colocação de crude no mercado – contrariando assim as expectativas de países consumidores como o Japão e os EUA, que querem ver os preços mais baixos.

11.11.2021

Euro e libra derrapam em dia de dólar mais robusto

Euro recua pelo segundo dia pressionado por receios de abrandamento da economia

O dólar norte-americano está a valorizar pela segunda sessão consecutiva, ainda à boleia dos dados da inflação. Nesta altura, a "nota verde" está a avançar 0,16% face a um cabaz composto por divisas rivais. 


Já duas das principais divisas do mercado europeu, o euro e a libra esterlina, estão no vermelho esta quinta-feira. O euro está a desvalorizar 0,08% face ao dólar, para 1,1470 dólares, o valor mais baixo registado até este ponto da semana. 

A libra esterlina, a moeda britânica, está a ceder 0,1% para 1,3391 dólares. Esta é a terceira sessão consecutiva em que esta divisa está a perder terreno perante o dólar.

11.11.2021

Wall Street em leve alta após susto com inflação

Os três maiores índices dos EUA abriram a sessão desta quinta-feira em alta, depois de um ciclo de dois dias consecutivos a perderem força. Os resultados das empresas ajudam a esquecer os medos gerados pela escalada da inflação, registada ontem.


Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,05% para os 36.097,21 pontos, o S&P 500 avança 0,30% para os 4.660,37 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,73% para os 15.736,22 pontos. 

As ações da Tesla estão de volta aos ganhos, com uma subida de 2,7%, depois de o seu líder, Elon Musk, ter vendido cerca de 5 mil milhões de dólares em ações que detinha na fabricante de veículos elétricos.

As gigantes de tecnologia, como a Alphabet - dona da Google - ou a Microsoft, ganham entre 0,5% e 1%.



11.11.2021

Europa sem tendência à mercê da inflação nos EUA

As bolsas europeias estão a negociar sem tendência definida na manhã desta quinta-feira, mas a pairarem sobre máximos históricos. 

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores empresas da região, recua 0,1% com os setores de energia e turismo a liderarem as quedas, enquanto que a construção sobe. 

Os investidores estão atentos à inflação nos EUA, que ontem se fixou nos 6,2%, o que representa o maior nível dos últimos 30 anos. 

As preocupações com as pressões face ao aumento de preços trazem ainda os receios de um aperto mais rápido do que o esperado da política monetária, por parte dos bancos centrais. Os juros do Tesouro norte-americano a dez anos dispararam mais de 10 pontos base ontem.

Na Europa, Robert Holzmann, austríaco membro do Banco Central Europeu (BCE) já veio dizer que a autoridade bancária deve parar de comprar dívida em setembro do próximo ano.

11.11.2021

Juros da Zona Euro sobem em dia de leilões

Os juros da dívida soberana da Zona Euro estão a subir nesta quinta-feira, num dia em que se realizam vários leilões pelo continente, bem como discursos de membros do Banco Central Europeu (BCE) que podem mexer com o mercado.

Na Alemanha, que serve de referência para a região, os juros a dez anos estão a subir 1,4 pontos base para os -0,239%, enquanto que em Portugal e Espanha as "yields" com a mesma maturidade a subirem 1,5 e 1,3 pontos base, respetivamente.

Em Itália, os juros sobem 2 pontos base para os 0,954% num dia em que o Tesouro do país vai ao mercado num duplo leilão com dívida que expira em 2024 e 2029. A Irlanda vai hoje emitir as chamadas "green bonds", dívida com uma finalidade sustentável.

11.11.2021

Ouro esfrega as mãos com aumento recorde da inflação; euro estável

O preço do ouro continua a subir depois de ontem os dados da inflação nos EUA mostrarem o maior aumento em três décadas.

O metal precioso, visto como um ativo de refúgio, volta assim a subir 0,23% para os 1.853,79 dólares por onça, numa altura em que os investidores olham para este ativo como uma fuga à inflação.

Já o euro permanece inalterado depois de ontem o dólar norte-americano ter disparado à boleia da subida de preços. A moeda única da União Europeia segue estável nos 1,147 dólares, pouco antes do arranque das bolsas europeias.

11.11.2021

Petróleo em leve alta com Biden sob pressão para arrefecer mercado

Os preços do petróleo estão a negociar em leve alta, com os investidores a avaliarem as probabilidades de Joe Biden, presidente dos EUA, intervir no mercado petrolífero para injetar mais barris de forma a controlar a subida de preços.

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, está a valorizar 0,3% para os 82,87 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) valoriza 0,3% para os 81,54 dólares.

O presidente norte-americano está a enfrentar pressão adicional por estes dias, devido à escalada da inflação - com os preços da energia a servirem de mote - com a interferência nas reservas de petróleo dos EUA em cima da mesa. Onze senadores democratas norte-americanos pressionaram Biden para agir, numa carta enviada esta semana.

Os preços desta matéria-prima estiveram em máximos de sete anos no mês passado, com a recuperação económica a alimentar a procura, que não tem uma oferta à medida.

11.11.2021

Futuros europeus em queda após escalada de preços nos EUA

Os futuros das bolsas europeias estão a negociar em queda na pré-abertura desta quinta-feira, depois de a inflação nos EUA ter sido a maior das últimas três décadas, levando também os índices de Wall Street para o "vermelho".

Por esta altura, os futuros do Stoxx 50 - índice que reúne as 50 maiores empresas da Europa - cai 0,3%, depois de uma noite sem tendência definida nos mercados asiáticos, durante a madrugada em Lisboa. Na China, o maior índice ganhou 1%, enquanto que em Hong Kong e na Coreia do Sul desvalorizaram entre 0,2% e 0,6%.

As preocupações com as pressões face ao aumento de preços trazem ainda os receios de um aperto mais rápido do que o esperado da política monetária, por parte dos bancos centrais. Os juros do Tesouro norte-americano a dez anos dispararam mais de 10 pontos base ontem.

Os investidores duvidam do caráter "temporário" da inflação, que tem sido usado pelos bancos centrais, numa altura em que se prevê que a Reserva Federal dos EUA aumente as taxas de juro diretoras o mais cedo possível. Caso venha a acontecer, tira atratividade ao mercado de ações.

Na Europa, Robert Holzmann, austríaco membro do Banco Central Europeu (BCE) já veio dizer que a autoridade bancária deve parar de comprar dívida em setembro do próximo ano, caso a inflação permaneça elevada.

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