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Ao minuto13.10.2021

Primeiras contas trimestrais animam Europa. Ouro avança e petróleo cai

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
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13.10.2021

Juros da dívida voltam a aliviar na Zona Euro

Os juros da dívida soberana voltaram a aliviar na Zona Euro, com as yields das "bunds" germânicas a 10 anos a registarem uma das maiores descidas no bloco europeu. Os juros da dívida alemã a dez anos estão a aliviar 4,2 pontos base para -0,130%. 

A descida das "yields" na maturidade a 10 anos é transversal a vários países europeus. Em Itália verifica-se uma descida de 2,3 pontos base, para 0,902%. 

Na Península Ibérica, o movimento é igual. Os juros da dívida de Portugal recuam 3,5 pontos base para 0,276% e em Espanha descem 3,8 pontos base para 0,492%.

13.10.2021

Inflação em máximos de 13 anos nos Estados Unidos prejudica dólar

O dólar está a perder terreno, depois de o Departamento do Trabalho ter revelado que a taxa de inflação nos Estados Unidos subiu para 5,4% em setembro, atingindo o nível mais alto em 13 anos. 

A reagir a isso, o índice do dólar, que compara a moeda norte-americana com um cabaz de divisas rivais, está a perder 0,32% para 94,21. Face ao euro, a nota verde está a cair 0,35%, para 1,1570 dólares.

O dólar está ainda a desvalorizar 0,12% face à moeda japonesa, para 113,4700 ienes. 


A subida da inflação para níveis não registados há mais de uma década tem gerado preocupação nos Estados Unidos, mas a Reserva Federal norte-americana (Fed) garante que a inflação atual tem "um caráter transitório".

13.10.2021

Europa recupera com primeiras contas trimestrais

As bolsas europeias fecharam em alta, animadas pelos primeiros sinais de que os resultados do terceiro trimestre das cotadas serão fortes. Isto a avaliar pelas contas que já começaram a ser reportadas, que estão a ter mais peso no sentimento dos investidores do que os receios em torno da subida da inflação e das persistentes perturbações nas cadeias de fornecimento.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,77%, para 460,73 pontos, elevando assim o ganho acumulado deste mês para 1,2%.

 

O setor com melhor performance foi o tecnológico (+2,6%), depois de a empresa alemã de software SAP ter revisto em alta as suas estimativas para as receitas deste ano devido à aceleração das vendas na "cloud".

 

Também as vendas trimestrais robustas do grupo de luxo francês LVMH ajudaram a atenuar os receios em torno da subida da inflação.

 

Já as cotadas da banca estiveram entre os piores desempenhos, com um recuo agregado de 1,6%. A contribuir esteve a notícia de que o Banco Central Europeu está a ponderar apertar as exigências de capital de várias instituições financeiras espanholas.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o espanhol IBEX 35 e o italiano FTSEMIB foram os únicos a fechar no vermelho, a cederem 0,6% e 0,1%, respetivamente.

 

O índice alemão Dax somou 0,7%, o francês CAC-40 valorizou 0,8% e o britânico FTSE ganhou 0,2%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,8%.

13.10.2021

Ouro continua em alta de olhos postos na Fed

O ouro continuam em alta esta quarta-feira, com os investidores de olhos postos na divulgação das atas da reunião da Fed nos Estados Unidos, que darão mais dados sobre uma eventual retirada de estímulos no país. 

A Fed já sinalizou que deverá iniciar o "tapering" (retirada de estímulos) em breve, o que beneficiaria o ouro - que é visto como um ativo de refúgio seguro.

A contribuir para a subida do ouro está também a desvalorização do dólar (moeda em que é negociado o ouro e os restantes metais preciosos), o que aumenta a procura.

Neste momento, os preços do ouro estão a subir 1,92%, para 1.793,93 dólares por onça.

A prata está também a valorizar 3,09%, para 23,21 dólares, enquanto a platina soma 1,38%, para 1.024,65 dólares.

13.10.2021

Receios de desaceleração do crescimento económico penalizam petróleo

As cotações do crude estão a negociar em baixa, pressionadas pelos receios de que uma desaceleração do crescimento global penalize a procura por esta matéria-prima.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro cede 0,64% para 80,12 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,61% para 82,91 dólares.

 

A perspetiva de uma menor procura, à conta da inflação e das perturbações nas cadeias de fornecimento de grandes economias, está a deixar os investidores cautelosos e a pressionar o petróleo, se bem que o aumento dos preços para o combustível de geração de eletricidade esteja a limitar as perdas.

 

A pesar no movimento negativo de hoje está o facto de a China, maior importador mundial de crude, ter divulgado dados que mostram que as importações em setembro diminuíram 15% face ao mesmo mês do ano passado.

 

Esta quarta-feira, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reviu em baixa a sua previsão para o crescimento da procura mundial por crude em 2021 – mas manteve as suas estimativas para 2022. E disse que o aumento dos preços do gás natural poderá ajudar a impulsionar a procura por produtos petrolíferos como alternativa à produção de eletricidade, o que ajuda os preços do "ouro negro".

"Tendo atingido uma nova alta de vários anos no início da semana, o preço do WTI caiu durante as negociações de quarta-feira. Os investidores estão a reagir às preocupações de que os atuais elevados custos de energia acabem por ter um efeito perverso sobre o preço do barril, ao acelerar a inflação e desacelerar o ritmo de recuperação, podendo causar uma redução da procura", salienta Ricardo Evangelista, analista sénior e diretor executivo da ActivTrades Europe SA.

 

No entanto, acrescentou, "no ambiente atual, com o escalar dos preços do gás e do carvão e o esgotar dos stocks globais de petróleo, o peso da realidade provavelmente irá suplantar as projeções futuras, o que significa que ainda pode haver novas altas para os preços do petróleo".

13.10.2021

Wall Street abre em alta com resultados a ofuscarem subida da inflação

Os três maiores índices dos EUA abriram a sessão desta quarta-feira em leve alta com os resultados acima do previsto do JP Morgan e da BlackRock, que ofuscaram a subida da inflação ligeiramente acima do previsto.

Por esta altura, o Dow Jones vanaça 0,16% para os 34.434,70 pontos e o S&P 500 sobe 0,33% para os 4.365,03 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite é o que mais sobe, com um ganho de 0,65% para os 14.559,45 pontos.

O Departamento do Trabalho divulgou uma subida do índice de preços do consumidor para 0,4% em setembro, em termos mensais, acima dos 0,3% previstos por um consenso de economistas da Reuters. Em agosto tinha registado um aumento de 0,3%.

O JP Morgan foi o primeiro dos grandes bancos em Wall Street a dar o pontapé de saída nos resultados, com os números a ficarem acima do que era esperado pelos mercados à boleia de uma redução robusta no segmento das perdas em incumprimentos de crédito. 

Além do "player" norte-americano, também o gigante BlackRock mostrou um lucro melhor do que o que era antecipado no terceiro trimestre deste ano, apesar de ter perdido vários milhões de dólares em ativos sob gestão. O banco de investimentos tem agora uma carteira de 9,5 biliões de dólares.




13.10.2021

Europa aproxima-se do "verde" com inflação e resultados no horizonte

A manhã começou globalmente negativa em toda a Europa, mas os índices espalhados pelo "velho continente" começaram a recuperar algum fôlego passados alguns minutos. O Stoxx 600 - índice que reúne as maiores empresas europeias - está agora na "linha de água" nos 155,87 pontos.

O dia será marcado por dois eventos que decorrem nos EUA, mas que vão prender a atenção de quem investe na Europa igualmente.

Em primeiro lugar, os dados da inflação norte-americana, referente a setembro, trarão mais clareza quanto à evolução deste indicador que tem aumentado a volatilidade nos mercados. Os analistas apontam para que o número se fixe nos 5,3% no mês em análise, em termos homólogos, acima dos 4% registados em agosto.

Depois, o início da época de resultados em Wall Street, com a banca e algumas transportadoras aéreas a darem o pontapé de saída, irá ser olhada de perto pelos investidores. Em foco estarão os números do JP Morgan, do Blackrock ou da Delta Air Lines.

No trimestre anterior, o conjunto de empresas que pintam o índice S&P 500 conseguiu quase duplicar os lucros, mas os analistas não esperam que o mesmo feito se repita entre junho e setembro. Contudo, os lucros deverão subir 30%, em comparação com o mesmo período do ano passado. 


13.10.2021

Juros da Zona Euro caem atentos a inflação nos EUA

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão a desvalorizar nesta quarta-feira, num dia em que os investidores vão estar atentos à divulgação dos dados da inflação do outro lado do Atlântico, nos EUA.

Na Alemanha - que serve de referência para o bloco - os juros a dez anos estão a cair 1,5 pontos base para os -0,103% e nos países mais a sul, como Itália ou Portugal, as taxas de referência perdem na mesma proporção.

Para além dos dados dos preços do consumidor nos EUA, o "velho continente" será palco de uma ronda de novas emissões de dívida em itália, com um triplo leilão e na Alemanha que pretende colocar mil milhões de euros em dívida que expira em 2052.

13.10.2021

Euro garante ganho ligeiro contra dólar; ouro aprecia

A moeda única da União Europeia (UE) está a negociar em leve alta contra o dólar norte-americano, nos primeiros minutos de negociação desta quarta-feira, mas os investidores de opções estão a antecipar um novembro "negro" para esta divisa.

As divergências políticas entre a Reserva Federal dos EUA e o Banco Central Europeu, dado o diferente ritmo com que as respetivas regiões recuperam da crise, são um dos catalisadores para os investidores estarem a antever uma queda do euro face ao dólar no próximo mês, com as opções "put" a aumentarem.

Por esta altura, o euro consegue avançar 0,19% para os 1,155 dólares. Com a desvalorização do dólar, o ouro beneficia - uma vez que o seu preço fica mais atrativo - e vai valorizando 0,21% para os 1.763,96 dólares por onça.

Hoje, os investidores estarão atentos à divulgação das atas da última reunião de política monetária do banco central norte-americano, que podem trazer novas pistas quanto à retirada de estímulos por parte da autoridade bancária.

 

13.10.2021

Petróleo recua ligeiramente após ciclo de quatro dias a ganhar. IEA alerta para extrema volatilidade

Os preços do petróleo recuam levemente depois de um ciclo de quatro sessões consecutivas a ganhar força, mas, ainda assim, permanecem acima dos 80 dólares por barril, tanto no caso da referência europeia como norte-americana. 

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, está a negociar de forma estável nos 83,39 dólares por barril, ao passo que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) encolhe 0,1% para os 80,57 dólares - depois de ontem ter registado o valor mais elevado desde outubro de 2014.

A Agência Internacional de Energia (IEA na sigla em inglês) disse, num relatório, que estávamos a viver um período de intensa volatilidade no mercado de energia e que os investimentos neste setor não estavam a ser em número suficiente para travar o disparo nos preços, ao mesmo tempo que se aposta na transição energética. 

13.10.2021

Futuros da Europa sem rumo à espera de temporada de resultados

Os futuros das ações europeias estão a negociar sem uma tendência definida, num dia que será marcado pelo início da temporada de resultados das empresas relativos ao terceiro trimestre deste ano. Nos EUA, os futuros do S&P 500 perdem 0,5%.

No Japão, o principal índice registou uma queda modesta (-0,3%), à semelhança do que foi registado na China (-0,5%). Já a Coreia do Sul conseguiu ver o seu maior índice a valorizar 0,9%, depois de um forte relatório sobre os dados do emprego no país.

Começa hoje a nova época de resultados empresariais, com as atenções voltadas para Wall Street onde o setor da banca vai dar o pontapé de saída.

Entre as maiores empresas de tecnologia um pouco por todo o mundo, o sentimento permanece ligeiramente negativo depois de a Apple anunciar um provável corte de produção do iPhone 13 este ano, devido às falhas de semicondutores. 

Outro dos focos do dia está nos dados da inflação que serão divulgados nesta quarta-feira nos EUA, no mesmo dia em que a Reserva Federal do país revela as atas da última reunião de política monetária.

O presidente do banco de Atlanta, Raphael Bostic, disse que os altos preços do consumidor estão a durar mais tempo do que o previsto e, por isso, não é apropriado referir-se a este fenómeno como transitório. 

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