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Ao minuto15.09.2021

Stoxx 600 fecha em mínimos de 30 de julho, petróleo dispara e juros agravam-se

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15.09.2021

Juros das dívidas da Zona Euro agravam em dia de leilão inédito para a UE

Os juros das dívidas públicas da Zona Euro agravam de forma generalizada esta quarta-feira, prolongando o sentimento da última sessão e em linha com a tendência nos EUA. Os investidores têm-se mostrado conservadores, em modo de espera para perceber o impacto da inflação na estratégia de retirada dos estímulos dos bancos centrais, nomeadamente o Banco Central Europeu (BCE).

A referência europeia, as Bunds alemãs a 10 anos, viram a yield subir 3 pontos base, ficando menos negativas, em -0,312%. Em Itália, o juro avançou 5,2 pontos para 0,697% e, em Espanha, foram mais 3,7 pontos para 0,341%. O juro da dívida portuguesa com a mesma maturidade avançou 4,2 pontos base para 0,242%.

O mercado de dívida recebeu esta quarta-feira a primeira emissão de bilhetes do Tesouro da União Europeia. A venda foi de 3 mil milhões de euros em títulos com uma maturidade a três meses, tendo conseguido um de -0,726% e uma procura 3,39 vezes superior à oferta. A este montante, acrescem dois mil milhões de euros em títulos com prazo a 168 dias com uma yield de -0,733% e uma procura maior que a oferta em 5,76 vezes.

"A UE dá outro passo no sentido de se tornar líder na emissão de dívida, ao lado do Japão, dos EUA e dos soberanos europeus", diz Vuk Magdelinic, CEO da financeira de análise de obrigações Overbond, à Bloomberg. Já John Edwards, líder global da plataforma BrokerTec, lembra que "à medida que a UE começa a emitir mais obrigações e bilhetes no âmbito do programa NextGen, poderemos ver mais liquidez e atividade no mercado".

15.09.2021

Setor das "utilities" pressiona Stoxx 600 para mínimos de 30 de julho

O Stoxx 600 cedeu 0,8% na sessão desta quarta-feira, fechando nos 463,91 pontos. O índice que agrupa as 600 maiores cotadas do continente europeu não fechava num valor tão baixo desde dia 30 de julho. 

A sessão ficou marcada pela queda de 2,88% do setor das "utilities", aquele que mais penalizou a negociação esta quarta-feira. Cotadas como a Enel ou a Endesa registaram os maiores tombos, com quedas de 5,5% e 6,4%, respetivamente. A EDP Renováveis e a EDP acompanharam esta tendência de recuo do setor, a registar descidas de 4,12% e 2,55%, respetivamente. 

Na sessão de hoje, os setores da energia e automóvel escaparam à tendência de perdas, a valorizar 1,34% e 0,27%, respetivamente. No caso da energia, as cotadas do setor beneficiaram de algum otimismo após os Estados Unidos reportarem um forte decréscimo nos inventários de petróleo. 

As principais praças da Europa fecharam "no vermelho": o inglês FTSE 100 caiu 0,1%, o alemão DAX desvalorizou 0,7%, o francês CAC 40 cedeu 1% e o espanhol IBEX 35 liderou as perdas na Europa, a cair 1,6%.

15.09.2021

Incerteza em torno do "tapering" e robustez do dólar penalizam ouro

O metal amarelo está a negociar no vermelho, pressionado pela incerteza quanto ao timing do ‘tapering’ (retirada de estímulos) por parte da Fed e também pela valorização do dólar.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,50% para 1.795,16 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro recuam 0,63%, para 1.793,40 dólares por onça.

 

Ontem, o ouro ganhou terreno com os dados de que a subida da inflação nos EUA começa a dar mostras de abrandamento, o que diminuiu os receios de que a Reserva Federal anuncie na reunião deste mês (21 e 22 de setembro) o início do ‘tapering’. Mas a retirada gradual dos estímulos (compra de dívida) acabará por acontecer e a incerteza quanto ao timing está hoje a convidar à prudência dos investidores.

 

Além disso, o dólar hoje recuperou algum terreno, o que penaliza os ativos denominados na nota verde, como é o caso do ouro. Um dólar mais forte torna o metal amarelo mais caro para quem negoceia com outas moedas.

 

15.09.2021

Queda dos stocks norte-americanos de crude impulsiona preços

Os preços do petróleo prosseguem o movimento de subida, sustentados pela queda das reservas norte-americanas de crude na semana passada.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro avança 3,35% para 72,82 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 2,96% para 75,78 dólares. Desde o início de agosto que o Brent não superava os 75 dólares.

 

A contribuir para animar o mercado está o facto de as reservas norte-americanas de crude terem diminuído mais do que o esperado na semana passada. Os inventários baixaram em 6,42 milhões de barris, para o nível mais baixo desde setembro de 2019, quando a estimativa era de uma queda de 3,54 milhões. Tratou-se da sexta semana consecutiva de redução dos stocks.

 

Esta nova queda acontece numa altura em que os refinadores norte-americanos da região do Golfo do México estão ainda a recuperar da passagem do devastador furacão Ida, em finais de agosto. Cerca de 40% da produção offshore do Golfo do México está ainda suspensa.

 

"Os preços do WTI subiram esta quarta-feira após a divulgação de dados que revelam uma redução maior do que a esperada nos stocks de crude dos EUA. Enquanto isso, o impacto do furacão Ida continua a ser sentido, estando a produção no Golfo do México ainda abaixo dos níveis normais, uma dinâmica que também sustenta o preço do barril e pode criar espaço para ganhos ainda maiores à medida que a procura continua a aumentar", sublinha Ricardo Evangelista, analista sénior da ActivTrades, na sua análise diária.

15.09.2021

Euro e libra ganham terreno face ao dólar

Bancos ainda detêm mil milhões de dólares em dinheiro dos clientes da MF Global Holding

O euro, a moeda única europeia, está a ganhar terreno face à "nota verde" na sessão desta quarta-feira, ao valorizar 0,11% para 1,1816 dólares. 

A libra esterlina, outra moeda de relevo no continente europeu, está também a avançar, registando ganhos de 0,15% face ao dólar, para 1,3831 dólares. 

Do outro lado do Atlântico, o dólar norte-americano está a desvalorizar 0,13%. 

15.09.2021

Wall Street arranca no vermelho com receios de desaceleração da retoma nos EUA

Os três principais índices norte-americanos arrancaram a sessão desta quarta-feira a registar perdas, a reagir ainda à inflação de agosto nos Estados Unidos que desacelerou ligeiramente. Os receios em relação a uma desaceleração da recuperação económica e a incerteza sobre uma eventual aumento de impostos estão também a pressionar.

O Dow Jones está a cair 0,12% para 34.580,95 pontos e o tecnológico Nasdaq perdeu ligeiramente 0,08% para 15.168,45 pontos. Enquanto isso, o S&P 500 está a negociar junto à linha de água nos 4.447,49 pontos. 

O índice dos preços no consumidor cresceu 0,3% em agosto, o que aponta para uma desaceleração. Este é o ritmo de crescimento da inflação mais lento nos últimos seis meses e mostra que o pico da inflação poderá já ter sido ultrapassado. 

Este abrandamento pode levar a Reserva Federal dos Estados Unidos a ponderar duas vezes antes de avançar com a retirada de estímulos financeiros à economia, tal como deu a entender Jerome Powell, presidente da Fed, na reunião anual de Jackson Hole. 

A bolsa de Nova Iorque está ainda a digerir a proposta dos democratas do Congresso norte-americano de avançar com um aumento do imposto sobre as empresas de 21% para 26,5%. Além disso, o partido de Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, quer ainda criar uma sobretaxa de 3% sobre os rendimentos individuais acima de 5 milhões de dólares.

15.09.2021

Euro ganha vantagem ao dólar após abrandar da inflação

O euro está a apreciar novamente frente ao rival dólar norte-americano que sofreu com uma inflação abaixo do que seria esperado. Nesta altura, a moeda única da União Europeia está a subir 0,12% para os 1,1817 dólares.

Também o ouro está a cair hoje na mesma lógica do dólar dos EUA. O metal precioso desvaloriza 0,15% para os 1.801,13 dólares por onça.

15.09.2021

Juros da Zona Euro voltam a subir atentos ao que dizem membros do BCE

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro estão novamente a subir na manhã desta quarta-feira, depois de ontem terem feito uma pausa devido aos dados da inflação nos EUA que mostraram um leve abrandamento. 

Mas hoje, depois de dois dias de quedas, as taxas de referência na região estão de regresso às subidas, em dia de conferências que envolvem dois membros importantes do Banco Central Europeu (BCE), como é o caso de Isabel Schnabel e Philip Lane.

Na Alemanha, que serve de "benchmark" para a zona euro, os juros a dez anos estão a subir 0,4 pontos base para os -0,338%, enquanto que em Portugal e Espanha avançam 0,7% para os 0,207% e 0,310, respetivamente.

15.09.2021

Bolsas europeias em leve queda com investidores a jogar na retranca

As bolsas europeias estão a desvalorizar ligeiramente na manhã desta quarta-feira, apesar de um ligeiro abrandamento da inflação nos EUA. Ainda assim, os dados económicos vindos da China voltaram a levantar questões quanto à evolução da segunda maior economia do mundo, com os receios a alastrarem-se ao mercado de ações.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores empresas da região, está a cair 0,16% para os 166,88 pontos. Entre as empresas, destaque para a Inditex, dona da Zara, que conseguiu regressar aos níveis pré-pandemia, sendo a primeira grande empresa do setor a consegui-lo.

Nos EUA, o índice de preços ao consumidor desacelerou para 5,3%, em agosto, depois de no mês anterior ter atingido a percentagem mais elevada desde 2008 (5,4%). Ainda assim, este é o quarto mês seguido em que a inflação supera a barreira dos 5%. 

Contudo, o deslize foi tão ténue que não deverá ter impacto na tomada de decisão da Reserva Federal norte-americana no que toca à retirada dos estímulos monetários que deverá acontecer mesmo este ano.

Na China, os dados publicados esta quarta-feira mostraram uma desaceleração nas vendas a retalho, que até subiram em termos homólogos (2,5%), mas muito aquém do que era esperado pelos economistas (7%). Também a produção industrial desapontou com uma subida de 5,3%, face ao 5,8% esperados.

15.09.2021

Petróleo ganha pelo quarto dia com "stock" a cair nos EUA

Os preços do petróleo estão a valorizar na manhã desta quarta-feira, depois de um relatório da indústria nos EUA ter mostrado que o número de inventários caiu na semana passada, sinalizando que a procura tem estado a recuperar.

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, está a valorizar 0,75% para os 74,06 dólares por barril, ao passo que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) está a subir 0,81% para os 71,60 dólares.

Ambos os ativos estão a valorizar pelo quarto dia, com a senda de furacões no Golfo do México a travarem a produção e a puxar pelos preços. 

A Associação Americana de Petróleo mostrou que o número de barris parados nos armazéns caíram 5,44 milhões na semana passada, de acordo com a Bloomberg, que cita pessoas próximas do tema. Os dados oficiais serão confirmados no final do dia desta quarta-feira.

15.09.2021

Futuros da Europa sorriem com timidez após dados da inflação nos EUA

As bolsas registaram uma recuperação acentuada em abril. O índice PSI-20 subiu mais de 5%, o melhor mês em mais de um ano.

Os futuros das ações europeias estão a valorizar ligeiramente, mesmo depois de os índices no continente asiático terem encerrado em queda, com os investidores a olharem para os dados da inflação nos EUA com renovada preocupação.

O índice de preços ao consumidor desacelerou para 5,3%, em agosto, depois de no mês anterior ter atingido a percentagem mais elevada desde 2008 (5,4%). Ainda assim, este é o quarto mês seguido em que a inflação supera a barreira dos 5%, muito acima da meta de 2% estabelecida pela Reserva Federal norte-americana.

Mas este abrandamento pode levar esta autoridade bancária a ponderar duas vezes antes de avançar com a retirada de estímulos financeiros à economia, tal como deu a entender Jerome Powell, presidente da Fed, na reunião anual de Jackson Hole. Ainda para mais, também os dados do emprego referentes ao mesmo mês dececionaram.

Na Ásia, as ações encolheram no Japão (-1%), em Hong Kong (-1,6%) e na China (-0,3%), onde a economia tem reagido com menos força do que o esperado devido à contínua propagação da covid-19.

Os dados mais recentes das vendas a retalho mostraram um abrandamento em Pequim, com os gastos e as viagens a caírem durante o pico do verão.

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