Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto30.03.2021

Vacinas animam Europa e juros do Tesouro sobem. Ouro, petróleo e euro em queda

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 30 de Março de 2021 às 17:42
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...
30.03.2021

Esperança de retoma graças a vacinas impulsiona Europa

As principais praças europeias viveram um dia positivo esta terça-feira com os investidores esperançados que a retoma económica seja mais rápida à medida que a vacinação contra a covid-19 avança. E o impacto do colapso do hedge fund Archegos não parece afetar grandemente os mercaods europeus.

O pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,81% e encontra-se menos de 1% abaixo dos níveis pré-pandemia. 

Num dia em que os maiores ganhos pertenceram à banca e setor automóvel, o alemão Dax ganhou cerca de 1,3% e fixou um novo recorde, acima dos 15 mil pontos, enquanto a bolsa de Amesterdão atingiu máximos de mais de duas décadas.

Ainda com ganhos acima de 1% fecharam as bolsas de Paris, Madrid e Milão. Já o londrino Footsie 100 avançou 0,53%. 

30.03.2021

Apetite pelo risco agrava juros na Europa e EUA

A dívida soberana dos países do euro e dos EUA revelou esta quinta-feira menos atratividade aos olhos dos investidores, que estão voltados para os ativos de maior risco, como as ações, devido à expectativa de retoma do crescimento económico.

 

Assim, as obrigações seguiram quase generalizadamente em queda na sessão de hoje e, consequentemente, os juros estiveram em alta.

 

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos fecharam a somar 3,1 pontos base para 0,222% e as "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, seguiram a mesma tendência, a avançarem 3,2 pontos base base para -0,289%.

 

Nos EUA, destaque para a nova subida dos juros das obrigações do Tesouro a 10 anos, que se estabeleceram em máximos de 14 meses nos 1,77%.

30.03.2021

Reabertura do Suez penaliza preços do petróleo

O "ouro negro" segue a ceder terreno, uma vez mais devido ao desimpedimento do Canal do Suez, que estava desde a passada terça-feira "entupido" devido ao facto de um navio porta-contentores, o Ever Given, ter encalhado, impedindo a passagem de embarcações em ambas as direções.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em maio cede 1,1% para 60,88 dólares.

 

Já o contrato de maio do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,89% para 64,40 dólares.

 

A operação no Canal do Suez – , uma importante via de escoamento de petróleo – foi bem sucedida e o Ever Given já flutua desde ontem, tendo as embarcações retidas começado a avançar ao final do dia.

 

"O bloqueio do Suez parece que será resolvido a curto prazo, o que é uma notícia positiva para a maioria dos ativos financeiros, mas não para o petróleo. Como resultado, o barril começou a nova semana a vermelho, uma vez que os investidores já estão menos preocupados com a oferta", referia ontem Carlo Alberto de Casa, analista chefe da ActivTrades, na sua análise diária.

 

"O foco muda agora para a reunião da OPEP, que deve dar mais informações aos investidores sobre os cortes de produção nos próximos meses", acrescentou.

 

Na próxima quinta-feira, 1 de abril, os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (o chamado grupo Opep+) reúnem-se para debater as quotas de produção para maio, esperando-se que mantenham o esforço de redução da oferta com o intuito de sustentar os preços.

30.03.2021

Euro em mínimos de novembro

O dólar está a levar a melhor sobre a generalidade das moedas, e, enquanto sobe a máximos de novembro de 2020, deixa o euro em mínimos desse mesmo mês.

O Bloomberg Dollar Spot Index está a subir pela segunda sessão consecutiva, na ordem dos 0,3%, e já chegou a atingir mesmo um máximo de 13 de novembro de 2020 durante a sessão. A moeda única europeia desvaloriza 0,31% para os 1,1729 dólares, marcando a segunda sessão de quebra e descendo a níveis de 5 de novembro do ano passado.

O otimismo em relaçã ao dólar é sustentado pelas subidas das obrigações do Tesouro e pelo entusiasmo quanto ao plano de recuperação do presidente norte-americano, Joe Biden. Paralelamente, o líder da Casa Branca anunciou que pretende disponibilizar a vacina a 90% da população adulta neste país. A Wells Fargo escreve numa nota, citada pela Bloomberg, que "O dólar norte-americano vai continuar a negociar em alta nas próximas semanas".

30.03.2021

Ouro aproxima-se de mínimos de junho

O ouro está a desvalorizar 1,51% para os 1.686,32 dólares por onça, agravando a quebra do dia anterior, que já havia sido superior a 1%. O metal amarelo chegou a deslizar 1,95% para os 1.678,79 dólares por onça, aproximando-se desta forma dos mínimos de junho de 2020 que foram atingidos no início deste mês, a 8 de março.

"O ecossistema financeiro mostrou-se mais uma vez prejudicial para o ouro, na medida em que uma mistura de ingredientes pessimistas baixou o preço para os 1.700. De facto, a combinação de um dólar americano forte e a expectativa de rendimentos crescentes com a dívida pública, em conjunto com o otimismo de Joe Biden em relação à administração das vacinas, fizeram com que o ouro caísse novamente, com os investidores a favorecer títulos e ações", refere Carlo Alberto de Casa, analista chefe da ActivTrades, na sua análise diária

30.03.2021

Juros altos pressionam ações de tech. Wall Street abre em queda

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta terça-feira em queda, numa altura em que a nova subida dos juros do Tesouro norte-americano está a travar as ações das empresas de tecnologia, por norma mais sensíveis à evolução da dívida no mercado secundário. 

Por esta altura, o Dow Jones cai 0,12% para os 33.124,83 pontos e o S&P 500 recua 0,32% para os 3.958,04 pontos.

O índice de referência para o setor da tecnologia, o Nasdaq Composite, lidera as quedas (-0,75%), devido à escalada dos juros do Tesouro norte-americano para máximos de mais de um ano. Este índice prepara-se para sofrer a primeira queda mensal desde novembro do ano passado.

Agora, o Nasdaq está 7% abaixo do seu máximo de todos os tempos, apesar de as apostas numa recuperação mais ágil do que o previsto inicialmente - devido à velocidade na vacinação anti covid-19 e ao pacote de estímulos - continuarem.

Um aumento nos juros do Tesouro desde o mês passado atingiu particularmente as ações de tecnologia, que muitas vezes têm um ambiente de baixas taxas a justificarem as suas altas avaliações.

Os investidores parecem agarrar-se ao otimismo com o plano de vacinação em Washington, depois de ontem o presidente da Casa Branca, Joe Biden, ter dito que 90% dos adultos norte-americanos estariam elegíveis para tomar uma dose da vacina até ao próximo mês. 

Para além do sucesso com a administração das vacinas anti-covid, amanhã serão divulgados pormenores do novo pacote de 3 biliões de dólares da administração Biden, que vai assentar principalmente nas insfrastruturas. 

30.03.2021

Juros dos EUA sobem para máximos de mais de um ano com otimismo na recuperação

Os juros do Tesouro a dez anos nos Estados Unidos subiram para máximos de janeiro do ano passado, depois de o presidente Joe Biden se ter mostrado confiante com o progresso do plano de vacinação no país, o que torna mais ágil a recuperação económica. 

Na pré-abertura de sessão, a "yield" do Tesouro a dez anos estava a negociar nos 1,77% e espera-se que o ritmo se mantenha durante o dia de hoje em Wall Street.

Os investidores parecem agarrar-se ao otimismo com o plano de vacinação em Washington, depois de ontem o presidente da Casa Branca, Joe Biden, ter dito que 90% dos adultos norte-americanos estariam elegíveis para tomar uma dose da vacina até ao próximo mês. 

Para além do sucesso com a administração das vacinas anti-covid, amanhã serão divulgados pormenores do novo pacote de 3 biliões de dólares da administração Biden, que vai assentar principalmente nas insfrastruturas. 

30.03.2021

Ouro cai abaixo do patamar dos 1.700 dólares

O ouro, que por norma é prejudicado com o otimismo em torno da economia global e no mercado de ações, está hoje a desvalorizar novamente, devido ao progresso feito no campo da vacinação nos Estados Unidos. 

O metal precioso escorrega 0,83% para os 1.697,71 dólares por onça, voltando a acair abaixo do patamar dos 1.700 dólares, depois de o ter feito no início deste mês.

30.03.2021

Euro volta a cair para mínimos de outubro do ano passado

O euro está a cair pela segunda sessão consecutiva contra o rival dólar norte-americano para mínimos de outubro do ano passado e a caminho da sua pior prestação mensal desde julho de 2019. 

Hoje, a moeda única deprecia 0,26% para os 1,173 dólares, numa altura em que a terceira vaga de covid-19 na Europa está a levar ao aumento de restrições em toda a região.

Em termos mensais, o euro está a depreciar 2,4% para o dólar americano.

Esta semana, os investidores terão particular atenção aos dados sobre a inflação na quarta-feira e à revisão do índice PMI do setor industrial de março na quinta-feira.

30.03.2021

Juros da Zona Euro acompanham subida do Tesouro nos EUA

Os juros da dívida soberana nos países da Zona Euro estão a subir na manhã desta terça-feira, em linha com o que se verifica do outro lado do Atlântico.

Na sessão em Wall Street, os juros do Tesouro a dez anos dos Estados Unidos subiram para máximos de mais de um ano nos 1,74%, à boleia do otimismo numa recuperação económica mais ágil do que o previsto inicialmente. 

E hoje, os juros a dez anos da Alemanha estão a escalar 3,8 pontos base para os -0,282%, com um cenário idêntico verificado nos restantes países da região.

Em Itália, a "yield" sobe 3,8 pontos base para os 0,381% e em Portugal, esta taxa avança 3,7% para os 0,229%.

30.03.2021

Europa perto de máximos de olhos postos na vacinação nos EUA

As ações europeias estão hoje a negociar em máximos de um ano, com os investidores a aplaudirem o progresso feito no plano de vacinação norte-americano depois de o presidente Joe Biden ter alimentado a esperança num plano mais veloz do que o previsto.

Ontem, o líder da Casa Branca disse que 90% dos adultos norte-americanos estariam elegíveis para tomar uma dose da vacina até ao próximo mês. 

Hoje, o Stoxx 600 - índice de referência para toda a Europa - está a ganhar 0,49% para os 429,72 pontos, o que representa um máximo de um ano e um regresso aos valores pré-pandemia.

O setor da banca é o que vai liderando os ganhos entre os setores em toda a região (1,9%), depois de ontem ter sido o mais prejudicado com a exposição que alguns "players" têm ao fundo Archegos Capital, que colapsou e foi obrigado a vender 20 mil milhões de dólares em ações de uma só vez.




30.03.2021

Petróleo sobe pelo segundo dia antes de reunião OPEP+

Os preços do crude em níveis inviáveis para o custo do “fracking”, os cortes de “rating”, o elevado endividamento e o crescimento das energias mais limpas pressionaram o setor do petróleo de xisto.

Os preços do petróleo estão a valorizar pelo segundo dia consecutivo, antes de uma reunião da OPEP+, a Organização de Países Exportadores de Petróleo e os aliados, liderados pela Rússia, numa altura em que se espera que sejam mantidos os cortes de produção para controlar os preços no mercado.

É com esta esperança em mente que os preços do Brent estão a valorizar 0,23% para os 64,84 dólares por barril e o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avança 0,18% para os 61,43 dólares, o que representa um máximo de cerca de duas semanas. 

Enquanto que os investidores estão focados na perspetiva de um aumento de procura por produtos de energia no geral, à boleia da recuperação da economia, existem ainda muitos riscos relacionados co a pandemia no horizonte.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o número de casos de covid-19 e de mortes atuais é um sinal "alarmante".

30.03.2021

Futuros da Europa em leve alta de olhos postos na vacinação nos EUA

Os futuros das ações europeias estão a negociar em leve alta na pré-abertua de sessão desta terça-feira, apontando para um começo de dia positivo, com os investidores a olharem para os progressos feitos no plano de vacinação nos Estados Unidos, apesar do atraso na União Europeia.

Ainda a mexer com o sentimento dos mercados está o colapso do fundo Archegos Capital Management, numa altura em que ainda não são conhecidas todas as empresas implicadas e a exposição que os bancos tinham. 

Por esse motivo, a sessão no Japão pintou-se de vermelho devido ao setor da banca, com o Nomura a dizer que era ainda muito cedo para estimar o impacto das perdas relacionadas com este cliente norte-americano. Na China e em Hong Kong, os principais índices valorizaram.

Ainda assim, os investidores parecem agarrar-se mais ao otimismo com o plano de vacinação em Washington, depois de ontem o presidente da Casa Branca, Joe Biden, ter dito que 90% dos adultos norte-americanos estariam elegíveis para tomar uma dose da vacina até ao próximo mês. 

Com a população vacinada, a economia terá margem para se expandir mais, o que leva os juros a dez anos do Tesouro a uma nova escalada para os 1,74%.

Ver comentários
Saber mais Europa EUA Wall Street bolsas mercados juros dívida petróleo vacina Moderna euro dólar libra PSI-20 Stoxx 600
Outras Notícias