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Ao minuto14.05.2020

American Express leva Dow Jones "do inferno ao céu"

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

O rápido contágio do coronavírus atirou os mercados acionistas mundiais para a pior semana desde 2008, com quedas acima de 11%.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 14 de Maio de 2020 às 21:10
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14.05.2020

American Express leva Dow Jones "do inferno ao céu"

As praças nova-iorquinas fecharam esta quinta-feira com ganhos robustos depois de terem arrancado em perda. O setor financeiro foi um dos que mais subiu e a American Express destacou-se nos ganhos do Dow Jones.

O Dow Jones, que chegou a perder 1,97% na primeira hora de negociação, acabou o dia a ganhar 1,62%, para os 23.625,34 pontos, com a United Health a disparar mais de 12%, enquanto a American Express subiu mais do que 7%. Também a Cisco e o JP Morgan Chase somaram ganhos acima de 4%.

O índice alargado S&P 500 e o tecnológico Nasdaq Composite avançaram igualmente, mas de forma mais modesta. O primeiro subiu 1,15%, para os 2.852,50 pontos, enquanto o Nasdaq terminou o dia nos 8.943,72 pontos, a valorizar 0,91% e quase anulando as perdas desde o início do ano (ainda tem uma queda de 0,32%).

14.05.2020

Juros do sul voltam às subidas

Os juros da dívida a dez anos de Portugal agravam 2,1 pontos base para os 0,856%, depois de duas sessões de quedas.

 

Em Itália o comportamento das obrigações soberanas é semelhante, ao mostrarem um agravamento de 1,5 pontos base para os 1,815%, depois de na última sessão terem recuado quase 9 pontos base. Espanha não é exceção entre os países do sul, com os juros da dívida apra a maturidade de referência a subirem 1,2 pontos base para os 0,743%.

 

Na Alemanha a tendência é a oposta, com a remuneração das obrigações a registar um alívio de 1,2 pontos base para os -0,545%.  

14.05.2020

Petróleo dispara 4% com redução da oferta e perspetiva menos pessimista na procura

O petróleo regressou esta quinta-feira a valores acima dos 30 dólares por barril na bolsa de Londres, devido aos sinais de recuperação da procura e descida da oferta por parte do maior produtor do mundo.

O crude dos Estados Unidos (WTI) ganha 3,24% para os 26,11 dólares por barril, enquanto que o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, sobe 4,08% para os 30,38 dólares.

A maior petrolífera estatal saudita, a Saudi Aramco, anunciou que ia reduzir a sua oferta contratual de petróleo em pelo menos 12 clientes na Ásia, para os contratos de entrega em junho, de acordo com a Bloomberg. Nesta altura o corte de produção conjunto da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) está fixado em 10 milhões de barris por dia. 

Além disso, a Agência Internacional de Energia alterou as suas estimativas para a queda na procura mundial de petróleo, citando as medidas de reabertura da economia em vários países. A AIE ainda estima uma quebra recorde na procura em 2020, mas agora de 8,6 milhões de barros por dia, menos 690 mil do que a anterior previsão.



 

 

14.05.2020

Europa volta a ceder ao temor económico deixado por Powell

As bolsas registaram uma recuperação acentuada em abril. O índice PSI-20 subiu mais de 5%, o melhor mês em mais de um ano.

As principais praças europeias desceram fundo no vermelho numa sessão em que os receios manifestados pelo presidente da Fed, Jerome Powell, quanto ao impacto da pandemia de covid-19, contagiaram as bolsas.

 

Powell relançou o medo entre os investidores ao mencionar a hipótese de uma "recessão prolongada" no discurso que proferiu já na quarta-feira, com a qual justificou a possível necessidade de um reforço de estímulos económicos.

 

Isto, numa altura em que bancos centrais e governos, um pouco por todo o mundo, se têm chegado à frente com estímulos económicos de dimensões sem precedentes. A resposta dada até ao momento, que Powell considerou ter sido distribuída de forma adequada, ao mostrar-se insuficiente, alimenta a suspeição – vocalizada por vários gestores de fundos – de que a recuperação nos mercados tenha sido desajustada face à realidade económica.

 

O índice que agrega as 600 maiores cotadas, o Stoxx 600, caiu 2,17% para os 326,71 pontos, recuando a um mínimo de 15 de abril, ou seja, praticamente um mês. Londres e Amesterdão destacam-se pela negativa com perdas de mais de 2,5%, superadas pela do português PSI-20, que resvalou 2,91% "empurrado" por uma quebra de mais de 10% da Jerónimo Martins e outra de quase 45 do banco BCP.

14.05.2020

JM e BCP levam PSI-20 a cair quase 3%

O Haitong Bank prevê um abrandamento das fusões e aquisições e das admissões em bolsa, provocado pela pandemia.

A bolsa nacional fechou em queda, com o principal índice, o PSI-20, a perder 2,91% para os 3.958,57 pontos. Esta é a quarta sessão consecutiva de quebras para o índice nacional. 

A descida forte das cotações não se limita a este canto da Europa, com as restantes praças do Velho Continente a apresentarem perdas semelhantes. Lá fora, o discurso do presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, abalou os investidores, ao alertar para a possibilidade de uma recessão prolongada.

Em Lisboa, as perdas foram encabeçadas pela Jerónimo Martins, que fechou com uma desvalorização de 10,92% para os 13,99 euros mas chegou a afundar 16,56% para os 13, 105 euros durante a sessão, um mínimo de maio de 2019.


A retalhista cai a pique depois de na quarta-feira ter revelado que os seus lucros desceram 43,8% no primeiro trimestre para 35 milhões de euros e que vai cortar o dividendo em 40% devido à pandemia. A Jerónimo Martins vai assim pagar 20,7 cêntimos por ação, em vez dos 34,5 cêntimos propostos anteriormente.

Paralelamente, o BCP também atinge mínimos mas, por sua vez, históricos. O banco liderado por Miguel Maya terminou com uma queda de 3,83% para os 8,54 euros para cêntimos, depois de ter tocado o nível mais baixo de sempre, os 8,46 cêntimos, durante a sessão. 

14.05.2020

Dólar em alta apesar de aumento do desemprego nos EUA

Os sinais negativos da economia norte-americana continuam a dar força ao dólar, uma vez que atira os investidores para ativos considerados refúgio, como é a moeda norte-americana.

 

Depois de ontem o presidente da Reserva Federal ter dado uma visão pessimista para a economia norte-americana, os dados hoje revelados pelo departamento do Trabalho dos Estados Unidos  mostram um aumento de 2,98 milhões de norte-americanos a pedir subsídio de desemprego. São já seis semanas consecutivas a subir, sendo que desde o início do confinamento os Estados Unidos registaram 36 milhões de pedidos. 

 

Num dia de quedas acentuadas nos mercados acionistas,o índice do dólar está a subir 0,1%, na segunda sessão em alta. O euro perde 0,13% para 1,0804 dólares.

 

14.05.2020

Wall Street cai com medo de recessão prolongada. Dados do emprego pessimistas

Os três maiores índices de Wall Street abriram a sessão desta quinta-feira em queda, com a possibilidade de uma recessão económica prolongada, como Jerome Powell, presidente da Reserva Federal sublinhou ontem, a ecoar entre os investidores. 

Por esta altura, o Dow Jones perde 1,11% para os 22.990,49 pontos e o S&P 500 desvaloriza 0,77% para os 2.797,80 pontos. O tecnológico Nasdaq cai 0,51% para os 8.818,03 pontos.

Os três maiores índices do país estão a caminho da sua pior semana desde meados de março, com as esperanças numa recuperação económica a serem ofuscadas pelos comentários de ontem de Powell e pelo discurso do epidemeologista Anthony Fauci, no início da semana, que alertou para o perigo de reabrir cedo demais a economia. 

Para além do discurso de Powell, o foco dos investidores está também nos dados do emprego divulgados hoje pelo departamento do Trabalho dos Estados Unidos, que mostram um aumento de 2,98 milhões de norte-americanos a pedir subsídio de desemprego na semana passada, alargando o ciclo para seis semanas consecutivas a subir. Desde o início do confinamento, os Estados Unidos registaram 36 milhões de pedidos. 

Depois dos dados do emprego, as atenções viram-se para os dados sobre as vendas a retalho em abril, que serão divulgados amanhã, sexta-feira.

Os pagamentos com cartão de crédito ou débito entre os clientes do JP Morgan caíram cerca de 40% durante o mês de março e início de abril, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

14.05.2020

Dólar ganha terreno pela segunda sessão

O índice que mede o desempenho do dólar face às principais congéneres está a valorizar pela segunda sessão consecutiva, a beneficiar do movimento de fuga ao risco por parte dos investidores.

Esta quinta-feira é o pessimismo que domina o mercado, depois de o presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, ter sugerido que poderão ser necessários mais estímulos para atenuar os efeitos do coronavírus na economia, e que a recessão poderá prolongar-se por mais tempo do que o previsto.

Neste contexto, os investidores estão a privilegiar a aposta em ativos considerados mais seguros, como o dólar, em detrimento de ativos de maior risco, como as ações.

Depois da subida de 0,31% da sessão de ontem, o dólar avança ligeiros 0,01% face às principais congéneres. O euro, por seu lado, desliza 0,06% para 1,0812 dólares.

14.05.2020

Juros periféricos da Zona Euro atingem mínimos de um mês

Os juros da dívida da Zona Euro continuam em queda, com Espanha a registar níveis mínimos desde meados de abril na maturidade a dez anos. 

Assim, os juros espanhóis caem 2,1 pontos base para os 0,705%, enquanto que os de Portugal perdem 1,4 pontos base para os 0,817%, o que representa um mínimo de duas semanas. 

Em Itália, o cenário é semelhante e os juros transalpinos perdem 2,3 pontos base para os 1,775%, o nível mais baixo numa semana. Na Grécia os juros caem 4,6 pontos base para os 2,006%, mínimos de um mês.

Na referência para o bloco, a Alemanha, os juros acompanham o ritmo da periferia, com uma queda de 1,1 ponto base para os -0,547%.

14.05.2020

JM afunda mais de 13% após corte de dividendo. É a maior queda em 6 anos

As ações da retalhista Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, caíram 13,28% para os 13,62 euros por ação, na sessão desta quinta-feira, 14 de maio, o que representa a maior queda intradiária desde julho de 2014.

Isto depois de ontem a cotada liderada por Soares dos Santos ter anunciado um corte de 40% no dividendo a pagar aos acionistas, relativo ao exercício do ano passado. Assim, em vez da proposta de 216,8 milhões de euros anunciada anteriormente, a Jerónimo Martins "decidiu propor na Assembleia Geral, a realizar a 25 de Junho, a distribuição, para já, de dividendos no montante de 130,1 milhões de euros", pode ler-se no comunicado divulgado ontem.

Entretanto, a queda da empresa portuguesa perdeu força, mas ainda assim a retalhista segue a desvalorizar 12,64% para os 13,72 euros, o que significa um mínimo desde 16 de março deste ano. Hoje, também o índice PSI-20 segue em mínimos de mais de um mês.

Até ao momento, verifica-se uma liquidez superior ao normal uma vez que apenas com uma hora e meia de negociação, foram transacionadas mais de 1 milhão de ações, que compara com a média dos últimos seis meses fixada nas 1,1 milhões de ações em toda a sessão. 

14.05.2020

Ouro mantém-se estável após discurso de Powell

O ouro, visto como um ativo de refúgio cuja procura tende a aumentar em alturas de maior turbulência nos mercados de ações, segue estável nos 1.716,08 dólares por onça. 

O metal precioso segue na expectativa, a assimilar ainda o discurso de ontem de Jerome Powell, que alertou para o risco de uma prolongada recessão. 

O ouro tem beneficiado nas últimas sessões com a incerteza gerada nos mercados também pela segunda vaga de contágio da covid-19.

14.05.2020

Jerónimo Martins afunda mais de 12% e leva PSI-20 a mínimos de mais de um mês

A bolsa nacional está a negociar em queda esta quinta-feira, 14 de maio, pela quarta sessão consecutiva, com o PSI-20 a descer 1,91% para 3.998,50 pontos, o valor mais baixo desde 6 de abril. Das 18 empresas que formam o principal índice nacional, 13 estão em queda, quatro em alta e uma inalterada.

Por cá, a Jerónimo Martins é a empresa que mais penaliza com uma descida de 12,29% para 13,775 euros, um mínimo de 16 de março, depois de ter revelado ontem que os seus lucros desceram 43,8% no primeiro trimestre para 35 milhões de euros e que vai cortar o dividendo em 40% devido à pandemia.

A contribuir para a queda do PSI-20 estão ainda as cotadas do grupo EDP, com a EDP Renováveis a deslizar 1,21% para 11,42 euros e a casa-mãe a perder 0,43% para 3,944 euros; assim como as empresas do setor da pasta e do papel. Neste setor, destaque para a Altri, que recua 5,34% para 4,040 euros e para a Semapa que cai 3,24% para 7,76 euros.

 

Do lado dos ganhos, nota para o BCP que, depois de ter atingido ontem um novo mínimo histórico, ganha 0,56% para 8,93 cêntimos.

14.05.2020

Europa em queda com pessimismo de Powell a pressionar

As principais praças europeias abriram a sessão de hoje em queda, com o Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores cotadas da região, a perder 0,91% para os 330,98 pontos. 

Todas as bolsas do continente e todos os setores seguem a negociar "no vermelho", com a tecnologia e o setor automóvel a liderarem as quedas (-1,40% e -1,43%, respetivamente).

A pressionar o sentimento europeu está o discurso de ontem de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, que se mostrou pessimista quanto à duração da atual recessão provocada pelo novo coronavírus. 

Powell deu sinais de que a atual crise pode demorar mais do que o previsto, pondo em cima da mesa a hipótese de novos estímulos monetários para almofadar o impacto que o novo coronavírus está a ter na economia da região. 

No foco dos investidores está também a nova vaga de contágios da covid-19, depois de Coreia do Sul, China e Alemanha terem reportado novos casos de infeção após o levantamento das restrições.

Nos Estados Unidos, os futuros travaram as quedas e seguem agora a negociar à tona da água, com a esperança de que não sejam precisos gastos adicionais do governo e medidas da Fed para conter a recessão. 

A temporada de resultados continua nos dois continentes e reflete o impacto da covid-19 nas operações. Contudo, a norte-americana Cysco Systems conseguiu superar as estimativas dos analistas quanto ao número de vendas, fazendo disparar as ações na pré-abertura de Wall Street. 

14.05.2020

Petróleo aguenta-se acima dos 25 dólares com cortes de produção

O petróleo fixou-se acima do patamar dos 25 dólares por barril nesta quinta-feira, com os investidores otimistas com os cortes de produção levados a cabo por alguns dos maiores produtores de todo o mundo, como a Arábia Saudita.

Assim, os receios de que uma segunda vaga de contágio da covid-19 volte a travar a procura pela matéria-prima caíram para segundo plano, para já.

A maior petrolífera estatal saudita, a Saudi Aramco, anunciou que ia reduzir a sua oferta contratual de petróleo em pelo menos 12 clientes na Ásia, para os contratos de entrega em junho, de acordo com a Bloomberg. Nesta altura o corte de produção conjunto da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) está fixado em 10 milhões de barris por dia. 

Por esta altura, o crude dos Estados Unidos (WTI) ganha 0,75% para os 25,48 dólares por barril, enquanto que o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, sobe 0,62% para os 29,37 dólares.

14.05.2020

Futuros dos EUA e da Europa em queda com discurso de Powell a desmoralizar

Os futuros do norte-americano S&P 500 e do europeu Stoxx 50, que reúne as 50 maiores cotadas da região, seguem a cair 0,5% e 1,1%, respetivamente, sugerindo uma abertura de sessão com o pé esquerdo. 

Este sentimento deve-se ao discurso de ontem de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, que deu sinais de que a atual recessão pode demorar mais do que o previsto, pondo em cima da mesa a hipótese de novos estímulos monetários para almofadar o impacto que o novo coronavírus está a ter na economia da região. 

Powell alertou para a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, algo que os investidores já esperavam, mas dada a incerteza vivida nos mercados de ações, foi um comentário suficiente para derrubar a prestação das bolsas em todo o mundo. 

Os receios sobre uma segunda vaga de contágios continuam, depois dos novos casos reportados na Coreia do Sul e na China, na sequência do desconfinamento, numa altura em que grande parte das economias está a planear ou já a reabrir as suas economias. 

A China voltou a impor restrições na movimentação perto das fronteiras com a Coreia do Norte e com a Rússia, depois dos novos infetados.

Durante a madrugada em Lisboa, a negociação nas praças asiáticas fez-se "no vermelho", com o Topix do Japão a cair 1,9% e o MSCI Ásia e Pacífico excluindo o Japão a perder 1,4%. 

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