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Ao minuto12.02.2021

Europa fecha em máximos de quase um ano. Juros de Itália renovam mínimos à boleia de Draghi

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 12 de Fevereiro de 2021 às 14:49
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12.02.2021

Europa fecha em máximos de quase um ano de olhos postos no futuro

As principais praças europeias alinharam-se no verde, com os investidores a focarem-se na recuperação económica que esperam que se siga à crise pandémica que se está a viver na Europa e no resto do mundo.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, oStoxx600, avançou 0,64% para os 414 pontos, um nível que não era atingido desde 25 de fevereiro de 2020. Este índice contou três sessões no verde durante a semana, o que lhe permitiu fechar o segundo ciclo de cinco dias úteis consecutivo com saldo positivo.

A rodear o índice agregador estiveram as bolsas francesa e britânica, convictas acima de 0,5%, e a bolsa holandesa, que se destacou com uma subida de 1,88%. Madrid e Frankfurt mostraram ganhos mais modestos e Lisboa contrariou, com uma queda pronunciada de quase 2%.

No mundo empresarial europeu, o setor da tecnologia destacou-se, com uma subida de 1,2% deste setor dentro doStoxx600, depois de o governo norte-americano se ter comprometido a colmatar uma falta de semicondutores. Já o setor automóvel ficou para trás, com pesos pesados como a Volkswagen e a BMW a mostrarem um desempenho negativo.

12.02.2021

Juros de Portugal a 10 anos em máximos de três meses

Os juros das dívidas públicas coincidem esta sexta-feira no agravamento das contrapartidas que os investidores exigem para adquirirem, no mercado secundário, títulos soberanos dos países da Zona Euro.

A taxa de juro associada às obrigações de Portugal com maturidade a 10 anos escala 3,6 pontos base para 0,099%, o que coloca a "yield" lusa em máximos de 12 de novembro. Também em máximos de 11 de novembro negoceia a taxa de juro referente á dívida espanhola com a mesma maturidade, que sobe 3,7 pontos base para 0,155%.

É idêntico o agravamento sentido pela "yield" relativa às obrigações soberanas da Alemanha (bunds) a 10 anos, que avança 3,2 pontos base para -0,428%.

Hoje até a dívida italiana quebrou o ciclo de alívio registado nas últimas semanas, ajustando assim face aos mínimos históricos que foram sendo renovados ao longo da semana que agora termina devido à otimismo relacionado com a possibilidade cada vez mais real de Mario Draghi, ex-presidente do Banco Central Europeu, assegurar os apoios necessários à formação de um governo de emergência nacional.

Até mesmo esta sexta-feira, e apesar da subida agora observada de 2,3 pontos base para 0,477%, a "yield" correspondente à dívida transalpina chegou a recuar para 0,421%, o valor mais baixo de sempre.

12.02.2021

Ouro recua e prata avança

O preço do ouro transaciona em queda nos mercados internacionais, com o metal precioso dourado a depreciar 0,46% para 1.817,19 dólares por onça na segunda desvalorização consecutiva.

O ouro está a ser pressionado pela subida do dólar, que esta sexta-feira ganha valor face a um cabaz que integra as principais divisas internacionais.

Em sentido oposto segue a prata, com o metal prateado a somar 0,54% para 27,1275 dólares por onça, uma subida que se segue a três sessões seguidas a perder valor.

12.02.2021

Crude a caminho da quarta semana a valorizar

O petróleo regressou esta sexta-feira a terreno positivo, com o preço do barril de crude a apreciar tanto em Londres como em Nova Iorque.

Na capital inglesa, o Brent do Mar do Norte, que é usado como valor de referência para as importações nacionais, ganha 0,69% para 61,56 dólares por barril, enquanto na cidade americana o Wext Texas Intermediate (WTI) soma 0,52% para 58,54 dólares.

O Brent acumula uma valorização superior a 3,5% no acumulado desta semana e encaminha-se para registar o quarto ciclo semanal consecutivo de valorizações. Já o WTI deverá fechar a segunda semana consecutiva com saldo positivo.

O valor do chamado ouro negro tem vindo a ser impulsionado pela quebra das reservas norte-americanas e também pelas garantias de prossecução dos cortes à produção por parte dos países exportadores de petróleo (OPEP) e seus aliados (OPEP+), designadamente a Rússia.

12.02.2021

Euro recua contra o dólar que sobe pelo segundo dia

O euro está a negociar em queda nos mercados cambiais face ao dólar, estando a recuar 0,29% para 1,2095 dólares.

Já o dólar regista uma pequena valorização no índice da Bloomberg que mede o comportamento da divisa norte-americana contra um cabaz com as principais moedas mundiais. O dólar aprecia pela segunda sessão seguida.

De acordo com a Reuters, os dados aquém das estimativas ontem reportados sobre a evolução do mercado laboral dos Estados Unidos reforçaram a apreensão dos investidores quanto à recente subida do dólar, motivada pela expectativa de uma robusta e rápida retoma da maior economia mundial que não deverá ser tão célere quanto anteriormente previsto.

12.02.2021

Wall Street abre em queda com investidores à espera que plano orçamental seja aprovado

Os três principais índices de Wall Street abriram a sessão desta sexta-feira a negociar em queda, com o setor da energia a pressionar.

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,01% para os 31.426,75 pontos e o S&P 500 cai 0,19% para os 3.909,42 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite recua 0,45% para os 3.909,42 pontos. 

Os três principais índices atingiram máximos históricos recordes esta semana e estavam a caminho da segunda vitória semanal consecutiva, numa altura em que o número de novos casos de covid-19 e de internados está a abrandar. 

O foco dos investidores está no presidente dos EUA, Joe Biden, que se vai reunir com um grupo de governadores nesta sexta-feira, enquanto continua a pressionar pela aprovação do seu plano orçamental avaliado em 1,9 biliões de dólares.

Os resultados empresariais continuam a merecer a atenção dos investidores, numa altura em que cerca de 82% das empresas do S&P 500 superarem as previsões dos analistas, quanto aos números referentes ao último trimestre do ano passado.


Hoje, à boleia desses resultados, empresas como a Walt Disney ou a Paypal estão a valorizar 1,5% e 3%.

12.02.2021

Prata ganha novamente, enquanto que outro tropeça

No campo dos metais preciosos, existem duas tendências díspares para a prata e para o ouro.

A prata continua a ganhar fôlego, depois das fortes correções na semana passada, que sucederam o ataque dos investidores do Reddit, que a levaram para máximos.

Hoje, este metal está a ganhar 0,06% para os 26,99 dólares por onça.

Já o ouro está a perder fôlego (-0,4%) na sessão desta sexta-feira para os 1.817,91 dólares por onça.

12.02.2021

Euro e libra voltam a perder força para o dólar

As duas maiores moedas da Zona Euro estão a perder força para o rival dólar norte-americano, na sessão desta sexta-feira.

O euro escorrega 0,18% para os 1,2108 dólares, enquanto que a libra perde 0,22% para os 1,3786 dólares.

12.02.2021

Juros de Itália renovam mínimos históricos graças a Mario Draghi

Mario Draghi

Os juros da dívida transalpina estão a cair pela terceira sessão seguida, renovando novamente mínimos históricos, depois de Mario Draghi, antigo líder do Banco Central Europeu (BCE) ter conseguido um amplo apoio político para formar um governo de união nacional.

O novo Governo chefiado por Mario Draghi terá o apoio de praticamente todos os partidos, depois de ontem, o partido com maior representação na assembeleia, o Movimento 5 Estrelas, ter anunciado o seu apoio a Draghi. 

Como reação a esta estabilidade, os juros a dez anos de Itália estão a cair 2,2 pontos base para os 0,432, o que representa um novo mínimo histórico.

No resto da Europa, a taxa de referência da Alemanha cai 0,4 pontos base para os -0,465% e por cá, a "yield" portuguesa vai perdendo 0,9 pontos base para os 0,054%.

12.02.2021

Ganho da tecnologia incapaz de aguentar Europa no "verde"

O dia começou de forma indefinida para as praças europeias, depois de a sessão asiática se ter feito "a meio gás", devido ao feriado do ano novo lunar na China. Prevê-se que o dia seja de menor liquidez devido a este facto.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as maiores 600 cotadas na região - vai negociado na linha de água perto do patamar dos 411 pontos, apesar de grande parte das praças europeias estarem em queda, depois de ontem Wall Street ter conseguido renovar máximos históricos.

Desde Paris (-0,4%), Frankfurt (-0,4%) ou mesmo Lisboa (-1,4%), as quedas são gerais e apenas interrompidas em Amesterdão (+0,5%).

O setor da tecnologia é o que vai dando mais força ao Stoxx 600, com um ganho de quase 1%. 

12.02.2021

Petróleo cai pelo segundo dia após receios com procura

Os preços do petróleo estão a cair pela segunda sessão consecutiva depois de terem registado o maior ciclo de ganhos em dois anos, que lhes valeu uma valorização de 12%.

Por esta altura, o Brent - que serve de referência para Portugal - perde 0,92% para os 60,58 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) cai 1,00% para os 57,65 dólares por barril.

Esta nova queda surge na sequência de a Agência Internacional de Energia ter cortado as suas previsões para a procura pela matéria-prima para este ano e de ter descrito o mercado como estando frágil.

Também o governo dos EUA disse esta semana que iria ser necessário muito mais tempo para que a procura por petróleo se recupere.

12.02.2021

Futuros tímidos após novos recordes em Wall Street

Os futuros das ações europeias e norte-americanas estão a negociar sem uma tendência definida na pré-abertura de sessão desta sexta-feira, depois de ontem terem sido tocados novos recordes em Wall Street.

Para já, os futuros do pan-europeu Stoxx 50 - que agrupa as 50 maiores cotadas da região - seguem inalterados e os futuros do norte-americano S&P 500 perdem 0,2%, depois de ontem ter atingido um máximo histórico a maio da sessão. 

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática decorreu com menos liquidez do que é habitual uma vez que algumas das maiores praças estão encerradas devido ao feriado do novo ano lunar chinês. O índice do Japão valorizou 0,2%.

Já na Austrália, a bolsa S&P/ASX 200 caiu 0,6%, depois de o Governo ter decretado um novo confinamento durante os próximos cinco dias, devido a alguns receios quando a uma propagação de uma nova variante da covid-19.

Ontem, o mercado laboral dos Estados Unidos mostrou resiliência, depois de o número de novos pedidos do subsídio de desemprego ter caído, numa altura em que os investidores continuam de olho na apresentação de resultados por parte das empresas. 

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