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Ao minuto17.07.2020

Euro com maior ciclo de ganhos desde 2018 e bolsas europeias sobem pela terceira semana

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 17 de Julho de 2020 às 17:22
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17.07.2020

Ouro a caminho de sexta semana em alta

O metal amarelo segue a negociar em alta, continuando a capitalizar o seu estatuto de valor-refúgio, numa altura em que aumentam os receios devido ao ressurgimento das infecções por covid-19 em muitas regiões do mundo, nomeadamente nos EUA.

 

O ouro a pronto (spot) segue a somar 0,70% para 1.809,86 dólares por onça em Londres, e o contrato de futuros (de agosto) negociado no mercado nova-iorquino (Comex) avança também 0,70% para 1.811,90 dólares.

 

As cotações do spot negoceiam em máximos de nove anos e caminham a passos largos para o patamar do seu máximo histórico, nos 1.920 dólares, atingido em setembro de 2011.

 

Esta será a sexta semana consecutiva de ganhos do ouro londrino (segue a somar 0,60% neste momento, no cômputo entre segunda e sexta-feira), com o forte aumento do número de casos de coronavírus nos EUA a alimentar o clima de incerteza em torno de uma retoma económica.

 

Também a depreciação do dólar está a ajudar a impulsionar o ouro, que é denominado na nota verde e que fica, assim, mais atrativo.

17.07.2020

Juros sem rumo no euro à espera de desfecho do Conselho Europeu

Os juros das dívidas públicas dos países que integram a Zona Euro estão a transacionar sem tendência definida no primeiro de dois dias da cimeira em que os líderes de governo e chefes de Estado da União Europeia tentam chegar a acordo quanto ao plano de recuperação económica necessário em resposta à crise sanitária.

A "yield" correspondente aos títulos soberanos de Portugal com prazo a 10 anos avança 0,2 pontos base para 0,411%, subida acompanhada pela taxa de juro associada às obrigações alemão com a mesma maturidade que se agrava 1,8 pontos base para -0,452%.

Já a taxa de juro referente à dívida da Espanha a 10 anos segue inalterada nos 0,402%, pelo que mantém-se novamente abaixo da contrapartida exigida pelos investidores para comparem obrigações soberanas de Portugal no mercado secundário.

Nota ainda a taxa de juro correspondente à dívida italiana a 10 anos, que recua 1,6 pontos base para 1,167%, a quarta queda seguida que coloca a "yield" transalpina a 10 anos em mínimos de 6 de março.

17.07.2020

Europa em alta pela terceira semana 

As principais praças europeias terminam a semana divididas entre o verde e o vermelho. Contudo, o índice que agrega as 600 maiores cotadas, decide-se pelo verde, com um ganho de 0,16% para os 372,71 pontos. O Stoxx600 conta, desta forma, a terceira semana consecutiva de ganhos, e avança 1,60% no acumulado dos últimos 5 dias. 

Entre as principais praças, Londres, Frankfurt e Lisboa aguentam-se em terreno positivo. Já Madrid, Paris e Amesterdão não conseguem ultrapassar a linha de água e pintam-se de vermelho.

Já no Velho continente, os olhos estão virados para a reunião dos líderes dos 27 Estados-membros da União Europeia, que pretendem fechar os detalhes sobre as medidas de estímulo orçamentais a implementar na região, para enfrentar a crise da covid-19. À entrada do encontro dos chefes de Estado da União Europeia, a chanceler alemã disse esperar "negociações duras" e baixou as expectativas de fechar um acordo para o plano de recuperação europeu.

A abalar o otimismo estão os dados do sentimento dos consumidores nos Estados Unidos, que afundaram em julho e desiludiram face às expectativas.

17.07.2020

Euro com maior ciclo de ganhos desde 2018

A moeda única europeia está a apreciar 0,47% para 1,1437 dólares, valorização que permite ao euro reforçar os ganhos acumulados ao longo desta semana.

O euro está assim a caminho de fechar esta semana com saldo acumulado positivo, o que vai elevar para quatro o número de semanas consecutivas a ganhar terreno face ao dólar, o maior ciclo de ganhos da divida comunitária desde 2018.

A valorização do euro na sessão desta sexta-feira acontece numa altura em que os investidores estão atentos ao desenrolar da cimeira europeia que decorre até sábado, em Bruxelas. É grande a expetativa quanto à possibilidade de os líderes europeus chegarem a acordo sobre o fundo de recuperação de que a União Europeia precisa para dar uma resposta efetiva às consequências da crise pandémica.

Já o dólar está a desvalorizar no índice da Bloomberg que mede o desempenho da moeda norte-americana contra um cabaz composto pelas principais moedas mundiais.

17.07.2020

Novos confinamentos reavivam receios de menor procura de combustível. Petróleo em queda

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto segue a recuar 0,52% para 40,54 dólares por barril.

 

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, desvaloriza 0,58% para 43,12 dólares.

 

O aumento das infeções por covid-19 está a desacelerar a retoma do consumo de combustível, que já tinha caído devido aos confinamentos e que está de novo a abrandar devido a novas restrições nos EUA e outros países – o que intensifa os receios de que possa demorará anos até que a procura recupere do impacto da pandemia.

 

O consumo global de combustível diminuiu em cerca de 25% no auge dos "lockdowns", quando mais de quatro mil milhões de pessoas (ou seja, mais de meio mundo) tiveram de ficar em casa.

 

A procura de combustível e os preços do petróleo recuperaram algum terreno à medida que os governos foram flexibilizando as restrições à circulação de pessoas. No entanto, essa recuperação está a estagnar, numa altura em que há um ressurgimento dos casos de infeção em países que são grandes consumidores, como os EUA, e noutras grandes economias – como o Brasil e a Índia –, refere a Reuters.

 

Nos Estados Unidos, na semana termina a 11 de julho o consumo de gasolina no retalho caiu 5% face à semana precedente, de acordo com a GasBuddy, que rastreia a compra, em tempo real, de gasolina. Isto depois de vários estados norte-americanos terem voltado a impor restrições, de modo a controlarem os surtos de covid-19.

 

A procura tinha já diminuído na semana precedente – a primeira queda desde o início dos confinamentos nos EUA, em março.

17.07.2020

Confiança dos construtores anima Wall Street

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em alta, animadas pela melhoria do sentimento dos empresários da construção.

 

O Dow Jones segue a subir 0,13% para 26.768,90 pontos e o Standard & Poor’s 500 soma 0,26% para 3.223,80 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite avança de 0,31% para 10.506,43 pontos.

 

A sustentar está a sondagem que revela que os construtores de casas esperam que em julho os níveis da construção regressem a níveis anteriores à crise da covid-19 que impactou a economia a partir de março.

 

Os construtores reportaram um aumento da procura de casas unifamiliares em mercados de menor densidade populacional, nomeadamente pequenas zonas metropolitanas, mercados rurais e grandes subúrbios das cidades. A crise sanitária transferiu muito trabalho para casa, uma tendência que os economistas preveem que possa tornar-se permanente, refere a Reuters.

 

Mas com 32 milhões de norte-americanos a receberem atualmente subsídio de desemprego e com o preço da madeira em máximos de dois anos, não é provável que se assista, para já, a uma robustez do mercado imobiliário.

 

A pressionar está a Netflix, que cai 6,47% para 492,62 dólares, depois de ontem ter dito que estima um aumento de 2,5 milhões de novos subscritores do seu serviço de streaming, a nível global, no terceiro trimestre – praticamente metade daquilo que os analistas estavam à espera.

17.07.2020

Ouro acima dos 1.800 dólares novamente

O ouro voltou a valorizar para cima do patamar psicológico dos 1.800 dólares por onça, com as tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China a levarem alguns investidores a recorrer a ativos mais seguros. 

Assim, o metal precioso ganha 0,16% para os 1.800,07 dólares por onça.

17.07.2020

Euro aproxima-se de máximos de março. Libra avança

As duas maiores divisas da Europa assumem uma postura positiva na sessão desta sexta-feira, com os investidores no mercado cambial atentos à cimeira europeia.

O euro volta a aproximar-se dos máximos de março (quando cotava nos 1,1419 dólares) ao apreciar 0,11% para os 1,1396 dólares. 

A libra esterlina acompanha o rival europeu e avança 0,3% para os 1,2557 dólares.

17.07.2020

Juros da Zona Euro praticamente estáveis à espera de Bruxelas

Os juros da dívida dos países da Zona Euro estão a negociar de forma tímida na sessão desta sexta-feira, a aguardarem por novidades vindas de Bruxelas, depois de a confiança mostrada ontem pelo Banco Central Europeu (BCE) na sua atuação ter enviado as yields da periferia para baixo.

A taxa de referência de Itália, por exemplo, caiu para perto de mínimos de 11 de março, depois de Christine Lagarde, a presidente da instituição, ter dito que iria injetar os 1,35 biliões de euros do Programa de Compra de Emergência Pandémica (PEPP) na economia da região.

Hoje, os juros transalpinos sobem 0,4 pontos base para os 1,187%. Esta tendência está a ser verificada também em Espanha, com os juros a subirem 0,3 pontos base para os 0,398%. Em Portugal, a taxa continua estável nos 0,409%.

Na Alemanha, que serve de referência para o bloco central, os juros a dez anos sobem 0,2 pontos base para os 1,2557%.

17.07.2020

Europa tímida à espera de decisões do Conselho Europeu

As praças europeias abriram a negociar em alta, mas rapidamente a situação se inverteu. Agora, não existe uma tendência definida entre as principais bolsas do "velho continente", com os investidores a aguardarem pelas decisões da cimeira europeia, antes de definirem um foco. 

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da região - valoriza 0,12% para os 372,57 pontos, mas as praças bolsistas da região estão a oscilar entre uma queda de 0,66% em Madrid e um ganho de 0,37% em Frankfurt. 

Entre os setores, o destaque vai para o segmento automóvel, que assume um desempenho muito superior aos pares, graças a uma valorização acima dos 2%. Para isto está a contribuir a dona da Mercedes, a Daimler, que ganha mais de 4%, após ter apresentado resultados preliminares acima da expectativa. 

Mas as atenções de hoje estão voltadas para o encontro do Conselho Europeu, que se irá prolongar até amanhã. Os líderes dos 27 Estados-membro da União Europeia estarão reunidos em Bruxelas, de forma presencial, para dar "luz verde", ou não, ao Plano de Recuperação desenhado pela Comissão Europeia, que pressupõe um envelope de 750 mi milhões de euros para os sofres da região. 

Para além da aprovação deste plano desenhado há alguns meses, será também revisto o quadro de financiamento plurianual para o período entre 2021 e 2027, no valor de 1,074 biliões de euros.   

17.07.2020

Futuros da Europa com ganhos tímidos antes de cimeira europeia

Os futuros dos índices europeus e norte-americanos negoceiam em leve alta, num dia em que se dá início à cimeira europeia que pode definir o dinheiro que será injetado nos países da região, à luz do Plano de Recuperação proposto pela Comissão Europeia. 

Assim, os futuros do Stoxx 50, índice que reúne as 50 maiores cotadas da Europa, avança 0,1%, com os investidores atentos aos desenvolvimentos neste campo, para depois definirem um foco de negociação. Já os futuros do norte-americano S&P 500 ganham 0,2%, 

Hoje, o Conselho Europeu vai avaliar a proposta para o Plano de recuperação da União Europeia de 750 mil milhões de euros, numa cimeira que vai durar dois dias. Para além da aprovação deste plano desenhado há alguns meses, será também revisto o quadro de financiamento plurianual para o período entre 2021 e 2027, no valor de 1,074 biliões de euros. 

Durante a madrugada em Lisboa, na sessão asiática verificaram-se sentimentos mistos. No Japão, o índice de referência caiu 0,4%, mas na Coreia do Sul a bolsa avançou 0,7%. Na China, o índice de Xangai sofreu uma queda de 0,3%, enquanto que em Hong Kong se registaram ganhos de 0,3%.

Em foco continua a temporada de resultados empresariais, com destaque para as empresas dos Estados Unidos. Apesar de grande parte das empresas estarem a registar grandes quedas no lucro ou mesmo prejuízo, 80% das cotadas conseguiu divulgar números acima do esperado pelo mercado, até agora, de acordo com a casa de investimento Bank Julius Baer & Co, em Singapura.

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