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Ao minuto14.01.2021

Europa ganha pelo terceiro dia com "tech" em máximos. Crise política castiga dívida italiana

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 14 de Janeiro de 2021 às 17:00
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14.01.2021

Europa sobe com tecnologia em máximos

Os principais índices da Europa terminaram a sessão de hoje em alta, alargando o ciclo de ganhos pelo terceiro dia seguido.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa - subiu 0,7%, com destaque para os setores de turismo (1,9%) e automóvel (+1,7%).

O setor de tecnologia está em máximos de cerca de vinte anos (1,9%) impulsionado pela empresa asiática TSMC, que vai começar a fabricar "chips" para a Intel. 

Os únicos derrotados do dia foram as farmacêuticas (-0,1%) e as "utilities" (-0,4%).

14.01.2021

Ouro sobe em Londres com mira nos estímulos dos EUA

O metal amarelo está a negociar em terreno positivo em Londres, animado pela expectativa de um vasto pacote de estímulos orçamentais nos Estados Unidos – que pode provocar pressões inflacionistas, o que faz com que aumente a procura por valores-refúgio, como o ouro. Já em Nova Iorque perde terreno.

 

O ouro a pronto (spot) soma 0,34% para 1.849,62 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME).

 

Em contrapartida, no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro cedem 0,74% para 1.839,80 dólares por onça.

 

A expectativa de um vasto pacote de estímulos à economia nos EUA tem reforçado a atratividade do ouro enquanto cobertura contra a provável inflação daí decorrente.

 

Os dados débeis do mercado laboral norte-americano reforçam a expectativa de novas ajudas pandémicas, sendo que o presidente eleito Joe Biden irá revelar mais pormenores logo ao final do dia.

 

Apesar de o dólar continuar a valorizar – o que torna o ouro, que é denominado na nota verde, menos atrativo como investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas –, os investidores londrinos estão hoje mais centrados nos estímulos.

14.01.2021

Euro acentua tendência negativa

A moeda europeia perde terreno face ao dólar pela quinta sessão em seis, numa altura em que a divisa norte-americana continua a recuperar parte do terreno perdido em 2020 devido à expectativa reforçada de que Joe Biden vai avançar com um pacote de estímulos de grande dimensão.

 

O euro desce 0,18% para 1,2135 dólares e o índice da moeda norte-americana contra um cabaz das principais moedas soma 0,1%.

 

A debilidade do euro surge no dia em que o BCE publicou as atas da última reunião de política monetária e o ganhou força o cenário de crise política em Itália.

14.01.2021

Crise política penaliza dívida italiana

As obrigações italianas destacaram-se no mercado de dívida soberana europeu com os investidores a venderem os títulos devido à crise política que se instalou no país depois de duas ministras do partido de Renzi terem saído do governo de coligação liderado por Conti, pondo em causa o futuro do Executivo.

 

A yield dos títulos italianos a 10 anos avançou 4 pontos base para 0,63%, mas não contagiou os periféricos europeus. A taxa das obrigações portuguesas a 10 anos segue estável e muito perto de 0%, enquanto na Alemanha a yield cedeu 3 pontos base para -0,554%.  

 

 

14.01.2021

Propagação da pandemia pressiona petróleo

Os preços do petróleo seguem em baixa, com o aumento de casos de coronavírus na Europa e os novos confinamentos na China a renovarem os receios em torno da procura mundial de energia.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro cede 0,13% para 52,84 dólares por barril.

 

Já o contrato de março do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 0,62% para 55,71 dólares.

 

O crescente número de casos de covid-19 na Europa e os novos "lockdowns" na China intensificaram os receios de que o consumo global de combustíveis esteja ameaçado.

 

A China, segunda maior consumidora mundial de petróleo, reportou hoje o maior aumento diário de novos casos de covid-19 em mais de 10 meses.

 

A propagação da pandemia está a ofuscar os bons dados anunciados ontem nos Estados Unidos, onde as reservas de crude diminuíram em 3,25 milhões de barris por dia na semana passada, para 482,2 milhões.

 

Os analistas inquiridos pela Reuters apontavam para uma queda de 2,3 milhões de barris dos inventários.

14.01.2021

Wall Street foca na esperança dos estímulos com dados do desemprego desapontantes

A bolsa nova-iorquina abriu em alta, com rumores acerca da posição de Joe Biden em relação ao pacote de estímulos orçamentais a alimentarem o otimismo.

O generalista S&P500 avança 0,22% para os 3.817,56 pontos, o industrial Dow Jones sobe 0,34% para os 31.167,60 pontos e o tecnológico Nasdaq valoriza 0,34% para os 13.174,08 pontos.

Os investidores animam à boleia de uma notícia, avançada pela CNN, de que os conselheiros de Biden falaram com os aliados do Congresso sobre os valores do pacote de estímulos. Biden deverá anunciar os seus planos de apoio à economia ao fim do dia de hoje, e espera-se que opte por injetar 2 biliões na economia.

Estas notícias abafam outras não tão animadoras, e que podem inclusivamente dar força à primeira: os pedidos de subsídio de desemprego subiram para 965.000 na semana passada, o que compara à estimativa de 800.000.

No mundo empresarial, destacam-se as tecnológicas chinesas, depois de os Estados Unidos terem decidido não avançar com a proibição de que o capital norte-americano fosse investido nestas empresas. A Alibaba sobe 3,44% para os 242,85dólares em Nova Iorque, e a Tencent avança 0,47% para os 21,25 dólares.

14.01.2021

Europa unânime e modesta no verde à espera de estímulos de Biden

As principais praças europeias seguem otimistas na esperança de que os Estados Unidos avancem com um largo pacote de estímulos.

Lá fora o clima é de otimismo enquanto os investidores esperam por novidades da parte do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. A expectativa é a de que este avance um pacote de estímulos no valor de 2 biliões de dólares.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da Europa, o Stoxx 600, soma 0,40% para os 410,72 pontos, nesta que é a terceira sessão de ganhos para este índice. Assim, a cotação fica perto do máximo de fevereiro de 2020 atingido a 8 de janeiro deste ano.

O Stoxx 600 avança rodeado de várias praças no verde, como é o caso da alemã e da holandesa, que seguem próximas do 0,5%, enquanto outras se apresentam mais modestas nos ganhos, nomeadamente a portuguesa, a espanhola e a francesa.

14.01.2021

Juros aliviam pela segunda sessão

Os juros a dez anos de Portugal aliviam pela segunda sessão consecutiva, depois de as duas anteriores terem sido de agravamento. Agora, a remuneração desce 0,9 pontos base para os -0,006%.

Na Alemanha verifica-se precisamente o mesmo cenário: depois de duas sessões a subir, esta torna-se a segunda de alívio, e os juros das bunds caem1,3 pontos base para os -0,536%.

14.01.2021

Dólar quase imóvel entre juros a subir e estímulos a chegar

A moeda única europeia ganha muito ligeiramente ao dólar: 0,03% para os 1,2160 dólares. Os ativos refúgio estão a perder por esta altura, dado o clima de otimismo em relação à posição de Joe Biden relativamente ao pacote de estímulos: espera-se que esta defenda um valor de 2 biliões de dólares. Contudo, a subida nos juros das obrigações do Tesouro norte-americanas tem o efeito oposto, pelo que o dólar fica pouco alterado entre estes dois fenómenos.

14.01.2021

Ouro à espera de Powell e Biden

O ouro está a descer 0,27% para os 1.840,55 dólares, contando a segunda sessão no vermelho. O metal amarelo segue hesitante na expectativa acerca do pacote de estímulos do presidente Joe Biden, que deverá adiantar hoje novidades.

Outro evento que estará na mira dos investidores é o discurso do presidente da Fed, Jerome Powell, já que também afetará o apetite ao risco. De acordo com um analista da Oanda, consultado pela Bloomberg, o ouro "pode estar pronto a acelerar se Powell e Biden não desapontarem".

14.01.2021

Petróleo tímido após máximo de fevereiro

O "ouro negro" mantém o sentimento positivo mas de forma mais contida, depois de nas duas sessões anteriores ter dado saltos de mais de 1,5% e ter atingido máximos de 24 de fevereiro, no caso do barril londrino.

O barril de Brent, que é negociado em Londres e serve de referência na Europa, soma 0,11% para os 56,12 dólares, enquanto o barril nova-iorquino West Texas Intermediate avança 0,25% para os 53,04 dólares.

O petróleo tem valorizado perante as notícias de que os inventários de crude estão a reduzir há cinco semanas. As temperaturas baixas levam o Goldman Sachs a pever que sejam necessário consumir mais de 1 milhão de barris por dia.

14.01.2021

Bolsas deleitam-se no verde com estímulos nos EUA a deixar água na boca  

Os futuros nos Estados Unidos e na Europa apontam para ganhos, ou seja a mesma trajetória seguida pelas bolsas asiáticas. A Oriente, batem-se recordes nas cotações.

Na China, o Hang Seng de Hong Kong somou 0,6% e o Compósito de Xangai subiu 0,9%. O japonês Topix elevou-se 0,5% e, na Austrália, a valorização do S&P/ASX 200 foi de 0,4%. Os futuros do S&P500 avançam 0,2%.

Os ânimos estão em alta numa altura em que se espera o anúncio das intenções do presidente norte-americano, Joe Biden, quanto ao pacote de estímulos, e espera-se que este aponte para os 2 biliões de dólares. Paralelamente, os Estados Unidos decidiram não avançar com a proibição de que o capital norte-americano fosse investido em gigantes tecnológicas chinesas, o que beneficiou a Alibaba e a Tencent.  

"Este vai ser um ano ótimo para a economia e para os resultados das empresas, mas apenas um bom ano para os mercados acionistas", defende um dos analistas da Nuveen, em declarações à Bloomberg.

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