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Ao minuto19.06.2020

Bolsas europeias avançam com estímulos e petróleo valoriza

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

Reuters
Negócios 19 de Junho de 2020 às 17:28
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19.06.2020

Europa escapa à bruxaria agarrada à esperança dos estímulos

As principais praças europeias alinharam-se no verde na última sessão da semana, com os investidores a depositarem confiança nos estímulos que estiveram a ser negociados esta sexta-feira pelos líderes do bloco. Os ganhos foram sólidos apesar de esta sexta-feira ser dia de "bruxaria quadrupla" nos mercados, isto é, hoje expiram futuros e opções, tanto de índices como de ações, nos Estados Unidos e na Europa, um evento que cria elevada volatilidade nos mercados.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx 600, somou 0,57% para os 365,47 pontos. A semana também termina com um saldo acumulado positivo, de mais de 3%, depois de nos cinco dias de negociação anteriores este índice ter resvalado quase 6%.  

 

O otimismo vive-se no final de uma videoconferência de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, que constituiu "a primeira ocasião para discutir ao nível de líderes as propostas de Quadro Financeiro Plurianual e Fundo de Recuperação colocadas sobre a mesa pela Comissão", Charles Michel congratulou-se por se ter registado "um consenso emergente em diversos pontos", mas admitiu que outros exigirão mais trabalho.

No mesmo dia, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, alertou os líderes dos países que compõem a União Europeia que a atual acalmia nos mercados só acontece porque os investidores estão já a antecipar uma aprovação do acordo de estímulos desenhado pela Comissão Europeia no final de maio. Caso não avancem, pode haver uma quebra robusta.

Fora da Europa, os sinais positivos vieram com os relatos de que a China estará a planear aumentar as compras de bens agrícolas americanos, de forma a cumprir com o acordo preliminar que foi alcançado em janeiro. Esta iniciativa pode acalmar as tensões entre os dois países, afastando a nuvem da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

19.06.2020

Petróleo sobe com expectativa de maior procura

Os preços do petróleo vão continuar sob pressão e o crude pode voltar a valores negativos.

O "ouro negro" negoceia em alta nos principais mercados internacionais, devido à expectativa de um aumento do consumo de combustível e à promessa da OPEP+ de cumprir os cortes de produção que foram definidos.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho (cujo contrato expira na próxima segunda-feira, 22 de junho) avança 3,37% para 40,15 dólares por barril.

Já o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 2,72% para 42,64 dólares.

A matéria-prima está a ser sustentada pelos sinais de uma retoma gradual da procura de combustível e por força da promessa dos membros da OPEP+ de cumprirem o corte de produção.

Essa promessa foi feita ontem, numa reunião por videoconferência dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e os seus aliados – o chamado grupo OPEP+ – que se debruçou sobre o acordo do corte de produção.

Os atuais cortes são da ordem dos 9,7 milhões de barris por dia e vão prolongar-se pelo mês de julho. O cumprimento das atuais quotas por parte dos membros do cartel e dos seus aliados foi de 87% em maio – e o Iraque, um dos principais incumpridores, já disse que vai ser fiel à quota que lhe coube no acordo.

19.06.2020

Ouro dispara 1,6% com investidores em busca de refúgio

O ouro voltou a tornar-se mais atrativo com os investidores a procurarem refúgio no metal precioso. A onça do metal amarelo avançava 1,61% para os 1.758,90 dólares e ameaça fechar em máximos de dois meses.

Em termos semanais, o preço do ouro acumula uma subida de 1,24%.

No entanto, os ganhos mais expressivos esta sexta-feira pertenciam à prata e platina.

A prata valoriza 2,97%, para os 18,20 dólares por onça, enquanto a platina ganha 2,28%, cotando nos 827,47 dólares por onça.

19.06.2020

Euro cede face ao dólar em dia volátil

A moeda única europeia seguia a perder terreno perante a divisa norte-americana após um ligeiro alívio nas tensões entre Washington e Pequim ter dado força à "nota verde". Contudo, a sessão está a ser bastante volátil, com o euro a alternar entre perdas e ganhos.

O euro cotava nos 1,1194 dólares, a recuar 0,1%, depois de ter chegado a valorizar 0,44%, tocando os 1,1254 dólares.

Ainda assim, o saldo semanal é negativo para a moeda única europeia, que perdeu 0,55% em relação à divisa dos EUA.

O euro avançava 0,33% perante a moeda britânica, cotando nas 0,9049 libras esterlinas. Em termos semanais, a moeda da Zona Euro subia 0,81%.

19.06.2020

Wall Street em alta com expectativa de retoma económica

O Dow Jones segue a ganhar 1,24% para 26.418,85 pontos, e o Standard & Poor’s 500 soma 1,04% para 3.147,64 pontos.

Já o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,86% para se fixar nos 10.028,71 pontos, a rondar o máximo histórico (atingido no dia 10 de junho, nos 10.086,89 pontos).

Se hoje fechar no verde, esta será a sexta sessão consecutiva de ganhos para o Nasdaq. Em 19 sessões, o Nasdaq ganhou terreno em 16.

Foi no passado dia 9 de junho que o Nasdaq Composite superou pela primeira vez na sua história a fasquia dos 10.000 pontos.

A expectativa de um maior impulso na atividade económica está a animar os investidores, ainda que haja novos casos de coronavírus a ter em atenção.

 

19.06.2020

Ouro volta a brilhar. Goldman revê preços em alta

Depois de ter caído cerca de 0,2% na sessão de ontem, o ouro voltou aos ganhos esta sexta-feira, seguindo com uma valorização de 0,34% para 1.728,88 dólares. Numa nota citada pela Bloomberg, o Goldman Sachs antecipou hoje que o metal precioso poderá atingir os 2 mil dólares por onça nos próximos 12 meses, já que, segundo os analistas, o ouro tende a subir na fase inicial dos períodos de recuperação. A anterior estimativa a 12 meses apontava para os 1.800 dólares.     

Já a prata soma 0,7% para 17,5063 dólares.

19.06.2020

Juros pouco alterados na Zona Euro com menor apetite pela dívida

As obrigações soberanas dos países do euro estão pouco alteradas, devido ao menor apetite dos investidores por esta classe de ativos, num dia em que os investimentos de maior risco, como as ações, estão a captar mais interesse.

Em Portugal, a yield das obrigações a dez anos sobe 0,1 pontos base para 0,487%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, o avanço é de 0,1 pontos para 0,508%.

Na Alemanha, os juros das obrigações a dez anos agravam-se igualmente em 0,1 pontos base para -0,413%, enquanto os de Itália, no mesmo prazo, avançam 0,3 pontos base para 1,377%.    

19.06.2020

Euro e libra ganham terreno ao dólar

As duas maiores moedas da Europa estão hoje em uníssono e assumem ganhos idênticos face ao dólar dos Estados Unidos. 

O euro aprecia 0,04% para os 1,1209 dólares, continuando a sua senda positiva que tem vindo a acumular nas últimas semanas. 

Na mesma linha está a libra, que hoje ganha 0,06% para os 1,2430 dólares. Hoje foi anunciado que as vendas a retalho no Reino Unido subiram acima do previsto, mas a valorização tímida da divisa britânica mostra que ainda é cedo para fazer a festa, segundo os analistas. 

19.06.2020

Petróleo ganha força com procura a dar sinais de retoma

O petróleo segue a negociar em alta, encaminhando-se para um saldo positivo no acumulado da semana, numa altura em que a procura pela matéria-prima dá sinais de recuperação. 

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - valoriza 2,02% para os 42,35 dólares por barril, enquanto que o WTI (West Texas Intermediate) ganha 2,37% para os 39,76 dólares por barril. 

Assim, os preços de ambos os ativos estão prestes a fechar a semana com saldo positivo, numa altura em que o desconfinamento em várias partes do mundo levou a um aumento do consumo por petróleo. 

Duas das maiores casas de "trading" da matéria-prima, a Vitol e a Trafigura Group, disseram que a procura estava a recuperar de forma célere desde abril. 

19.06.2020

Europa ganha força com novo avanço no acordo entre EUA e China

As principais praças europeias abriram a sessão de hoje em alta e foram ganhando força nos primeiros minutos da negociação, depois de a Bloomberg ter noticiado que a China vai comprar bens agrícolas aos Estados Unidos, num avanço da relação entre as duas maiores economias do mundo. 

Por esta altura, os maiores índices do "velho continente" oscilam entre um ganho de 0,3% em Londres e um avanço de 0,8% em Amesterdão. O Stoxx 600, que reúne as 600 maiores cotadas da Europa, valoriza 0,47% para os 365,11 pontos. 

A Bloomberg avança que a China está a equacionar acelerar as compras de bens agrícolas norte-americanos para cumprir o previsto na primeira fase do acordo entre ambos os países. Esta semana, as negociações entre Washington e Pequim vão ter lugar no Havai e espera-se que após a sua conclusão, a China - o maior importador de soja do mundo - reforce as compras de produtos com selo dos Estados Unidos, desde soja até aos cereais. 

Esta notícia surge imediatamente após terem sido divulgadas partes do livro de John Bolton, ex-conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca. Na sua obra, a ser lançada na próxima semana, Bolton refere que o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ajuda ao homólogo chinês Xi Jinping para ganhar as eleições presidenciais deste ano, ao garantir que comprava mais produtos agrícolas norte-americanos.

Apesar do entusiasmo demonstrado nos mercados de ações europeus, os novos casos de covid-19 estão a travar maiores ganhos. A situação nos Estados Unidos, em alguns estados como o Texas ou a Florida, o número de novos infetados continua a disparar. Na China, o cancelamento de voos e encerramento de escolas fizeram soar os alarmes. 


19.06.2020

Futuros tímidos com sinais mistos. Ásia sem tendência definida

A última sessão desta semana está a ser pautada por muita incerteza e cautela por parte dos investidores. Se por um lado os bancos centrais continuam a injetar dinheiro nas economias, por outro, o número crescente de novos casos de covid-19 está a amenizar o apetite pelo risco.

Os futuros do norte-americano S&P 500 avançam 0,2% na pré-abertura, enquanto que os futuros do pan-europeu Stoxx 50 seguem a negociar na linha de água. 

Na sessão asiática, as praças dos vários países não assumiram uma posição definida. Os principais índices do Japão e de Hong Kong terminaram o dia à tona da água, bem como o Kospi, da Coreia do Sul. O índice de Xangai, na China, garantiu um ganho de 0,4%.

Os investidores continuam a acumular as notícias sobre o aparecimento de mais pessoas infetadas com a covid-19, principalmente nos Estados Unidos e na China. Mesmo com a nova injeção de 100 mil milhões de libras por parte do Banco de Inglaterra no programa de compra de dívida dedicado ao país, o crescente receio com uma segunda vaga forte de infetados ofuscou os esforços no campo da política monetária.

Os novos casos na Florida foram superiores aos da semana passada, enquanto que no Texas os hospitalizados subiram para valores recorde.

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