Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto30.12.2020

Europa cai com impasse nos estímulos dos EUA. Euro atinge máximo de abril de 2018

Acompanhe o dia nos mercados.

A pandemia levou os investidores mundiais a rever as suas estratégias de investimento.
Lucas Jackson/Reuters
  • Assine já 1€/1 mês
  • 1
  • ...
30.12.2020

Europa termina em queda com AstraZeneca arrastada para o vermelho

As principais praças europeias terminaram o dia em queda, com o entusiasmo em torno da vacina da AstraZeneca - aprovada pelos reguladores britânicos - a desvanecer durante o dia e nem a própria farmacêutica do Reino Unido se conseguiu manter em terreno positivo.

O Stoxx 600 - o índice que reúne as 600 maiores empresas - perdeu 0,3% com o número de títulos negociados a ser metade do que a média diária dos últimos 30 dias. No ano como um todo, o índice perde 3,8%.

O enstusiasmo em torno da vacina da AstraZeneca fez as bolsas subirem durante parte do dia, mas o bloqueio de Mitch McConnell, líder da maioria no Senado, à alteração do valor dos cheques a serem entregues aos norte-americanos com rendimentos inferiores aos 75 mil dólares por ano, está a travar maiores ganhos.

Na segunda-feira a Câmara dos Representantes aprovou de novo o pacote de estímulos e de financiamento federal, desta vez acatando a recomendação de Donald Trump de "engordar" os cheques que serão entregues de 600 dólares para os 2.000 dólares.  

30.12.2020

Petróleo ganha com queda de inventários nos EUA

Se os preços subirem muito, o consumo pode diminuir e a capacidade de armazenamento pode ficar comprometida.

As cotações do "ouro negro" seguem a subir nos principais mercados, impulsionadas sobretudo pela diminuição das reservas norte-americanas de crude.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro sobe 0,25% para 48,12 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, ganha 0,33% para 51,26 dólares.

 

A Agência norte-americana de Informação sobre Energia anunciou que as reservas de cride caíram em 6,1 milhões de barris na semana passada, para 493,5 milhões de barris, quando os analistas inquiridos pela Reuters previam uma queda de apenas 2,6 milhões.

 

Os investidores estão agora na expectativa da reunião, no próximo dia 4 de janeiro, da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (grupo conhecido por OPEP+) – onde se inclui a Rússia – para decidirem qual o nível de produção de fevereiro.

 

Na última reunião, em inícios deste mês, a OPEP+ chegou a acordo quanto ao nível de oferta em janeiro, que passa por aumentar a entrada de crude no mercado em meio milhão de barris por dia (em vez dos dois milhões inicialmente planeados).

 

A solução surpreendeu, pois os mercados estavam a antecipar que a a OPEP+ prolongaria, pelo menos por mais três meses, os atuais níveis de corte da produção. Recorde-se que a OPEP+ acordou reduzir a oferta em 7,7 milhões de barris por dia entre agosto e dezembro, para depois aliviar esse corte em cerca de dois milhões de barris diários a partir de janeiro de 2021 mas esperava-se que decidisse adiar a entrada de mais crude no mercado.

 

Mas na reunião deste mês a Rússia (que não queria adiar a entrada de crude no mercado) e a Arábia Saudita (que era favorável à manutenção do atual nível de produção) puseram de lado o plano de deixar tudo na mesma durante mais três meses, já que não estavam a chegar a um entendimento, e trabalharam num acordo de mais curto prazo, o que resultou. Decidiram assim aumentar a oferta em 500.000 barris por dia, em vez dos dois mil milhões diários anteriormente definidos. Mas apenas em janeiro.

 

E é aqui que surge outra das novidades: os membros da OPEP+ vão passar a reunir-se mensalmente para reverem as suas quotas de produção. Isto porque a rapidez com que se espera que as vacinas contra a covid-19 comecem a chegar ao mercado deverá reabrir mais cedo as economias, ajudando assim a um maior consumo de combustível, pelo que os produtores poderão não ter de fazer um esforço de corte da oferta durante tanto tempo quanto inicialmente pensavam.

 

Esta decisão tem o seu senão para os mercados, já que reuniões mensais significam uma maior volatilidade na evolução dos preços, com os investidores na expectativa de cada nova decisão.

 

30.12.2020

Ouro aprecia com descida do dólar

O metal precioso dourado valoriza 0,35% para 1.884,68 dólares por onça, estando a apreciar pelo segundo dia seguido nos mercados internacionais.

A potenciar a valorização do ouro está a desvalorização do dólar, causada não apenas pelo ajustamento de posições dos investidores antes do ano novo, mas também pelo bloqueio imposto por Mitch McConnel, líder da maioria republicana no Senado do Congresso dos Estados Unidos, ao reforço para 2 mil dólares do cheque de apoio às famílias americanas mais penalizadas pela crise.

30.12.2020

Juros em queda nos periféricos da moeda única

Os juros das dívidas públicas recuam nas economias dos países periféricos da Zona Euro numa altura em que os indicadores económicos reiteram a ideia de retoma no espaço da moeda única e em que o acordo quanto ao período pós-Brexit permite afastar eventuais perturbações nas relações políticas e económicas entre a União Europeia e o Reino Unido.

A taxa de juro associada às obrigações de dívida soberana de Portugal com maturidade a 10 anos recua 0,6 pontos base para 0,021%, enquanto as "yields" correspondente aos títulos da Espanha e da Itália com o mesmo prazo caem respetivamente 0,2 e 1,2 pontos base para 0,041% e para 0,541%.

Em sentido inverso, a taxa de juro referente à dívida alemã a 10 anos sobe ligeiros 0,1 pontos base para -0,576%, refletindo o menor apetite dos investidores por ativos considerados mais seguros num contexto de maior confiança quanto à retoma na Zona Euro.

30.12.2020

Euro em máximos de abril de 2018 contra o dólar

A moeda da Zona Euro sobe 0,29% para 1,2284 dólares na quarta valorização seguida face ao dólar, elevando para seis o número de sessões em que não perde terreno para a divisa norte-americana. O euro segue assim em máximos de abril de 2018 face ao dólar.

Já o dólar transaciona em mínimos de abril de 2018 no índice da Bloomberg que mede o comportamento da moeda americana relativamente a um cabaz com as principais divisas mundiais.

Os investidores estão a ajustar as respetivas posições na antecâmara do ano novo e da menor liquidez que costuma marcar a última sessão do ano nos mercados, o que acaba por penalizar o dólar.

Já a libra segue novamente a valorizar contra o dólar num dia em que as duas câmaras do parlamento britânico devem aprovar o acordo de parceria assinado entre o Reino Unido e a União Europeia. A Câmara dos Representantes já deu mesmo "luz verde" ao acordo para o pós-Brexit ao início desta tarde.

30.12.2020

Wall Street em alta com vacina, apesar de novo desacordo com estímulos

Os maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta quarta-feira novamente em alta, com os investidores esperançosos numa recuperação gradual da economia do país, à boleia do plano de vacinação contra a covid-19, que já teve início no país, bem como dos apoios orçamentais recentemente aprovados.

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,40% para os 30.457,88 pontos, enquanto que o S&P 500 avança 0,38% para os 3.740,37 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,49% para os 12.908,73 pontos.

A dar ânimo às bolsas estão as notícias de que a vacina para a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica Astrazeneca em conjunto com a Universidade de Oxford conseguiu a primeira aprovação no mundo, por parte do regulador do Reino Unido.

Ainda assim, o bloqueio de Mitch McConnell, líder da maioria no Senado, à alteração do valor dos cheques a serem entregues aos norte-americanos com rendimentos inferiores aos 75 mil dólares por ano, está a travar maiores ganhos.

Na segunda-feira a Câmara dos Representantes aprovou de novo o pacote de estímulos e de financiamento federal, desta vez acatando a recomendação de Donald Trump de "engordar" os cheques que serão entregues de 600 dólares para os 2.000 dólares.  

 

30.12.2020

Juros interrompem alívio

Os juros da dívida a dez anos de Portugal seguem a agravar depois de quatro sessões consecutivas sem subidas. Avançam 0,8 pontos base para os 0,037%. Em Espanha, a tendência é igualmente de agravamento, com os juros a somarem 0,9 pontos base para os 0,056%. Na Alemanha, que serve de referência ao nível europeu, a regra mantém-se: uma subida de 1,4 pontos base para os -0,560%.

Os mercados de dívida perdem fôlego numa altura em que o recuo em  arte dos estímulos norte-americanos lança algumas dúvidas quanto à saúde da economia mundial. 

30.12.2020

Dólar perde força na reta final do ano

O euro soma 0,09% para os 1,2259 dólares, contando seis sessões sem quebras, e arrecadando um novo máximo, de abril de 2018.

O dólar cai face a todas as divisas que constituem o G-10, vacilando numa altura em que os investidores reveem as suas posições e ajustam os respetivos portefólios na preparação do novo ano, e o clima é de otimismo m relação ao futuro das economias, o que torna menos atrativo este ativo refúgio. O Bloomberg Dollar Index desce 0,4% para tocar num mínimo de duas semanas.

30.12.2020

Europa segura-se perto de máximos de fevereiro. Astrazeneca brilha

As principais praças europeias dividem-se entre o verde e o vermelho, embora o principal índice europeu se decida mesmo pelo terreno positivo.

O Stoxx600 sobe 0,11% para os 402,02 pontos, cntando a sexta sessão consecutiva de ganhos e mantendo-se perto do máximo de fevereiro que foi atingido na última sessão. Este índice é acompanhado por Paris, Londres e amesterdão no verde mas com subidas muito ligeiras em cada uma destas passas. Lisboa, Madrid e Frankfurt decidem-se pelo vermelho.

O otimismo fica mais contido depois de ter havido um recuo em parte dos estímulos nos Estados Unidos. O presidente Trump e a Casa dos Representantes propuseram entregar chegues de 2000 dólares à população, e vez dos 600 dólares inicialmente previstos, mas esta proposta não passou no Senado.

No âmbito do Stoxx600, as cotadas da banca e do turismo são aquelas que mais puxam pelo índice, enquanto o setor dos recursos básicos e o automóvel mostram as quebras mais acentuadas.

Em destaque, a farmacêutica AstraZeneca avança 1,8% após ter tido a primeira aprovação para a sua vacina da covid-19, que produziu em parceria com a Universidade de Oxford. O Reino Unido torna-se o primeiro país a conceder esta luz verde.

30.12.2020

Ouro e cobre de mãos dadas no verde

O ouro avança tal como outros metais básicos. Estes estão a beneficiar da quebra do dólar, que é um ativo refúgio habitualmente concorrente do ouro, mas que tem vindo a enfraquecer.

O dólar é abalado pelo bloqueio que a proposta de aumentar os cheques à população enfrentou no Senado. O líder deste órgão, Mitch McConnell, opôs-se à vontade manifestada por democratas e pelo próprio presidente Donald Trump, que queriam oferecer cheques de 200 dólares ao invés de apenas 600 dólares a parte da população norte-americana, como medida de estímulo.

O ouro eleva-se uns ligeiros 0,04% para os 1.878,84 dólares por onça, na segunda sessão consecutiva de ganhos. O cobre valoriza 0,56% para os 357,30 dólares por onça.

30.12.2020

Petróleo volta a ganhar com reservas a vacilar

O ouro negro ganha mais brilho depois de um relatório da indústria ter apontado para a terceira queda semanal consecutiva nas reservas dos Estados Unidos, o que constitui um bom augúrio em termos de procura por esta matéria-prima.

O Instituto Americano do Petróleo reportou que os inventários de crude caíram 4,79 milhões de barris na semana passada, de acordo com fontes familiarizadas com estes dados, citadas pela Bloomberg. Esta será a maor queda desde Outubro, caso seja confirmada pelos números oficiais que saem esta quarta-feira.

O barril de Brent, cotado em Londres e referência para a Europa, soma 0,69% para os 51,44 dólares, uma subida semelhante á do "irmão" nova-iorquino crude, que avança 0,79% para os 48,37 dólares.

30.12.2020

Cheques mais curtos para os norte-americanos pressionam bolsas

Os futuros das ações europeias negoceiam em queda, apontando para uma abertura em baixa das praças europeias, que assim devem corrigir dos ganhos mais recentes. As bolsas norte-americanas travaram os ganhos no final da sessão de ontem depois de ter perdido força a possibilidade de passar no Senado a versão do pacote de estímulos com cheques mais generosos para os norte-americanos.

 

Os futuros do Euro Stoxx50 cedem 0,3%, apesar de na maioria das bolsas asiática a sessão ter sido de sinal positivo. O compósito de Xangai e o Hang Seng de Hong Kong exibiram subidas fortes de 1,1% e 1,5%, semelhantes aos 1,9% registados na Coreia do Sul. Já a Austrália e o Japão contrastaram, com quebras de 0,3% e 0,8%, respetivamente. Os futuros do norte-americano S&P500 sobem 0,3%.

 

Na segunda-feira a Câmara dos Representantes aprovou de novo o pacote de estímulos e de financiamento federal, desta vez acatando a recomendação de Donald Trump de "engordar" os cheques que serão entregues a quem ganha até 75.000 dólares por ano, faltando agora o Senado pronunciar-se. 

 

A expectativa era que também a câmara alta do Congresso aprovasse este aumento no valor individual dos cheques – de 600 para 2.000 dólares –, o que animou as bolsas na terça-feira. No entanto, o líder da maioria no Senado, o republicano Mitch McConnell, bloqueou uma consideração imediata da medida para aumentar o valor desses pagamentos, tendo sugerido que pelo menos se analisasse a questão, o que arrefeceu o entusiasmo.

 

"Isto é uma economia que está a recuperar, as políticas serão acomodatícias por uns anos", o que beneficia as ações, afirma a Invesco Global, em declarações à Bloomberg. "Isto não significa que não vão haver alguns desafios à medida que progredimos nos próximos anos".

Com o aproximar do final do ano os analistas estimam movimentos de recomposição de carteiras e uma queda acentuada da liquidez, com muitos investidores a afastarem-se do mercado nesta pausa.

Ver comentários
Saber mais mercados bolsas matéria prima câmbio cambial juros índice cotações
Outras Notícias