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Ao minuto04.05.2021

Bolsas da Europa derrapam com "tech" a sofrer a maior queda em quase meio ano

Acompanhe o dia nos mercados ao minuto.

As principais bolsas mundiais registam ganhos em 2021, com mercados como Wall Street e o alemão Dax a renovarem sucessivos recordes.
Courtney Crow/EPA
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04.05.2021

Europa perde com tecnologia a sofrer a maior queda em meio ano

As ações europeias sofreram uma pesada queda nesta terça-feira, liderada pelo desempenho do setor de tecnologia, que sofreu a sua maior queda desde o final de outubro, alinhado com a desvalorização no norte-americano Nasdaq Composite.

O Stoxx 600 - índice que junta as 600 maiores empresas da Europa - caiu 1,4% nesta terça-feira, depois de a líder do Tesouro nos Estados Unidos, Janet Yellen, ter alertado que as taxas de juro poderiam subir para evitar o sobreaquecimento da economia.

O setor de tecnologia (-3,8%) foi fortemente prejudicado por uma rotação nos investimentos em bolsa, com os investidores a paorcurarem mais segurança. A TeamViewer e a Infineon derraparam depois de os resultados terem falhado as expectativas.

No setor automóvel (-3,2%), as quedas foram lideradas pela Ferrari, já que a fabricante de carros de luxo não cumpriu com as metas de lucro.

O índice DAX da Alemanha (-2,5%), com uma forte componente ligada ao setor automóvel, teve o pior desempenho entre os principais "benchmarks" europeus, caindo o máximo desde 21 de dezembro.

04.05.2021

Petróleo sobe com otimismo sobre procura na Europa e EUA

Os preços do crude em níveis inviáveis para o custo do “fracking”, os cortes de “rating”, o elevado endividamento e o crescimento das energias mais limpas pressionaram o setor do petróleo de xisto.

O "ouro negro" segue a negociar em alta, impulsionado pela expectativa de um aumento da procura pela matéria-prima na Europa e nos Estados Unidos.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em junho avança 1,13% para 65,22 dólares por barril.

 

Já o contrato de junho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 1,35% para 68,47 dólares.

 

A contribuir para sustentar os preços estão uma vez mais as previsões otimistas para a procura, o que ofusca os receios quanto ao impacto do aumento de casos de covid-19 na Índia – que é o terceiro maior importador mundial de petróleo.

 

Hoje, mais alguns estados norte-americanos – Nova Iorque, Nova Jérsea e Connecticut – anunciaram a flexibilização das restrições decorrentes da covid, ao mesmo tempo que a União Europeia procura atrair turistas, abrindo portas a visitantes estrangeiros que tenham sido vacinados.

 

Além disso, os analistas inquiridos pela Reuters dizem estimar que os stocks de crude nos EUA tenham caído 2,2 milhões de barris na semana passada.

04.05.2021

Juros voltam a aliviar com menor procura de ativos de risco

O custo referente ao financiamento das economias da Zona Euro está hoje novamente a aliviar face ao recente ciclo de agravamentos, descida que se verifica numa fase em que os investidores direcionam a procura para ativos de menor risco.

Deste modo, a maior procura de ativos de refúgio está a reforçar o valor das obrigações soberanas do espaço da moeda única, o que, por sua vez, se repercute na quedas dos juros das dívidas.

A "yield" associada aos títulos de dívida a 10 anos de Portugal recua 2,8 pontos base para 0,432%, a segunda queda seguida após sete sessões de aumentos.

O mesmo para os juros correspondentes às obrigações soberanas da Espanha e da Itália a 10 anos, que recuam respetivamente 2,8 e 1,6 pontos base para 0,424% e para 0,856%.

A "yield" referente à dívida alemã com maturidade a 10 anos regista a descida mais acentuada ao cair 4,2 pontos base para -0,248%, estando assim no valor mais baixo desde 27 de abril. Servindo a dívida germânica de referência para o bloco do euro, o aumento do apetite por ativos seguros reflete-se de forma mais intensa na transação da dívida germânica feita no mercado secundário.

04.05.2021

Euro recua para mínimo de 22 de março contra o dólar

A moeda única europeia deprecia 0,32% para 1,2025 dólares, estando assim a transacionar em mínimos de 22 de março contra a divisa norte-americana.

Por seu turno, o dólar segue a apreciar 0,36% no índice da Bloomberg que mede o desempenho da moeda americana face a um cabaz composto por moedas de 10 economias desenvolvidas e emergentes.

Esta valorização do dólar acontece numa altura em que os investidores tentam aferir se se confirma a expectativa de subida generalizada dos juros diretores das principais economias, em particular da americana, arrastados pelos sinais de uma recuperação económica mais robusta, o que já se faz sentir na subida da taxa de inflação nos Estados Unidos.

04.05.2021

Milho passa os 7 dólares pela primeira vez desde 2013

Os futuros do milho ultrapassaram a fasquia dos 7 dólares por alqueire pela primeira vez em mais de oito anos. Os preços estão a subir numa altura em que a falta de chuva no Brasil ameaça a produção.

O milho subiu 3,5% para os 7,0325 dólares por alqueire na Chicago Board of Trade, tocando num máximo de março de 2013. A seca já estava a afetar a produção e, na próxima semana, a chuva não deverá chegar a parte das áreas de plantação. Analistas de casas como a Safras ou a StoneX Brazil cortaram as estimativas para a colheita que se avizinha.

04.05.2021

Wall Street pessimista com tecnologia a penalizar

Os índices norte-americanos abriram no vermelho, à semelhança dos pares europeus, com explicações pouco claras para a queda, avança a Bloomberg.

Entre as possíveis justificações estão as tensões entre a China e o Taiwan, face às notícias de que naves chinesas teriam penetrado o espaço aéreo taiwanês. Paralelamente, Singapura impôs regras mais restritivas de confinamento. Fora da Ásia, a Ferrari decidiu adiar a data de lançamento das metas financeiras para este ano.

O generalista S&P 500 desce 0,47% para os 4.172,77 pontos, o industrial Dow Jones cai 0,20% para os 34.043,62 pontos e o tecnológico Nasdaq mostra a quebra mais pesada, de 1,05% para os 13.748,56 pontos. Na Europa, o setor tecnológico também é o mais pressiona o índice onde estão agregadas as 600 maiores cotadas.

"Muitas notícias positivas foram incorporadas e precisamos, provavelmente, de digerir um pouco", afirma um analista da GW&K Investment Management, em declarações à Bloomberg.

04.05.2021

Europa na corda bamba com tecnológicas a desequilibrar

O índice que agrega as 600 maiores cotadas da Europa, o Stoxx600, está a valorizar uns ligeiros 0,05% para os 440,14 pontos, contabilizando a segunda sessão no verde. Ainda assim, as cotações mantêm-se perto do máximo de sempre que foi atingido a 19 de abril. Hoje, a maioria dos setores que compõem o Stoxx 600 está no verde, com o das matérias primas a destacar-se pela positiva, ao somar mais de 1%.

Distribuindo o olhar pelas principais praças, a cor não é unânime: Lisboa, Frankfurt, Amesterdão e Milão ficam pelo vermelho, enquanto Madrid, Londres e Paris se posicionam no verde.

Na Europa e nos Estados Unidos, as empresas tecnológicas estão a pesar sobre os índices. Na segunda-feira a Tesla e a Amazon abalaram o Nasdaq 100 e, esta terça-feira, o serviço de entregas de comida online HelloFresh, assim como a empresa de semicondutores Infineon Technologies estão a penalizar o Stoxx 600.

04.05.2021

Petróleo na linha de água à espera da normalidade

A matéria-prima está a rondar a linha de água, numa altura em que os investidores balançam o estado atual das economias contra as perspetivas de melhoria, que se traduzirão numa maior procura por petróleo. A pesar positivamente estão os planos da União Europeia de aliviar as restrições para viajantes já vacinados.

O barril de Brent, negociado em Londres e referência para a Europa,avança 0.01% para os 67,56 dólares. Do outro lado do Atlântico, o West Texas Intermediate marca os 64,48 dólares em Nova Iorque, o que representa uma queda de 0,02%.

04.05.2021

Juros portugueses regressam às subidas

Os juros da dívida a dez anos de Portugal avançam 0,7 pontos base para os 0,468%. A remuneração volta a agravar depois de na última sessão ter registado o único alívio das últimas nove sessões. Isto já levou os juros portugueses a subirem, na última sessão, a um máximo de 22 de junho de 2020.

Na Alemanha, que é a referência europeia para o mercado de obrigações, a tendência é a oposta. Os juros descem 0,5 pontos base para ps -0,210%, contando a terceira sessão consecutiva de alívio.

04.05.2021

Euro e libra em queda

A moeda única da Zona Euro perde terreno perante a rival norte-americana, desvalorizando 0,26% para 1,2033 dólares. 


Ainda na Europa, a libra esterlina deprecia 0,35%, para os 1,3862 dólares. Os analistas acreditam que a melhoria da economia britânica e as perspetivas económicas do território liderado por Boris Johnson, perante "um cenário de dólar mais fraco, poderão ser o catalisador para a libra esterlina ultrapassar os 1,40 [dólares] nas próximas semanas".


Ao contrário das divisas europeias, o dólar ganha força: o índice que mede o desempenho do dólar perante um cabaz composto por outras moedas avança 0,3% nesta sessão. A moeda norte-americana recupera depois da desvalorização registada ao longo desta segunda-feira, após a publicação de dados menos favoráveis sobre o desempenho industrial do país.

04.05.2021

Ouro cede ligeiramente

Entre os metais preciosos, o ouro está a ceder 0,38% nesta sessão, com a onça a negociar nos 1.786 dólares. Este ativo-refúgio, habitualmente mais procurado em momentos de incerteza, encerrou a primeira sessão da semana a aproximar-se de um máximo recente, quando a 21 de abril o ouro negociou a 1.793,79 dólares por onça.

A procura por este metal aumentou ao longo da sessão de segunda-feira, depois de serem conhecidos dados sobre a indústria nos Estados Unidos menos favoráveis do que era antecipado. De acordo com o analista da TD Securities, Bart Melek, ouvido pela Bloomberg, estes dados podem sugerir que a maior economia mundial "não está a andar a toda a velocidade, como seria expectável, o que em último caso significa que provavelmente não vamos ver um abrandamento da procura".

Os analistas apontam ainda que a procura por metais como o ouro ou a prata poderá continuar a ganhar ímpeto caso o desempenho do dólar venha a perder força e a Reserva Federal mantenha a sua política monetária acomodatícia.

04.05.2021

Covid e inflação pressionam bolsas com tecnológicas a liderar quedas

As bolsas europeias devem abrir em terreno ligeiramente negativo, numa altura em que aumentam os receios dos investidores com o avanço da covid-19 em várias regiões do globo, bem como as pressões inflacionistas.

 

O setor tecnológico é o mais penalizado com este cenário, pelo que foram ontem as tecnológicas a pressionar em baixa os índices norte-americanos, dando o mote para a tendência negativa também na pré-abertura das praças europeias, embora os futuros sobre o Euro Stoxx 50 estejam a negociar na linha de água. Os futuros sobre o S&P500 caem 0,2%.

 

O presidente da Reserva Federal dos EUA, Jerome Powell, disse na segunda-feira que o outlook económico melhorou, mas está a avançar de forma mais lenta para os trabalhadores com rendimentos mais baixos, assinalando a necessidade de suporte contínuo dos responsáveis de política monetária.

 

A pandemia da Covid-19 teve efeitos nefastos sobre os trabalhadores, sobretudo mulheres, de minorias, disse Powell, citando resultados de uma sondagem da Fed que será divulgada no final deste mês.

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