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Ao minuto04.09.2020

Europa e Wall Street negativas. Dólar avança e penaliza ouro e petróleo

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

As bolsas mundiais viveram um dos piores trimestres da sua história, arrastadas pelo surto do novo coronavírus.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 04 de Setembro de 2020 às 18:04
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04.09.2020

Juros da dívida agravam com Itália à frente

Os juros da dívida a dez anos de Portugal aumentaram 2,9 pontos base para os 0,369%, na segunda sessão de agravamento da semana. Ainda assim, no conjunto dos últimos cinco dias verificou-se uma queda de 2,7 pontos base.

Portugal anunciou esta sexta-feira que vai voltar ao mercado na próxima semana para um duplo leilão de obrigações do Tesouro (OT) a dez e 25 anos, com o objetivo de arrecadar até 1.250 milhões de euros.

A tendência foi de agravamento também fora de Lisboa. Na Alemanha, a referência europeia, os juros das bunds elevaram-se 1 ponto base para -0,48%, em França a subida foi de 2 pontos base para os -0,18% e em Itália o avanço foi maior, de 4 pontos base para os 1,02%, liderando as subidas entre as pares da Zona Euro.

04.09.2020

Dólar sobe com dados positivos do emprego nos EUA

A nota verde está a recuperar face às principais moedas de referência, animada pelos dados positivos do mercado de trabalho nos EUA.

 

A taxa de desemprego no país caiu para 8,4% em agosto, abaixo dos 9,8% que se antecipava – e contra 10,2% em julho.

 

Por seu lado, as contratações (excetuando o setor agrícola) aumentara em 1,371 milhões no mês passado nos Estados Unidos.

 

O índice do dólar segue em alta de 0,50%, colocando-o a caminho da sua melhor semana desde abril.

 

Já o euro segue a ceder 0,40% para 1,1805 dólares.

04.09.2020

Maré vermelha inunda Europa que desce a mínimo de um mês

O agregador das 600 maiores cotadas, o Stoxx600, terminou com uma queda de 1,29% para os 361,37 pontos. Lisboa, Frankfurt, e Amesterdão caíram mais de 1,5%, enquanto em Paris e Londres os deslizes rondaram os 0,8%.

Nas últimas sete sessões, apenas uma, já esta semana, foi de ganhos para o índice europeu, Assim sendo, o saldo dos últimos cinco dias é negativo, em 1,87% e os recentes recuos deixam o Stoxx600 a cotar em níveis de 3 de agosto.

A Europa está a seguir a tendência que se vive nos Estados Unidos, onde as grandes tecnológicas estão a destacar-se nas perdas. Depois de terem batido sucessivos recordes, os investidores parecem estar a ficar receosos que a trajetória ascendente não tenha o devido suporte e estarão, neste sentido, a afastar-se destas cotadas.

O índice que reúne as maiores cotadas tecnológicas, o Nasdaq, resvala 2,78% para os 11.139,19 pontos, com a Amazon a perder 3,83% para os 3.244,04 dólares, a Apple a ceder 2,03% para os 118,43 dólares e a Tesla também a descer 2,10% para os 398,69 dólares.

04.09.2020

Ouro cede terreno com valorização do dólar

O metal amarelo continua a negociar em terreno negativo, pressionado pela valorização do dólar e pela melhoria dos dados económicos nos Estados Unidos.

 

Durante a sessão, chegou a estar em alta, mas os números do desemprego nos EUA, que ficaram abaixo do esperado, impulsionaram a nota verde – tornando o ouro menos atrativo, uma vez que é denominado na moeda norte-americana.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,40% para 1.922,71 dólares por onça no mercado londrino e está com uma perda semanal de 1,9%.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro recuam 0,50% para 1.927,30 dólares por onça.

 

"A correlação do ouro com o dólar tem sido elevada, especialmente nas duas últimas semanas, e o metal precioso está a ser pressionado pela recuperação da nota verde depois de um sólido relatório do emprego [nos EUA], especialmente no que diz respeito à taxa de desemprego", comentou à Reuters o responsável pela negociação de derivados de metais preciosos na BMO, Tai Wong.

 

Outros dados económicos positivos provenientes dos EUA têm reforçado a expectativa de retoma da economia norte-americana, o que diminui a atratividade do ouro enquanto valor-refúgio.

 

Ontem foram revelados bons dados da atividade industrial nos EUA, que acelerou em agosto para perto de um máximo de dois anos

04.09.2020

Wall Street regressa ao vermelho

As bolsas do outro lado do Atlântico já inverteram do sinal positivo na abertura e seguem agora em baixa.

 

O Dow Jones recua 2,02% para 27.721,79 pontos e o Standard & Poor’s 500 cede 2,81% para 3.357,81 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite derrapa 4,83% para 10.907,90 pontos. Este índice perdeu ontem perto de 5%, depois de na véspera ter negociado pela primeira vez na sua história no patamar dos 12.000 pontos.

 

Na sessão de ontem, os principais índices bolsistas norte-americanos sofreram perdas acentuadas, no pior dia desde inícios de junho, muito à conta da derrocada das tecnológicas.

 

Há várias semanas que se receava que o forte movimento de subida em Wall Street acabasse por ser interrompido, o que aconteceu ontem com um pronunciado movimento de vendas.

 

A Apple e a Tesla, que nos últimos tempos ganharam muito terreno, afundaram ontem na ordem dos 8% e dos 9%, respetivamente – numa altura em que os investidores se questionam sobre a valorização das tecnológicas, considerando que pode ser excessiva. Isto depois de um grande entusiasmo, durante todo o verão, por este setor.

 

A empresa da maçã, recorde-se, atingiu em agosto uma capitalização bolsista de dois biliões de dólares – superior a todas as componentes do índice Russell 2000 (que integra cotadas de menor capitalização). Desde essa altura que muitos estrategas vinham a advertir os seus clientes para a inevitabilidade de uma correção, sublinha a CNN Business.

 

Hoje as bolsas dos EUA abriram com algum fôlego – muito à conta da taxa de desemprego no país, que caiu para 8,4% em agosto, abaixo dos 9,8% esperados –, mas não se aguentaram à tona.

04.09.2020

Petróleo a caminho de queda semanal com receios em torno da procura

As cotações do "ouro negro" seguem em terreno negativo nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro recua 2,61% para 40,29 dólares por barril – a caminho da primeira queda semanal depois de quatro semanas consecutivas a subir.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma desvalorização de 2,18% para 43,11 dólares. Está neste momento com uma queda semanal de 3%.

 

A penalizar estão os dados sobre a debilidade da procura, que se juntam à lenta retoma económica face à pandemia de covid-19.

 

A procura por gasolina diminuiu para 8,78 milhões de barris por dia na semana passada nos EUA, contra 9,16 milhões na semana precedente, segundo os dados da Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia).

04.09.2020

Wall Street recupera das fortes quedas

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em alta, a corrigir da forte descida na sessão de ontem.

 

O Dow Jones segue a ganhar 0,70% para 28.491,40 pontos e o Standard & Poor’s 500 avança 0,57% para 3.474,91 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite soma 0,51% para 11.516,72 pontos. Este índice perdeu ontem perto de 5%, depois de na véspera ter negociado pela primeira vez na sua história no patamar dos 12.000 pontos.

 

Na sessão de ontem, os principais índices bolsistas norte-americanos sofreram perdas acentuadas, no pior dia desde inícios de junho, muito à conta da derrocada das tecnológicas.

 

Há várias semanas que se receava que o forte movimento de subida em Wall Street acabasse por ser interrompido, o que aconteceu ontem com um pronunciado movimento de vendas.

 

A Apple e a Tesla, que nos últimos tempos ganharam muito terreno, afundaram ontem na ordem dos 8% e dos 9%, respetivamente – numa altura em que os investidores se questionam sobre a valorização das tecnológicas, considerando que pode ser excessiva. Isto depois de um grande entusiasmo, durante todo o verão, por este setor.

 

A empresa da maçã, recorde-se, atingiu em agosto uma capitalização bolsista de dois biliões de dólares – superior a todas as componentes do índice Russell 2000 (que integra cotadas de menor capitalização). Desde essa altura que muitos estrategas vinham a advertir os seus clientes para a inevitabilidade de uma correção, sublinha a CNN Business.

 

Apesar desta correção, as bolsas dos EUA regressaram hoje a uma nota positiva, muito à conta da taxa de desemprego no país – que caiu para 8,4% em agosto, abaixo dos 9,8% esperados.

04.09.2020

Europa inverte à boleia da banca espanhola e sobe 0,5%

Apesar da entrada em falso, com as quedas em Wall Street a pesarem, o índice de referência para a Europa já deu a volta e segue agora a valorizar 0,43% para os 367,65 pontos.

Esta movimentação deu-se após o disparo da banca espanhola à boleia do Caixabank - dono do BPI - e do Bankia, que chegaram a valorizar 13% e 34%, respeticamente. 

Os dois bancos anunciaram ontem que estão a estudar uma fusão com o intuito de criarem o maior banco de Espanha, de acordo com o El País, que citou fontes financeiras conhecedoras do processo. 

É destaque também no "velho continente" a possível ação da União Europeia contra a Rússia, após o provado envenenamento de Alexei Navalny, um dos maiores críticos do líder russo Vladimir Putin, de acordo com a Reuters. 

Na Alemanha, as encomendas à indústria subiram menos do que o esperado (+2,8% vs 5% esperados) em julho, mas registaram ganhos pelo terceiro mês consecutivo.

04.09.2020

Ouro beneficia com quedas das ações

O ouro, um ativo considerado mais seguro que tende a beneficiar com a queda dos mercados bolsistas, aproveita o dia de hoje para subir, numa altura em que os investidores preferem olhar para ativos considerados refúgio, como é o caso do metal precioso.

Assim, o ouro valoriza por esta altura 0,3% para os 1.936,74 dólares por onça.

04.09.2020

Juros da Zona Euro em queda

Os juros da dívida portuguesa a dez anos estão a encaminhar-se para uma queda de cerca de 5 pontos base nesta semana.

Hoje, a taxa de referência nacional cai 0,6 pontos base para os 0,329%. Em Espanha, os juros perdem 0,3 pontos base para os 0,316%.

Na Alemanha, a referência para o bloco, os juros caem 0,2 pontos base para os -0,493%, enquanto que os juros de Itália perdem 1,1 ponto base para os 0,961%. 

04.09.2020

Euro com maior ciclo de perdas em três meses face ao dólar

O euro está a desvalorizar pela quarta sessão consecutiva frente ao dólar, o que representa o maior ciclo de quedas desde meados de junho.

A moeda única da União Europeia está hoje a depreciar 0,08% para os 1,184 dólares, corrigindo dos máximos de dois anos atingidos quando a divisa superou os 1,2 dólares. 


A libra acompanha o ritmo do euro e cai 0,07% para os 1,3273 dólares.

04.09.2020

Europa em queda alinhada com colapso de Wall Street

Depois do "sell-off" do setor tecnológico ontem nos Estados Unidos, e que levou por arrasto todas as restantes bolsas, as principais praças europeias abriram também em queda ligeira, com os dados económicos da Alemanha a amparar maiores desvalorizações.

Por esta altura, o Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa - cai 0,69% para os 363,54 pontos, com todos os índices a caírem, menos a bolsa de Madrid.

Isto porque os bancos Caixabank - dono do BPI - e Bankia anunciaram na quinta-feira que estão a estudar uma fusão com o intuito de criarem o maior banco de Espanha, de acordo com o El País, que citou fontes financeiras conhecedoras do processo. 

Assim sendo, e tendo em conta que o setor da banca tem uma grande preponderância na bolsa espanhola, a valorização de quase 20% do Caixabank está a ajudar o índice a contrariar as quedas no resto da Europa.

É destaque também no "velho continente" a possível ação da União Europeia contra a Rússia, após o provado envenenamento de Alexei Navalny, um dos maiores críticos do líder russo Vladimir Putin, de acordo com a Reuters. 

Na Alemanha, as encomendas à indústria subiram menos do que o esperado (+2,8% vs 5% esperados) em julho, mas registaram ganhos pelo terceiro mês consecutivo.

04.09.2020

Petróleo com maior queda semanal desde junho

O petróleo está a negociar em queda nos mercados internacionais, preparando-se para completar, esta sexta-feira, a maior queda semanal desde o início de junho, em Nova Iorque. O West Texas Intermediate (WTI) cede 0,92% para 40,99 dólares, aumentando para mais de 4% a queda acumulada esta semana.

Já o Brent, transacionado em Londres, desvaloriza 0,79% para 43,72 dólares, perdendo já quase 3% desde o início da semana.

A matéria-prima foi penalizada pela valorização do dólar, que reduz o apetite dos investidores pelas matérias-primas denominadas nesta moeda, e pelas perspetivas sombrias para a procura, numa altura em que várias regiões do mundo ainda mostram dificuldades em travar a propagação do novo coronavírus.

 As quedas de ontem em Wall Street também estão a contribuir para as descidas no mercado esta sexta-feira, dia em que os investidores estarão atentos aos dados do emprego nos Estados Unidos.

"O sentimento está fraco e as pessoas estão a vender ativos de risco em toda a linha", disse Howie Lee, economista da Oversea-Chinese Banking Corp, em Singapura, citado pela Bloomberg. "O fator determinante no futuro imediato serão os dados sobre a criação de emprego nos Estados Unidos, esta sexta-feira. Um número forte provavelmente fará o petróleo subir novamente".

04.09.2020

Futuros europeus em leve alta apesar de derrocada em Wall Street

Os futuros do índice Stoxx 50, que agrupa as 50 maiores cotadas da Europa, seguem a valorizar 0,3% na pré-abertura desta sexta-feira, apontando para um início de sessão positivo, apesar das quedas robustas registadas em Wall Street.

O tecnológico Nasdaq Composite desvalorizou cerca de 5%, naquela que foi a maior queda do índice norte-americano desde 16 de março. 

 

Os investidores têm estado a aplicar menos dinheiro nas tecnológicas, questionando-se sobre a sustentabilidade da forte valorização das cotadas do setor neste ano. 

 

O Nasdaq Composite foi, por isso, o índice mais castigado nesta quinta-feira, mas tem sido também o que tem registado melhor desempenho nos últimos tempos – e no acumulado do ano ainda ganha perto de 30%, superando, de longe, o Dow Jones e o S&P 500.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática acompanhou as quedas norte-americanas e os índices perderam entre 0,9% e 1,5%. Na Austrália, o índice principal desvalorizou cerca de 3%.

No entanto, os futuros da Europa vão sorrindo à boleia das novidades otimistas no campo das vacinas contra o coronavírus e com os sinais de que os bancos centrais continuarão a apoiar as economias.

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