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Ao minuto05.08.2022

Europa no vermelho, com praças ibéricas em contraciclo. Stoxx 600 em mínimos de três semanas

Acompanha aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados.

Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 05 de Agosto de 2022 às 18:05
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05.08.2022

Juros agravam-se na Zona Euro após boas notícias sobre emprego nos EUA

Os juros agravaram-se na Zona Euro, depois de terem sido divulgados dados que indicam que os Estados Unidos criaram 528 mil empregos em julho, um valor que mais do que duplica as estimativas dos analistas. Isto fez com que os investidores apostem crescentemente em subidas mais acentuadas das taxas de juro.

A convicção cada vez mais forte de que a Reserva Federal norte-americana vai manter um ritmo robusto de subidas nas taxas diretoras, aumenta também a pressão para que o Banco Central Europeu siga a mesma linha.

Os juros das Bunds a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – agravaram 15,2 pontos base para 0,948%. Já os juros da dívida italiana com a mesma maturidade subiram 8,9 pontos base para 3,011%.

Na Península Ibérica, a "yield" da dívida nacional a dez anos ganhou 12,2 pontos base para 1,936%. Os juros da dívida espanhola com a mesma maturidade ganharam 13,3 pontos base para 2,023%.

05.08.2022

Europa no vermelho, com praças ibéricas em contraciclo. Stoxx 600 em mínimos de três semanas

Durante a negociação desta sexta-feira nas principais praças da Europa ocidental, a tendência foi generalizadamente de queda, com os bons dados do emprego nos Estados Unidos a intensificarem os receios de mais subidas dos juros diretores por parte do banco central norte-americano.

O índice de referência para o Velho Continente, Stoxx 600, perdeu 0,76% para 435,72 pontos, o valor mais baixo em três semanas. A pressionar esteve o setor da tecnologia, que registou o maior tombo, acima dos 2%, contagiado pelas tecnológicas norte-americanas, juntamente com os media. Do lado oposto, o setor mineiro, a banca e as telecomunicações registaram ganhos perto de 1%.

Os analistas do Bank of America, numa nota citada pela Bloomberg, reviram em baixa as perspetivas de crescimento para o mercado bolsista europeu e apontam para uma queda de 10% até ao final do ano.

"As ações têm feito um longo caminho, com os resultados das empresas a gerarem um sentimento positivo. No entanto. com catalisadores económicos negativos, o mercado acionista deve entrar num período de pausa", explicou Guy Foster, analista da Brewin Dolphin, à Bloomberg.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o AEX caiu 1,21%, o alemão Dax perdeu 0,65%, o francês CAC-40 desvalorizou 0,63% e o italiano FTSEMIB recuou 0,30%, ao passo que o britânico FTSE 100 deslizou 0,11% e o espanhol IBEX 35 caiu 0,6%.

Em contraciclo esteve o português PSI, a valorizar 0,68%, juntamente com o vizinho ibérico IBEX 35 a avançar 0,08%.

05.08.2022

Euro cede perante a força do dólar

O euro segue a desvalorizar 0,86% para 1,0162 dólares, numa altura em que a principal moeda de referência recuperou das perdas dos últimos dias, impulsionada pelos dados positivos do emprego nos Estados Unidos. 

O indice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – soma 1% para 106,712 pontos depois de registar perdas durante dois dias consecutivos.

Os dados divulgados esta sexta-feira do outro lado do Atlântico - que dão conta da criação de 528 mil empregos em julho - evidenciam uma robustez do mercado laboral qua dá margem à Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) para prosseguir uma política agressiva de subida das taxas de juro.

O iene, por sua vez, regista a queda mais acentuada desde meados de junho.

05.08.2022

Ouro cede após dados robustos do emprego nos Estados Unidos

O ouro segue a desvalorizar após os dados divulgados esta sexta-feira sobre o mercado de trabalho nos EUA, que revelaram que foram criados 528 mil empregos em julho, mais do dobro daquilo que era esperado. Estes números sinalizam a robustez do mercado laboral, dando margem à Reserva Federal norte-americana para continuar com a política agressiva de subida das taxas de juro.

O dólar subiu após a divulgação dos dados, pressionando o metal amarelo, que, uma vez que é denominado na nota verde, fica menos atrativo com investimento alternativo para quem negoceia com outras moedas.

O ouro segue a cair 0,85% para 1.775,98 dólares por onça, enquanto a platina sobe 0,45% para 935,41 dólares e o paládio avança 3,55% para 2.143,04 dólares.

"O ouro deverá manter-se abaixo dos 1.800 dólares por onça por agora, e as atenções vão centrar-se no IPC [índice do preço de consumidor]", prevê Nicky Shiels, responsável pela estratégia de metais na MKS PAMP.

05.08.2022

Petróleo sobe com bons dados nos EUA

Os preços do petróleo seguem em terreno positivo, animado pelos dados robustos provenientes dos Estados Unidos no que diz respeito ao emprego.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 1,58% para 95,61 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, afunda 1,51% para 89,88 dólares por barril.

 

Apesar de os preços terem recuperado, o petróleo deverá encerrar a semana com saldo negativo, em torno dos níveis mais baixos desde fevereiro, com os receios de recessão mundial a convidarem os investidores à prudência.

05.08.2022

Wall Street retorna ao vermelho, com número de empregos a superar valores anteriores à pandemia

Depois de uma negociação mista esta quarta-feira, Wall Street abriu em terreno negativo, na sequência da divulgação de dados do emprego nos Estados Unidos que atingiram máximos de antes da pandemia.

O industrial Dow Jones perde 0,40% para 32.595,70 pontos, enquanto o "benchmark" mundial S&P 500 cede 0,58% para 4.152,17 pontos. Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite recua 0,96% para 12.611,84 pontos.


De acordo com dados divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano, em julho foram criados 528 mil empregos, um valor que duplica as expectativas dos analistas, de 250 mil empregos. Já a taxa de desemprego caiu para mínimos de cinco décadas, situando-se nos 3,5%. O número de pessoas empregadas nos EUA atingiu o valor mais alto de sempre, superando em 32 mil empregos, o máximo registado em fevereiro de 2020, antes da pandemia.


Estes dados mostram robustez no mercado laboral, o que pode permitir à Reserva Federal norte-americana (Fed) realizar uma subida mais agressiva das taxas de juro. Essa hipótese tinha sido colocada de lado com dados que davam conta de uma recessão técnica na maior economia mundial, depois de dois trimestres consecutivos de contração do PIB.


O mercado de "swaps" aponta agora para uma probabilidade de dois em três numa subida das taxas de juro em 75 pontos base na reunião de setembro da Fed, entendida como um incremento mais agressivo, ao contrário dos 50 pontos base, que vinham a ser apontados até ao momento.


Seema Shah da Principal Global Investors, adianta à Bloomberg que uma subida "em 75 pontos base em setembro é um ‘done deal’". "Não só o mercado continua apertado, como o crescimento dos salários está indubitavelmente forte", diz.

05.08.2022

Lisboa comanda ganhos numa Europa morna. Bank of America reduz posição para ações do bloco

A Europa arrancou a última sessão de forma morna, com o índice de referência de região a oscilar entre ganhos e perdas e as restantes praças do bloco a negociarem de forma mista. Ainda assim, o Stoxx 600 caminha para a terceira semana consecutiva de ganhos, a mais longa série desde novembro.

Os investidores estão a digerir a época de resultados que já está na reta final e aguardam a divulgação dos dados do emprego nos EUA, um indicador importante para dar pistas sobre as decisões que serão tomadas em setembro pela Reserva Federal norte-americana.

O "benchmark" negoceia na linha d’ água (0,08%) para 439,43 pontos. Dos 20 setores que compõe o índice, mineração viagens e lazer comandam os ganhos, enquanto seguros e energias são os que mais perdem.

O Stoxx 600 cresceu quase 10% em julho, atenuando a queda ao longo do ano, motivada pelo endurecimento da política monetária por parte dos bancos centrais, colocando os investidores de caras com a possibilidade de uma recessão no bloco.

Esta sexta-feira, o Bank of America alimentou este temor, tendo revisto em baixa a sua posição para as ações europeias de "neutral" para "negativa".

"As ações correram um longo caminho, devidos aos lucros das empresas que inspiraram tranquilidade, mas os ventos macroeconómicos contrários devem levar os títulos a fazer uma pausa", antecipa Guy Foster, estratega-chefe da Brewin Dolphin, em declarações à Bloomberg.

Nas restantes praças europeias, Frankfurt (0,06%) e Paris (-0,02%) negoceia na linha d’água. Já Madrid perde 0,28%.

Milão e Lisboa são as únicas a registar ganhos: a praça italiana valoriza 0,21%, estando o ganho mais expressivo a cargo da bolsa nacional que soma 0,56%, puxada sobretudo pela EDP Renováveis e Greenvolt, depois de ter começado o dia também de forma morna.

05.08.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

Os juros da dívida arrancaram a última sessão da semana na Zona Euro a agravar-se.

A "yield" das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – agravam 1,5 pontos base para 0,811%, estando prestes a fechar a primeira semana inteira abaixo do patamar de 1%, como não era visto desde abril. Foi no passado dia 5 de maio, que os juros alemães superaram a linha de 1%.

Por sua vez, os juros da dívida italiana a dez anos acrescem 1,4 pontos base para 2,936%. Já a "yield" das obrigações francesas com a mesma maturidade somam 1,8 pontos base para 1,364%.

Na Península Ibérica, a "yield" da dívida portuguesa a dez anos agrava 1,4 pontos base para 1,827%. Assim, como no caso dos juros das Bunds alemãs, também a "yield" nacional está prestes a fechar as primeiras cinco sessões consecutivas abaixo de 2% desde abril.

Por sua vez, os juros das obrigações espanholas a dez anos agravam 2,4 pontos base para 1,913%, acima dos juros nacionais da dívida com a mesma maturidade.

05.08.2022

Euro e iene caem e dólar sobe antes dos dados do emprego nos EUA

O euro derrapa 0,10% para 1,0236 dólares, numa altura em que a principal moeda de referência rompe um jejum de dois dias contra 10 moedas, incluindo a moeda única. 

 

O índice do dólar da Bloomberg – que compara a nota verde com 10 divisas rivais – soma 0,18% para 105,8830 pontos depois de registar perdas durante dois dias consecutivos.

 

O movimento acontece horas antes de serem divulgados os números do emprego nos EUA, um indicador de referência e que pode dar sinais sobre o futuro da política monetária adotada pela Fed.

Os economistas ouvidos pela Bloomberg apontam para que tenham sido criados mais 250 mil empregos em julho, depois de crescer 372 mil em junho.

 

Por sua vez, o iene derrapa 0,56% para 0,0075 dólares. "Não há razões específicas que justifiquem a fraqueza do iene. Os "players" estão a desfazer as suas posições, antes da divulgação dos números do emprego nos EUA", explica Masafumi Yamamoto, estratega-chefe do departamento de câmbio da Mizuho Securities, citado pela Bloomberg.

05.08.2022

Petróleo prestes a fechar semana com perdas. Gás derrapa 1%

Para a indústria portuguesa, como a de têxtil ou cerâmica, o aumento dos preços da energia figura como o principal impacto da guerra na Ucrânia.

O petróleo segue a valorizar durante esta sexta-feira, mas está prestes a fechar a semana no vermelho, à medida que se intensificam as preocupações do mercado relativamente à queda na procura.

O Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias – soma 0,48% para 94,57 dólares por barril. Por sua vez, o West Texas Intermediate (WTI) acresce 0,485 para 89,15 dólares por barril.

Os dados publicados pela administração norte-americana esta semana revelam que o consumo de gasolina nos EUA diminuiu.

Por outro lado, o grupo de países exportadores de petróleo e aliados vão aumentar a oferta de crude em 100 mil barris diários em setembro, um incremento muito inferior aos aumentos de 648 mil barris acordados para os meses de julho e agosto.

Depois de um "rally", impulsionado pela guerra na Ucrânia e pela disrupção na oferta, a cotação do petróleo começou a aliviar em junho, numa altura em que os mercados começaram a avaliar o endurecimento da política monetária em todo o mundo e a colocar em cima da mesa as hipóteses de uma recessão.

No mercado do gás, a matéria-prima negociada em Amesterdão e que serve de referência para a Europa (TTF) perde 1% para 198 euros por megawatt-hora.

A Europa está a enfrentar o corte parcial de gás russo e a preparar-se para um corte total com o crude enviado por Moscovo. Além disso, a partir da próxima semana, a Comissão Europeia irá implementar um corte total na importação do carvão russo.

05.08.2022

Ouro a caminho do terceiro ganho semanal

O ouro segue a caminho do terceiro ganho semanal, estando a ser negociado perto de máximos de um mês, com os investidores a avaliarem a tensão entre EUA e China e as previsões de uma possível recessão.

Ainda assim, esta manhã o metal amarelo derrapa 0,13% para 1.788,91 dólares por onça, tendo valorizado 1,5% esta semana. Esta quinta-feira decorreu o segundo dia de exercícios militares chineses perto da ilha de Taiwan, ainda no rescaldo da visita da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Nancy Pelosi, à ilha.

Por outro lado, os investidores estão atentos ao futuro da política monetária, numa altura em que os EUA já entraram em recessão técnica e em que já são múltiplas as casas de investimento que apontam para que este fenómeno económico aconteça tanto do lado de lá do Atlântico como na Europa, a curto prazo.

Esta quinta-feira, a líder regional da Reserva Federal norte-americana de Cleveland, Loretta Mester, frisou a necessidade de subir a taxa de fundos federais acima de 4% para combater a inflação. Atualmente, a taxa de referência está num intervalo entre 2,25% e 2,5%.

Durante esta sexta-feira, o mercado vai estar ainda de olhos postos na divulgação dos dados referentes ao emprego nos EUA, o que poderá dar sinais sobre o futuro da política monetária levada a cabo pelo banco central dos Estados Unidos.

05.08.2022

Europa aponta arranque de sessão a subir. Ásia fecha em terreno positivo

Os futuros sobre o principal índice europeu apontam para um arranque de sessão em terreno positivo.

O Euro Stoxx 50 sobe 0,2%.

Na Ásia a sessão terminou também a subir. No Japão, o Nikkei somou 0,87% e o Topix cresceu 0,85%.

Por sua vez, na Coreia do Sul, o Kospi subiu 0,8%, enquanto pela China o tecnológico Hang Seng em Hong Kong cresceu 0,2% e Xangai valorizou 0,7%.

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