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Ao minuto25.11.2022

Bolsas europeias cedem terreno, juros agravam-se e petróleo recupera

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

Reuters
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25.11.2022

Dólar interrompe três dias de perdas e pressiona ouro e euro

O ouro desvaloriza 0,32% para 1.749,64 dólares por onça, pressionado sobretudo pela subida do dólar.

O metal amarelo está a caminho de fechar a semana praticamente inalterado, depois de já ter crescido 7% no acumulado do mês de novembro até à data, impulsionado pelo recuo da nota verde.

Já o índice do dólar da Bloomberg - que compara a força do "green cash" contra 10 divisas rivais - interrompe um ciclo de três dias de perdas e segue com um ganho ligeiro de 0,03%, para 106,10 pontos.

Já o euro recua 0,17% para 1,0392 dólares.

Durante esta semana, as negociações foram marcadas pela divulgação das atas da última reunião da Reserva Federal norte-americana (Fed), as quais deram sinais de um possível abrandamento do ritmo da subida da taxa de juro de referência nos EUA nas próximas reuniões do banco central.

Por sua vez, na próxima semana, os investidores vão estar atentos à divulgação dos números da criação de emprego nos EUA, entre outros dados económicos.

25.11.2022

Juros na Zona Euro agravam-se com comentários de membros do BCE

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro terminaram o dia a agravar-se, com os investidores a apostarem num aperto ainda maior da política monetária levada a cabo pelo Banco Central Europeu.

Os "traders" estão agora a apostar 50% numa subida de 75 pontos base das taxas de juro da reunião de dezembro do BCE.

Esta quinta-feira, Isabel Schnabel, membro da Comissão Executiva do BCE, sinalizou que seria prematuro abrandar a subida das taxas de juro, ao passo que a governadora do banco central da Estónia, Madis Muller, reiterou que o grande risco na batalha contra a inflação é travar a subida dos juros demasiado cedo.

A "yield" das Bunds alemãs - referência para a Europa - cresceu 12,4 pontos base para 1,968%, enquanto os juros da dívida pública italiana aumentaram 18,1 pontos base para 3,836%.

Já os juros da dívida francesa somaram 14,3 pontos base para 2,429%, enquanto a "yield" da dívida espanhola subiu 14,8 pontos base para 2,930%.

Em Portugal, os juros da dívida nacional agravaram-se em 15,8 pontos base para 2,877%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aumentaram 8,4 pontos base para 3,111%.

25.11.2022

Europa no vermelho. Credit Suisse afunda para mínimos históricos

A Europa fechou a última sessão da semana pintada predominantemente no vermelho. 

O Stoxx 600 - o índice europeu que reúne as 600 principais cotadas europeias - terminou o dia a recuar 0,19% para 440,01 pontos. Entre os 20 setores que compõem o "benchmark" do bloco, os da energia e saúde lideraram os ganhos, enquanto os dos recursos minerais e imobiliário comandaram as perdas.

Entre os principais movimentos de mercado destaca-se a queda das ações do Credit Suisse para mínimos históricos, depois de a instituição financeira anunciar que nas últimas semanas os clientes resgataram mais de 80 milhões de dólares do banco.

Nas restantes praças europeias, Frankfurt caiu 0,10% enquanto Paris perdeu 15%, Milão deslizou 0,22% e Amesterdão que caiu 18%.

Madrid (0,03%) e Londres (0,08%) terminaram a última sessão da semana na linha d' água. Por cá, Lisboa seguiu a tendência predominante e desvalorizou 0,14%.

25.11.2022

Petróleo recupera mas preocupações mantêm-se

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

Os preços do "ouro negro" seguem a negociar no verde, aliviando assim das quedas dos últimos dias, mas num mercado com pouca liquidez.

 

A semana foi marcada pelos receios de uma menor procura por parte da China devido às restrições decorrentes da covid-19 e também pelas negociações do G7 e União Europeia no sentido de colocar um tecto ao preço do crude russo que é importado.

 

Em Londres, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a somar 0,49% para 85,76 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 0,86% para 78,61 dólares por barril.

25.11.2022

Wall Street mista em dia de negociação a meio gás

Wall Street está a negociar mista, mas ainda assim a caminho de um saldo semanal positivo, depois de uma semana a meio gás, com o feriado do dia de ação de graças esta quinta-feira em que as bolsas estiveram encerradas.

Hoje, os índices vão apenas negociar meio dia, até às 18h em Portugal continental, por isso espera-se que o volume de negociação seja também mais baixo.

O industrial Dow Jones soma 0,24% para 34.276,93 pontos, enquanto o S&P 500 recua 0,11% para 4.022,85 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite perde 0,45% para 11.234,22 pontos.

A influenciar a negociação está ainda o alívio do discurso por membros da Reserva Federal norte-americana nas atas divulgadas esta quarta-feira. Os responsáveis mostraram sinais de que em breve poderá ser adequado começar a desacelerar o ritmo de subida dos juros diretores.

Tudo aponta para que na reunião de dezembro acabe por ser decidida uma subida em 50 pontos base, abrandando assim o ritmo verificado nos últimos meses, em que a Fed aumentou a taxa de juro em 75 pontos base quatro vezes consecutivas.

"A Fed precisa de continuar a subir as taxas de juro de forma razoável até aos 5% ou 5,25%, por isso ainda há alguns aumentos por acontecer, mas os mercados estão um pouco otimistas agora", explicou a chefe de investimento do Banque Lombard Odier & Cie, Stephane Monier, à Bloomberg.

A analista revelou ainda que espera uma pequena recessão em 2023, "mas nada comparado com o que vivemos em 2008 e 2009".

Entre os principais movimentos de mercado, a Apple perde 2,15%, depois de ter sido noticiado que a produção de iPhones poderia vir a diminuir pelo menos em 30%, depois dos protestos dos trabalhadores na fábrica da Foxconn em Zhengzhou.

No sentido oposto, o Manchester United valoriza 8,83%, depois de o ministro do desporto da Arábia Saudita ter revelado que iria apoiar o setor privado caso este queira comprar a equipa, que está avaliada em seis mil milhões.

25.11.2022

Euribor sobem a três e seis meses para novos máximos de quase 14 anos

As taxas Euribor subiram hoje para novos máximos desde o início de 2009 a três e a seis meses e desceram a 12 meses.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 06 de junho, avançou hoje, para 2,374%, mais 0,006 pontos, um máximo desde janeiro de 2009.

A média da Euribor a seis meses subiu de 1,596% em setembro para 1,997% em outubro.

A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 06 de novembro de 2015 e 03 de junho de 2022).

A Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, também subiu hoje, ao ser fixada em 1,922%, mais 0,014 pontos, um novo máximo desde fevereiro de 2009.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 1,011% em setembro para 1,428% em outubro.

Em sentido contrário, no prazo de 12 meses, a Euribor baixou hoje, ao ser fixada em 2,860%, menos 0,019 pontos do que na quinta-feira, depois de ter subido até um novo máximo desde janeiro de 2009, de 2,879%, na quinta-feira.

Após ter disparado em 12 de abril para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 05 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 2,233% em setembro para 2,629% em outubro.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 04 de fevereiro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Em 27 de outubro, com o objetivo de travar a inflação, o BCE subiu as três taxas de juro diretoras em 75 pontos base, o terceiro aumento consecutivo deste ano, depois de em 21 de julho ter subido em 50 pontos base as três taxas de juro diretoras, a primeira subida em 11 anos, e em 08 de setembro em 75 pontos base.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do BCE.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Lusa

25.11.2022

Europa arranca mista

As bolsas europeias abriram mistas, à boleia das expetativas de que a política monetária poderá aliviar em breve. 

O Stoxx 600 - referência para a região - desce 0,17% para 440,11 pontos. Dos 20 setores que compõem o índice, o imobiliário e o retalho são os que mais cedem, 1,83% e 0,72%, respetivamente.

Nas praças europeias, o alemão Dax perde 0,14%, o francês CAC-40 recua 0,10%, o espanhol Ibex desce 0,02% e o italiano FTSE Mib desvaloriza 0,09%. Apenas o britânico FTSE 100 e o Aex, em Amesterdão, negoceiam no verde, com uma subida de 0,15% e 0,20%, respetivamente.

As últimas semanas têm sido positivas para os índices da região, que ganharam força perante as perspetivas de um abrandamento do rimo das subidas das taxas de juro. Resultados acima do esperado pelos analistas no terceiro trimestre também contribuíram para um melhor desempenho.

25.11.2022

Juros agravam-se na Zona Euro

A economia dos países europeus ainda não deu a volta à pandemia, diz o índice da Economist.

Os juros da dívida soberana na Zona Euro seguem a agravar-se esta sexta-feira, com Itália a ser o país que maior subida regista. 

A "yield" das Bunds alemãs - referência para a Europa - crescem 4,5 pontos base para 1,889%, enquanto os juros da divída pública italiana aumentam 7 pontos base para 3,724%. 

Já os juros da dívida francesa somam 4,5 pontos base para 2,331%, enquanto a "yield" da dívida espanhola sobem 5,3 pontos base para 2,835%. Já em Portugal, os juros da dívida nacional crescem 4,9 pontos base para 2,768%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aumentam 2,4 pontos base para 3,050%.

25.11.2022

Euro sobe perante dólar fragilizado por atas da Fed

O euro segue a valorizar face ao dólar, que perdeu força após a divulgação das atas da Fed relativas à reunião de novembro. A moeda única sobe 0,15% para 1.0426 dólares.


Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde contra dez divisas rivais – cede 0,20% para 105,867 pontos. As perspetivas de um menor aumento das taxas de juro pesaram na nota verde, que tem sido uma das mais beneficiadas pela política monetária mais "hawkish", ou seja, dura. 

O presidente da Fed, Jerome Powell, e a governadora Lisa Cook vão discursar na próxima quarta-feira, em separado, sobre as perspetivas para a economia, a inflação e o mercado de trabalho. Um discurso que será seguido pelos investidores para tentar perceber mais pistas sobre os próximos passos da autoridade monetária.



25.11.2022

Ouro cede, mas caminha para fechar semana com ganhos

O ouro segue a desvalorizar esta sexta-feira, mas, ainda assim, caminha para fechar a semana com ganhos. As atas da reunião de novembro da Fed, divulgadas na quarta-feira, sinalizaram que a autoridade monetária deverá abrandar o ritmo do aumento das taxas de juro, o que impulsionou o metal amarelo.

O ouro cede 0,22% para 1.751,29 dólares por onça, ao passo que a platina recua 0,43% para 987,09 dólares e o paládio perde 0,08% para 1,885,59 dólares.

O ouro escalou perto de 8% em novembro, após sete meses de perdas devido a uma política monetária mais "agressiva". Taxas de juros mais elevadas tendem a pressionar o metal precioso, que não remunera juros.

25.11.2022

Petróleo cede. Temperaturas mais frias impulsionam gás natural

O petróleo segue a negociar com ganhos, um dia após a proposta da Comissão Europeia para o tecto de preços a colocar ao crude importado da Rússia não ter sido aprovada pelos Estados-membros. Ainda assim, o ouro negro mantém-se a caminho de fechar a terceira semana com perdas. 

O West Texas Intermediate (WTI) – negociado em Nova Iorque - soma 0,91% para 78,65 dólares por barril, enquanto o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, avança 0,66% para 85,90 dólares por barril.


Os sinais de uma redução da procura pela matéria-prima têm penalizado o petróleo, numa altura em que a China, maior importadora do ouro negro, mantém a política de zero casos covid-19. O país decretou novos confinamentos para combater o número crescente de novas infeções pela doença.

Já os preços do gás natural seguem a valorizar, à boleia das previsões meteorológicas, que apontam para um arrefecimento da temperatura. Tempo mais frio aumenta a necessidade das famílias de ligar o aquecimento, aumentando assim a procura pela matéria-prima. 

Os futuros do preço do gás TTF, negociado em Amesterdão, sobem 0,37% para os 124,250 euros megawatt-hora.

25.11.2022

Europa aponta para a linha d'água. Vermelho domina na Ásia

Os futuros sobre o Euro Stoxx apontam para um arranque de negociação nos mercados europeus praticamente sem alterações, um dia após terem sido divulgadas as atas da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu. Alguns dos responsáveis do BCE terão manifestado "preferência por aumentar as taxas de juro do BCE em 50 pontos base".

Já na Ásia, a sessão fechou maioritariamente no vermelho, com o setor da tecnologia a ser o que mais pesou. Apenas Xangai terminou a negociação com ganhos, apesar de a China ter decretado novos confinamentos para combater o aumento de casos de covid-19.

Assim, Xangai subiu 0,40%, enquanto em Hong Kong o Hang Seng cedeu 0,39%. Pelo Japão, o Topix caiu 0,04% e o Nikkei recuou 0,35%. Já na Coreia do Sul, o Kospi perdeu 0,14%.

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