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Ao minuto05.08.2021

Europa sobe pela quarta sessão seguida. Petróleo ganha com tensões no Médio Oriente; juros caem

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Reuters
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05.08.2021

Europa ganha pelo quarto dia para novos recordes históricos

As ações europeias subiram pela quarta sessão consecutiva para níveis recorde nesta quinta-feira, com um novo dia agitado na temporada de resultados de empresas, que vão ofuscando para já os receios com a propagação da covid-19.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - ganhou 0,4%, com o setor do turismo a ser um dos que mais ganhou (+1,5%), depois de o Reino Unido ter diminuído as regras de quarentena para os turistas franceses e de outros países. 

Entre as empresas, a Siemens disparou depois de ter registado ganhos acima do previsto e aumentado a previsão para o resto do ano. A Merck escalou para um recorde depois de ter subido as perspetivas para a segunda metade de 2021.

As ações europeias estão a caminho da sua maior sequência de ganhos desde junho deste ano, numa altura em que os investidores têm sido encorajados pelos fortes resultados de empresas, que são um bom sinal para a recuperação europeia.

Mas os receios com a propagação da variante Delta da covid-19 permanecem, travando maiores ganhos no "velho continente".

05.08.2021

Juros de Portugal abaixo de 0,1% pela primeira vez em meio ano

Os juros da dívida portuguesa perderam força na sessão desta quinta-feira, depois de ontem terem voltado a subir. Agora, a "yield" nacional com maturidade a dez anos está a negociar em torno de 0,1%, tendo mesmo caído abaixo desse patamar a meio da sessão de hoje.

No fecho do mercado europeu, os juros nacionais tinham perdido 2,8 pontos base para 0,097%, mas chegaram a tocar os 0,094%.

Esta foi a tendência verificada também nos restantes países do sul da Europa, historicamente mais endividados. Em Itália, a "yield" a dez anos caiu 2,3 pontos base para os 0,527% e em Espanha perdeu 2,4 pontos base para os 0,204%.

Já os juros da Alemanha, que servem de referência para o bloco comunitário, estão a agravar 0,5 pontos base para os -0,487%.

05.08.2021

Euro valoriza depois de duas quedas. Moedas ligadas ao petróleo sobem

A moeda única da União Europeia terminou o dia a ganhar força perante o rival dólar norte-americano, depois de duas sessões consecutivas de queda. O euro apreciou-se 0,03% para 1,184 dólares.

A subir estiveram também as moedas ligadas ao preço do petróleo: é o caso do dólar do Canadá e da coroa da Noruega. O índice do dólar, que compara esta moeda com um cabaz de outras dez rivais, perdeu 0,2%.

05.08.2021

Ouro cede com perspetiva de ‘tapering’ no final do ano

O metal amarelo está a negociar em baixa, com os comentários de alguns responsáveis da Fed a reforçarem a perspetiva de que o banco central dos EUA irá começar mais cedo do que o previsto a retirar gradualmente os estímulos (o chamado ‘tapering´) por meio dos quais tem conduzido o seu programa de compra de obrigações.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,50% para 1.802,42 dólares por onça no mercado londrino de metais (LME). Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro recuam 0,60% para 1.799,60 dólares por onça.

 

Ontem, os preços do ouro chegaram a subir mais de 1%, devido aos dados mais fracos do que o esperado no que diz respeito ao aumento de empregos no setor privado em julho nos EUA, mas esses ganhos acabaram por ser eliminados.

05.08.2021

Tensões no Médio Oriente sustentam petróleo

Os preços do crude em níveis inviáveis para o custo do “fracking”, os cortes de “rating”, o elevado endividamento e o crescimento das energias mais limpas pressionaram o setor do petróleo de xisto.

Os preços do "ouro negro" seguem em alta, impulsionados pelas tensões no Médio Oriente, se bem que os receios em torno do aumento de casos de covid-19 estejam a travar maiores ganhos.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em setembro soma 0,81% para 68,70 dólares por barril.

 

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,82% para 70,96 dólares.

 

A matéria-prima está a ser sustentada pelo intensificar de tensões no Médio Oriente, depois de aviões israelitas terem atingido, segundo diz o exército de Israel, instalações de lançamento de mísseis no Líbano – isto em resposta a dois rockets disparados de território libanês contra Israel, numa escalada de hostilidades transfronteiriças por entre tensões com o Irão, refere a Reuters.

 

Este escalar de tensões surge depois de um ataque contra um petroleiro na costa de Omã, na passada quinta-feira – que Israel disse ter sido perpretado pelo Irão. Dois membros da tripulação, um britânico e um romeno, morreram. O Irão negou qualquer envolvimento.

 

Questionado sobre se Israel estava preparado para atacar o Irão, o ministro israelita da Defesa, Benny Gantz, disse à YNet News que "sim".

 

O crescer de tensões ocorre numa altura em que parece terem chegado a um impasse as conversações entre o Irão e as potências ocidentais no âmbito do programa nuclear de Teerão. Tem havido a expectativa de que haja um acordo entre as partes, que flexibilize as sanções sobre as exportações de petróleo iraniano, mas agora parece que se está num novo impasse.

 

A travar maiores ganhos do petróleo estão os receios de menor retoma da procura mundial por crude, devido a uma potencial desaceleração económica decorrente do aumento de casos por infeção com a variante delta do coronavírus.

 

O Japão prepara-se para alargar as restrições de emergência a mais zonas, ao passo que a China, segunda maior consumidora de petróleo, impôs restrições nalgumas cidades e cancelou voos, o que ameaça a procura por combustível, sublinha a Reuters.

05.08.2021

Wall Street aplaude dados do emprego e resultados das empresas

A bolsa de Nova Iorque está a subir, num dia em que os investidores fazem o balanço entre os resultados das empresas, os dados do emprego e a ameaça da variante delta da covid-19.

O generalista S&P500 valoriza 0,33% para os 4.417,01 pontos, o tecnológico Nasdaq sobe 0,24% para os 14.815,43 pontos e o industrial Dow Jones soma 0,50% para os 34.962,88 pontos.

Os pedidos de subsídio de desemprego caíram na semana passada, de acordo com o esperado. "O retorno do emprego à sua máxima capacidade será um fator importante para a decisão da Fed" quanto à política de estímulos, relembra a Pacific Investment Management, em declarações à Bloomberg.

Paralelamente, a variante delta do vírus da covid-19 continua no radar dos investidores, já que pode levar a novas restrições na mobilidade e ao rally da dívida soberana.

No mundo empresarial, a Uber avança 0,29% para os 41,93 dólares. A empresa contabilizou lucros de 58 cêntimos de dólar por ação no segundo trimestre, contra a expectativa de prejuízos de 51 cêntimos. As receitas foram de 3,93 mil milhões de dólares (3,3 mil milhões de euros), também acima das expectativas – os analistas da Refinitiv apontavam para os 3,75 mil milhões. Ainda assim, as perdas operacionais foram de 1,19 mil milhões.

05.08.2021

Europa avança para quarta sessão consecutiva de recorde

As praças europeias estão a negociar em terreno positivo, levando o velho continente a outro recorde, pela quarta sessão consecutiva. A época de resultados do semestre está a animar os investidores, que também continuam de olho na recuperação económica e no possível fim de estímulos. 

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, sobe 0,33%, para 469,75 pontos. Os setores da tecnologia e indústria estão em destaque na sessão, a valorizar 0,87% e 0,89%, respetivamente. 

Com vários setores no vermelho, o retalho lidera as perdas, a depreciar 1,08%. Também o setor automóvel está no vermelho, a cair 0,38%. 

Esta manhã, as ações da Siemens AG estão a valorizar 3,76%, depois de a empresa ter apresentado contas do semestre e aumentar as previsões de vendas para o resto do ano. 

Em sentido contrário, a alemã Adidas cai 4%, depois de ter apontado problemas com a procura na China e encerramentos de fábricas no Vietname, que podem ter reflexo no crescimento da marca desportiva. Apesar de ter revisto em alta a "guidance" para os lucros, os investidores focaram-se mais nos constrangimentos na Ásia. 

Nesta altura, os principais índices da Europa estão a avançar, com exceção do inglês FTSE 100, que cai 0,03%. O espanhol IBEX 35 aprecia 0,06%, o alemão DAX avança 0,17%, o francês CAC 40 sobe 0,55% e o PSI-20 aprecia 0,48%, depois de ter arrancado o dia a ceder 0,40%.

05.08.2021

Juros da Alemanha com subida ligeira e recuo no resto da Europa

Os juros da dívida soberana da Alemanha registam uma subida esta quinta-feira, enquanto no resto da Europa se verifica uma descida. 

No caso dos juros da dívida da Alemanha, que ontem chegou a negociar abaixo dos -0,5%, verifica-se hoje uma subida de 0,1 pontos base, para -0,502%. 

A dívida alemã foge, assim, à tendência de alívio das yields do resto da Europa. Os juros da dívida de Portugal, com maturidade a dez anos, caem 1,2 pontos base, para 0,114%, um mínimo de três meses. A yield portuguesa tem vindo a cair desde o dia desde o dia 26 de julho, quando estava nos 0,2%. 

Já os juros da dívida de Itália, também a dez anos, recuam 1,5 pontos base para 0,536%. 

Em Espanha, os juros da dívida com a mesma maturidade cedem 1,6 pontos base, para 0,211%. 

05.08.2021

Barril de crude abaixo dos 70 dólares, pela primeira vez em duas semanas

Nesta altura, o petróleo está novamente a avançar, ainda que ligeiramente. 

O crude, negociado em Nova Iorque, sobe 0,13%, com o barril nos 68,24 dólares. A negociar abaixo da fasquia dos 70 dólares por barril, esta é a primeira vez em duas semanas em que o barril de crude desliza para preços inferiores a esta fasquia. 

Já o brent, que serve de referência a Portugal, avança 0,11%, com o barril nos 70,46 dólares.

Os preços do petróleo têm estado a cair esta semana, com os receios da variante delta e o aumento de casos de covid-19 a pesar. Os investidores receiam que as novas variantes possam refletir-se na procura por petróleo. 

Esta quarta-feira, os dados sobre os inventários norte-americanos de crude pesaram nos preços do petróleo, que chegaram a ceder 3%. Os inventários de crude nos EUA aumentaram na semana passada, quando se esperava uma redução, situação que  agravou o pessimismo dos investidores. As reservas aumentaram em 3,6 milhões de barris, quando os analistas apontavam para uma queda de 3,1 milhões.

05.08.2021

Euro avança, após duas sessões no vermelho

O euro, a moeda única europeia, está a avançar 0,08% face ao dólar, para 1,1846 dólares. A divisa europeia valoriza esta quinta-feira, depois de ter terminado as duas sessões anteriores no vermelho. 

Ainda na Europa, a libra esterlina ganha terreno, a avançar 0,20% face ao dólar, para 1,3917 dólares. 

Já o dólar está a ceder 0,07%, com o índice que mede o desempenho desta divisa perante um cabaz de moedas rivais a deslizar para o vermelho.

05.08.2021

Ouro valoriza à espera de dados do emprego nos EUA

O ouro está a avançar 0,06% na sessão, com a onça a negociar nos 1.812,84 dólares, a caminhar para a segunda sessão positiva da semana. 

Este metal precioso está a valorizar esta quinta-feira, num dia em que serão conhecidos os dados sobre os pedidos de desemprego nos Estados Unidos, relativos à semana passada. Os analistas apontam que, caso os números sejam positivos, tal poderá sinalizar que a economia dos Estados Unidos está a recuperar, afastando os investidores de ativos como o ouro, penalizando o preço deste metal. 

Os receios ligados à subida do número de casos de covid-19 na China e à variante delta têm apoiado o ouro ao longo da semana. Este metal precioso é visto como um ativo-refúgio, sendo habitualmente mais procurado em tempos de incerteza. 

05.08.2021

Investidores a digerir dados de crescimento na Europa e contas do semestre

Os futuros da Europa apontam para uma abertura tímida das praças europeias, num dia em que os investidores vão estar ainda a digerir os dados estatísticos conhecidos ontem sobre a atividade económica na Zona Euro, que cresceu ao ritmo mais acelerado desde 2006 no mês de julho. Ao mesmo tempo, os investidores continuam de olhos postos na época de resultados do semestre. 


Nas bolsas asiáticas, os índices japoneses fecharam em alta: o Nikkei valorizou 0,52% e o Topix apreciou 0,39%. Já em Hong Kong, a sessão fechou no vermelho, a cair 0,5%, numa altura em que a pressão regulatória da China continua a estar na ordem do dia. Além disso, o aumento de casos de covid-19 em solo chinês também é um tema que merece atenção por parte dos investidores.

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