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Ao minuto30.10.2020

Petróleo recua rumo a pior mês desde março e juros aliviam de mínimos

Acompanhe o dia nos mercados.

O forte aumento dos casos do novo coronavírus que teve o seu epicentro na China atirou as bolsas mundiais para a pior semana desde 2008.
Issei Kato/Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 30 de Outubro de 2020 às 17:30
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30.10.2020

Europa sem direção em tempos de covid e alta volatilidade

A Europa dividiu-se entre o verde e o vermelho, com mais ou menos convicção, sem concordar numa tendência.

O Stoxx600, que agrega as 600 maiores cotadas europeias, subiu 0,18% para os 342,36 pontos depois de quatro sessões no vermelho. Atenas, Paris e Madrid mostraram ganhos em torno de 0,5% e Lisboa destacou-se com uma soma superior aos 2%. Mas Frankfurt, Londres e Amesterdão caíram.

Entre os vários setores que constituem o índice europeu, o do petróleo e gás e o da banca foram os que mais ganharam. As instituições bancárias subiram depois de o espanhol BBVA e o inglês Natwest Group terem revelado perspetivas mais promissoras para o malparado. Já as petrolíferas seguem em contramão com a matéria-prima, que se prepara para fechar o pior mês desde março.

No Velho Continente, as maiores economias vão aplicar diferentes modalidades de confinamento. O vice-presidente do Banco Central Europeu, Luis De Guindos, já veio afirmar que é expectável uma estagnação ou mesmo uma contração no segundo trimestre.

"Os movimentos de hoje são um lembrete do quão inconstantes os mercados podem ser", comentam os analistas da StoneX, citados pela Bloomberg. Apesar de os resultados não terem sido "horríveis", o mercado está a deixar-se perturbar por qualquer "mosca", mesmo que uma mera "mosca da fruta", depois de ter colocado as ações tecnológicas num patamar de quase-perfeição, defende a mesma casa de investimento.

30.10.2020

Ouro reduz perdas mensais com subida ligeira

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O preço do ouro sobe ligeiramente esta sexta-feira, reduzindo a queda mensal do metal amarelo. 

A maior atratividade do dólar como ativo refúgio em vésperas das eleições presidenciais dos EUA tem penalizado a cotação do metal precioso. 

Os analistas do Standard Chartered Bank consideram que o cenário macroeconómico para o ouro permanece favorável e poderá ainda ser mais positivo caso o candidato democrata Joe Biden derrote Donald Trump nas presidenciais e os democratas conquistarem uma maioria no Senado norte-americano.

Hoje, os contratos à vista (spot) do ouro avançam 0,48%, para os 1.876,56 dólares por onça.

Ainda assim, o saldo semanal é negativo, com uma queda acumulada de mais de 1,3%. 

Em termos mensais, o metal precioso cede aproximadamente 0,6%.

30.10.2020

Juros corrigem de mínimos

As taxas de juro da dívida soberana europeia negoceiam em alta ligeira, corrigindo dos mínimos que atingiram em reação às declarações da presidente do Banco Central Europeu, que deixou poucas dúvidas sobre novos estímulos em dezembro.

 

Os juros da dívida de Portugal com maturidade a dez anos atingiram esta manhã um novo mínimo de agosto de 2019 nos 0,091%. Seguem agora a subir 0,3 pontos base face ao fecho de ontem, para 0,101%. Na dívida alemã a yield recuou ontem para mínimo de março e hoje está a subir 1,5 pontos base para -0,625%.

 

Após a reunião de ontem do BCE, Christine Lagarde reforçou a ideia de mais estímulos monetários em dezembro, abrindo a porta a uma "recalibração" de todos os instrumentos usados pelo banco.

30.10.2020

Petróleo recua rumo a pior mês desde março

Os preços do petróleo continuam em queda esta sexta-feira e o West Texas Intermediate (WTI) prepara-se para registar a maior quebra mensal desde março.

Os contratos de dezembro do WTI cedem 2,49%, para os 35,27 dólares por barril, mínimos de cinco meses. O Brent, de referência para o mercado europeu, cai apenas 0,88%, cotando nos 37,32 dólares por barril.

A explosão de novos casos de infeções pelo coronavírus pressiona o mercado, com os confinamentos e restrições impostos por vários países europeus a ameaçarem uma redução substancial na procura.

Acresce que na próxima semana realizam-se as eleições presidenciais dos EUA, que geram alguma incerteza, e a OPEP terá de encontrar formas de controlar a oferta face à recuperação mais rápida do que o esperado da produção da Líbia.

O WTI cai perto de 12% em outubro, o que constitui a maior quebra mensal desde março.

30.10.2020

Euro em queda há cinco sessões

O medo relacionado com a rápida propagação da covid-19 na Europa está provocar uma fuga dos investidores para os ativos mais seguros, o que continua a penalizar a moeda europeia face ao dólar. O euro desce 0,09% para 1,1664 dólares, apesar de hoje o Eurostat ter revelado que o PIB da Zona Euro cresceu 12,7% no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores, quando os economistas esperavam um crescimento de apenas 9,6%.

 

Os analistas alertam que esta recuperação deverá perder força no quarto trimestre devido às restrições que muitos países estão a aplicar para para travar a propagação do coronavírus. Esta foi já a quinta sessão negativa para o euro, que no conjunto da semana acumula uma queda de 1,6%.

30.10.2020

Wall Street prolonga quedas e caminha para a pior semana em quase 8 meses

Os três maiores índices de Wall Street alargaram ainda mais as quedas registadas no início da sessão e o S&P 500 acumula uma perda superior aos 2%.

Ainda assim, as quedas são lideradas pelo tecnológico Nasdaq Composite, devido às desvalorizações sentidas entre as maiores empresas do setor no país.

A manter-se este cenário, o índice de referência para Wall Street (S&P 500) caminha a passos largos para registar a pior semana desde março, o mês em que a pandemia se fez sentir com mais força nos mercados financeiros em todo o mundo.

30.10.2020

Wall Street em queda com "Big Tech" a falharem estimativas de resultados

Algumas das maiores tecnológicas dos Estados Unidos apresentaram resultados ontem, já depois do fecho da sessão, e apresentaram - de forma geral - uma subida homóloga nos lucros relativos ao trimestre. Ainda assim, os analistas esperavam mais.

Hoje, os três maiores índices de Wall Street abriram em queda, devido a essa expectativa falhada e a uma queda nas vendas dos iPhones na China, um mercado considerado chave para as pretensões da Apple.

Por esta altura, o Dow Jones cai 0,23% para os 26.623,33 pontos e o S&P 500 acompanha esta batuta ao desvalorzar 0,56% para os 3.298,08 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite perde 0,64% para os 11.122,00 pontos.

Ainda assim, tanto a Apple como a Amazon conseguiram reportar uma subida de lucros, mesmo em tempos de pandemia. No primeiro caso, os ganhos foram suportados pelos produtos para casa e "wearables" como o Apple Watch e acessórios.

Já a empresa de Jeff Bezos - que triplicou os lucros face ao período homólogo - advertiu que a pandemia poderá ter impacto nos resultados operacionais do último trimestre deste ano.

30.10.2020

Lisboa continua a expandir ganhos e lidera na Europa

O índice PSI-20 continua a sua boa prestação com um ganho de 1,29% para os 3.916,09 pontos, num dia em que lidera os ganhos entre os congéneres europeus, à boleia das boas prestações da EDP e do BCP.

Por esta altura, o índice de referência para a Europa (Stoxx 600), reverteu para o "verde" e ganha 0,08% para os 342,03 pontos.

Mas a bolsa nacional, que a meio da manhã era o único índice no "velho continente" que valorizava, agarra-se aos resultados acima do esperado da EDP e também do BCP para ganhar protagonismo.

A EDP ganha 2,47% para os 4,239 euros por ação, sendo que, até há minutos, era a empresa do setor que mais valorizava na Europa. 

Já o BCP regista hoje a maior subida intradiária dos últimos quatro meses, com um ganho de mais de 5%.

30.10.2020

Euro e libra perdem fôlego para o dólar

O dólar está novamente a centrar as atenções dos investidores, numa altura em que se aproximam as eleições presidenciais norte-americanas, marcadas para o próximo dia 3 de novembro.

O que faz com que outras moedas, como o euro ou a libra, sejam preteridas. Hoje, o euro está a depreciar 0,02% para os 1,1672 dólares, a passo que a libra perde 0,06% para os 1,2922 dólares.

30.10.2020

Ouro regista o pior ciclo de perdas em mais de um ano

O ouro prepara-se para fechar o mês de outubro com uma nova desvalorização mensal, o que singifica que este metal precioso está a perder fôlego há três meses consecutivos, numa altura em que os investidores voltaram a privilegiar o dólar dos Estados Unidos, a poucos dias das eleições presidenciais.

Ainda assim, hoje o ouro ganha 0,17% para os 1.870,78 dólares por onça, o que não impede o metal de registar uma derrota mensal.




 

30.10.2020

Juros de Portugal sobem após mínimos de mais de um ano

Os juros da dívida portuguesa estão a corrigir das quedas de ontem, quando a "yield" a dez anos atingiu o seu valor mínimo desde agosto do ano passado, logo após o discurso de Christine Lagarde, líder do Banco Central Europeu (BCE).

Hoje, os juros portugueses com a mesma maturidade sobem 1,7 pontos base para os 0,115%, acompanhando o cenário registado no resto da Europa. Os juros de Espanha aumentam 1,8 pontos base para os 0,148%.

Na Alemanha, a taxa de referência sobe 1,6 pontos base para os -0,624% e, em Itália, a "yield" ganha 2 pontos base para os 0,743%. 

30.10.2020

Petróleo a caminho do pior mês desde março

Os preços do petróleo estão novamente a negociar em queda, encaminhando-se para o pior mês desde março deste ano, altura em que a pandemia atingiu de forma mais robusta os mercados financeiros em todo o mundo.

Por esta altura, o preço do internacional Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - está a cair 0,16% para os 37,59 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) segue inalterado nos 16,17 dólares por barril.

O aumento do número de novos infetados com coronavírus está a preocupar os investidores que temem agora um impacto ainda maior do que o previsto na procura pela matéria-prima, numa altura em que as restrições de circulação em quase toda a Europa voltaram a apertar.

30.10.2020

Europa cai pela quinta sessão com vírus a pressionar

As principais praças europeias voltaram a abrir a sessão em queda, pressionadas pela propagação do coronavírus, que se faz sentir com mais força na Europa e nos Estados Unidos, e pela aproximação das eleições presidenciais norte-americanas, marcadas para a próxima terça-feira.

Assim sendo, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da região - cai 0,19% para os 341,12 pontos, naquela que é a quinta sessão consecutiva a desvalorizar. 

Hoje há um fator que está também a impedir ganhos na sessão europeia, relacionado com as grandes tecnológicas dos Estados Unidos.

A Apple, a Amazon e o Facebook até apresentaram uma subida nos lucros trimestrais, mas os investidores estão a prestar atenção a um dado específico: a venda de iPhones, que registou uma queda a nível global, sentida com mais força na China, um dos principais mercados da Apple.

Os investidores estão atentos à divulgação de dados económicos importantes no dia de hoje, como o PIB (produto interno bruto) na União Europeia, um dia após os Estados Unidos terem revelado a maior subida de sempre em cadeia no PIB.



30.10.2020

Futuros da Europa em queda com setor tecnológico a pressionar

Os futuros da Europa e dos Estados Unidos estão a negociar em queda, pressionados pelo avanço do coronavírus em ambas as geografias e pelo setor de tecnologia, depois de a Apple ter mostrado uma queda nas vendas de iPhones, principalmente no mercado chinês.

Ainda assim, tanto a Apple como a Amazon conseguiram reportar uma subida de lucros, mesmo em tempos de pandemia. No primeiro caso, os ganhos foram suportados pelos produtos para casa e "wearables" como o Apple Watch e acessórios.

Já a empresa de Jeff Bezos - que triplicou os lucros face ao período homólogo - advertiu que a pandemia poderá ter impacto nos resultados operacionais do último trimestre deste ano.

Por esta altura, os futuros do europeu Stoxx 50 caem 1,8% apontando para uma abertura de sessão no "vermelho". Do outro lado do oceano, os futuros do norte-americano S&P 500 perdem 2,3%.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática foi pautada por quedas. No Japão, o índice de referência perdeu 2%, enquanto que em Hong Kong, na China e na Coreia do Sul, as bolsas perderam entre 1,2% e 2,4%.

O sentimento nos mercados continua muito volátil, a poucos dias das eleições presidenciais nos Estados Unidos e numa altura em que a propagação do coronavírus continua a preocupar os investidores.

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