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Ao minuto17.11.2021

Apetite pelo risco sustenta rally na Europa. Petróleo regressa aos ganhos

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

REUTERS
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16.11.2021

Apetite pelo risco sustenta rally na Europa

O índice bolsista de referência na Europa voltou a atingir recordes, numa altura em que o apetite pelo risco se mantém forte devido à boa época de apresentação das contas trimestrais – o que reforçou o otimismo dos investidores quanto à perspetiva de uma prossecução do crescimento.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,24%, para 489,61 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão estabeleceu mesmo um novo máximo histórico, nos 490,45 pontos.

 

O retalho voltou a liderar os ganhos. A fabricante britânica de refrigerantes e cerveja Diageo subiu depois de dizer que vai emergir da pandemia com um crescimento superior ao esperado no médio prazo.

 

Outra cotada em destaque foi a inglesa Vodafone, que valorizou à conta das suas receitas no terceiro trimestre, que superaram as estimativas.

 

Apesar das subidas destas cotadas britânicas, o índice FTSE fechou a ceder 0,3%. Também o espanhol IBEX 35 recuou, ao deslizar 0,6%.

 

Entre os restantes índices de relevo da Europa Ocidental, o francês CAC-40 ganhou 0,3% e o alemão Dax subiu 0,6%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,4%.

 

Os gestores de fundos estão cada vez mais otimistas quanto às bolsas europeias, com 71% dos participantes num inquérito mensal convictos de que o rally no Velho Continente irá prosseguir até pelo menos ao próximo ano.

16.11.2021

Petróleo sobe com perspetiva de menos stocks

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno positivo, sustentados pela perspetiva de um aperto dos inventários em todo o mundo. Mas as previsões de um aumento da produção global nos próximos meses e os receios em torno do aumento de casos de covid na Europa estão a travar um maior ímpeto dos preços.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro avança 0,41% para 81,21 dólares por barril.

 

Já o contrato de dezembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 0,82% para 82,72 dólares.

 

A Agência Internacional da Energia (AIE), reviu hoje em alta a sua estimativa para o preço do Brent em 2022, para 79,40 dólares por barril, mas previu que a subida das cotações poderá ser atenuada à medida que os preços mais altos forem contribuindo para acelerar a produção global.

16.11.2021

Juros da dívida na Zona Euro aliviam

Os juros da dívida soberana na Zona Euro estão a aliviar, depois de ter negociado esta manhã sem tendência definida. As "bunds" da Alemanha, que servem de referência na Zona Euro, estão nos -0,245%, com uma descida de 1,4 pontos base.

Em Portugal, os juros da dívida nacional, com maturidade a 10 anos, estão a aliviar 2,1 pontos base para 0,378%, com a garantia da presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP), Cristina Casalinho, de que há margem para acomodar uma eventual subida dos juros da dívida.

Na vizinha Espanha, verifica-se uma queda de 3,0 pontos base nos juros para 0,473%, enquanto a "yield" de Itália está nos 0,966%, após uma descida de 2,8 pontos base.

16.11.2021

Dólar ganha força com euro em mínimos de 16 meses

O euro está esta terça-feira a renovar as perdas da última sessão, numa altura em que a Alemanha se prepara para suspender a certificação do gasoduto da Rússia Nord Stream 2 e a Europa enfrenta a quinta vaga da pandemia da covid-19. 

"As notícias levaram a uma subida dos preços do gás esta manhã, o que pesou ainda mais no euro com os receios sobre as condições do crescimento e a inflação mais elevada na região a intensificarem-se e a juntarem-se aos receios sobre o agravamento das medidas de confinamento na última semana", diz Ima Sammani, analista de forex da Monex.

O euro está a cair 0,15% face à divisa norte-americana, para 1,1351 dólares, estando a negociar em mínimos de 16 meses. A moeda única europeia está também a perder 0,21% frente à libra esterlina, para 0,8457 libras. 

Já o índice do dólar, que compara a divisa norte-americana com um cabaz composto de moedas rivais, está a subir 0,36%, a tocar máximos de um ano. Além dos ganhos face ao euro, está também a subir 0,39% à divisa japonesa, para 114,5600 ienes.

16.11.2021

Ouro tropeça com possibilidade da retirada de estímulos da Fed ser mais rápida

O ouro está a desvalorizar depois de ter aproximado, esta terça-feira, de atingir máximos de junho. A justificar a queda do metal precioso está o anúncio de que a Reserva Federal norte-americana (Fed) deverá acelerar o ritmo da retirada de estímulos monetários em resposta à subida da inflação. 

A reagir a isso, o ouro está agora a cair 0,10%, com a onça a valer 1.861,03 dólares. Ainda assim, o metal precioso continua acima da fasquia dos 1.800 dólares, como tem estado há oito sessões.

A declaração de que a Fed deve ser mais agressiva na gestão dos riscos da subida da inflação foi feita por James Bullard, membro da Fed que passará a ter direito de voto no próximo ano. O comentário surge depois de a taxa de inflação ter atingido, em outubro, o valor mais elevado desde 1990 (6,2%).

A prata e a platina estão também a cair. A prata está a perder ligeiramente 0,04%, com a onça a valer 25,10 dólares. Enquanto isso, a platina está a desvalorizar 1,46%, com a onça a valer 1.073,87 dólares. 

16.11.2021

Wall Street abre em leve alta com vendas a retalho a superarem as expectativas

Os três maiores índices dos EUA abriram a sesão desta quinta-feira os dados das vendas a retalho a superarem as expectativas e com os resultados das empresas ainda a impulsionarem o sentimento.

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,40% para os 36.230,12 pontos e o S&P 500 avança 0,27% para os 4.695,62 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,23% para os 15.889,19 pontos.

A Walmart, a maior retalhista do país, reviu em alta a previsão das suas vendas e lucros para o final deste ano, numa altura em que as vendas a retalho dispararam no país.

Com medo de mais disrupções nas fábricas, os norte-americanos correram para as lojas e levaram a um aumento exponencial nas vendas a retalho em outubro deste ano, dando boas indicações para o início do quarto trimestre deste ano. 

 

16.11.2021

Stoxx 600 em alta ligeira com telecomunicações e energia a liderar ganhos

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, está a registar ganhos ligeiros nesta altura, avançando 0,16% para 489,20 pontos. 

Com a maioria dos setores em terreno positivo, destaca-se o desempenho dos setores das telecomunicações (1,23%) e das empresas do setor energético (0,78%). No caso das telecomunicações, a Vodafone está em destaque, depois de ter apresentado contas antes da abertura do mercado. 

As receitas acima do esperado animaram os investidores e os títulos da empresa estão a registar ganhos acima de 5%. 

Nesta altura, apenas o setor das "utilities" e o setor químico estão no vermelho, a desvalorizar 0,42% e 0,06%, respetivamente.

O PSI-20 está a liderar as quedas entre os índices europeus, que estão a negociar de forma mista, desvalorizando 1,82%, num dia em que a Jerónimo Martins está a penalizar o índice nacional. O espanhol IBEX cai 0,25%, o alemão DAX valoriza 0,13%, o francês CAC 40 avança 0,13%. Já o FTSE está a cair 0,10%.

16.11.2021

Juros de Portugal e Espanha fogem à tendência de subida

Os juros da dívida soberana estão a subir ligeiramente em vários países da Zona Euro numa tendência inversa à das ações. Mas Portugal e Espanha fogem a esta tendência.

As "bunds" germânicas, a referência na Zona Euro, estão inalteradas nos -0,231%. Já em Itália verifica-se uma subida nos juros de 0,2 pontos base para 0,995%. Na Península Ibérica, a "yield" de Espanha está nos 0,495%, verificando-se uma descida de 0,8 pontos base.

Os juros da dívida portuguesa aliviam 0,2 pontos base para 0,397%, depois de a presidente da Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, Cristina Casalinho, ter garantido que Portugal tem margem para acomodar uma subida dos juros da dívida.

16.11.2021

Brent sobe mais de 1%

Os preços do crude em níveis inviáveis para o custo do “fracking”, os cortes de “rating”, o elevado endividamento e o crescimento das energias mais limpas pressionaram o setor do petróleo de xisto.

O petróleo está a valorizar esta manhã, numa altura em que ainda permanece a indecisão sobre se a administração de Joe Biden vai mesmo aceder às reservas estratégicas dos Estados Unidos para enfrentar a subida dos combustíveis no país.

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI) está a valorizar 0,8% para 81,53 dólares por barril. Por seu turno, o brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a subir 1,04% para 82,90 dólares por barril. 

"O mercado está preso num limbo, à espera de saber o que a administração norte-americana vai fazer", diz Warren Patterson, líder de estratégia para "commodities" da ING Groep em Singapura. "É bastante claro que para vermos alguma ação ela terá de partir dos EUA, com a OPEP+ nos calcanhares", diz este analista à Bloomberg.

16.11.2021

Ouro caminha para máximos de junho. Euro afasta-se das quedas

O ouro está a aproximar-se de máximos de junho, ao valorizar 0,12% para 1.865,01 dólares por onça. O metal precioso está a negociar há já oito sessões acima da fasquia dos 1.800 dólares.

A amparar esta subida do ouro está o tema da inflação. Com várias intervenções de membros da Reserva Federal norte-americana (Fed) na agenda, os investidores vão analisar estes discursos à espera de pistas sobre a inflação.

Já no câmbio, o euro está a negociar em alta ligeira (0,08%) face ao dólar norte-americano para 1,1377 dólares, a recuperar de quatro sessões consecutivas a perder para a divisa dos EUA.

O dólar avança 0,06% perante um cabaz composto pelas principais divisas estrangeiras. A libra esterlina aprecia-se 0,35% para 1,3463 dólares.

16.11.2021

Europa de olho nos indicadores económicos. Ásia estabilizou com encontro entre EUA e China

Os futuros da Europa apontam para um arranque de sessão "flat", num dia em que os investidores vão estar a analisar não só as contas de cotadas mas também indicadores macroeconómicos. 


Na agenda desta terça-feira está a divulgação por parte do Eurostat do PIB da Zona Euro no terceiro trimestre, assim como os dados preliminares do desemprego. Ainda na Europa, são também conhecidos os números do desemprego no Reino Unido, bem como a inflação em França e Itália. Dos EUA virão também os dados das vendas a retalho e da produção industrial.


Os mercados estão a reagir ainda ao encontro entre as gigantes económicas China e EUA. O encontro entre Joe Biden e Xi Jinping terminou com promessas de maior diálogo e cooperação, ao fim de mais de três horas de conversa. Na Ásia, onde a negociação nas principais praças está encerrada nesta altura, a sessão foi mista. No Japão tanto o índice Topix como o Nikkei valorizaram 0,11%. Na China, a bolsa de Xangai caiu 0,33% e em Hong Kong o índice Hang Seng fechou com ganhos de 1,15%.

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