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Ao minuto23.09.2020

Bolsas e petróleo sobem. Euro recua e juros dos periféricos renovam mínimos de seis meses

Acompanhe aqui a evolução dos mercados.ao longo do dia.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 23 de Setembro de 2020 às 17:19
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23.09.2020

Juros dos periféricos renovam mínimos de seis meses

As taxas de juro da dívida soberana dos países periféricos da Zona Euro voltaram a recuar hoje e renovaram mínimos de seis meses, no caso de Portugal e Espanha, e de quase um ano no que concerne a Itália.

A yield da dívida portuguesa a 10 anos desceu um ponto base, para 0,242%, o valor mais baixo desde 4 de março. Já os juros do país vizinho aliviaram 0,9 pontos, para 0,222%, mínimo de 6 de março.

A taxa de juro da dívida italiana, por seu turno, cedeu 1,4 pontos, para 0,849%, o menor nível desde 8 de outubro do ano passado. Mas a maior descida do dia pertenceu à Grécia, onde a yield aliviou 3,8 pontos, para 1,0004%.

As bunds alemãs, referência no mercado da dívida na Europa, mantiveram a taxa de juro inalterada nos -0,507%.

23.09.2020

Europa bisa no verde

A Europa mostra ganhos pela segunda sessão consecutiva, depois de apresentados dados de produção positivos e numa altura em que as cotações baixas atingidas após o sell-off de segunda-feira tornaram as compras mais atrativas.

As cotadas do setor de turismo e lazer destacaram-se com uma subida de 2,1%, abandonando as perdas que mostravam há quatro sessões. A Adidas e a Puma ficaram entre os melhores desempenhos depois de a rival Nike ter revelado resultados acima do esperado.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas, o Stoxx600, sobe 0,55% para os 359,53 pontos. Paris, Londres e Amesterdão reúnem-se acima da fasquia dos 0,5%. Mas Frankfurt e Madrid também acabaram por se posicionar no verde, embora com ganhos mais modestos.

23.09.2020

Ganhos do dólar continuam a pressionar ouro

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O metal amarelo continua a ceder terreno, penalizado pela valorização da nota verde, na qual o ouro é denominado.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 1,71% para 1.866,89 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro perdem 1,22% para 1.875,50 dólares por onça.

 

A valorização do dólar continua a ser o principal fator de pressão para o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativo como investimento alternativo.

 

"O ouro está atualmente a evoluir com a mira no dólar… e a robustez do dólar continua a pesar no ouro", comentou à Reuters uma analista da Standard Chartered, Suki Cooper.

23.09.2020

Euro cede para mínimos de dois meses face ao dólar

A moeda única europeia continua a perder terreno perante a nota verde, apesar de dados favoráveis da produção industrial no Velho Continente.

O euro recua 0,31%, para 1,1672 dólares, tendo tocado os 1,1666 dólares, mínimo desde 27 de julho.

O euro cede igualmente face à moeda inglesa, com uma queda de 0,44%, para as 0,9154 libras esterlinas.

A divisa britânica ganha também perante a contraparte norte-americana, valorizando 0,16%, para os 1,2754 dólares.

23.09.2020

PSI-20 cai pela quinta sessão com Galp em mínimo de março e BCP em mínimo histórico

A bolsa nacional volta a resvalar, com o PSI-20 a descer 0,84% para os 4.087,51 pontos. Esta é a quinta sessão de quebra consecutiva para o índice nacional, que se mantém em mínimos de 18 de maio. A manter-se este registo, setembro deverá ser o terceiro mês com saldo negativo este ano, a par de março e julho.

Lá fora, as principais praças europeias mostram ganhos sólidos. Os investidores recuperam o ânimo que parecia perdido nos últimos dias, em dia de discurso do presidente do banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, que reconhece melhorias na maior economia do mundo, mas assinala um longo caminho para a recuperação plena.

Em Lisboa, a Galp é o peso pesado em destaque no vermelho, ao ceder 3,18% para os 8,28 euros, um mínimo de 23 de março, contrariando a tendência de recuperação que apresentou na sessão anterior. A petrolífera segue em contramão com a matéria-prima, num dia em que tanto o barril em Londres como em Nova Iorque somam quase 1%.  

O banco BCP contou quatro quedas sucessivas, e recuou mesmo a um mínimo histórico, os 8,37 cêntimos, na sequência de uma descida de 1,88%. A instituição de Miguel Maya fechou a deslizar 1,64% para os 8,39 cêntimos.

23.09.2020

Petróleo sobe com queda dos stocks nos EUA

Se os preços subirem muito, o consumo pode diminuir e a capacidade de armazenamento pode ficar comprometida.

As cotações do "ouro negro" seguem em terreno positivo nos principais mercados internacionais, depois de os EUA revelarem uma queda dos inventários de crude na semana passada.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro segue a somar 1,06% para 40,22 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma valorização de 1,10% para 42,18 dólares.

 

A Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia) divulgou que as reservas de crude do país diminuíram em 1,6 milhões de barris na semana passada, para um total de 494,4 milhões, quando os analistas inquiridos pela Reuters  apontavam para uma descida de 2,3 milhões de barris.

 

Apesar de a queda dos stocks ser inferior ao esperado, os números animaram o mercado.

23.09.2020

Wall Street recupera forças em finais de setembro negro

A bolsa em Nova Iorque segue com dois dos três principais índices em alta, depois de um ciclo de quebras que se arrastava há quatro sessões consecutivas.

O generalista S&P500 avança 0,11% para os 3.319,28 pontos, afastando-se dos mínimos de 31 de julho que tocou na última sessão. O industrial Dow Jones avança 0,47% para os 27,416,91 pontos e o tecnológico Nasdaq é o único a destoar, com uma queda de 0,36% para os 10.924,49 pontos.

O mês de setembro, a um dia do final, posiciona-se para ser o primeiro mês de quebra para estes três índices desde março. Os investidores retraíram-se face às consequências negativas que se anteveem na sequência de uma segunda vaga de covid-19. Contudo, o sell-off veio afirmar-se como uma oportunidade tentadora para comprar a preços mais baixos e as esperanças quanto a uma nova vacina devolvem algum ânimo.

No mundo empresarial, o destaque recai sobre a Johnson & Johnson, que soma 1,44% para os 146,29 dólares, no dia em que esta farmacêutica anunciou que se prepara para fazer um teste alargado, de forma a perceber a eficácia de uma vacina contra a covid-19 de dose única.  

23.09.2020

Petróleo mantém quedas com procura ameaçada por pandemia

Os preços do petróleo continuam em queda, com a segunda vaga de contágio do coronavírus a ameaçar a procura pela matéria-prima, trazendo de volta os receios de uma contração forte, como no início da primeira vaga. 

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - perde 0,96% para os 41,32 dólares por barril e o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) desvaloriza 1,16% para os 39,34 dólares por barril. 

O Instituto de Petróleo Americano (API, na sigla em inglês) reportou que o número de inventários subiu cerca de 700 mil barris na semana passada, enquanto que os "stocks" de gasolina encolheram 7,7 milhões de barris. 


23.09.2020

Europa em alta após aprovação de projeto de financiamento nos EUA

As principais bolsas europeias estão a negociar em alta pela segunda sessão consecutiva, depois de ontem a Câmara dos Representantes nos EUA ter dado luz verde a um plano de financiamento para as agências federais, num sinal visto como positivo pelos investidores, que aguardam por um novo pacote orçamental para apoiar o setor privado.

Por esta altura, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - avança 0,71% para os 360,09 pontos, com todos os setores em alta. 

Ontem de madrugada (em Lisboa), a Câmara dos Representantes aprovou um projeto provisório que permite que as agências federais dos EUA possam continuar a ser financiadas. 

Esta medida legislativa, conhecida como resolução de continuidade, financiará – se aprovada pelas duas câmaras do Congresso – o governo até 11 de dezembro, o que permite aos serviços públicos dos Estados Unidos continuarem a funcionar. Ou seja, evita o chamado "shutdown". Agora, falta a luz verde por parte do Senado.

Ainda assim, o apoio que os mercados mais ambicionam é o acordo entre Democratas e Republicanos para um novo pacote orçamental que seja capaz de injetar diretamente capital nas pequenas e médias empresas.

Alías, foi precisamente essa a mensagem principal de Jerome Poweel - que ontem esteve a discursar no Congresso dos EUA.

Em foco continua o desenrolar da crise sanitária, com o número de novos casos de doentes com covid-19 a aumentar um pouco por todo o mundo.

23.09.2020

Juros de Itália em mínimos históricos e em Portugal em mínimos de fevereiro

Os juros da dívida italiana, uma das mais arriscadas no sul da Europa - a par da Grécia - estão a negociar em mínimos históricos a trinta anos, e muito perto desse patamar na "yield" a dez anos, reagindo assim às eleições regionais que trouxeram estabilidade governamental, de acordo com analistas.

As eleições, que decorreram entre domingo e segunda-feira, deram a vitória ao Partido Democrático (PD), de centro-esquerda, em três regiões consideradas fundamentais, devido à ameaça da Liga. Na Toscana, uma das regiões que centrava as atenções nesta ida às urnas, o candidato do PD venceu uma disputa renhida com o rival de extrema-direita.

Por esta razão, os juros transalpinos a trinta anos caíram quatro pontos base para os 1,75%, o que representa um mínimo histórico. O sentimento de quedas foi transversal em todas as maturidades da dívida, com a taxa de referência (a 10 anos) a aproximar-se também desse patamar com uma queda, pela terceira sessão consecutiva, de 3,8 pontos base para os 0,825%.

Assim, o "spread" para os juros da Alemanha, uma medida para o risco das obrigações italianas, caiu para um mínimo em mais de sete meses. 

Os juros em toda a Zona Euro estão a negociar em mínimos, com três reduções, nos três primeiros dias desta semana. A "yield" de referência para a região, a Alemanha, perde 1,5 pontos base para os -0,521%.

Na Península Ibérica, os juros de Portugal caem para mínimos desde fevereiro deste ano, com uma perda de 2,8 pontos base para os 0,224%. Situação semelhante se verifica em Espanha, com os juros a dez anos a negociarem abaixo de 0,2%.

23.09.2020

Ouro afasta-se dos 1.900 dólares

O ouro está a perder terreno pela terceira sessão consecutiva, negociando em mínimos de agosto e mais longe dos 1.900 dólares. Penalizado pela alta do dólar, que reduz a atratividade do metal precioso, o ouro está a descer 0,96% para 1.881,94 dólares a onça no mercado à vista em Londres.

23.09.2020

PSI-20 segue ganhos da Europa após quatro sessões no vermelho

O PSI-20 abriu a subir 0,47% para 4.141,19 pontos, depois de ontem ter tocado em novos mínimos de maio na quarta sessão seguida em terreno negativo.

 

Na Europa a tendência é igualmente positiva, depois da sessão em Wall Street e nas praças asiáticas ter sido positiva, sendo que o projeto de financiamento provisório aprovado pela Câmara dos Representantes deve suportar o sentimento do mercado.

 

A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou na terça-feira um projeto-lei de financiamento de curto prazo que vai manter a administração pública financiada até 11 de dezembro, depois de os democratas terem alcançado um acordo com a Casa Branca em relação à ajuda ao setor agrícola e ajuda alimentar.

Os investidores vão estar esta manhã atentos à divulgação dos índices dos gestores de compras (PMI) da IHS Markit, que vão sinalizar a robustez da recuperação da economia europeia em setembro.

Em Lisboa o PSI-20 está a ser impulsionado por todos os pesos pesados. A Galp Energia soma 0,61% para 8,604 euros e a EDP avança 0,58% para 4,139 euros. 

O BCP valoriza 0,94% para 0,0861 depois de ontem ter tocado em mínimos de maio. A Jerónimo Martins sobe 0,44% para 13,815 euros.

23.09.2020

Dólar avança pelo quarto dia após superar resistência

O dólar prossegue a tendência de recuperação face às perdas das últimas semanas, estando esta quarta-feira a ganhar terreno ao euro pela quarta sessão consecutiva. A moeda europeia desvaloriza 0,21% para 1,1683 dólares e o índice da divisa norte-americana (que mede a variação do dólar contra as principais moedas mundiais) soma 0,2%.

 

Segundo a Bloomberg, o avanço do dólar ganhou força depois da moeda dos EUA ter superado uma resistência técnica chave. A valorização acontece depois do presidente da Reserva Federal ter apelado a mais estímulos orçamentais à economia norte-americana, que tem um longo caminho pela frente para recuperar e das declarações do presidente do banco da Reserva Federal de Chicago, Charles Evans.

"Os receios em torno de uma série de questões, juntamente com os comentários do presidente da Reserva Federal dos EUA, Jerome Powell, sobre a economia e as surpreendentes declarações de Evans sobre os potenciais aumentos da taxa de juro antes de o alvo da inflação ser atingido, deram asas ao dólar para levantar voo", disse Jingyi Pan, estratega de mercado da IG, citado pela Dow Jones.

 

A Câmara dos Representantes aprovou na noite desta terça-feira um projeto provisório que permite que as agências federais dos EUA possam continuar a ser financiadas.

 

 

23.09.2020

Futuros da Europa em alta após sessão asiática positiva

Os futuros europeus estão a negociar em alta nesta quarta-feira, com o Euro Stoxx 50 a subir 0,7%, apontando para o segundo início de sessão consecutivo nas ações do continente. 

A mesma tendência é registada, para já, nos futuros do norte-americano S&P 500 (+0,3%). Já os futuros do tecnológico Nasdaq Composite seguem em queda depois de o "battery day" da Tesla ter desapontado os investidores, com Elon Musk a alertar que os avanços tecnológicos anunciados poderiam demorar mais do que o esperado e a não dar grandes novidades para o segmento das baterias.  

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática fez-se com um tom ligeiramente positivo, num dia em que a bolsa do Japão voltou à negociação após feriado. 

Ontem, o discurso de Jerome Powell no Congresso dos Estados Unidos centrou as atenções. O líder da Reserva Federal apelou a uma união entre Republicanos e Democratas para a obtenção de um novo apoio orçamental capaz de ajudar diretamente as pequenas e médias empresas. 

As ações em todo o mundo estão a preparar-se para a sua primeira queda mensal desde março, o mês marcado pelo início da pandemia na Europa.

Os investidores continuam a aguardar por mais apoios por parte de Washington, enquanto o número de novos casos com covid-19 continua a aumentar um pouco por todo o mundo, levantando novamente a hipótese de um confinamento. 


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