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Europa sobe mais de 1%, S&P500 acima de recorde de fecho e petróleo perto de máximo de cinco meses

Acompanhe aqui a evolução dos mercados ao longo do dia.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 12 de Agosto de 2020 às 20:24
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Futuros da Europa em queda com impasse no Congresso dos EUA
As bolsas europeias deverão abrir em queda, seguindo a atual prestação dos futuros das ações no "velho continente", com os investidores pessimistas quanto a um acordo no Congresso sobre o novo pacote de estímulos orçamentais nos Estados Unidos. 

Por agora, a minutos da abertura de sessão, os futuros do Stoxx 50 - que reúne as 50 maiores cotadas da Europa - vai desvalorizando 0,6%. Já os futuros do norte-americano S&P 500 avançam 0,1%.

A pesar no sentimento das bolsas estão os comentários do senador Mitch McConnell, que disse que as negociações entre Democratas e Republicanos estavam num impasse. Apesar das expectativas de que o entendimento estaria selado na semana anterior, as conversações prolongaram-se mais do que o previsto e parece ainda não haver "fumo branco".

Esta semana o foco está também na nova ronda de negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, que terão lugar a partir do próximo dia 15 de agosto. Agora, Pequim fez saber que iria levar o assunto da expulsão da TikTok e da WeChat do território norte-americano para as reuniões. 

Durante a madrugada em Lisboa, a negociação asiática fez-se de forma mista. No Japão, o principal índice ganhou 1,1%, mas em Hong Kong e na China perdeu 0,2% e 1,6%, respetivamente. 





Petróleo encaminha-se para máximos de cinco meses
Petróleo encaminha-se para máximos de cinco meses
Os preços do petróleo estão a escalar para perto de máximos de cinco meses, animados com a expectável terceira queda semanal consecutiva do número de inventários da matéria-prima nos Estados Unidos.

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - valoriza 1,15% para os 45,01 dólares por barril, enquanto que o crude norte-americano ganha 1,13% para os 42,08 dólares por barril.

O instituto americano de petróleo reportou que os "stocks" caíram cerca de 4,01 milhões na semana passada. Hoje, caso a administração de energia norte-americana confirme esta queda, será a terceira redução semanal consecutiva.

Os preços do petróleo estão a subir acima da média móvel dos últimos 200 dias, animados com a recuperação na procura pela matéria-prima, mesmo que os países da OPEP+ estejam a voltar a produzir em maiores quantidades.
Ouro recupera da maior queda em seis anos
Ouro recupera da maior queda em seis anos

O ouro está a recuperar da queda acentuada que sofreu na terça-feira, sessão em que os investidores regressaram a ativos de risco, aproveitando para realizar mais-valias no metal precioso.

A cotação do ouro está a valorizar 0,42% no mercado à vista em Londres, negociando nos 1.919,86 pontos. Ontem a matéria-prima chegou a afundar mais de 6%, transacionando abaixo dos 1.900 dólares, naquela que foi a queda diária mais forte pelo menos em seis anos.

A tendência negativa do ouro acelerou ontem depois da cotação ter quebrado em baixa a barreira dos 2.000 dólares, o que levou muitos investidores a aproveitar para realizar mais-valias face aos máximos históricos alcançados na semana passada.

Libra indiferente a quebra histórica do PIB do Reino Unido

O mercado cambial segue com fracas oscilações no arranque da sessão europeia, com a divisa britânica para já indiferente à queda histórica do PIB do Reino Unido.

A economia do Reino Unido sofreu uma contração maior do que qualquer outro país na Europa no segundo trimestre, com o PIB (produto interno bruto) a cair 20,4% em cadeia no período em análise, naquela que é a maior queda da história numa das maiores economias do "velho continente". 

Ainda assim a queda saiu em linha com o esperado pelos economistas, pelo que a libra está a passar incólume a este mau desempenho. A moeda britânica desde 0,03% para 1,3044 dólares e segue também pouco alterada face à moeda única (1,1109 euros).

"Esperamos que a procura acumulada leve a uma forte recuperação no terceiro trimestre, embora este ímpeto deva desaparecer gradualmente à medida que o outlook para o mercado de trabalho se deteriora. A economia do Reino Unido não deve regressar aos níveis pré-pandemia antes do final do próximo ano", refere Dean Turner, economista do UBS Global Wealth Management, citado pela Dow Jones.

Juros sobem após atingirem mínimos de março

As obrigações soberanas do euro estão o prolongar o movimento de queda iniciado a meio da sessão de ontem, corrigindo do movimento altista das últimas sessões que levou as taxas de juro dos títulos de dívida para mínimos de março.

A "yield" das obrigações do Tesouro a 10 anos está a subir 1,5 pontos base para 0,306% e a taxa dos títulos espanhóis com a mesma maturidade também regista um agravamento de 1,5 pontos base para 0,289%. Na Alemanha a subida é mais intensa, com a "yield" das bunds a 10 anos a avançar 2,2 pontos base para -0,457%.   

Europa ganha com otimismo em torno da vacina anti-covid
As principais praças europeias estão a valorizar na sessão desta quarta-feira, apesar de uma abertura em falso. 

Agora, o Stoxx 600 - que agrupa as 600 maiores cotadas da região - está a valorizar 0,18% para os 371,43 pontos, com os setores das telecomunicações e da banca a destacarem-se com subidas de cerca de 2%. 

Destaque hoje para os dados preliminares da economia do Reino Unido, que mostraram uma contração maior do que qualquer outro país na Europa no segundo trimestre, com o PIB (produto interno bruto) a cair 20,4% em cadeia no período em análise, naquela que é a maior queda da história numa das maiores economias do "velho continente". 

A pesar no sentimento das bolsas estão os comentários do senador Mitch McConnell, que disse que as negociações entre Democratas e Republicanos estavam num impasse. Apesar das expectativas de que o entendimento estaria selado na semana anterior, as conversações prolongaram-se mais do que o previsto e parece ainda não haver "fumo branco".

Esta semana o foco está também na nova ronda de negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, que terão lugar a partir do próximo dia 15 de agosto. 

Ainda assim, as boas notícias sobre os desenvolvimentos da vacina estão a apoiar o sentimento das bolsas, depois de a Rússia ter dito que registou a primeira vacina contra o coronavírus no mundo.
S&P500 mais perto de máximo histórico com investidores de olhos nos estímulos

As bolsas norte-americanas negoceiam em alta no arranque da sessão, com o S&P500 cada vez mais perto dos máximos históricos fixados em fevereiro, numa altura em que os investidores continuam focados nas negociações entre democratas e republicanos para um novo pacote de estímulos para a economia norte-americana.

O Dow Jones soma 1,04% para 27.974,24 pontos e o Nasdaq valoriza 1,06% para 10.897,08. O S&P500 valoriza 0,93% para 3.364,71 pontos.

O S&P500 esteve ontem a escassos 0,15% de atingir um máximo histórico, mas fechou o dia a perder terreno pela primeira vez em oito sessões, situando-se agora a 1% do pico de fevereiro nos 3.393,52 pontos. O Nasdaq, que está a recuperar de três sessões em queda, tem atingido máximos históricos desde fevereiro e o Dow Jones está ainda a 6% do pico de fevereiro.

As cotadas do setor energético destacam-se pela positiva devido à subida das cotações do petróleo, que reagem à queda acentuada dos stocks nos Estados Unidos. A Occidental Petroleum ganha 1,65% e a Chevron soma 1,47% para 90,95 dólares.

A banca está a beneficiar com a subida das yields das obrigações, destacando-se o Citigroup com um ganho de 2,34% para 55,02 dólares.

Entre as tecnológicas a Apple valoriza 1,05% para 442,33 dólares e Amazon soma 1,14% para 3.113,93 dólares.

A Tesla dispara 4,78% para 1.439,06 dólares depois da fabricante de automóveis elétricos ter anunciado um "stock split" de uma para cinco ações.

Ouro retoma tendência altista após pausa para mais-valias
Ouro retoma tendência altista após pausa para mais-valias

Depois da maior queda diária em seis anos que levou a cotação abaixo dos 1.900 dólares por onça, o ouro retomou a tendência de ganhos esta quarta-feira, apesar da sessão estar a ser marcada pela aposta dos investidores em ativos de maior risco, como é o caso das ações, e das taxas de juro das obrigações estarem também em alta.

No mercado à vista em Londres o ouro está a subir 1,39% para 1.938,56 dólares. Na terça-feira o metal precioso chegou a cair mais de 6% e durante a sessão asiática atingiu um mínimo de 1.863,15 dólares. O período de mais-valias foi de curta duração e a matéria-prima retomou a tendência altista que tem marcado a negociação do ouro em 2020 (sobe cerca de 30% este ano).

Na sexta-feira o ouro atingiu um máximo histórico acima dos 2.000 dólares e "na mente de muitos investidores esta foi a altura certa para realizar mais-valias", comentou à Bloomberg Gavin Wendt, analista da MineLife Pty.

Petróleo perto de máximo de cinco meses
Petróleo perto de máximo de cinco meses

O petróleo está a negociar perto de máximos de cinco meses, beneficiando com as perspetivas de redução da oferta e com o maior apetite dos investidores por ativos de maior risco.

O Brent, que negoceia em Londres e serve de referência às importações portuguesas, está a subir 2% para 45,39 dólares por barril. O máximo de 6 de março foi fixado a 5 de agosto nos 46,23 dólares. O WTI soma 2,31% para 42,57 dólares e também transaciona muito perto de máximos de cinco meses.

A contribuir para a subida da matéria-prima está a expectativa de aprovação de uma nova ronda de estímulos nos Estados Unidos, o que contribuirá para o aumento da procura e está a refoçar a aposta dos investidores em ativos de maior risco.

Já do lado da oferta as notícias também são favoráveis à subida das cotações. A Saudi Aramco anunciou hoje uma forte descida no investimento operacional para preservar o dividendo prometido aos acionistas e os stocks nos EUA estão a cair.

O instituto americano de petróleo reportou que os "stocks" caíram cerca de 4,01 milhões na semana passada. Hoje a administração de energia norte-americana confirmou a terceira redução semanal consecutiva nos stocks.

Euro sobe pelo segundo dia
A moeda única europeia está a valorizar face ao dólar, estando agora a ganhar 0,46% para 1,1794 dólares naquela que é a segunda valorização consecutiva em relação à divisa norte-americana.

Por seu turno, o dólar perde terreno numa altura em que os investidores aguardam pela divulgação dos dados atualizados da taxa de inflação nos Estados Unidos.

A perspetiva de que a evolução dos preços no consumidor confirme a dificuldade de retoma da economia norte-americana está a penalizar o dólar e a repercutir-se no reforço do ouro enquanto ativo de refúgio.
Bolsas europeias sobem mais de 1%
As principais bolsas do velho continente deram continuidade à tendência recente de ganhos na sessão desta quarta-feira, 12 de agosto, com várias praças a renovarem máximos de finais de julho.

O índice de referência europeu Stoxx600 somou 1,11% para 374,88 pontos num dia em que tocou em máximos de 23 de julho e em que encerrou na cotação mais alta desde o dia 21 do mesmo mês. Na Europa, os setores químico, banca e telecomunicações foram os que mais impulsionaram.

O índice lisboeta acompanhou a tendência e fechou a ganhar 1,07% para 4.481,69 pontos, apoiado em especial nas valorizações da Galp Energia (+2,02% para 9,806 euros) e da EDP (+1,77% para 4,417 euros). O principal índice nacional registou a terceira subida seguida e transacionou em máximos de 27 de julho.

Na Europa, a subida de 3% da AstraZeneca foi a que mais impulsionou o Stoxx600, sendo que a valorização próxima de 27% da Sunrise Communications foi a maior das sessões bolsistas no velho continente.

Já no setor financeiro coube ao holandês ABN Amro e ao britânico HSBC o maior destaque, com as subidas destes bancos a ajudarem a contrabalançar as quedas registadas pelas cotadas dos setores imobiliário e tecnológico.
Juros de Portugal sobem pela segunda sessão

O dia foi de quedas generalizadas nas cotações das obrigações soberanas, com os investidores a deslocarem a aposta dos títulos de dívida para ativos de maior risco, como é o caso das ações e matérias-primas, devido à perspetiva de novos estímulos na economia norte-americana.

Depois do mínimo de março fixado na segunda-feira, a taxa de juro das obrigações soberanas portuguesas agravou-se pela segunda sessão, em linha com o desempenho das congéneres europeias.

A yield dos títulos a 10 anos avançou 2,9 pontos base para 0,32%. O spread face à dívida alemã manteve-se abaixo dos 80 pontos base já que a taxa das bunds com a mesma maturidade também subiu 2,9 pontos base para -0,45%.

S&P 500 supera recorde de fecho e ganha 50% face a mínimos de março
O S&P 500 superou esta quarta-feira, já na última hora de negociação, o máximo histórico de fecho registado a 19 de fevereiro.

O índice tocou os 3.387,89 pontos, valorizando 1,6%, e superou o mais alto valor de fecho de sempre, nos 3.386,15 pontos. O máximo em termos de intraday - 3.393,52 pontos - , que remonta também a 19 de fevereiro deste ano, ainda não foi alcançado. 
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