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Ao minuto06.11.2020

Europa cede mas marca melhor semana desde junho. Ouro, dólar e petróleo no vermelho

Acompanhe aqui o dia nos mercados,

Os novos números da pandemia foram bem recebidos pelos investidores.
Andy Rain/EPA
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06.11.2020

Juros sobem na Zona Euro

A aposta em em ativos seguros, como é o caso das obrigações soberanas, prossegue nestes tempos de incerteza decorrentes da pandemia de covid-19 e da espera pelos resultados das eleições presidenciais nos EUA.

 

A maior aposta na dívida faz descer os juros, cenário que hoje se verificou de novo na generalidade da Europa.

 

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos somaram 2 pontos base para 0,073%. Já as "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, seguiram a mesma tendência, a subir 1,7 pontos base para 0,622%. Em França avançaram 8 pontos base para 0,358%.

 

Itália esteve em contraciclo, na mesma maturidade, com os juros a recuarem 2,7 pontos base para 0,638%, ao passo que em Espanha se mantiveram nos 0,094%.

06.11.2020

Europa recua mas consegue melhor ganho semanal desde junho

As bolsas europeias cederam terreno quase generalizadamente esta sexta-feira, à conta da espera pelos resultados das eleições nos EUA, mas marcaram a melhor semana desde junho. Ontem seguiam a caminho do melhor ganho semanal desde abril, mas as quedas de hoje diminuíram esse avanço.

 

O índice de referência Stoxx Europe 600 fechou a recuar 0,2%, reduzindo assim a sua subida semanal para 7%.

 

O setor automóvel foi um dos que mais penalizou a sessão de hoje no Velho Continente, com uma descida de 1,7%, depois de a Associação Europeia de Fabricantes Automóveis (ACEA) rever em baixa as previsões para as vendas de carros na União Europeia. A ACEA estima uma queda de 25% nas vendas automóveis da UE este ano devido à crise que o setor enfrenta em decorrência da pandemia de covid-19.

 

Ainda a penalizar este setor esteve um lobby industrial francês, que advertiu para uma queda nas encomendas automóveis.

 

Já o Natixis pesou no setor da banca (que caiu 1%, agregadamente), numa altura em que procura terminar a sua parceria com a controversa gestora de património H2O.

 

Do lado dos ganhos, destaque para o setor mineiro (+2%), com a desvalorização do dólar a impulsionar os preços dos metais. Também o segmento dos seguros registou um avanço, a somar 0,2%, dado o otimismo dos investidores após o reporte de resultados de algumas empresas do setor, que superaram as estimativas.

 

Dos principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax caiu 0,7%, o espanhol Ibex 35 cedeu 0,8%, o francês CAC 40 recuou 0,5% e o italiano FTSEMIB deslizou 0,3%.

 

As exceções às quedas na Europa Ocidental foram os índices britânico FTSE 100 (que pulou 0,10%) e o holandês AEX (que somou 0,2%).

 

"Após uma abertura mista, os benchmarks europeus consolidaram-se esta sexta-feira, seguindo a tendência também verificada nos mercados asiáticos. Depois de quatro dias em alta, os investidores optaram por refrear os seus investimentos na última sessão de negociação da semana", sublinha a ActivTrades no seu relatório diário desta sexta-feira.


"Os votos ainda estão a ser contados em alguns dos ‘swing states’, mas o Presidente Trump já veio contestar os resultados. Enquanto isso, o candidato democrata Joe Biden está cada vez mais perto da Casa Branca. No entanto, o Senado vai continuar a ser controlado pelos republicanos. Este cenário de vitória conturbada, já antecipado desde outubro por muitos investidores, não está propriamente a influenciar os mercados", acrescentam os analistas daquela corretora.

06.11.2020

Dólar perde terreno com incerteza nas eleições dos EUA

A incerteza sobre o resultado das presidenciais nos Estados Unidos está a pressionar o dólar, que cede face a moeda única europeia.

O euro ganhava 0,43% perante a "nota verde", cotando nos 1,1877 dólares.

A moeda europeia subia também 0,46% face à divisa britânica, trocando-se por 0,9039 libras esterlinas, e valorizava 0,21% perante a moeda nipónica, para os 122,6500 ienes.

Em termos semanais, o euro ganha cerca de 2% face ao dólar.

06.11.2020

Ouro recua mas está a caminho de melhor semana desde julho

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O metal amarelo segue a perder algum terreno, mas está a caminho da melhor semana em mais de três meses.

 

O ouro a pronto (spot) cede 0,30% para 1.942,25 dólares por onça no mercado londrino, muito à conta da incerteza em torno das eleições nos EUA.

Isto depois de ontem disparar 2,4% com a queda da nota verde, estando a caminho de um ganho semanal de 3,5%, o mais elevado desde finais de julho, na expectativa de mais apoio económico por parte da Reserva Federal norte-americana devido à perspetiva de um Congresso dividido (Senado com maioria republicana e Câmara dos Representantes com controlo dos democratas).

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro perdem também 0,30% para 1.941,30 dólares por onça.

 

Os investidores estão a apostar num dólar "low cost" para o médio/longo prazo sob a Administração Biden, assim como numa postura branda da parte da Reserva Federal, o que ontem ajudou a sustentar o outro, refere a ActivTrades no seu relatório diário desta sexta-feira.

 

"De um ponto de vista técnico, estamos numa faixa de negociação lateral entre os 1.850 e 2.070 dólares, mas assistimos, ontem, a uma movimentação importante, com o ouro a ultrapassar a resistência colocada nos 1.930 dólares, saltando acima dos máximos de 12 e 21 de Outubro", referem os analistas da ActivTrades.

 

"As próximas horas e dias vão ser cruciais para se perceber se o ouro conseguirá limpar esta resistência, prosseguindo a sua recuperação até ao marco dos 2.000 dólares no curto prazo, ou se será necessária uma pausa para consolidação", acrescentam.

06.11.2020

Petróleo prossegue queda em clima de incerteza

As cotações do "ouro negro" seguem em baixa, numa altura em que se mantém a incerteza em torno do resultado das eleições presidenciais nos EUA, apesar de Biden estar muito perto de chegar à Casa Branca.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro segue a recuar 2,68% para 37,75 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, cede 1,98% para 40,12 dólares.

 

Além da espera pelos resultados das presidenciais norte-americanas, a pressionar a tendência nos mercados petrolíferos estão também os receios de que os novos confinamentos na Europa, decorrentes da forte subida dos novos casos de covid-19, possa penalizar a procura por combustível.

06.11.2020

Wall Street perde fôlego à espera de resultados das eleições

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram no vermelho, sendo a primeira sessão da semana em que negoceiam em baixa.

 

O Dow Jones segue a ceder 0,42% para 28.272,35 pontos e o Standard & Poor’s 500 recua 0,53% para 3.491,82 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza 1,04% para 11.767,91 pontos.

 

Wall Street, que estava ontem a caminho da sua melhor semana desde abril, está assim hoje a perder gás, enquanto os investidores esperam pelos resultados das eleições presidenciais nos estados onde ainda se processa a contagem de votos.

 

Biden está muito perto de chegar à Casa Branca, mas a espera e a incerteza estão hoje a pesar no sentimento do mercado.

 

Também a desaceleração no crescimento do emprego está a penalizar. A recuperação de postos de trabalho prosseguiu em outubro (pelo sexto mês consecutivo), com mais 638.000 empregos, mas estes ainda estão 10 milhões abaixo dos níveis anteriores à pandemia (ou seja, desde fevereiro).

 

A taxa de desemprego caiu para 6,9%, contra 7,9% em setembro. Apesar de a dimensão desta diminuição ter surpreendido os economistas, cujo consenso apontava para uma taxa de 7,7% em outubro, esta é a taxa de desemprego mais alta numas eleições presidenciais.

 

Muitos funcionários regressaram ao trabalho, como é revelado pela redução no número de pessoas em lay-off, tendo havido poucas alterações no número de desempregados permanentes.

06.11.2020

Ouro não escapa às quedas

O metal amarelo tem brilhado mais do que nunca, numa altura em que os inves    tidores procuram um refúgio para os seus ativos, num contexto de maior risco no plano económico e geopolítico.

O ouro está a perder terreno com a indefinição da corrida à Casa Branca a afastar os investidores, até que o vencedor seja conhecido.

O metal precioso perde 0,25% para os 1.944,75 dólares por onça.

06.11.2020

Euro continua a ganhar força pela quarta sessão

No mercado cambial, o euro ganha peso frente ao dólar pelo quarto dia consecutivo, ao apreciar 0,15% para os 1,1844 dólares.

A libra, que ontem disparou após a decisão do Banco de Inglaterra em injetar mais dinheiro ao seu programa de compra de ativos, continua em alta ao ganhar 0,24% para os 1,1084 dólares. 

06.11.2020

Europa regressa a terreno negativo com eleições dos EUA a causarem nervosismo

As praças europeias aproveitaram a sessão desta sexta-feira para respirar, numa altura em que as eleições dos Estados Unidos continuam por definir, e o volume de notícias escasseia à espera que a contagem termine nos estados em falta.

Por agora, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da região - cai 0,12% para os 366,69 pontos, com o setor da tecnologia a liderar as quedas (-0,70%), corrigindo dos fortes ganhos dos últimos dias. 

Numa altura em que este índice de referência se prepara para conseguir a sua melhor semana desde abril, os setores ciclicos - automóvel e farmacêutico - preparam-se para ter um melhor desempenho do que os setores mais defensivos - telecomunicação e bens alimentares.

Com Joe Biden a levar vantagem no agregado das eleições, o otimismo em torno de uma vitória do candidato Democrata reforçou-se depois de ter tomado a liderança no Estado do Nevada, que poderá ser decisivo para a sua eleição.

Mas o pára-arranca deste estado das eleições está a levar os investidores a perderem o entusiasmo.

Em termos de bancos centrais, ontem o Banco de Inglaterra manteve as taxas inalteradas em mínimos nos 0,1%, mas injetou ainda mais dinheiro à sua bazuca de compra de ativos que agora vale mais de 900 mil milhões de euros. Já nos Estados Unidos, a Fed optou por manter tudo inalterado.

06.11.2020

Juros de Portugal permanecem perto de mínimos. "Yield" de Itália com maior ciclo de quedas desde julho

Os juros da dívida dos países da Zona Euro continuam a cair na chamada periferia, com Itália a liderar as perdas. A "yield" transalpina a dez anos cai 1,5 pontos base para os 0,650%, registando a quinta sessão consecutiva a perder risco - o maior ciclo dos últimos quatro meses.

Por cá, os juros de Portugal permanecem perto dos mínimos históricos (0,04%), ao caírem 0,4 pontos base para os 0,066%. Em Espanha o cenário é idêntico e a taxa de referência está nos 0,082%.

Mas se nos países da periferia os juros caem, na Alemanha a taxa mantém-se em ligeira subida (+0,1 pontos base) para os -0,637%.

Nos Estados Unidos, os juros voltaram a subir e estão nos 0,773% na maturidade a dez anos.

06.11.2020

Petróleo em queda com "interminável" eleição presidencial e aumento de casos de covid-19

Ainda há muita oferta excedentária, mas a procura tem vindo a subir.

Os preços do petróleo estão novamente em queda, devido ao aumento de novos casos de pessoas infetadas com coronavírus e à indecisão ainda sobre as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América.

Ainda assim, os preços desta matéria-prima deverão registar uma subida no acumular da semana, uma vez que a OPEP + (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os aliados, liderados pela Rússia) planeia adiar o aliviar de cortes de produção.

Para já, o Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - cai 1,42% para os 40,35 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) desvaloriza 1,50% para os 38,21 dólares por barril.

Joe Biden parece estar mais perto de "cantar vitória" nesta corrida presidencial, mas provavelmente terá de lidar com uma divisão no Congresso.

06.11.2020

Futuros na Europa e nos EUA respiram após dias "frenéticos" com as eleições

Os futuros das ações europeias e norte-americanas estão a recuar nesta sexta-feira, apontando para uma abertura de sessão em queda, numa altura em que o resultado das eleições presidenciais dos Estados Unidos continua sem ser conhecido. 

Na Europa, os futuros do Stoxx 50 - índice que agrupa as 50 maiores cotadas da região - caem 0,7%, enquanto que os futuros do S&P 500 perdem 0,8%.

Para já, o candidato democrata Joe Biden conta com 264 votos eleitorais, faltando-lhe seis delegados para vencer as eleições. Trump conta com 214 votos, estando a 56 delegados de conseguir a vitória.

Biden lidera no Nevada, um estado que poderá ser decisivo para a sua vitória. Contudo, o final da contagem poderá surgir apenas no fim-de-semana. 

Trump tem tentado impedir a contagem dos votos através de ações no Tribunal. As mais recentes, sobre a contagem nos estados da Pensilvânia, Michigan e Georgia, foram rejeitadas.

Até ao momento, o S&P 500 acumula um ganho semanal de cerca de 7%, enquanto que o Nasdaq ganha mais de 9% na semana.

Ontem, a 
Reserva Federal norte-americana manteve a taxa de juro diretora num intervalo entre 0% e 0,25%, tal como se esperava. O seu presidente, Jerome Powell, tem reiterado nos últimos tempos que não considera adequado partir para um cenário de juros negativos, e uma vez mais a taxa dos fundos federais ficou no patamar onde está desde março.

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