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Ao minuto06.07.2020

Bolsas europeias sobem para máximo de um mês e juros de Portugal caem para mínimos de março

Acompanhe ao minuto a evolução dos mercados ao longo do dia.

Os analistas portugueses têm recomendações mais otimistas para as ações cotadas na bolsa de Lisboa.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 06 de Julho de 2020 às 17:35
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06.07.2020

Bolsas em alta e Stoxx 600 com maior valor de fecho num mês

As bolsas europeias transacionaram em alta na sessão desta segunda-feira, dando assim continuidade à toada de valorizações registada na Ásia, sobretudo nas praças chinesas, que se prolonga também à negociação em Wall Street.

O índice compósito de Shanghai obteve a maior valorização diária desde 2015, enquanto o índice de referência europeu, Stoxx600, somou 1,58% para 371,21 pontos, a cotação de fecho mais alta desde 8 de junho numa sessão em que negociou em máximos de 10 de junho.

O Stoxx600 beneficiou da subida de todos os setores europeus que o integram, em especial da banca, que ganhou cerca de 4% para também transacionar no valor mais elevado desde 10 de junho.

Por seu turno, o índice lisboeta PSI-20 acompanhou a tendência, porém não foi além de uma ligeira subida de 0,05% para 4.407,48 pontos.

06.07.2020

Juros de Portugal em mínimos desde 11 de março

Os juros da dívida dos países da periferia da Zona Euro aliviaram esta segunda-feira, enquanto o das "bunds" alemãs, o "benchmark" do mercado, registaram uma ligeira subida.

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos recuavam 1,4 pontos base, para os 0,405%, o valor mais baixo desde 11 de março. 

A dívida portuguesa mantém-se como mais atrativa do que a do país vizinho, onde as taxas de juro desceram 1,9 pontos base, para os 0,419%.

Também Itália e Grécia viram os juros baixarem, com quedas de 1,6 e 1,1 pontos base, para os 1,237% e 1,134%, respetivamente.

As obrigações alemãs apresentam uma taxa de juro negativa de -0,435%, uma subida de 0,2 pontos base.

06.07.2020

Euro ganha com renovado apetite ao risco

O euro está a avançar 0,54% para os 1,1309 dólares. A moeda única europeia ganha num dia em que a nota verde perde a força, uma vez que a divisa norte-americana é vista como um ativo refúgio e os investidores estão a mostrar alguma convicção dentro dos mercados acionistas.

O euro volta à ribalta depois de, na última sessão, ter resvalado para o vermelho, terminando assim um ciclo que já contava com quatro subidas consecutivas. Esta segunda-feira a moeda do bloco chegou a dar o maior salto do último mês, enquanto o Dollar Spot Index da Bloomberg mostra a quinta quebra sucessiva e desceu ao nível mais negativo numa semana.

06.07.2020

Receios em torno da covid-19 e juros baixos dão força ao ouro

O metal amarelo segue a negociar em alta, a capitalizar o seu estatuto de valor-refúgio, numa altura em que aumentam os receios em torno de uma segunda vaga de infecções por covid-19.

Este metal precioso está a beneficiar dos juros muito baixos um pouco por todo o mundo, já que as "yields" negativas de muitas obrigações soberanas tornam o ouro mais atrativo como investimento.

O ouro a pronto (spot) segue a somar 0,74% para 1.783,11 dólares por onça em Londres, ao passo que o contrato de futuros (de agosto) negociado no mercado nova-iorquino (Comex) avança para 1.793,6 dólares.

Já chegou hoje a estar a negociar na casa dos 1.800 dólares por onça, mas os dados relativos ao setor dos serviços nos EUA – que acelerou mais do que o esperado em junho – trouxeram algum ânimo ao mercado acionista e o ouro cedeu alguns dos ganhos.

06.07.2020

Petróleo sobe com cortes da oferta e melhoria de dados económicos

As cotações do petróleo seguem em alta, se bem que com maior vigor no mercado londrino.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto avança 0,22% para 40,74 dólares por barril.

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, sobe 1,12% para 43,28 dólares.

O Brent está a ser impulsionado pelos cortes da oferta por parte de grandes produtores (essencialmente no âmbito do acordo OPEP+) e por dados económicos positivos, ao passo que o WTI está a sofrer alguma pressão – mas a conseguir aguentar-se em terreno positivo – devido aos receios de que o forte aumento de casos de covid-19 nos Estados Unidos leve a uma queda da procura de combustível no país.

Estes receios têm sido contrabalançados com outros factores que trazem maior otimismo. Para Eugen Weinberg, analista do Commerzbank citado pela Reuters, "estou convicto de que os intervenientes no mercado petrolífero estão a focar-se sobretudo nas atuais tendências da procura, continuando a ignorar as implicações a longo prazo da pandemia de coronavírus".

A Alemanha anunciou uma subida de 10,4% nas encomendas à indústria, em maio, e na China a economia está também a recuperar – numa altura em que os seus mercados de capitais estão a atrair dinheiro, criando condições para um "saudável bull market", como sublinhou esta segunda-feira o China Securities Journal.

06.07.2020

Wall Street regressa em grande e Nasdaq rasga novo máximo histórico

Os três maiores índices de Wall Street regressaram à negociação em alta nesta segunda-feira, depois do encerramento na sessão anterior, com o Nasdaq Composite a rasgar um novo máximo histórico. 

Por esta altura, o Dow Jones avança 1,42% pra os 26.192,94 pontos e o índice de referência S&P 500 ganha 1,39% para os 3.173,37 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite avança 1m56% para os 10.366,38 pontos, o que representa um novo máximo histórico. 

Este sentimento acompanha a boa prestação dos mercados asiáticos, com especial atenção para a bolsa de Xangai que avançou mais de 4%. Já na sexta-feira passada, o índice CSI 300, agrupador da bolsa de Xangai e da bolsa de Shenzhen, tocou em máximos de cinco anos.

06.07.2020

Ouro ganha mesmo com investidores a olharem para o risco

O ouro, que tende a perder força sempre que os investidores preferem ativos de maior risco, como é o caso das ações, contraria a teoria e valoriza em simultâneos com os índices europeus. 

Por esta altura, o metal precioso ganha 0,28% para os 1.776,88 dólares por onça. 

06.07.2020

Juros da Zona Euro com tendência mista

Os juros da dívida dos países da Zona Euro estão a assumir tendências díspares, com a referência para o bloco - a Alemanha - a ver a sua taxa de referência subir, com o sentimento dos mercados de ações a recuperar. 

Assim sendo, os juros germânicos a dez anos sobem 1,6 pontos base para os -0,421%, afastando-se dos mínimos de cinco semanas atingidos na semana passada. 

A subir estão também os juros dos dois países que partilham a Península Ibérica. A taxa de Portugal sobe 0,6 pontos base para os 0,425%, enquanto que a de Espanha avança 0,7% para os 0,445%.  

Os ativos mais arriscados a sul da Europa, a dívida de Itália e Grécia, continuam em queda com os investidores com uma maior abertura ao risco na sessão de hoje. 

No caso transalpino, os juros caem 0,6 pontos base para os 1,243% e no caso helénico verifica-se uma redução de 0,2 pontos base para os 1,143%. 

06.07.2020

Euro e libra ganham novo fôlego frente ao dólar

As duas moedas mais importantes da Europa seguem hoje a apreciar face ao rival dólar dos Estados Unidos, mantendo a boa prestação da semana passada. 

A libra esterlina valoriza 0,04% para os 1,2487 dólares, depois de na semana passada ter registado o primeiro ganho semanal no último mês face à divisa norte-americana.

Por agora, o euro vai também avançando 0,38% para os 1,1291 dólares, naquela que é a segunda sessão consecutiva da moeda única da União Europeia a ganhar força.

06.07.2020

Petróleo sobe com oferta da Líbia em queda

Os preços do petróleo seguem em alta na sessão desta segunda-feira, com a redução da oferta e os dados animadores do emprego nos Estados Unidos a impulsionarem.

O Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, valoriza 2,03% para os 43,66 dólares por barril e o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) a ganhar 0,98% para os 41,04 dólares por barril. 

As exportações oriundas da Líbia deverão sofrer uma queda este mês, com as forças da oposição ao regime do país a manterem os bloqueios nos portos.

Os dados sobre o emprego nos Estados Unidos mostraram uma recuperação em junho, mas os novos casos com covid-19 em todo o mundo não param de aumentar, tendo superado a marca dos 11,4 milhões a nível global. 

06.07.2020

PSI-20 sobe quase 1% com pesos pesados a impulsionar

A bolsa nacional abriu em alta a sessão desta segunda-feira, 6 de julho, com o PSI-20 a valorizar 0,88% para 4.444,04 pontos, e a maioria das cotadas com sinal positivo.

O PSI-20 está a ser impulsionado sobretudo pelo BCP, EDP e Nos. O banco liderado por Miguel Maya avança 1,85% para 11 cêntimos, a Nos ganha 1,33% para 3,658 euros e a EDP soma 1,50% para 4,519 euros.

 

Ainda na energia, a EDP Renováveis cede 0,31% para 12,78 euros e a Galp Energia avança 0,77% para 10,465 euros, acompanhando a subida do petróleo nos mercados internacionais.  Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI), sobe 0,17% para 40,72 dólares, enquanto em Londres o barril de Brent soma 1,21% para 43,32 dólares.

 

A contribuir para os ganhos do PSI-20 estão ainda a Navigator, que valoriza 1,66% para 2,200 euros, e a Sonae, com uma subida de 0,94% para 64,6 cêntimos.

 

Pelo contrário, a evitar maiores ganhos do principal índice português estão, além, da EDP Renováveis, a Semapa e a Sonae Capital, com quedas de 0,25% para 8,14 euros e 0,39% para 51,2 cêntimos, respetivamente.

06.07.2020

Europa em alta com indicadores económicos a dar força

As principais praças europeias abriram a primeira sessão da semana em alta, com os indicadores económicos a dar alento aos investidores e a ofuscar o crescente número de casos positivos nos Estados Unidos e na Índia. 

Por esta altura, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - ganha 1,69% para os 371,62 pontos, impulsionado sobretudo pelos setores da banca e automóvel, ambos com ganhos superiores a 3%. 

Entre as cotadas, destaque para os bancos HSBC (+5,81%) e Standard Chartered (+5.59%), que beneficiam do "rally" nos mercados asiáticos durante a madrugada em Lisboa. 

Depois de terem tocado em máximos de cinco anos na semana passada, as bolsas da China voltaram a disparar em bolsa. O editorial do Securities Times diz que um "bull market" saudável é mais importante do que nunca para a economia chinesa. 


Os investidores continuam a acumular os dados económicos que estão a ser divulgados por todo o mundo e que apontam para uma retoma económica. Depois de os dados positivos do emprego nos Estados Unidos, na semana passada, agora foi a vez da Alemanha reportar uma subida de 10,4% nas encomendas industriais para maio. 

A questão agora é se o progresso da economia pode continuar, mesmo com o número de casos de covid-19 a aumentarem em todo o mundo. 

06.07.2020

Europa prepara-se para seguir "rally" da China com futuros a subir

Os futuros do pan-europeu Stoxx 50 - que reúne as 50 maiores cotadas da Europa - sobem 0,9%, apontando para uma abertura de sessão em alta, após nova boa prestação das bolsas na China, durante a madrugada em Lisboa.  

As ações em Xangai subiram mais de 4%, com o volume de negociação superior ao normal, depois de na sexta-feira da semana passada o índice CSI, agrupador da bolsa de Xangai e da bolsa de Shenzhen, ter tocado em máximos de cinco anos.

Agora, os investidores continuam a apostar em novas ações por parte dos bancos centrais em todo o mundo, para responder ao número crescente de novas pessoas infetadas com a covid-19.  

Ainda no continente asiático, os índices do Japão (+1,3%), Hong Kong (+3%) e da Coreia do Sul (+1,4%) acumularam todos fortes ganhos. Por esta altura, os futuros do norte-americano S&P 500 avançam 0,9%, depois de o encerramento de Wall Street na sexta-feira, devido ao feriado. 

Apesar dos fortes ganhos, a Organização Mundial de Saúde reportou a maior subida diária de infeções a nível global este fim-de-semana, com o número de casos a superar os 11,4 milhões.

Também a travar maiores ganhos estão as previsões do Goldman Sachs sobre a economia dos Estados Unidos, com o banco a apontar para uma recuperação mais lenta. 

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