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Europa fecha em novos máximos enquanto digere dados da inflação

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Ian Waldie/Getty Images
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17.11.2021

Europa fecha em novos máximos enquanto digere dados da inflação

O índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa e serve de referência para a região fechou esta quarta-feira em novos máximos, apesar de ter sido divulgado que a inflação ultrapassou a barreira dos 4% na Zona Euro e na União Europeia, em outubro.

O Stoxx 600 subiu 0,1%, para 490,10 pontos, um novo recorde de fecho. Durante a sessão, o índice atingiu também um novo máximo histórico, nos 490,58 pontos.

As restantes praças europeias oscilaram entre ganhos e perdas, com os setores mineiro e do turismo a liderarem as descidas. A Evolution AB, empresa de jogos sueca, foi uma das mais penalizadas depois de ter sido acusada de operar de forma ilegal no Irão.

A pressionar as bolsas têm estado os receios face ao aumento dos casos de covid-19 na Europa e os receios de que a inflação não seja "temporária" como sugerem os bancos centrais.

Segundo os dados divulgados esta quarta-feira pelo Eurostat, a inflação anual subiu em outubro pelo quarto mês consecutivo na zona euro e na União Europeia (UE), ultrapassando a barreira dos 4%. Portugal registou a segunda menor taxa de inflação (1,8%), apenas atrás da Finlândia e Grécia (2,8% cada).


Nas principais praças europeias, o francês CAC 40 ganhou ligeiramente 0,06%, o alemão Dax subiu 0,1% e o italiano FSTE MIB somou 0,2%. Já o britânico FSTE 100 caiu 0,5%, depois de a inflação anual no Reino Unido ter subido para 4,2% em outubro, atingindo assim um máximo de 10 anos.

17.11.2021

Ouro ganha com aumento da inflação

O metal amarelo está a negociar no verde, uma vez que a sua atratividade como cobertura contra a inflação se intensificou, além do seu estatuto de valor-refúgio – dada a especulação de que o novo aumento do índice de preços no consumidor nos EUA poderá levar a Fed a subir os juros diretores mais cedo do que o esperado.

 

O ouro a pronto (spot) soma 0,78% para 1.864,26 dólares por onça no mercado londrino.

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro avançam 0,70% para 1.766,60 dólares por onça.

 

Nem a robustez do dólar – que torna menos atrativo o investimento em ativos denominados na nota verde, como o ouro – está a travar a subida do metal amarelo nesta sessão.

17.11.2021

Petróleo cai com alertas de excesso de oferta

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno negativo, depois de a Agência Internacional da Energia (AIE) e de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) terem alertado para o iminente excesso de oferta numa altura em que os casos de covid na Europa aumentam – criando o risco de um travão na retoma da procura.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em dezembro recua 1,75% para 79,35 dólares por barril.

 

Já o contrato de dezembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, desce 1,23% para 81,42 dólares.

 

As perdas estão agora menos pronunciadas devido à inesperada queda dos stocks norte-americanos de crude. No entanto, o facto de os Estados Unidos poderem recorrer às suas reservas estratégias de petróleo também tem estado a ser um fator de pressão para os preços.

 

"O WTI caiu durante as negociações desta quarta-feira, após a divulgação de um relatório que revelou stocks de gasolina mais baixos do que o esperado nos EUA, um cenário que pode, potencialmente, forçar as autoridades em Washington a explorar as reservas de petróleo de emergência para conter o aumento nos custos do combustível", sublinha Ricardo Evangelista, diretor executivo da ActivTrades Europe SA, na sua análise diária.

 

"Tal cenário, que implica um aumento repentino da oferta, muito provavelmente causaria uma queda nos preços do petróleo e parece ser o que os mercados esperam esta manhã", acrescenta.

17.11.2021

Juros das dívidas europeias voltam a agravar

Foi um dia agitado para o mercado obrigacionista europeu. Espanha foi ao mercado para uma emissão de 500 milhões de euros em dívida verde a sete anos, enquanto Itália colocou mil milhões que só irão atingir a maturidade em 2051.

Também a Alemanha esteve no mercado, tendo pedido aos investidores 693 milhões de euros em obrigações a 30 anos. A agenda preenchida de emissões poderá ter levado os investidores a venderem obrigações para reorganizarem as carteiras e libertar espaço para os novos títulos.

Em resultado, as yields das obrigações na Zona Euro voltaram a agravar na sessão, após terem recuado na terça-feira. O benchmark europeu, as Bunds alemãs a 10 anos, viram o juro subir 0,2 pontos para -0,243%.

Em Espanha o agravamento da yield das obrigações com essa maturidade foi de 1,5 pontos para 0,488% e, em Itália, de 1,7 pontos para 0,984%. Já em Portugal, o juro subiu 1,1 pontos percentuais para 0,389%.

17.11.2021

Subida da inflação prolonga quedas do euro. Libra ganha força

O euro continua esta quarta-feira a perder força frente ao dólar norte-americano, consolidando assim a sexta sessão consecutiva de perdas. A dar gás aos receios dos investidores está o facto de a inflação ter ultrapassado a barreira dos 4% na Zona Euro e na União Europeia em outubro.

Neste momento, a moeda única europeia está a tropeçar 0,18%, para 1,1300 dólares. Com a inflação a diminuir o poder de compra, são previstas oscilações maiores de preço à medida que os investidores estão de olhos postos nas conclusões de uma série de reuniões dos bancos centrais (Fed, BCE e BoE), cujas datas vão coincidir em dezembro.

Enquanto o euro está a ser penalizado, a libra esterlina ganha terreno, ao somar 0,36%, para 0,8399 libras. A divisa britânica está assim a tocar máximos de fevereiro de 2020.

Já o dólar norte-americano está a negociar na linha de água, a avançar 0,03% perante um cabaz composto por divisas rivais, depois de ter tocado máximos de novembro de 2020 na sessão de terça-feira.

17.11.2021

Wall Street abre em queda à procura de novas pistas da Fed

Os três principais índices de Wall Street abriram a sessão desta quarta-feira em alta, invertendo os ganhos registados após o aumento das vendas a retalho em outubro, apesar do aumento da inflação.

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,20% para os 36.067,55 pontos, o S&P 500 recua 0,19% para os 4.691,93 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite desvaloriza ligeiramente 0,03% para os 15.969,13 pontos.

Os investidores continuam preocupados com a possibilidade de a Reserva Federal norte-americana (Fed) vir a aumentar antecipadamente as taxas de juro, após os dados das vendas a retalho de outubro terem revelado uma procura robusta, mesmo com a inflação a diminuir o poder de compra.

As atenções estão ainda viradas para os discursos dos vários membros da Fed agendados para esta quarta-feira, depois do presidente da distrital da Fed em St. Louis, James Bullard, ter defendido que deve acelerar-se o ritmo da retirada de estímulos monetários em resposta à subida da inflação.


17.11.2021

Europa negoceia mista. PSI-20 destaca-se

A Bolsa de Lisboa é a estrela entre as praças europeia. O PSI-20 é o índice que mais sobe, ao final desta manhã, a valorizar 0,39%.

 

Apesar do Eurostat ter divulgado mais uma subida da inflação na zona euro no mês passado – a taxa está agora acima de 4% - os investidores continuam relativamente otimistas. Amesterdão, Berlim e Paris negoceiam com ganhos. Em sentido contrário, estão as bolsas de Itália e de Espanha, que desvalorizam.

 

O Stoxx 600 sobe 0,12%, à boleia dos setores dos recursos, media, retalho e tecnologia. Já as energéticas, o setor automóvel e as Telecom puxam o índice para baixo.

 

Por cá, os ganhos são liderados pelos CTT, que apreciam à volta de 2%. EDP e EDP Renováveis, Jerónimo Martins e BCP também registam bons desempenhos, ao contrário da Galp Energia que cai 0,25%E. As cotadas que registavam mais perdas há pouco eram a Ibersol e a Greenvolt.

17.11.2021

Stoxx 600 no verde com media e tecnologia em destaque

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas do velho continente, está a negociar em terreno positivo, a valorizar 0,17% para 490,10 pontos. 

Os investidores europeus estão ainda à espera de dados sobre a inflação na Zona Euro, que serão divulgados esta manhã.

Nesta altura, as empresas ligadas ao setor dos media e da tecnologia estão em destaque entre os ganhos, a valorizar 0,49% e 0,47%, respetivamente. 

A travar maiores ganhos está a queda do setor do turismo, que cede neste momento mais de 1%.

A polaca InPost, que disponibiliza cacifos para entregas de encomendas, lidera as quedas no Stoxx 600. A empresa está a ceder mais de 12%, em reação à revisão em baixa do "outlook" para o resto do ano. De acordo com a empresa, é agora esperado um crescimento do comércio eletrónico mais modesto. 

Já a Siemens Healthineers está a liderar os ganhos no Stoxx 600, a valorizar mais de 5% depois de ter anunciado a estratégia até 2025. 

O PSI-20 está a liderar os ganhos nesta altura entre as principais praças europeias, a valorizar 0,39%. Enquanto a maioria das bolsas da Europa está em terreno positivo, ainda que com ganhos ligeiros, o índice inglês cede 0,19%, num dia em que a subida da inflação superou as estimativas dos analistas, atingindo o nível mais elevado em dez anos. Também o índice espanhol está no vermelho, a cair 0,13%. 

Do lado dos ganhos, o índice alemão DAX valoriza 0,17%, o francês CAC 40 ganha 0,1%, a bolsa de Amesterdão valoriza 0,11% e a italiana ganha 0,28%.

17.11.2021

Juros aliviam na Zona Euro

Dados económicos em foco com Zona Euro à beira da recessão

Os juros da dívida soberana estão a recuar na Zona Euro esta manhã. A descida mais expressiva é verificada nas "bunds" germânicas, que descem 1,3 pontos base para -0,259%. 

Em Itália, os juros a dez anos estão a aliviar 1,2 pontos base para 0,956%. 

Na Península Ibérica, os juros espanhóis com a mesma maturidade estão a recuar um ponto base para 0,463%. Em Portugal, verifica-se uma descida de 1,1 pontos base nos juros, para 0,367%.

17.11.2021

Indecisão dos EUA pesa e petróleo está a negociar em terreno negativo

A incerteza sobre a direção que a administração Biden vai tomar em relação ao acesso às reservas de emergência dos EUA, com o objetivo de enfrentar a escalada dos preços dos combustíveis, e também os dados sobre os inventários de petróleo nos EUA estão a pesar no preço do "ouro negro". 

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI), que é negociado em Nova Iorque, está a ceder 0,5%, levando o preço do barril para 80,36 dólares. 

Já o brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a ceder 0,46%, com o barril nos 82,05 dólares.  

O analista Craig Erlam, da OANDA, antecipa "uma correção mais forte dos preços". "Ainda que o mercado continue fundamentalmente "bullish", há mais razões para ter cautela nestes níveis, que podem levar ao recuo que estamos a ver", indica. 

"Quer seja um crescimento mais lento este trimestre, estimativas de uma procura mais baixa por parte da OPEP ou o risco de acesso às reservas estratégicas nos EUA, já foram dadas razões aos traders para encaixarem alguns ganhos após um desempenho extraordinário".

17.11.2021

Ouro valoriza à boleia do debate sobre a inflação

O ouro está a valorizar na sessão desta quarta-feira, com ganhos de 0,31%, o que eleva a onça para 1.856,44 dólares. 

Desta forma, este metal precioso regressa aos ganhos, depois de registar duas sessões de queda esta semana. 

A negociar há nove sessões consecutivas vários furos acima da fasquia dos 1.800 dólares, a subida do ouro está a ser amparada pelo debate da inflação. Esta quarta-feira já foram divulgados dados sobre a inflação do Reino Unido, que está no nível mais elevado em dez anos, e ainda esta manhã serão conhecidos dados sobre a inflação na Zona Euro. 

O ouro tem estado em alta ao longo deste trimestre devido ao tema da inflação, já que este metal é visto como um ativo-refúgio, sendo habitualmente mais procurado em tempos de incerteza. 

17.11.2021

Libra esterlina em alta com subida da inflação no Reino Unido

A libra esterlina está a ganhar terreno perante o dólar norte-americano, a valorizar nesta altura 0,18%  para 1,3454 dólares. 

A subida da inflação no Reino Unido para 4,2%, o nível mais elevado nos últimos dez anos, que ultrapassou as estimativas dos analistas, está a amparar a subida da libra esta manhã, naquela que é a quarta sessão consecutiva de ganhos para esta divisa. 

Já o euro está no vermelho, a ceder 0,11% face ao dólar, para 1,1308 dólares. Esta é a sexta sessão consecutiva de quedas para a moeda única europeia. 

Do outro lado do Atlântico, o dólar norte-americano está na linha de água, a avançar 0,01% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

17.11.2021

Futuros europeus apontam para abertura em baixa

Depois de, na sessão de ontem, o índice de referência europeu - o Stoxx 600, que agrega as principais empresas do continente - ter voltado a tocar em máximos, à boleia do bom momento que vive o setor do retalho, esta manhã os futuros apontam para uma abertura em baixa, em linha com as perdas que foram já, também, registadas nos mercados asiáticos.

Entretanto, as apresentação das contas trimestrais - que têm sido uma das origens da recente euforia nos índices - continuam com empresas como a Gazprom e a Experian, na Europa, e a Nvidia, na América, a mostrarem os seus resultados. Por cá, o PSI-20 irá reagir às contas da Greenvolt, que ontem reportou um lucro líquido de 6,5 milhões de euros no terceiro trimestre deste ano.

Já esta manhã, na Ásia, o índice japonês Topix encerrou a sessão a cair 0,61% e o Nikkei desvalorizou 0,40%. Na China, a bolsa de Xangai subiu 0,44% e em Hong Kong o índice Hang Seng fechou com perdas de 0,44%.

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