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Ao minuto29.10.2020

Petróleo afunda para mínimos de maio, bolsas caem e Lagarde leva juros de Portugal para níveis de agosto de 2019

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

A BP, a Galp Energia e a Repsol têm investido na energia solar para diversificar o seu portfólio e diminuir  o peso do petróleo.
Nick Oxford/Reuters
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29.10.2020

Covid não dá tréguas e Europa renova mínimos de maio

As principais praças europeias chegaram a mostrar um "meio sorriso" depois do discurso do banco central, mas a maioria voltou ao semblante mais carregado e terminou em terreno negativo.  

 

O índice que reúne as 600 maiores cotadas do Velho Continente, o Stoxx600, desceu 0,12% para os 341,76 pontos, numa sessão em que renovou mínimos de 22 de maio. Nas últimas três semanas, este índice só conseguiu subir ao verde por três vezes.

 

Hoje, Madrid e Lisboa exibiram as maiores quebras, Paris e Londres caíram muito ligeiramente, quase a tocar na linha de água, e as bolsas alemã e holandesa conseguiram mesmo inverter para ganhos.

 

A derrotar o espírito dos investidores está o crescente número de casos de covid-19 e as restrições decorrentes desta evolução, num dia em que as infeções bateram recordes em Itália, Espanha e na Alemanha.  

 

A servir de contrapeso estiveram as palavras da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, que abriu caminho a mais apoios à economia em dezembro, apesar de não ter avançado com qualquer nova ação para já. Lagarde assegurou que "o BCE iria estar lá na segunda vaga de contágio" para apoiar a economia.

29.10.2020

Euro em mínimos de 28 de setembro

A moeda única europeia recua 0,73% para 1,1660 dólares, a quarta sessão seguida a perder valor para a divisa norte-americana, o que coloca o euro em mínimos de 28 setembro contra o dólar.

Por seu turno, o dólar aprecia pelo segundo dia para máximos de 30 de setembro face a um cabaz composto pelas principais divisas internacionais, e que é medido pela Bloomberg.

Esta queda do euro acontece num período de agravamento da situação pandémica um pouco por toda a Europa e no dia em que se realiza um Conselho Europeu extraordinário para decidir novas medidas para conter o avanço da pandemia.

Esta quarta-feira, ao anunciar um confinamento parcial de um mês na Alemanha, a chanceler Angela Merkel admitiu que nesta fase as autoridades germânicas não estão a conseguir detetar a origens dos contágios, o que dificulta o combate à pandemia e abre a porta a um aumento exponencial de infeções.

O enorme crescimento de novos casos de covid-19 no velho continente causa apreensão nos investidores e leva ao reforço do valor do dólar enquanto ativo de refúgio.

29.10.2020

Ouro em mínimos de um mês com contágios na Europa

O enorme aumento de contágios observado nas últimas semanas na Europa está a levar vários países a adotar novas medidas restritivas, sendo que Alemanha, França e Bélgica, entre outros, já anunciaram novos confinamentos.

Esta evolução da pandemia no velho continente está a reforçar o apetite dos investidores pelo dólar, o que se reflete na desvalorização do ouro, já que este metal precioso é cotado na divisa norte-americana, pelo que costumam negociar em sentidos opostos nos mercados internacionais.

Assim, o ouro perde 0,42% para 1.869,26 dólares por onça, a segunda queda consecutiva para o metal dourado que assim negoceia em mínimos de 28 de setembro.

Também a prata deprecia em torno de 0,5% e transaciona em mínimos de um mês, com o metal prateado a ser também penalizado pela valorização do dólar.

29.10.2020

Petróleo afunda para mínimos de maio devido a confinamentos

O petróleo está a acelerar a tendência negativa esta quinta-feira, com os investidores a venderem a matéria-prima devido à expetativa de redução da procura devido ao avanço da pandemia sobretudo na Europa, que levaram já as duas maiores economias da Zona Euro a imporem confinamentos parciais.

De acordo com a Bloomberg, já existem sinais de reduções no consumo de combustíveis rodoviários em vários países europeus devido às restrições que estão a ser impostas.

Na bolsa de Londres o Brent segue a cair 3,83% para 37,62 dólares e já esteve a a recuar 6% para mínimos de maio. O WTI, que é transacionado em Nova Iorque, está a descer 3,85% para 35,95 dólares.

"Está tudo relacionado com o coronavírus e as reações à subida de casos, especialmente na Europa", refere à Bloomberg John Kilduff, da Again Capital LLC, acrescentando que "os confinamentos são graves e um golpe para quem estava à espera de um regresso da procura" de petróleo.

A evolução da procura nos EUA também contribui para o pessimismo, já que os inventários de crude norte-americano aumentaram em cerca de 4,32 milhões de barris na semana passada, o que representa um máximo desde julho deste ano.

29.10.2020

Juros de Portugal caem para mínimos de mais de um ano após reunião do BCE

Os juros da dívida de Portugal com maturidade a dez anos inverteram a tendência e estão agora a recuar 4,4 pontos base para os 0,101%, o que representa um mínimo desde agosto do ano passado.

Esta queda verificou-se após o discurso de Christine Lagarde, líder do BCE, que reforçou a ideia de mais estímulos monetários em dezembro, abrindo a porta a uma "recalibração" de todos os instrumentos usados pelo banco.

Noutras geografias, os juros de Espanha perdem 3,7 pontos base para os 0,135%, enquanto que os de Itália - historicamente mais arriscados - registam a maior queda da região ao perde 6,3 pontos base para os 0,7%.

A Alemanha, que serve de referência para o bloco, perde 0,9 pontos base para os -0,637%.

29.10.2020

Wall Street abranda queda-livre enquanto pandemia sobe a pique

A bolsa nova-iorquina voltou a descer, embora menos pesadamente, depois de ter sofrido a maior quebra em quatro meses. Wall Street segue abalada pelos movimentos de confinamento que estão a ser precipitados pela proliferação do coronavírus.

 

O generalista S&P500 desce 0,13% para os 3.266,93 pontos, alinhado com o industrial Dow Jones, que cai 0,65% para 26.348,50 pontos. Já o  tecnológico Nasdaq escapa à tendência negativa e sobe 0,37% para 11.045,09 pontos.

 

O setor tecnológico está em grande foco num dia em que Apple, Amazon, Alphabet e Facebook apresentam resultados após o fecho. Estas cotadas abriram, respetivamente, a valorizar 1,61% para 112,98 dólares,0,29% para 3.172 dólares, 0,77% para 1.522,37 dólares e 3,40% para os 237,20 dólares. Os analistas esperam que tanto o Facebook como a Alphabet vejam um crescimento nas receitas de publicidade digital.

 

Numa nota também positiva, dados económicos indicam que o crescimento económico nos Estados Unidos foi ligeiramente superior ao esperado. Paralelamente, foi divulgado que os pedidos de subsídio de desemprego caíram na semana passada.

 

Ainda assim, os receios proliferam de mãos dadas com o coronavírus. Hoje, o número de novos casos bateu recordes em Itália, Espanha e na Alemanha. "O sentimento do mercado está a virar, com os investidores confrntados com a incerteza das eleições norte-americanas e preocupações económicas decorrentes do aumento de casos de covid-19 na Europa", explicam os analistas da JPMorgan Asset Management, em declarações à Bloomberg.

 

A marcar o dia está ainda a reunião do Banco Central Europeu (BCE). A instituição liderada por Christine Lagarde manteve a taxa de juro dos depósitos e o tamanho dos seus programas de compra de ativos inalterados, deixando uma posterior decisão para a próxima reunião de dezembro, de acordo com o comunicado revelado hoje, após o desfecho de um novo encontro de política monetária.

29.10.2020

Euro cai e Libra beneficia com negociações do Brexit

As duas maiores divisas da Europa estão a assumir comportamentos díspares na manhã desta quinta-feira. Se por um lado a moeda única da União Europeia deprecia, a libra aproveita a onda de otimismo com as negociações do Brexit para valorizar.

As equipas negociais do Reino Unido e da União Europeia registaram progressos em várias frentes na discussão que decorreu ao longo da presente semana, em particular nas áreas que afastam as duas partes de um acordo de parceria política e económica. 

Estes avanços reforçam as possibilidades de ser alcançado um acordo abrangente no início de novembro, acrescentaram as mesmas fontes.

Para já, a libra esterlina ganha 0,06% para os 1,2991 dólares, a passo que o euro perde 0,12% para os 1,1732 dólares.

29.10.2020

Juros da Zona Euro sobem antes de reunião do BCE

Os juros da dívida dos países da Zona Euro estão a negociar em alta, num dia em que o Banco Central Europeu (BCE) tem uma nova reunião de política monetária agendada.

Ainda assim, não se espera que Christine Lagarde, a líder da instituição, faça grandes alterações ao seu plano monetário, mas antes que aguarde até ao próximo encontro de dezembro para injetar ainda mais liquidez. 

Os juros da Alemanha a dez anos, que servem de referência para o bloco central, sobem 0,4 pontos base para os -0,625%, enquanto que os juros de Itália, que comportam maior risco, sobem 1,4 pontos base para os 0,777%.

Na Península Ibérica, Portugal continua a ter juros mais baixos do que a vizinha Espanha. Hoje, a "yield" portuguesa sobe 2 pontos base para os 1,165% e a espanhola aumenta 2,6 pontos base para os 0,2%. 

29.10.2020

Ouro ganha com receio dos investidores

O ouro - considerado um ativo de refúgio, que tende a beneficiar com uma maior turbulência no mercado de ações - segue hoje a valorizar 0,09% para os 1.879,01 dólares por onça, recuperando do mínimo de cerca de um mês atingido ontem.

Na semana passada, o metal precioso foi afetado pelas greves registadas pelos trabalhadores nas maiores minas do Chile.

Agora, o medo de um novo confinamento total em algumas das maiores economias da Europa, está a levar os investidores a procurarem outras alternativas mais seguras.

29.10.2020

Petróleo em mínimos de quatro semanas. Covid-19 e aumento de "stock" nos EUA preocupam

Os preços do petróleo estão a negociar em queda, em mínimos de quatro semanas, numa altura em que a propagação de covid-19 continua a impactar a procura pela matéria-prima e que o número de inventários nos Estados Unidos aumenta.

O internacional Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - perde 0,72% para os 38,84 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) desvaloriza 0,64% para os 37,15 dólares por barril.

Os inventários de crude norte-americano aumentaram em cerca de 4,32 milhões de barris na semana passada, o que representa um máximo desde julho deste ano, aumentando a preocupação entre os investidores sobre o impacto que a covid-19 está a ter na procura.

Na Europa, a propagação do coronavírus continua a subir e registaram-se recordes de casos diários em Itália, Espanha, Reino Unido e Portugal, no dia de ontem. Alemanha e França foram os países mais recentes a apertar as restrições de circulação.

29.10.2020

Europa reduz entusiasmo e volta a mínimos de sete meses devido à covid-19

As principais praças europeias tiveram um início de sessão positivo, mas o sentimento inverteu passados alguns minutos de negociação. A expectativa apontava para uma correção no dia de hoje, depois de três sessões seguidas em queda, mas a crise sanitária voltou a afastar os investidores dos ativos de maior risco.

Assim sendo, o Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores empresas da região - perde 0,2% para os 342,10 pontos, um mínimo desde maio deste ano.

No "velho continente" as medidas de restrição voltaram a apertar, com França e Alemanha entre os casos mais recentes de novas decisões que controlam a circulação da população.

O receio que esta segunda vaga de contágio se prolongue por muito mais tempo faz tremer os investidores, depois de em Espanha, Itália, Portugal e no Reino Unido se terem registado um máximo de casos diários de covid-19.

Os investidores estarão certamente atentos à reunião de política monetária de hoje do Banco Central Europeu (BCE).

Não se espera que Christine Lagarde, a líder da instituição, volte a reforçar o seu programa de compras de ativos, mas é essencial - de acordo com os analistas - que o banco seja capaz de passar uma mensagem de confiança para os mercados.

O Banco do Japão, durante a madrugada em Portugal, optou por manter as taxas de juro inalteradas, bem como os seus programas de compra de ativos.

29.10.2020

Grupo EDP e Galp dão ganhos de 1% ao PSI-20

A bolsa nacional abriu em alta esta quinta-feira, 29 de outubro, depois de três sessões consecutivas de quedas, que levaram o principal índice nacional para o valor mais baixo em mais de cinco meses. Nesta altura, o PSI-20 valoriza 1% para 3.927,72 pontos.

Por cá, a energia é o setor que mais impulsiona o PSI-20, com destaque para a EDP Renováveis, que valoriza 2,59% para 15,86 euros, depois de ter revelado esta manhã que fechou os primeiros nove meses deste ano com lucros de 319 milhões de euros, o que representa uma quebra de 7% face os 342 milhões obtidos no mesmo período do ano passado.

A EDP, que também apresenta as suas contas esta quinta-feira, avança 0,91% para 4,205 euros, e a Galp sobe 2,22% para 7,014 euros, depois das fortes quedas das últimas sessões. 

A contribuir para a subida do PSI-20 estão também a Jerónimo Martins, a Sonae e a Nos. 

A dona do Pingo Doce ganha 1,57% para 14,26 euros, depois de ter revelado ontem que os seus lucros desceram 18% até setembro para 219 milhões de euros. A Sonae soma 0,8% para 50,45 cêntimos e a Nos valoriza 0,88% para 2,966 euros. 

O BCP, que também divulga as suas contas ao mercado depois do fecho da sessão, desliza 0,43% para 7 cêntimos.

29.10.2020

Futuros da Europa respiram depois de três sessões seguidas a cair

Os futuros do índice Stoxx 50, que reúne as 50 maiores cotadas da Europa, está a valorizar 0,7% na pré-abertura desta quinta-feira, apontando para uma abertura de sessão em alta, depois de três dias consecutivos a perder fôlego.

Os investidores aproveitaram as quedas robustas registadas nas últimas sessões para voltar a investir. Ainda assim, as novas restrições à circulação das pessoas em vários países europeus, com Alemanha e França entre as mais recentes nações a anunciarem medidas, continua a deixar um alerta nos mercados.

Os números de propagação continuam a ser alarmantes, com Itália, Espanha e o Reino Unido a apresentarem uma subida de casos recorde num só dia, na passada quarta-feira.

Nos Estados Unidos, os futuros do S&P 500 - índice de referência em Wall Street - avança mais de 1%, depois da queda de 3,5% registada ontem.

Durante a madrugada em Lisboa, os índices asiáticos perderam força em algumas regiões, com exceção da China, cuja bolsa principal subiu 0,3%. No Japão, na Coreia do Sul e em Hong Kong os índices registaram quedas entre 0,1% e 0,8%. O Banco do Japão optou por manter as taxas de juro e os programas de compra de ativos inalterados.

Na China, um conjunto de empresas irá apresentar resultados trimestrais durante a sessão de hoje e os investidores estão confiantes que os valores confirmem a recuperação económica da China neste período.

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