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Ao minuto03.09.2020

Wall Street e Europa no vermelho. Ouro e petróleo também cedem

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 03 de Setembro de 2020 às 17:37
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03.09.2020

Euro volta a perder fôlego

A moeda única europeia segue a ceder terreno face à nota verde, depois de no início da semana ter estado em máximos de maio de 2018, nos 1,20 dólares.

 

A pressionar estão os receios de que esta valorização do euro tenha sido demasiado rápida e acentuada "para o gosto do BCE"

 

Responsáveis do Banco Central Europeu deixaram no ar a advertência de que se o euro continuasse a valorizar, isso pesaria nas exportações, faria cair os preços e intensificaria a pressão para mais estímulos monetários, refere a Reuters.

 

"Os comentários do economista-chefe do BCE, Philip Lane, poderão ter sido os primeiros de muitas intervenções verbais no sentido de tentar evitar que o euro valorize muito mais a partir do atual patamar", comentou à agência noticiosa um estratega cambial da Western Union Business Solutions, George Vessey.

 

O euro segue a ceder 0,26% para 1,1824 dólares.

03.09.2020

 Juros reforçam quebras mas com menor ímpeto

Os juros da dívida a dez anos de Portugal descem 0,6 pontos base para os 0,340%, contando desta forma a terceira sessão de quebras consecutiva. Ainda assim, o deslize é consideravelmente menor que aquele verificado na sessão anterior.

 

Na Alemanha, a referência europeia, o comportamento é em tudo semelhante: as descidas, que se mantêm há três sessões, reduzem de ontem para hoje, diminuindo a remuneração em 1,5 pontos base para os -0,490.

03.09.2020

Pandemia volta a abalar as bolsas com maior pujança

Os títulos acionistas esmorecem um pouco por toda a Europa e também nos Estados Unidos, numa altura em que a evolução da pandemia começa a assustar mais severamente os investidores.

 

Aqui na Europa, o agregador das 600 maiores cotadas, o Stoxx600, deslizou 1,40%, a maior queda num mês, para os 366,08 pontos. Assim, este índice regressa às perdas depois de ter vivido apenas uma sessão de alívio entre as últimas seis.

 

Entre as principais bolsas, só Madrid se livra do terrreno negativo, enquanto Frankfurt cede na mesma medida que o Stoxx600, Londres ligeiramente mais, Amesterdão perde acima de 2% e apenas Paris se fica por uma quebra de 0,44%, depois de no dia anterior terem sido anunciados estímulos à economia francesa pelo respetivo Governo.

Os investidores parecem começar a hesitar perante o ressurgimento de surtos pandémicos, questionando o suporte para os constantes recordes que foram sendo quebrados nos últimos tempos.

03.09.2020

Valorização do dólar e dados positivos nos EUA pressionam ouro

O metal amarelo voltou hoje a perder terreno em Londres, penalizado pela valorização do dólar e pelos dados económicos positivos nos Estados Unidos.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,94% para 1.924,38 dólares por onça no mercado londrino, em mínimos de uma semana.

 

Em contrapartida, no mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro avançam, mas apenas muito ligeiramente, com um ganho de 0,05% para 1.935,30 dólares por onça.

 

A apreciação do dólar está a pressionar o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativa como investimento.

 

Por outro lado, os dados económicos positivos provenientes dos EUA reforçam a expectativa de uma rápida retoma da economia norte-americana, o que diminui a atratividade do ouro enquanto valor-refúgio.

03.09.2020

Petróleo em mínimos de um mês com receios em torno da procura

As cotações do "ouro negro" estão a negociar em baixa nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro recua 2,36% para 40,53 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma desvalorização de 2,59% para 43,28 dólares.

 

Durante a sessão, já tocaram em mínimos de um mês, com o WTI nos 40,22 dólares e o Brent nos 43,21 dólares.

 

Os preços continuam a ser pressionados pela queda na procura de gasolina na semana passada nos EUA, uma indicação de que a retoma económica face à pandemia poderá ser mais lenta do que o esperado.

 

A procura por gasolina diminuiu para 8,78 milhões de barris por dia na semana passada, contra 9,16 milhões na semana precedente, segundo os dados da Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia).

 

 

03.09.2020

S&P 500 e Nasdaq respiram após máximos históricos. Dow Jones em leve alta

Dois dos três principais índices dos Estados Unidos estão a negociar em queda na sessão desta quinta-feira, corrigindo dos fortes ganhos dos últimos dias que têm levado o S&P 500 e o Nasdaq Composite a renovarem máximos históricos de forma consecutiva.

Por esta altura, o S&P 500 desvaloriza 0,52% para os 3.562,14 pontos e o Nasdaq Composite perde 1,44% para os 11.885,79 pontos.

Já o Dow Jones ganha 0,07% para os 29.129,57 pontos, aproximando-se dos máximos históricos atingidos a 12 de fevereiro.

Assim, os investidores aproveitam os máximos históricos para venderem alguns títulos, voltando as atenções para o Dow Jones, que tem estado aquém dos pares este ano. 

Hoje, antes da abertura, foram ainda divulgados novos dados referentes ao emprego, com o número de pedidos de subsídios a cair mais do que o esperado para os 881 mil na semana terminada em 29 de agosto, aliviando dos 1 milhão de pedidos na semana anterior.

03.09.2020

Ouro derrapa pelo segundo dia com otimismo nas bolsas

O ouro, um ativo considerado mais seguro que tende a beneficiar com a queda dos mercados bolsistas, segue novamente em queda, numa altura em que os investidores preferem olhar para ativos considerados mais arriscados, como é o caso das ações.

O metal precioso desvaloriza por esta altura 0,41% para os 1.935,32 dólares por onça, afastando-se dos máximos históricos acima dos 2.000 dólares.

03.09.2020

Juros da Zona Euro voltam a cair

Os juros da dívida da Zona Euro mantêm as quedas dos últimos dias, com a taxa de referência da Alemanha a perder 0,5 pontos base para os -0,481%.

Já os juros de Itália perdem 1,7 pontos base para os 0,952%, um mínimo desde meados de agosto.


Na Península Ibérica, os juros de Portugal estão a cair 0,1 pontos base para os 0,342% e os de Espanha a subir 0,2 pontos base para os 0,328%.

03.09.2020

Lira turca cai para mínimos históricos frente ao dólar

Este ano está a ser particularmente difícil para a moeda turca, que acumula uma perda de cerca de 20% desde janeiro face ao dólar dos Estados Unidos.

Hoje, a lira renovou mínimos históricos com uma queda de 0,31% para os 0,134 dólares, depois de a inflação de agosto ter ficado ligeiramente abaixo do previsto nos 11,77%.

Noutras geografias, o euro derrapa 0,35% para os 1,18 dólares e a libra perde 0,40% para os 1,32 dólares.

03.09.2020

Petróleo novamente em queda antes de revisão do acordo OPEP+

Os preços da matéria-prima assumem uma trajetória descendente, com a recente recuperação do dólar norte-americano a prejudicar o desempenho do petróleo.

Hoje, o Brent recua 0,86% para os 44,05 dólares por barril, enquanto o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) perde 0,63% para os 41,25 dólares.

Ontem, o preço do crude dos Estados Unidos perdeu 2,9%, naquela que foi a maior queda diária desde o início de agosto.

Entretanto, o Iraque pode prorrogar por dois meses o acordo de cortes de produção definido pela OPEP+, indicando que o produtor não está a ser capaz de conter sua produção tão rápido quanto esperava.

03.09.2020

Europa em alta atrás de Wall Street e do otimismo com as vacinas

As principais praças europeias seguem a valorizar pela segunda sessão consecutiva, à boleia dos máximos históricos atingidos novamente em Wall Street e com o otimismo sobre os desenvolvimentos das vacinas anti-coronavírus a imperar.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa - avança 1,11% para os 375,40 pontos, com os setores do turismo e da banca a liderarem as subidas matutinas, sinalizando alguma esperança na recuperação económica da região.

Principalmente depois de o presidente francês, Emmanuel Macron ter divulgado um novo pacote de estímulos orçamentais no valor de 100 mil milhões de euros.

Ontem, o "rally" do setor de tecnologia voltou a fazer-se sentir e levou, novamente, o S&P 500 e o Nasdaq Composite a máximos históricos, animando os investidores. Também o Dow Jones, que tem tido um desempenho ligeiramente aquém dos pares neste ano, se aproximou desse patamar.

Para além do campo bolsista, os investidores estão a olhar para os desenvolvimentos da vacina anti-coronavírus com otimismo. Existem seis vacinas na última fase de testes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, e algumas delas terão resultados finais ainda este mês.

É o caso da britânica AstraZeneca, que em parceria com a Universidade de Oxford já se comprometeu a distribuir cerca de 30 milhões de doses de vacinas pelo Reino Unido, até ao final deste mês.



 

03.09.2020

Futuros em alta à boleia de novos máximos em Wall Street

Os futuros da Europa seguem a negociar em alta, após uma sessão maioritariamente positiva no continente asiático, ainda a beneficiar dos novos máximos históricos atingidos ontem em Wall Street e com esperanças que uma vacina contra o coronavírus surja em breve.

Os contratos futuros do Stoxx 50 - índice que agrupa as 50 maiores cotadas da Europa - valorizam 0,7%, apontando para uma início de sessão positiva no continente. Já os futuros do norte-americano S&P 500 perdem 0,3%, aliviando dos máximos.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática pintou-se quase toda de verde. As ações na Coreia do Sul (+1,2%) e no Japão (+0,4%) avançaram, mas os índices de Xangai, na China, (-0,5%) e de Hong Kong (-0,6%) perderam força.

Para lá da força do setor tecnológico, e dos máximos em Wall Street, os investidores estão atentos aos desenvolvimentos da vacina anti-coronavírus. Há várias farmacêuticas com vacinas na última fase de testes e algumas delas ficarão a saber os resultados finais ainda este mês.

É o caso da britânica AstraZeneca, cujos resultados serão divulgados a meio do mês. A empresa comprometeu-se a distribuir cerca de 30 milhões de doses no Reino Unido, até ao final deste mês.

A parceria entre a Pfizer e a BionTech poderá ser a próxima a saber os resultados, antes de uma reunião com a Food and Drug Administration, marcada para final de outubro.

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