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Ao minuto08.10.2021

Bolsa europeia cai mas regista melhor semana em dois meses

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

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08.10.2021

Europa cai mas regista melhor semana em dois meses

As ações europeias terminaram em queda esta última sessão da semana, com os dados do emprego nos EUA a dececionarem os investidores.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores empresas da região, perdeu 0,3% atenuando o ganho semanal para 1%, mas ainda assim a melhor nos últimos dois meses. 

"A subida das 'yields' de dívida soberana até motivou ganhos no setor da Banca, mas castigou o sentimento nos mercados de ações e o setor tecnológico acabou por ser o mais penalizado, arrastado também pela descida nas fabricantes de semicondutores, após a AAC Technologies, fornecedora da Apple, ter emitido um profit warning", pode ler-se na análise de mercado do Millennium Investing Bank.

O setor tecnológico perdeu 1,4%, a banca valorizou 0,3%, ao passo que o setor de energia valorizou 1,5%.



 


08.10.2021

Dólar tropeça após desilusão com dados de emprego

O dólar norte-americano está esta sexta-feira a registar perdas, depois de os resultados do emprego terem ficado abaixo do previsto, revelando que a economia norte-americana não está a recuperar tão bem quanto o previsto.

O índice do dólar, face a um cabaz de moedas rivais, está a cair 0,19%. Frente à moeda única europeia, o dólar norte-americano está a ceder 0,19%, para 1,1574 euros. 

Segundo os dados divulgados pelo Departamento do Trabalho norte-americano, os Estados Unidos criaram 194 mil empregos em setembro. A previsão dos economistas era que o volume de novos empregos atingisse os 500 mil, mas o impacto da variante delta na economia dos Estados Unidos veio contrariar as expectativas.

Enquanto o dólar está a desvalorizar, o euro ganha terreno. Face à libra esterlina, o euro regista uma subida de 0,04% para 0,8487, e soma 0,58% frente ao iene para 129,6900.

08.10.2021

Crise energética global impulsiona preços do petróleo

As cotações do "ouro negro" estão a negociar em alta, a subirem 4% no acumulado da semana, impulsionadas pela crise energética global que tem estado a levar os preços do gás natural para máximos históricos e levou a China a ordenar um aumento da produção de carvão.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro avança 2,06% para 79,91 dólares por barril, tendo já tocado nos 80 dólares – máximos de novembro de 2014.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 1,67% para 83,32 dólares, valores que não atingia desde há três anos.

 

Os mercados da energia estão mais apertados perante a maior procura por combustível, muma altura em que a atividade económica recupera e as restrições pandémicas diminuem.

 

Além disso, há uma pressão adicional devido aos receios de que um inverno frio possa intensificar a sobrecarga na oferta de gás.

 

A China ordenou hoje às empresas mineiras da região autónoma da Mongólia Interior que acelerem a produção de carvão para ajudar a aliviar a crise energética no país.

08.10.2021

Dados do emprego desorientam Wall Street

As principais bolsas mundiais registam ganhos em 2021, com mercados como Wall Street e o alemão Dax a renovarem sucessivos recordes.

As principais bolsas do outro lado do Atlântico seguem em alta, depois de abrirem entre subidas e descidas, desorientadas com os dados laborais de setembro nos EUA.

 

O índice industrial Dow Jones segue a somar 0,02%, para 34.763,41 pontos e o Standard & Poor’s 500 avança 0,16%, para 4.406,91 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,08% para se fixar nos 14.665,82 pontos.

 

As praças norte-americanas abriram num movimento de sobe-e-desce, parecendo agora quererem estabilizar em terreno positivo.

 

A penalizar o sentimento, logo no arranque da sessão, esteve o anúncio de que a economia norte-americana apenas acrescentou apenas 194.000 empregos em setembro, quando a previsão dos economistas apontava para 500.000 novos postos de trabalho.

 

A fraca criação de novos empregos veio revelar que a economia norte-americana ainda não conseguiu recuperar completamente da crise provocada pela covid-19, o que pode afastar, por enquanto, a retirada gradual de estímulos por parte da Fed.

 

08.10.2021

Stoxx 600 no vermelho. Empresas da energia dão gás ao índice

O índice que agrupa as maiores cotadas do velho continente está em terreno negativo, registando-se uma desvalorização de 0,25% para 457,42 pontos. 

As empresas ligadas ao setor da energia estão em destaque nos ganhos dos diferentes setores de atividade, "à boleia" da subida dos preços do petróleo. O setor de petróleo e gás avança 0,98%. A portuguesa Galp está entre as empresas que mais avançam entre as cotadas do Stoxx 600, com uma subida de 2,86%.

Em sentido contrário, as empresas do setor tecnológico estão a pesar, com o setor a registar uma desvalorização de 1,03%.  

Mais uma vez, o tema dos dados do emprego nos Estados Unidos está na mente dos investidores, com os mercados a aguardar a divulgação deste indicador, que é fulcral para a análise da Reserva Federal dos EUA. 

As praças europeias estão nesta altura divididas: enquanto o PSI-20, o espanhol IBEX e o inglês FTSE registam ganhos ligeiros, várias praças europeias estão a negociar no vermelho. É o caso do índice alemão DAX, que cede 0,26%, do francês CAC 40, que deprecia 0,12%, ou da bolsa de Amesterdão, que cai 0,45%.

08.10.2021

Juros registam nova subida na Zona Euro

Os juros da dívida voltaram às subidas na sessão desta sexta-feira. As "bunds" germânicas, a referência na Zona Euro, avançam 2,8 pontos base nas obrigações a dez anos, para -0,159%. 

A mesma tendência de subida é registada em Itália, onde os juros sobem 3,5 pontos base para uma taxa de 0,889%, já próxima do máximo de três meses. 

Em Portugal, os juros estão a subir 2,5 pontos base para 0,382%. Em Espanha, a "yield" está agora nos 0,486%, registando-se uma subida de 2,7 pontos base.

08.10.2021

Petróleo com ganhos acima de 1%. Barril de brent ultrapassa 83 dólares

Os preços do crude em níveis inviáveis para o custo do “fracking”, os cortes de “rating”, o elevado endividamento e o crescimento das energias mais limpas pressionaram o setor do petróleo de xisto.

O "ouro negro" está a ganhar força na sessão desta sexta-feira, com o WTI e o brent a registar ganhos acima de 1% nesta altura. 

O West Texas Intermediate (WTI) está a valorizar 1,46%, com o barril nos 79,44 dólares. O brent do Mar do Norte, que serve de referência a Portugal, sobe 1,4%, deixando o barril a negociar alguns dólares acima da fasquia dos 80 dólares, nos 83,10 dólares. 

Numa altura em que a crise da energia se faz sentir nos mercados europeus e asiáticos, o petróleo encaminha-se para aquela que poderá ser a sétima semana de ganhos, a série mais longa desde dezembro. 

08.10.2021

Euro a derrapar e dólar a subir

A moeda única europeia está a deslizar 0,04% esta manhã face ao rival norte-americano, para 1,1547 dólares. Esta é a quarta sessão consecutiva esta semana em que o euro perde terreno para a "nota verde".

Ainda no mercado europeu, a libra esterlina também está de regresso ao vermelho face ao dólar, ao desvalorizar 0,22% para 1,3589 dólares.

Já do outro lado do Atlântico, o dólar está a valorizar 0,10% face a um cabaz composto por divisas rivais, numa altura em que a espera pelo relatório do emprego nos Estados Unidos impera. A divisa norte-americana está a encaminhar-se para aquela que poderá ser a quinta semana consecutiva de ganhos. 

As notícias chegadas dos EUA, sobre o Senado dar luz verde a um acordo para evitar o  incumprimento no país, também está a animar a negociação da divisa norte-americana. 

Uma nota ainda para o iene, a moeda japonesa, que caiu perante o dólar na sessão desta sexta-feira, numa altura em que o apetite por ativos-refúgio, como é o caso desta divisa, acalmou nos mercados.

08.10.2021

Ouro a recuperar do deslize da sessão anterior

O ouro está a valorizar esta manhã, registando uma subida de 0,15%, que eleva o preço da onça para 1.758,45 dólares. 

A semana tem sido marcada por altos e baixos para este metal precioso, que no registo semanal contabiliza duas sessões de quedas, uma delas acima de 0,5%, e duas sessões "no verde". 

Ao longo da semana o valor da onça tem vindo a recuar: o ouro fechou a negociar nos 1.769,57 dólares na segunda-feira e nesta quinta-feira encerrou a sessão nos 1.755 dólares por onça. 

08.10.2021

Praças asiáticas animadas no regresso dos índices chineses

As praças asiáticas, que esta sexta-feira já contaram com os índices da China continental após a pausa para os festejos da "semana dourada", fecharam em alta, com os investidores mais otimistas devido às notícias vindas dos Estados Unidos. 


O Senado norte-americano aprovou esta quinta-feira um projeto de lei para aumentar o limite máximo da dívida do país até dezembro, afastando assim temporariamente a ameaça de incumprimento por parte da maior economia do mundo. Desta forma, o Governo norte-americano afasta a possibilidade de entrar em incumprimento a partir de 18 de outubro.


Apenas os senadores democratas aprovaram um projeto de lei, por 50 votos contra 48, que aumentará o limite da dívida do país em 480 mil milhões de dólares e que lhe permitirá fazer pagamentos até ao início de dezembro.


Além disso, os investidores asiáticos reagiram também aos dados económicos animadores divulgados na China, que revelaram que a atividade nos serviços regressou a níveis positivos. 


No regresso após a pausa, o índice de Xangai fechou a ganhar 0,54%, enquanto a subida do índice de Shenzhen ascendeu a 0,66%. Já em Hong Kong, a subida ficou-se pelos 0,19%, num dia em que as tecnológicas chinesas demonstraram alguma resiliência. A Tencent, por exemplo, valorizou 1,87% na sessão e a Alibaba disparou 4,68%.


No Japão, tanto o Nikkei como o Topix fecharam "no verde", a valorizar 1,43% e 1,23%, respetivamente.


Nesta altura, com a sessão na Europa prestes a dar o pontapé de saída, os futuros da Europa apontam para uma abertura "flat" na última sessão da semana, num dia em que o foco dos investidores ocidentais estará centrando nos dados sobre o emprego nos Estados Unidos. 


No velho continente também haverá dados estatísticos para digerir, num dia em que a Alemanha revela dados sobre a balança comercial no mês de agosto.

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