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Ao minuto28.01.2022

Europa a caminho de pior mês desde outubro de 2020. Brent acima dos 90 dólares

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

As principais bolsas registaram ganhos em 2021. O PSI-20 valorizou 13,7% com os CTT a destacarem-se pela positiva e a EDP pela negativa.
Staff/Reuters
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28.01.2022

Juros de Portugal sobem antes das eleições

As taxas de juro associadas às obrigações soberanas no euro voltaram a agravar-se, esta sexta-feira, com Espanha e Portugal a liderarem os movimentos de subida na região.

 

A "yield" a 10 anos de Portugal subiu 2,7 pontos base para 0,613%, na última sessão antes das eleições legislativas que vão decidir o próximo Governo, num momento em que as sondagens dão tudo em aberto quanto a quem será o partido vencedor das eleições.

 

Já em Espanha, a taxa implícita a 10 anos aumentou 3,1 pontos base para 0,695%, enquanto a "yield" italiana permaneceu praticamente estável em 1,28%.

 

A Alemanha também seguiu as subidas registadas por toda a região. As "bunds" subiram 1,4 pontos base para -0,048%, continuando a negociar em valores negativos.

28.01.2022

Bolsas europeias a caminho de pior mês desde outubro de 2020

As principais praças do Velho Continente seguem a desvalorizar, arrastadas pelos receios que uma política monetária mais restritiva trave a recuperação da economia. As bolsas seguem com descidas acima de 1%, preparando-se para fechar janeiro com o pior saldo mensal desde outubro de 2020.

 

O índice europeu Stoxx 600 fechou a desvalorizar 1%, numa sessão em que as empresas do setor das tecnologias voltaram a ser as que mais penalizaram. Entre os principais índices, apenas Lisboa e Paris baixaram menos de 1%, com a generalidade das praças a desvalorizar mais de 1%.

 

Apenas o setor do retalho escapou às descidas, com o grupo de empresas de distribuição a subir mais de 0,5%, animado pelos resultados da Hennes &
Mauritz, que superaram as estimativas dos analistas.

 

Esta semana ficou marcada pelo tom mais agressivo por parte da Reserva Federal. O presidente do banco central, Jerome Powell, adiantou que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2% e à robustez do mercado laboral.

 

A autoridade monetária assume que pode haver até sete subidas, este ano. Declarações que vieram aumentar o nível de volatilidade no mercado.

 

"Janeiro tem sido um mês difícil para os investidores de ações", realça Lewis Grant, gestor da Federated Hermes, à Bloomberg. Para o mesmo especialista, a volatilidade ao nível do sentimento dos investidores tem afetado os mercados e "a earnings season está a exacerbar as flutuações ainda mais".

 

Depois de um ano de ganhos expressivos, as bolsas mundiais apresentam oscilações negativas, arrastadas pelos receios que a normalização dos juros penalize a economia.

 

No acumulado do mês de janeiro, o Stoxx 600 perde 4,6%, a maior queda desde outubro de 2020.

28.01.2022

Petróleo volta a superar patamar dos 90 dólares

O petróleo está a caminhar para o sexto ganho semanal consecutivo. O barril de "ouro negro" voltou, mais uma vez esta semana, a ser negociado acima da linha dos 90 dólares.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, avança 1,51%, com o barril a cotar nos 87,92 dólares, depois de esta manhã ter tocado nos 88,83 dólares. O WTI está, assim, a caminhar para a sexta semana consecutiva de ganhos.

Por sua vez, o Brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a subir 1,63% para 90,80 dólares barril, depois de ter tocado nos 91,11 dólares esta manhã. É a segunda vez esta semana que o Brent ultrapassa o patamar dos 90 dólares, depois de na quarta-feira ter atingido os 91 dólares por barril, a primeira vez desde outubro de 2014.

O Brent está a caminhar para ganhos de 2,2% esta semana.Paralelamente, o "crack" do gasóleo negociado no ICE Futures Europe -que regista a diferença entre o preço do crude e dos produtos derivados, neste caso o gasóleo - atingiu o nível mais alto em dois anos esta quinta-feira e promete evoluir esta sexta-feira, de acordo com os dados compilados e previstos pela Bloomberg.

O petróleo está a beneficiar de uma procura robusta, no contexto da recuperação económica pós-pandemia e das tensões geopolíticas entre a Ucrânia e a Rússia, esta última membro da OPEP+.

As atenções dos investidores estão agora viradas para o dia 2 de fevereiro, para quando está agendada a reunião da OPEP+ para deliberar os níveis de produção de março.

"O balanço entre oferta e procura pelo petróleo está cada vez mais desequilibrado. Ainda antes da reunião da OPEP+, os investidores vão estar atentos a quaisquer declarações dos ministros da Energia dos Estados membros desta organização e aos desenvolvimentos da crise na Ucrânia", comentou Ashley Kelty, analista sénior da Panmure Gordon, em entrevista à Bloomberg TV.

28.01.2022

Ouro segue em baixa a caminho de pior desempenho semanal desde agosto. Dólar cai

O ouro está a prolongar perdas na tarde desta sexta-feira, perto de atingir o pior desempenho semanal desde agosto, com os juros a subirem depois de a Fed ter admitido que é "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à persistente inflação acima dos 2%. 

A subida dos juros diretores poderá começar já em março, como já tem sido antecipado. Face a isso, o metal precioso está, neste momento, a cair 0,74%, com a onça a desvalorizar para 1.784,09 dólares.

A tendência negativa verifica-se também na prata e a platina. A prata está a desvalorizar 1,22%, com a onça a cair para 22,40 dólares, enquanto a platina recua 2,24%, para 1.003,50 dólares por onça.

A queda do ouro acontece numa altura em que também o dólar está em queda (o que geralmente torna os metais preciosos mais apetecíveis). O índice do dólar da Bloomberg está a perder 0,13%, para 97,13.

Com o dólar fraco, o euro e a libra ganham terreno. A moeda única europeia está a somar 0,20%, para 1,116 dólares. Já a libra ganha 0,23%, para 1,341 dólares.

28.01.2022

Wall Street abre em queda com juros e Ucrânia a motivarem receios dos investidores

Os três principais índices de Wall Street abriram esta sexta-feira em queda, pelo quarto dia consecutivo. A penalizar as bolsas estão os receios sobre o impacto da subida das taxas de juro na retoma económica e as contínuas tensões geopolíticas na Ucrânia.

Neste momento, o industrial Dow Jones está a recuar 0,84% para 33.879,01 pontos, enquanto o S&P 500 perde 0,51% para 4.305,32 pontos e o tecnológico Nasdaq deprecia 0,12% para 13.342,57 pontos. 

Os investidores mantém-se receosos depois de a Fed ter considerado "apropriado" começar a subir "em breve" os juros diretores, devido à subida da inflação. A juntar a isso, a Reserva Federal dos Estados Unidos surpreendeu com o anúncio de que só este ano pode haver sete subidas.

Isso, somado às tensões geopolíticas entre a Rússia e o Ocidente sobre a Ucrânia, estão a contribuir para o aumento da volatilidade do mercado, com o medidor de medo de Wall Street (o chamado VIX) a subir de 0,75 para 31,24 pontos.

Destaque ainda para a Apple, que reportou após o fecho da bolsa as contas do seu primeiro trimestre fiscal, terminado a 25 de dezembro, e que está agora a subir 2,26% para 162,98 dólares. 


A tecnológica liderada por Tim Cook apresentou um crescimento das vendas em praticamente todas as linhas de produto: iPhone; Mac; wearables, casa e acessórios (como os headphones sem fios AirPods); e serviços.

28.01.2022

Stoxx 600 cai 0,79% com setores da banca e tecnologia a pesar. Signify dispara 12%

As bolsas europeias estão a negociar "no vermelho", numa sessão que está a ser recheada de análises a contas de várias cotadas europeias. 

Nesta altura, o Stoxx 600 cai 0,79% para 466,6 pontos, numa sessão em que as quedas do setor da banca (-1,7%) e do setor da tecnologia (-1,51%) estão a pesar no índice pan-europeu. A grande maioria dos setores está a negociar em terreno negativo e, nesta altura, apenas o setor do retalho e os recursos básicos estão a registar ganhos, de 0,81% e 0,34%, respetivamente.

A Signify está a liderar as subidas no Stoxx 600, a disparar 12% depois de apresentar contas e divulgar ao mercado que antecipa um crescimento em 2022 apesar dos constrangimentos nas cadeias de produção. Também a retalhista H&M está em alta, a subir 4,29%, depois de apresentar contas.

Nesta altura, o PSI-20 cede 0,25%, uma das menores quedas na Europa. O espanhol IBEX cede 0,88%, o alemão DAX recua 1,26%, o francês CAC 40 cede 1,02% e o FTSE cai 0,64%. Amesterdão tem a maior queda, a ceder 1,48%, enquanto em Milão se verifica uma descida de 0,69%.

28.01.2022

Juros das dívidas europeias voltam a subir

Os juros das dívidas europeias estão a subir de forma generalizada esta manhã na zona euro. 

As bunds germânicas, que servem de referência ao bloco europeu, estão a avançar 0,7 pontos base para -0,056%. 

Já os juros italianos com maturidade a dez anos registam nesta altura a subida mais expressiva entre os países europeus, com um agravamento de 3 pontos base para 1,314%. 

Na Península Ibérica, os juros de Portugal a dez anos sobem 1,6 pontos base para uma taxa de 0,602%. Em Espanha avançam também 1,6 pontos base nas obrigações a dez anos, mas para uma taxa de 0,679%.

28.01.2022

Petróleo a negociar com ganhos ligeiros. Brent continua a rondar os 90 dólares

Evolução da pandemia, acordo nuclear do Irão e capacidade de produção são fatores de relevo, para este ano, no mercado petrolífero.

O petróleo está a negociar com ganhos ligeiros esta manhã. O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, avança 0,58%, com o barril a cotar nos 87,11 dólares. O WTI está, assim, a caminhar para a sexta semana consecutiva de ganhos.

Por sua vez, o brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, ronda os 90 dólares por barril, depois de ter tocado nos 91 dólares na quarta-feira, a primeira vez desde outubro de 2014. Nesta altura, o brent avança 0,6% para 89,88 dólares por barril. 

O brent está a caminhar para ganhos de 2,2% esta semana. 

O petróleo está a beneficiar de uma procura robusta, a recuperar dos desenvolvimentos ligados à pandemia de covid-19. Na próxima semana, o foco irá virar-se para a reunião da OPEP+, marcada para dia 2 de fevereiro. 

28.01.2022

Ouro a caminho do pior desempenho semanal desde novembro. Dólar em alta

O ouro tem estado a desvalorizar ao longo das últimas sessões, com quedas expressivas acima de 1,2%. Feitas as contas, este metal precioso caminha para aquele que poderá ser o pior desempenho desde novembro, com uma desvalorização acima de 2,5% - muito devido ao desempenho robusto do dólar, que ganhou força a partir do momento em que a Fed comunicou ao mercado uma abordagem mais agressiva à inflação. 

Nesta altura, o ouro recua 0,06% para 1.796,42 dólares por onça. 

Por seu turno, o dólar caminha para uma semana completa de ganhos. Nesta altura, valoriza 0,07% contra um cabaz de divisas rivais. Com o dólar mais forte, o euro tem até agora um registo negativo ao longo de toda a semana e, esta manhã, cede 0,11% para 1,1133 dólares.

28.01.2022

Futuros apontam para abertura mista na Europa

Os futuros apontam para um arranque misto nas praças europeias, a pôr fim a uma semana marcada pela volatilidade nos mercados. Nesta altura, os futuros do Stoxx 50 avançam 0,06%, enquanto em alguns índices europeus, como é o caso do alemão DAX, há deslizes para terreno negativo.


A semana fica marcada pela decisão da Fed. Na quarta-feira, quando Jerome Powell comunicou aos mercados que vem aí a primeira subida das taxas de juro em mais de três anos, os principais índices globais recuaram. 


Ao longo da sessão de quinta-feira as praças europeias iniciaram um movimento de recuperação e, esta sexta, a análise das contas de empresas como a retalhista H&M, ou de dados económicos como os números do PIB de Espanha e França ou a inflação em Itália, que deverão ganhar destaque. 


Na Ásia, a sessão fica também marcada por um sentimento misto. No Japão, o Nikkei avançou 2,09% e o Topix 1,87%. Em Hong Kong o Hang Seng deslizou para terreno negativo, a derrapar 1,12%.

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