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Fed e bancos expostos à Evergrande tranquilizam investidores e dão ganhos à Europa

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Reuters
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23.09.2021

Fed e bancos expostos à Evergrande tranquilizam investidores e dão ganhos à Europa

As bolsas europeias fecharam em alta, com o Stoxx 600 a ganhar terreno pela terceira sessão consecutiva, numa sessão em que os investidores se mostraram tranquilizados pelo facto de a Reserva Federal ter dito que a retirada das suas medidas de estímulo à economia será proporcional ao ritmo da retoma económica.

 

Tal como sucedeu ontem com as bolsas norte-americanas, os investidores aplaudiram a decisão da Fed de não começar já a retirar os estímulos à economia, se bem que esse chamado ‘tapering’ – que passa pela compra de dívida – possa ter início em novembro.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,93%, para 467,49 pontos, a menos de 10 pontos do seu máximo histórico de 476,16 pontos.

 

O setor com melhor desempenho foi o da banca (+2,2%), depois de algumas instituições credoras terem tranquilizado o mercado relativamente às suas exposições à gigante chinesa do imobiliário Evergrande.

De facto, os banqueiros europeus têm estado a tentar tranquilizar os investidores, clientes e reguladores relativamente ao impacto de uma eventual derrocada da Evergrande. Entre os bancos que disseram não ter exposições preocupantes contam-se o Credit Suisse, o UBS, o HSBC e o Standard Chartered.

 

Também as tecnologias contribuíram para a performance positiva dos mercados acionistas do Velho Continente, com especial relevo para as fabricantes de chips.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o espanhol IBEX 35 pulou 0,8%, o alemão Dax somou 9%, o francês CAC-40 valorizou 1% e o italiano FTSEMIB avançou 1,4%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 1%.

 

Em contraciclo esteve apenas o britânico FTSE 100, que recuou ligeiramente, a deslizar 0,071% para 7.078,35 pontos.

 

"As ações europeias foram negociadas em alta esta quinta-feira, estendendo os ganhos registados no final da sessão americana de ontem, com os investidores a dar ‘as boas-vindas’ à declaração da Fed", sublinha Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.


"Jerome Powell confirmou que a redução gradual está a caminho e começará mais cedo do que o esperado. Contudo, a Reserva Federal acrescentou que não seria necessário ‘um relatório de empregos muito forte para avançar com a redução gradual’, o que pode ser visto como uma mensagem de que os apoios finalmente chegarão ao fim, mencionando novembro como um momento potencialmente bom para o fazer. No entanto, o mercado não reagiu à mensagem de Jerome Powell e preferiu guiar-se pelo atual ambiente pacífico que permanecerá, pelo menos, por mais algum tempo", acrescenta.

 

Segundo Veyret, "este anúncio da Fed, combinado com mais otimismo sobre o caso Evergrande, graças à nova injeção de dinheiro do banco central chinês, finalmente pôs fim à exacerbada volatilidade do mercado desta semana, com os preços a registarem tendências mais direcionais".

23.09.2021

Aperto da oferta atira petróleo para máximos de dois meses

Os preços do "ouro negro" estão a negociar em terreno positivo, a subirem mais de 1%, sustentados pela crescente procura por combustível, numa altura em que os inventários de crude nos Estados Unidos estão em mínimos de três anos.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro, avança 1,62% para 73,40 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 1,12% para 77,04 dólares.

 

O petróleo está a ser impulsionado pelo crescente consumo de combustível, a par com a queda dos stocks nos EUA, dado que a produção no país ainda não foi totalmente restabelecida na região offshore do Golfo do México depois da passagem dos furacões Ida e Nicholas.

 

As reservas norte-americanas de crude diminuíram em 3,5 milhões de barris na semana passada, para 413,96 milhões de barris – o nível mais baixo desde outubro de 2018.

 

Ao mesmo tempo, as taxas de utilização das refinarias da Costa Leste dos EUA aumentaram para 93% no mesmo período, o patamar mais elevado desde maio de 2019, segundo os dados revelados ontem pela Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia).

"O WTI continua a estender os ganhos, numa altura em que se verifica um lento retorno aos níveis normais de produção no Golfo do México, após o furacão Ida, sendo que o aumento da procura levou a uma queda maior do que o esperado nos stocks de petróleo dos EUA", salienta Ricardo Evangelista, analista sénior da ActivTrades, na sua análise diária.


"O preço do barril está também a ser sustentado por uma melhoria no apetite pelo risco nos mercados financeiros globais, após o abrandamento das tensões sobre a possível falha no pagamento dos juros da dívida da Evergrande, a construtora chinesa que alguns temiam ser o Lehman Brothers da China", acrescenta.

23.09.2021

Euro recupera depois de tocar em mínimos de um mês

Euro ganha força pelo terceiro dia impulsionado por expectativa de subida de juros

O euro está a valorizar perante o dólar norte-americano, depois de ter tocado em mínimos de mais de um mês ao longo da sessão. 

A moeda única europeia está a avançar 0,48% face ao dólar, para 1,1743 dólares. Desta forma, o euro está a ganhar terreno depois de ter fechado abaixo dos 1,1687 dólares na sessão desta quarta-feira. 

A libra esterlina está a valorizar 0,88% face ao dólar para 1,3742 dólares, num dia em que o Banco de Inglaterra fez comentários sobre a política monetária no país.

Já o dólar norte-americano está a cair 0,47% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

23.09.2021

Ouro derrapa quase 1% e onça toca em mínimos de agosto

O ouro está a agravar as perdas ao longo da sessão desta quinta-feira. Este metal precioso está nesta altura a desvalorizar 0,91%, com a onça a negociar nos 1.752,01 dólares. 

Esta é a segunda sessão em que o ouro está a negociar no vermelho - e cada vez mais longe da fasquia dos 1.800 dólares. 

O ouro já tocou em mínimos de mais de um mês, com um valor já próximo daquele que foi registado a 12 de agosto.

23.09.2021

Wall Street arranca sessão em alta, ainda a digerir dados do desemprego

É um ano louco. As bolsas americanas caíram nos últimos dois dias, depois de ter recuperado todas as perdas do ano um dia antes.

Os três principais índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta quinta-feira em alta. O industrial Dow Jones avança 0,79% para 34.529,47 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,25% para 14.933,96 pontos e o S&P 500 sobe 0,79% para 4.430,19 pontos.

Wall Street arranca a sessão desta quinta-feira a digerir os dados sobre os pedidos de desemprego relativos à semana passada. O número de pedidos de desemprego ascendeu a 351 mil, uma subida de 16 mil pedidos face aos dados anteriores. É a segunda semana em que os pedidos de desemprego sobem.

Estes dados ultrapassaram as estimativas dos analistas da Reuters, que apontavam para um total de 320 mil pedidos na passada semana. A Califórnia registou a maior subida, com 24.221 pedidos. 


Na sessão desta quarta-feira, Wall Street reagiu em alta à decisão da Reserva Federal norte-america, que decidiu manter a política acomodatícia por agora. O índice industrial Dow Jones fechou a somar 1%, para 34.258,32 pontos e o Standard & Poor’s 500 ganhou 0,95%, para 4.395,64 pontos, com ambos os índices a fixarem o melhor desempenho desde julho. Já o Nasdaq registou o melhor dia do último mês, ao valorizar 1,02% para se fixar nos 14.896,85 pontos.

23.09.2021

Praças europeias no verde com tecnologia e setor automóvel a brilhar

As principais praças europeias estão a valorizar esta manhã, na maioria dos casos com ganhos acima de 1%. Os mercados europeus estão a reagir em alta às decisões da Reserva Federal dos Estados Unidos, anunciada já ontem após o fecho das principais bolsas na Europa. 

Nesta altura, o Stoxx 600, o índice pan-europeu que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, está a valorizar 0,96% para 467,64 pontos. 

Com todos os setores no verde, as empresas do setor da tecnologia e do automóvel estão a brilhar e a liderar os ganhos. O setor tecnológico está a apreciar 1,76% e o setor automóvel ganha 1,74%. Nota ainda para o setor do retalho, com ganhos de 1,14%. 

Num momento em que vários setores estão a valorizar mais de 1%, os ganhos mais modestos pertencem ao setor das telecomunicações, que avança 0,47%. 

O PSI-20 está a liderar os ganhos nas principais praças, ao apreciar 1,15%, num dia em que o BCP está em destaque (na abertura avançou mais de 2,75%). O índice espanhol IBEX avança 0,82%, o alemão DAX 1%, o CAC 40 ganha 0,89% e o inglês FTSE 100 sobe 0,39%.

23.09.2021

Juros voltam a subir na Europa

Os juros estão novamente a subir em vários países europeus. As "bunds" alemãs com maturidade a dez anos estão a avançar 1,7 pontos base para -0,309%. 

A mesma tendência de subida é verificada em Itália, Portugal e Espanha. Os juros da dívida italiana, também com maturidade a dez anos, estão a subir nesta altura 0,6 pontos base para 0,668%. 

Na Península Ibérica, os juros da dívida portuguesa estão a subir 1,2 pontos base, para 0,223%. Já em Espanha, a "yield" com maturidade a dez anos está nos 0,322%, verificando-se uma subida de 1,2 pontos base. 

23.09.2021

Escalada dos preços do petróleo acalma

A 1 de junho há nova reunião para avaliar se a evolução do mercado permite mais um aumento da oferta.

O petróleo está a negociar de forma estável esta manhã, depois de duas sessões marcadas por ganhos expressivos. Os dados sobre o recuo dos inventários de crude nos Estados Unidos, que baixaram para o nível mais baixo desde 2018, está a sinalizar uma normalização da procura. 

O West Texas Intermediate (WTI) negociado em Nova Iorque, está a avançar 0,12% com o barril nos 72,32 dólares. 

O brent do Mar do Norte, que serve de referência a Portugal, está a valorizar 0,17% para 76,32 dólares por barril. 

Além dos dados sobre os inventários, outro ponto relevante para o petróleo esta manhã é o facto de a Royal Dutch Shell ter retomado os trabalhos num ponto chave de produção no Golfo do México, após a passagem do furacão Ida, há cerca de três semanas. 


23.09.2021

Dólar desvaloriza com investidores de olho no Evergrande

O dólar norte-americano está a desvalorizar nesta sessão. A "nota verde" recua 0,18% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

A desvalorização do dólar está ligada à atenção que os investidores estão a dedicar ao gigante imobiliário Evergrande, depois de o banco central da China anunciar uma injeção de liquidez no grupo, situação que ajudou no sentimento. 

Na Europa, a libra esterlina está a avançar 0,19% face ao dólar para 1,3648 dólares, num dia em que o Banco de Inglaterra anunciará uma decisão sobre política monetária. 

O euro, a moeda única europeia, avança 0,27% para 1,1718 dólares, depois de ontem ter fechado a perder 0,33% para o dólar, para 1,1687 dólares.

23.09.2021

Ouro no vermelho pela segunda sessão

O ouro está novamente em terreno negativo, depois de ontem ter fechado a cair 0,36%, levando a onça para os 1.768,16 dólares. 

Esta manhã, este metal precioso volta depreciar, neste caso 0,27%. A onça está agora nos 1.763,32 dólares, a afastar-se cada vez mais da fasquia dos 1.800 dólares. 

Os analistas ouvidos pela Bloomberg apontam que, com os mercados a reagir à decisão da Reserva Federal dos EUA, que vai manter os juros e o atual ritmo de compra de ativos, o ouro poderá cair até aos 1.700 dólares por onça. 

23.09.2021

Praças europeias deverão abrir em alta a digerir discurso de Jerome Powell

Os futuros apontam nesta altura para uma abertura em alta nas praças do velho continente, numa sessão em que estará a ser digerida a decisão da Fed relativamente à política monetária.

O banco central dos EUA decidiu não mexer na taxa dos fundos federais, que se manteve entre os 0% e os 0,25%. Também decidiu não proceder a qualquer alteração ao valor mensal da compra de obrigações. No entanto, anunciou que "em breve poderá ser garantida" uma moderação no ritmo destas compras.

Na Ásia, a sessão desta quinta-feira foi ainda marcada pelo tema do Evergrande, que viu os títulos disparar 32%. Foi conhecido esta quinta-feira que a firma de investimento imobiliário Chinese Estates, a principal acionista do grupo imobiliário chinês, tem planos para alienar a participação que detém na empresa devido à sua débil situação financeira atual. 

Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,7% e a bolsa de Xangai valorizou 0,5%.

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