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Ao minuto13.01.2022

Stoxx 600 encerra com perdas ligeiras. Petróleo e dólar caem. Juros aliviam na zona euro

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
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13.01.2022

Stoxx 600 fecha com perdas ligeiras após dois dias consecutivos de ganhos

As ações europeias encerraram esta quinta-feira com perdas ligeiras, ainda que sem grandes variações, após dois dias consecutivos de ganhos. Os investidores estão atentos aos próximos passos dos bancos centrais e a preparar-se para uma nova temporada de resultados empresariais. 

O índice Stoxx 600, que serve de referência para a Europa, fechou a cair muito ligeiramente 0,04%, para 485,96 euros, depois de o número dois do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, ter admitido que a inflação na zona euro não será "transitória" tal como se previa. 

O economista justificou a mudança na posição do BCE sobre o índice de preços ao consumidor com "os constrangimentos nas cadeias de abastecimento são mais persistentes do que esperávamos, para além de que os custos energéticos vão continuar bastante elevados". 

Por cá, o PSI-20 fechou a subir 0,74%. O índice alemão DAX valorizou 0,13% e o espanhol IBEX ganhou 0,53%. Já o francês CAC-40 caiu 0,50%.

13.01.2022

Juros aliviam na Zona Euro e ignoram declarações do BCE

Os juros da dívida da zona euro estão a aliviar esta tarde, depois de terem subido durante grande parte da manhã.

O mercado obrigacionista ignora assim as declarações do número dois do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, que referiu esta quinta-feira que "a inflação na zona euro não é tão transitória como estimavam as previsões há uns meses".

Os juros das "bunds" germânicas a 10 anos, que servem de referência na Zona Euro, estão a aliviar 3,3 pontos base para -0,095%.

A tendência de queda verifica-se também em Portugal, onde os juros para a dívida com a mesma maturidade estão a cair 3,6 pontos base para 0,524%. Na vizinha Espanha, as "yields" estão a cair 3,3 pontos base para 0,589%. 

Em Itália, a descida é ainda mais pronunciada: os juros a 10 anos estão a perder 4,4 pontos base para 1,216%.

13.01.2022

Petróleo recua com receio de impacto da covid na procura

Evolução da pandemia, acordo nuclear do Irão e capacidade de produção são fatores de relevo, para este ano, no mercado petrolífero.

Os preços do "ouro negro" seguem a negociar no vermelho, depois de já terem estado em terreno positivo, pressionados agora pela incerteza que ainda reina em torno da procura por energia no curto prazo devido ao forte aumento de casos da variante ómicron do coronavírus em todo o mundo.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro segue a recuar 0,68% para 82,08 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,60% para 84,16 dólares.

13.01.2022

Dólar caminha para mínimos de dois meses. Euro ganha pujança

O ouro segue em baixa, mas acima da linha dos 1.800 dólares por onça, enquanto o dólar caminha para o pior resultado em dois meses, um dia depois de os investidores ainda estarem a digerir os números da inflação, os mais altos em cerca de 40 anos de história dos EUA.

 

O metal amarelo está a sofrer uma ligeira correção de 0,3% para 1.821,20 dólares por onça.

 

Já o índice do dólar da Bloomberg – que compara a "nota verde" com 16 divisas rivais – está a cair 0,20% para 94,73 pontos.

 

"O dólar não precisa de subir porque a Fed está a preparar uma política de ‘tapering’", explicou o estratega do Commonwealth Bank of Australia, Joe Capurso, à Bloomberg.

 

"O dólar é uma moeda anti-cíclica que se deprecia à medida que a economia mundial recupera", acrescentou o especialista.

 

Quem ganha com esta fraqueza do dólar é a moeda única europeia. O euro segue em alta, a subir 0,11% para 1,1454 dólares.

O índice de preços no consumidor (IPC na sigla inglesa) voltou a subir nos Estados Unidos, elevando a inflação registada nos 12 meses de 2021 para 7%. Este é o nível mais rápido de subida dos preços na maior economia do mundo no espaço de 40 anos, já que é preciso recuar até junho de 1982 para encontrar valores semelhantes na inflação.

De acordo com os dados divulgados esta quarta-feira, em dezembro os preços subiram 0,5% face ao mês anterior, valor que ultrapassou as estimativas dos economistas, que antecipavam uma subida de 0,4% entre os dois meses.

Esta quinta-feira, a administração norte-americana anunciou que o índice de preços no produtor subiu dos 0,1% contabilizados em novembro, para 0,2% em dezembro. Apesar deste crescimento, o resultado ficou abaixo da estimativa de 0,4% apontada pelos analistas contactados pela Bloomberg, dando esperança ao mercado de que na próxima divulgação de resultados o IPC possa descer.

13.01.2022

Wall Street acorda animada pelas estimativas da inflação

Wall Street abriu no verde, motivada pelos números do índice dos preços no produtor, que revelam que a inflação nos EUA pode estar a abrandar.

O industrial Dow Jones está a subir 0,31% para 36.401,96 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,34% para 15.241,31 pontos, enquanto o S&P 500 está a aumentar 0,27% para 4.739,12 pontos.

O índice de preços ao produtor (PPI) nos EUA subiu 0,2% em dezembro, acima dos 0,1% contabilizado em novembro, mas bastante abaixo dos 0,4% que os analistas de mercados contactados pela Bloomberg esperavam.

"Os investidores querem muito encontrar sinais de moderação da inflação nos indicadores. A queda deste indicador face à expectativa de mercado pode ser um sinal que o índice de preços ao consumidor pode descer na próxima divulgação de resultados", comentou John Lynch, diretor de investimentos da Comercia Wealth Management, em entrevista à Reuters.

"Estes dados podem dar mais segurança aos investidores, no sentido de perceberem qual será a política monetária da Reserva Federal norte-americana (Fed) e qual a extensão do ‘tapering’", acrescentou o analista. Segundo as atas da última reunião do banco central dos EUA, a Fed pode subir as taxas de juro já em março.

O índice de preços no consumidor voltou a subir nos Estados Unidos, elevando a inflação registada nos 12 meses de 2021 para 7%. Este foi o nível mais rápido de subida dos preços na maior economia do mundo no espaço de 40 anos, já que é preciso recuar até junho de 1982 para encontrar valores semelhantes na inflação.

 

13.01.2022

Europa a negociar de forma mista. Stoxx 600 cede 0,1%

As bolsas europeias estão a negociar de forma mista, divididas entre perdas e ganhos ligeiros. Nesta altura, o Stoxx 600 está a ceder 0,1% para 485,72 pontos. 

As praças europeias seguem, assim, a tendência de queda que havia sido registada na sessão na Ásia, num momento em que os mercados mundiais ainda digerem a escalada da inflação nos Estados Unidos. 

Já na análise por setores, a maioria está a negociar no vermelho, com as empresas do setor dos produtos de consumo doméstico e o retalho a registarem as maiores descidas, de 0,49% e 0,38%, respetivamente. Do lado dos ganhos destacam-se as empresas do setor tecnológico, que avançam 1,05%. Os restantes setores no verde - "utilities", imobiliário e turismo - estão a registar ganhos menos expressivos, na ordem de 0,55% e 0,54% para os dois primeiros e de 0,26% para o turismo e viagens. 

Com a "earnings season" já a decorrer na Europa, com empresas como o Tesco, a Marks and Spencers ou a Asos a divulgarem contas, há um foco nas movimentações destas empresas. A cadeia de supermercados Tesco cede 1,54% nesta altura em Londres, enquanto a Marks and Spencer regista uma das quedas mais expressivas no Stoxx 600, a ceder já 6%. Apesar de ambas as retalhistas terem reportado contas robustas no trimestre, especialmente animadas pelo mês de dezembro, e de o Tesco ter revisto em alta o "outlook" de lucros, as ações estão a recuar. 

Em sentido contrário, a empresa britânica de moda Asos vê as ações valorizar já 11%, num dia em que anunciou que passará a integrar o índice principal da bolsa de Londres, uma mudança que poderá acontecer já no próximo mês. As vendas da empresa surpreenderam, especialmente alavancadas pela Topshop.

O português PSI-20 inverteu a tendência e está agora a negociar com ganhos de 0,2%, assim como o espanhol IBEX, que valoriza 0,1%. O alemão DAX cede 0,07%, o francês CAC cai 0,55% e o inglês FTSE cede 0,16%. Em Amesterdão verifica-se uma subida de 0,22% e em Milão de 0,1%.

13.01.2022

Petróleo desliza para vermelho com investidores a analisar vaga da ómicron na Ásia

Evolução da pandemia, acordo nuclear do Irão e capacidade de produção são fatores de relevo, para este ano, no mercado petrolífero.

O petróleo está a ceder ligeiramente nesta altura, com os investidores a pesar as consequências que a vaga de ómicron na Ásia poderá ter para a procura por combustível. Com o aumento dos contágios no continente asiático, é já visível uma quebra no trânsito na Ásia no início do ano, conforme revelam os dados de mobilidade apresentados pela Apple.  

Perante este cenário, o West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, está a recuar 0,11% para 82,55 dólares por barril. 

Já o brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a cair 0,04% e o barril mantém-se acima da fasquia dos 80 dólares, mais concretamente nos 84,64 dólares. 

13.01.2022

Juros das dívidas europeias de regresso às subidas

Os juros das dívidas soberanas europeias voltaram às subidas, depois de na tarde desta quarta-feira se registar um movimento de alívio das yields. 

O cenário é diferente esta manhã e as bunds germânicas, vistas como a referência no bloco europeu, estão a subir 1,1 pontos base na yield com maturidade a dez anos, para -0,052%. 

O agravamento é menos expressivo nos juros italianos a dez anos, que sobem 0,4 pontos base para uma taxa de 1,265%. Há já vários dias que os juros italianos com esta maturidade estão a negociar acima de 1%. 

Na Península Ibérica tanto os juros portugueses a dez anos como os juros espanhóis estão a avançar 0,9 pontos base. Enquanto a yield de Portugal está nos 0,569%, em Espanha fixa-se nos 0,632%. 

13.01.2022

Euro ganha força e está a subir há três sessões

A moeda única está a ganhar força esta semana e está a registar a terceira sessão consecutiva de ganhos. Nesta altura, o euro avança 0,27% face ao dólar, para 1,1473 dólares. 

A libra esterlina, outra divisa de relevo no mercado europeu, regista também a terceira sessão de ganhos, a valorizar nesta altura 0,3% face ao dólar, para 1,3741 dólares. 

Já do outro lado do Atlântico, o dólar consolida-se depois de ter atingido um mínimo de dois meses. Assim, o dólar recua 0,21% perante um cabaz composto por divisas rivais. O dólar está a negociar no vermelho há já três sessões.

13.01.2022

Ouro estável e já próximo de máximo de uma semana

O ouro continua a negociar de forma estável esta manhã, naquela que poderá mesmo ser a quinta sessão consecutiva em terreno positivo. 

Assim, este metal precioso está a avançar 0,04%, com a onça a negociar nos 1.826,90 dólares. Esta semana, o ouro tem estado sempre acima da fasquia dos 1.800 dólares e a cotação desta quinta-feira deixa este metal próximo de um máximo de uma semana. 

A subida do ouro está a ser amparada pelo disparo da inflação nos Estados Unidos, após a divulgação de dados esta quarta-feira. Os dados da inflação solidificaram as expectativas de que a Reserva Federal dos Estados Unidos deverá avançar com uma subida das taxas de juro, ideia que já era sinalizada nas atas da reunião do banco central em dezembro. 

Esta semana, na audição no Senado dos EUA, o líder da Fed, Jerome Powell, já garantiu que a entidade está está preparada para usar todos os instrumentos que tem à disposição para fazer face à inflação. "Se tivermos de subir mais as taxas de juro ao longo do tempo, iremos fazê-lo", afirmou Powell. 

13.01.2022

Futuros antecipam abertura no vermelho em dia de nova leva de dados económicos

Os futuros da Europa apontam para um arranque de sessão no "vermelho", ainda a digerir os dados sobre a inflação nos EUA, divulgados esta quarta-feira. A inflação nos EUA chegou aos 7% em 2021, um valor que não era visto desde junho de 1982. 

Já esta quinta-feira, os investidores estão à espera de mais dados económicos, desta feita sobre os números dos pedidos de subsídios de desemprego nos Estados Unidos, naquela que será a primeira leitura com novos dados já deste ano. 


Nesta altura, os futuros do Stoxx 50 estão a cair 0,14%.


Na Ásia, a sessão decorreu em tons de vermelho. No Japão, o Nikkei desvalorizou 0,96%, enquanto o Topix recuou 0,68%. Em Xangai, as quedas foram mais expressivas, verificando-se um tombo de 1,17%. Em Hong Kong, o Hang Seng cedeu 0,17%.

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