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Ao minuto28.09.2021

Yields sobem e levam Europa a mínimos de dois meses. Ouro também sofre

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
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28.09.2021

Yields em alta atiram Europa para mínimos de 2 meses

As bolsas europeias fecharam com pesadas quedas pressionadas pela subida nas yields da dívida soberana dos países da Zona Euro que, por sua vez, penalizaram principalmente o setor tecnológico.

O índice pan-europeu Stoxx 600 afundou 2,2%, fechando em mínimos de mais de dois meses. O setor tecnológico foi o mais castigado, com uma quebra de 4,8%.

Mas os restantes setores também foram atingidos, com exceção da energia, onde a subida dos preços do petróleo permitiu uma valorização de 0,3% das cotadas do setor no índice.

O mais seleto Stoxx 50 caiu 2,6%, enquanto o alemão Dax perdeu 2,1% e o parisiense Cac-40 recuou 2,2%. Em Itália a queda cifrou_se em 2,1% e em Espanha a perda atingiu os 2,6%.

28.09.2021

Subida dos juros da dívida anima dólar

A nota verde segue em alta, pela terceira sessão consecutiva, impulsionada pelo agravamento das "yields" da dívida pública dos EUA.

 

O índice do dólar, que mede o desempenho da moeda norte-americana face a um cabaz de seis pares, subiu para máximos de mais de 10 meses, com a subida dos juros das obrigações a tornarem a moeda norte-americana mais atrativa para os investidores

 

Os juros da dívida a 10 anos estão a negociart em máximos de três meses, em 1,5374%, em antecipação de uma política monetária mais apertada por parte da Fed – depois de na semana passada o banco central ter anunciado que deverá começar a retirar os estímulos (‘tapering’) à economia a partir de novembro e ter sinalizado que as taxas de juro poderão ser aumentadas mais cedo do que o previsto.

 

O agravamento dos juros das obrigações sinaliza uma menor procura por dívida – e um rally nas "yields" a 10 anos tende a apontar para uma perspetiva positiva para a economia norte-americana por parte dos investidores, o que anima o dólar.

 

"A força do dólar advém da crença entre os investidores de que o ‘tapering’ começará em novembro. Isto acontece depois de a Fed ter dado fortes sinais na semana passada de que o momento do início da redução do ritmo de compras de ativos está a aproximar-se rapidamente", salienta Ricardo Evangelista, analista sénior e diretor executivo da ActivTrades Europe SA., na sua análise diária.

 

"Este sentimento está a manifestar-se na subida nas yields dos títulos do Tesouro dos EUA a 10 anos, que chegaram aos 1,5% pela primeira vez desde junho. De notar que estas subidas nas yields, geralmente, traduzem-se em suporte para a moeda americana, o que significa que poderá haver mais subidas nos próximos dias", acrescenta.

 

Uma das divisas que está a ceder face à divisa norte-americana é o euro, que segue a perder 0,18% para 1,1672 dólares.

28.09.2021

Ouro em mínimos de sete semanas com subida dos juros da dívida nos EUA

O metal amarelo está a negociar em mínimos de sete semanas, a cair em torno de 1%, sobretudo devido à valorização do dólar e à nova subida dos juros da dívida norte-americana.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,98% para 1.732,79 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro recuam 0,97%, para 1.733 dólares por onça.

 

O ouro está a ser pressionado pela robustez do dólar, já que isso o torna menos atrativo para quem negoceia com outras moedas.

 

A pressionar está também a subida dos juros das obrigações do Tesouro dos EUA com vencimento a 10 anos, que estão em máximos de três meses devido à convicção de que a Reserva Federal norte-americana poderá subir os juros diretores mais cedo do que o esperado.

 

O aumento das taxas diretoras encarece o custo de oportunidade de deter ouro – já que não remunera juros.

 

Os investidores aguardam também por mais pistas sobre a estratégia de retirada de estímulos por parte do banco central norte-americano.

 

"Esta tendência de queda do ouro pode causar uma surpresa, dado o sentimento risk-off que prevalece hoje. Ainda assim, o apetite pelos ativos seguros, como o ouro e a prata, está a ser combatido pelo fortalecimento do dólar americano, impulsionado pela perspetiva de uma mudança hawkish da Fed", destaca Ricardo Evangelista, analista sénior e diretor executivo da ActivTrades Europe SA, na sua análise diária.


No entanto, sublinha, "a tendência de baixa iniciada no início do mês está a perder a força à medida que divergências técnicas começam a aparecer. Os investidores podem ser tentados a aproveitar a oportunidade de baixa nos preços e aumentar a sua exposição ao ouro se o atual sentimento de aversão ao risco for confirmado durante a próxima sessão de negociação".

28.09.2021

Crise energética na China penaliza petróleo depois de chegar aos 80 dólares

OPEP e aliados decidem esta semana a extensão do corte de produção do petróleo.

Depois de cinco sessões consecutivas no verde, os preços do "ouro negro" arrancaram a sessão de hoje também em alta, impulsionados pelo aperto da oferta e pelas perspetivas de uma procura sólida, mas entretanto inverteram para terreno negativo.

 

A escassez de eletricidade na China, que está a provocar apagões e que atingiu a produção fabril, acabou por esfriar o ímpeto altista das cotações do petróleo.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro recua 1,03% para 74,67 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, perde 0,96% para 78,77 dólares, mantendo-se no entanto em máximos de outubro de 2018 – depois de, durante a manhã, ter chegado ao patamar dos 80,75 dólares.

 

A crise energética no norte da China já levou cidades inteiras a ficarem às escuras, mas os riscos de corte de eletricidade não se limitam ao norte e podem chegar ao sul do país, nomeadamente a Guangdong, onde a recomendação é de limitar o uso de ar condicionado, de preferir as escadas em vez de elevadores e ir para a cama quando a noite chega, sublinha a Gazeta Brasil.

 

Os meios de comunicação estatais falam de quase 100 fábricas paradas até 7 de outubro, altura em que termina o período de comemoração da festa nacional chinesa – e muito devido ao aumento do preço do carvão (em parte associado ao conflito diplomático China-Austrália e ao fim das importações de carvão australiano); às medidas tomadas para transitar para uma economia mais verde; e à retoma económica pós-covid que está a levar a que as fábricas funcionem em máxima capacidade, refere a mesma publicação.

28.09.2021

"Selloff" nas obrigações leva juros do Reino Unido a níveis da pandemia

Os juros das obrigações soberanas seguem a agravar-se nas principais economias. Enquanto as norte-americanas "treasuries" seguem a negociar acima de 1,5%, os juros das obrigações dos países do euro estão a subir, com os investidores a assumirem expectativas mais restritivas para a política monetária por parte dos principais bancos centrais, face às subidas da inflação. No Reino Unido, as "gilts" regressaram à era da pandemia.

A taxa a 10 anos de Portugal segue a subir 2,8 pontos base para 0,339%, enquanto a "yield" italiana e espanhola estão a aumentar 3,6 e 5,4 pontos para 0,445% e 0,846%, respetivamente.

Já as alemãs "bunds" estão a negociar nos -0,197%, 2,7 pontos acima do valor registado na sessão anterior, num momento em que os investidores ainda estão a reagir ao resultado das legislativas alemãs e aos cenários de governação no país.

Nos Estados Unidos, as "treasuries" mantêm-se em 1,536%, com os investidores a descontarem o início do "tapering" no país, enquanto as britânicas "gilts" sobem 4,5 pontos base para 0,995%, mas já estiveram a negociar acima de 1%, nos 1,01%, máximos de março de 2020. A determinar esta escalada dos juros da dívida britânica estão as indicações por parte do governador do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey, sobre uma possível subida de juros no país ainda este ano.

28.09.2021

Wall Street abre em queda, de olho em Powell e no BCE

Os três principais índices norte-americanos abriram esta terça-feira a cair, num dia em que o presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, e a secretária de Estado do Tesouro, Janet Yellen, são ouvidos no Senado norte-americano, perante o comité de serviços financeiros.

O Dow Jones caiu 0,37% para 34.740,65 pontos, o tecnológico Nasdaq perdeu 1,33% para 14.771,85 pontos e o S&P 500 está a negociar em desvalorizar 0,82% para 4.406,48 pontos.


A marcar o dia está também o Fórum de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que arrancou esta terça-feira, com declarações de vários membros do banco central, como a de Christine Lagarde, a presidente da autoridade monetária, e do vice-presidente Luis de Guindos.

Lagarde reafirmou que a subida que se verifica na inflação é "temporária" e está ligada à reabertura das economias, na sequência da pandemia de covid-19. Por isso, frisou, a política monetária precisa de continuar "acomodatícia".

28.09.2021

Europa cede 0,8%, com setor da energia a travar maiores perdas

Nesta altura, apenas a bolsa de Lisboa está a contrariar as quedas na Europa. O Stoxx 600, que agrupa as maiores cotadas do velho continente, está a desvalorizar 0,8%.

Com a maioria dos setores no vermelho, a subida das cotadas ligadas à energia está a travar maiores perdas no Stoxx 600. Empresas como a Royal Dutch Shell, a BP ou a Galp estão entre as maiores subidas do Stoxx 600, a avançar 2,64%, 1,74% e 1,58%, respetivamente. No total, o setor da energia está a valorizar 1,04%. 

Os setores das telecomunicações e automóveis acompanham a energia em terreno positivo, mas com ganhos mais ligeiros (0,02% e 0,23%, respetivamente).

Em sentido contrário, o setor da tecnologia é aquele que mais deprecia (2,53%), num momento em que a Logitech está a cair 7,74% - a maior descida no Stoxx 600.

O PSI-20 está a avançar 0,18%, à boleia da subida de 3,59% do BCP. O índice espanhol IBEX cai 0,21%, o alemão DAX deprecia 0,67%, o francês CAC 40 cai 1,05% e o FTSE 100 cede 0,3%.

28.09.2021

Juros da Alemanha voltam a subir

Os juros da dívida estão a subir em vários pontos da Europa, com destaque para a subida das "bunds" germânicas, a referência na Zona Euro. 
 
A "yield" alemã a dez anos está a subir 3,5 pontos base para -0,190%, numa altura em que as eleições no país continuam a estar em foco. 

Já os juros da dívida italiana registam uma subida ainda mais expressiva, ao subir 4,7 pontos base para uma taxa de 0,839%. 

Na Península Ibérica é registada uma subida nos juros de Portugal e Espanha. Em Portugal, os juros da dívida com maturidade a dez anos estão a avançar 3,4 pontos base para 0,345%. No país vizinho, a "yield" está a avançar 3,5 pontos base para 0,444%.

28.09.2021

Barril de brent negoceia acima dos 80 dólares

A BP, a Galp Energia e a Repsol têm investido na energia solar para diversificar o seu portfólio e diminuir  o peso do petróleo.

O petróleo está novamente a avançar na sessão desta terça-feira, com o petróleo a registar os valores mais elevados desde outubro de 2018.

O barril de brent está a negociar acima dos 80 dólares. Nesta altura, o brent do Mar do Norte, que serve de referência a Portugal, está a avançar 0,99% para 80,32 dólares por barril.

Já o West Texas Intermediate, que é negociado em Nova Iorque, está a registar ganhos de 1,09% com o barril nos 76,27 dólares. O WTI está a avançar há já seis sessões consecutivas.

A amparar a subida dos preços do petróleo estão os sinais de que a procura pelo "ouro negro" poderá estar a ultrapassar a oferta disponível, indicam os analistas. 

28.09.2021

Euro perde força perante o dólar

O euro, a moeda única europeia, está a desvalorizar 0,16% esta manhã face ao dólar, nos 1,1676 dólares. 

Também a libra esterlina está a ceder perante a "nota verde", neste caso 0,08% para 1,3687 dólares. 

Já o dólar está a avançar 0,19% esta manhã.

28.09.2021

Ouro a desvalorizar 0,4%

O ouro está novamente a desvalorizar, desta feita a ceder 0,4%, deixando a onça a negociar nos 1.743,24 dólares. 

Na sessão desta segunda-feira este metal precioso fechou no vermelho por uma "unha negra", ao ceder 0,01%. O valor de fecho do ouro fixou-se nos 1.750,16 dólares por onça. 

O ouro está a negociar em mínimos de seis semanas, estando a enfrentar alguma pressão este ano. Ao longo das últimas três semanas o ouro conseguiu ultrapassar a fasquia dos 1.800 dólares apenas em dois dias: a 14 de setembro (1.804,51 dólares) e a 6 de setembro (1.823,29 dólares). 

28.09.2021

Futuros apontam para abertura positiva na Europa

Os futuros apontam nesta altura para uma abertura em terreno positivo nas principais praças europeias, num dia que promete continuar a ser marcado ainda pelo tema das eleições na Alemanha. 

O Fórum de política monetária do Banco Central Europeu, este ano novamente num formato online, é um dos acontecimentos que os investidores vão acompanhar esta terça-feira. Este fórum arranca com o discurso de Christine Lagarde, a presidente do BCE, num dia que fica ainda marcado pelas intervenções dos membros do BCE Fabio Panetta e Isabel Schnabel e do vice-presidente Luis de Guindos.

Como seria de esperar, os investidores vão estar particularmente atentos a indicações sobre o rumo da política monetária, num momento em que os números da inflação continuam a aumentar na Zona Euro.


Na Ásia, a sessão desta terça-feira fica marcada por quedas nos índices japoneses e por avanços na China. No Japão, tanto o Nikkei como o Topix fecharam no vermelho, a depreciar 0,24% e 0,32%, respetivamente. 


Já em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 1,6%, impulsionado pelas cotadas ligadas ao imobiliário, e a bolsa de Xangai apreciou 0,6%. 

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