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Ao minuto01.10.2021

Europa entra em outubro com pessimismo a pesar nas bolsas. Metais preciosos ganham

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

As bolsas mundiais viveram semanas frenéticas, com os investidores a venderem as suas ações face à incerteza em torno da covid-19.
Amanda Perobelli/Reuters
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01.10.2021

Europa entra em outubro com pessimismo a pesar nas bolsas

As bolsas europeias encerraram em baixa, arrancando assim no mês de outubro com a tónica negativa com que encerraram setembro – a pior sessão do ano, já que o índice de referência Stoxx 600 não caía tanto desde outubro de 2020.

 

Os investidores estiveram a contrabalançar as notícias positivas na frente pandémica com os riscos de uma crise energética em todo o continente e a deterioração do panorama macroeconómico.

 

O Stoxx 600 encerrou a ceder 0,53%, para 452,39 pontos. Chegou, durante a sessão, a estar a recuar 1,6%, mas o anúncio da norte-americana Merck & Co relativamente a um comprimido promissor de combate à covid ajudou a limitar as perdas.

 

A notícia da Merck ajudou o setor das viagens (+3%), dada a esperança de uma retoma do turismo à medida que a pandemia se vai atenuando.

 

Também as "utilities" (luz, gás e água) estiveram a subir, registando um ganho agregado de 1,1%, devido à expectativa de que o plano de França para limitar o impacto da subida dos preços da eletricidade não prejudique os produtores.

 

Em contrapartida, o setor tecnológico caiu 1,3%, atingindo mínimos de dois meses, numa altura em que as cotadas dos semicondutores continuam sob pressão.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax cedeu 0,7%, o francês CAC-40 resvalou 0,036%, o italiano FTSEMIB recuou 0,3%, o britânico FTSE 100 perdeu 0,8% e o espanhol IBEX 35 esteve em contraciclo com uma subida muito ligeira de 0,036%. Em Amesterdão, o AEX registou um decréscimo de 0,7%.

 

01.10.2021

Euro recupera face ao dólar após ter tocado mínimos de julho de 2020

O euro está a recuperar 0,16% face ao dólar norte-americano, depois de ter registado durante esta semana pesadas perdas e ter atingido na quinta-feira o valor mais baixo desde julho de 2020.

A moeda única europeia continua, ainda assim, a desvalorizar face à moeda britânica. Neste momento, o euro segue cair 0,53% para 0,8547 libras esterlinas.


Frente à divisa japonesa, o euro está também a perder 0,11% para 128,7400 ienes.

 

Os receios de uma eventual retirada de estímulos financeiros na Zona Euro, numa altura em que a inflação continua a subir, continuam a pressionar a moeda única. Esta sexta-feira, ficou ainda a saber-se que a inflação entre os países que aderiram à moeda única acelerou em agosto para 3%, o valor mais alto em quase uma década.

01.10.2021

Ouro e prata prosseguem subidas

O ouro continua em alta, numa altura em que se mantêm os receios em torno do aumento do preço da energia, do impasse sobre o teto da dívida nos EUA, do aumento da inflação e da hipótese de a crise do grupo imobiliário chinês Evergrande se tornar global.

Perante estes vários receios dos investidores, o ouro está a subir 0,25%, com o preço por onça a cifrar-se nos 1.761,33 dólares. 

A valorização pode estar a ser influenciada por um "reajuste de carteira".

A mesma justificação é apontada para a subida da prata. Depois de ter tocado mínimos a meio da semana, o preço do metal está agora a disparar 2,33%, com a onça a valer 22,56 dólares. 

Em maré de ganhos está também a platina, que sobe 1,31% para 980,06 dólares por onça.

01.10.2021

Petróleo beneficia da subida dos preços do gás

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

As cotações do petróleo estão a negociar em alta, impulsionadas pelo aumento dos preços do gás natural a nível mundial, o que leva os produtores de eletricidade a procurarem outras fontes.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro avança 0,21% para 75,19 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 0,40% para 78,62 dólares.

01.10.2021

Wall Street ganha com aposta em cotadas mais baratas

As principais bolsas do outro lado do Atlântico abriram o mês de outubro no verde, com as fortes perdas de setembro a levarem os investidores a comprar em setores mais baratos. No entanto, os ganhos são ligeiros devido ao facto de um indicador de inflação ter disparado para máximos de quase 31 anos.

 

O índice industrial Dow Jones segue a somar 0,55%, para 33.031,74 pontos e o Standard & Poor’s 500 avança 0,21%, para 4.316,58 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite ganha 0,18% para se fixar nos 14.474,68 pontos.

 

Depois de o mês de setembro se revelar o pior deste ano, os investidores estão a apostar em cotadas mais baratas.

 

Entre os destaques pela positiva está a Merck & Co Inc., a disparar 9,76% para 82,44 dólares, depois de o seu comprimido experimental contra a covid-19, o molnupiravir, ter reduzido em cerca de 50% a probabilidade de hospitalização ou morte dos doentes com risco de sintomas severos, segundo um estudo divulgado hoje.

 

No entanto, há um novo dado que está a impedir ganhos mais expressivos em Wall Street.

 

O índice de preços no consumo (índice PCE) aumentou 4,3% nos 12 meses terminados em agosto, naquela que foi a maior subida desde janeiro de 1991, anunciou hoje o Gabinete de Análise Económica dos EUA. Ou seja, tratou-se de um máximo de quase 31 anos.

 

O PCE core, que exclui componentes mais voláteis, como os alimentos e a energia, manteve-se em 3,6% em agosto (onde está desde juho), continuando a ser o ritmo mais acelerado deste indicador de inflação desde março de 1991 – e bem acima da meta de 2% da Fed.

 

Ao mesmo tempo que os preços subiram fortemente, os rendimentos dos norte-americanos aumentaram de forma modesta (+0,2%, ou 35,5 mil milhões de dólares. O rendimento disponível subiu ainda menos (0,1%, correspondendo a 18,8 mil milhões).

 

01.10.2021

Stoxx 600 próximo de queda de 1%. Só o setor das "utilities" está no verde

As principas praças europeias estão a negociar no vermelho, dando continuidade à tendência de quedas registada na despedida de setembro. 

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa, está a ceder 0,95% para 450,50 pontos. Quase todos os setores de atividade estão a desvalorizar, com exceção do setor das "utilities", que avança 0,33%. 

O setor da banca regista as maiores quedas nesta altura, ao ceder 1,66%. O banco holandês ABN AMRO regista o maior tombo no Stoxx 600 (6,97%). O setor automóvel, que cai 1,49%, está também em destaque em terreno negativo, seguido pelo setor mineiro e pela tecnologia, também com quedas acima de 1%.

A Électricité de France está em destaque na negociação no Stoxx 600 nesta altura, a registar ganhos de 4,18% para 11,35 euros por ação. 

O PSI-20 regista nesta altura a queda mais modesta entre as principais praças da Europa, ao ceder 0,10%. O espanhol IBEX está a cair 0,84%, o alemão DAX desvaloriza 0,94%, o francês CAC 40 cai 0,65% e o inglês FTSE 0,71%. Em Amesterdão contabilizam-se quedas de 0,6% e em Itália de 0,72%.

01.10.2021

Juros voltam a aliviar na Zona Euro

Os juros da dívida estão a aliviar em vários países da Zona Euro. As "bunds" alemãs com maturidade a dez anos, vistas como a referência na Zona Euro, estão a recuar 1,5 pontos base para -0,216%. 

Já os juros da dívida de Itália com a mesma maturidade estão a descer 1,1 pontos base para 0,845%. 

Na Península Ibérica, a "yield" de Portugal está a recuar 0,7 pontos base para 0,345%. Em Espanha, os juros com maturidade a dez anos descem 1,1 pontos base para 0,447%.

01.10.2021

Petróleo a negociar no vermelho

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

O petróleo está a desvalorizar esta manhã, mas os preços continuam estáveis e a rondar a fasquia dos 75 dólares por barril. 

No caso do brent do Mar do Norte, que serve de referência a Portugal, o barril continua alguns furos acima dessa fasquia. Nesta altura regista-se uma desvalorização de 0,59% para 77,85 dólares.

Já o West Texas Intermediate (WTI), que é negociado em Nova Iorque, está a desvalorizar 0,64% para 74,55 dólares por barril. 

No total da semana, o "ouro negro" está a caminhar para aquela que poderá ser a sua sexta semana consecutiva de ganhos.

01.10.2021

Euro no vermelho pela sexta sessão consecutiva

Euro recua pelo segundo dia pressionado por receios de abrandamento da economia

O euro está a cair 0,01% perante o dólar norte-americano, deslizando para 1,1579 dólares. Esta é a sexta sessão consecutiva em que a moeda única europeia está no vermelho face à "nota verde". 

Ainda na Europa, a libra esterlina está a perder 0,15% face ao dólar, para 1,3454 dólares. A libra tem estado a cair ao longo desta semana, afastando-se dos 1,37 dólares onde negociava ao longo da semana passada. 

Já o dólar está a avançar 0,07%. Com a incerteza a marcar presença nos mercados, nomeadamente no que diz respeito à inflação e aos planos da Reserva Federal dos EUA para iniciar a retirada de estímulos à economia, os investidores estão a perder algum apetite pelo risco, virando-se para algumas divisas. 

É esse o cenário com o dólar, que está a caminho daquela que poderá ser uma quarta semana de ganhos, ou do iene japonês, por exemplo.

01.10.2021

Ouro regressa a terreno negativo

O ouro está de regresso a terreno negativo, depois de ter fechado esta quinta-feira com uma subida de 1,77%, que elevou o preço deste metal para 1.756,95 dólares. 

Esta manhã este metal precioso está a ceder 0,25%, com a onça a deslizar para 1.752,60 dólares. 

A significativa subida do ouro esta quinta-feira - o maior ganho desde março deste ano - foi suportada pelos dados relativos aos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA. Este indicador sobre o mercado laboral está a subir há três semanas consecutivas, levantando alguma preocupação sobre a retoma da economia nos Estados Unidos. 

No entanto, a subida de quinta-feira não foi suficiente para levar o ouro a uma subida mensal.

01.10.2021

Futuros apontam para estreia das bolsas europeias em outubro com “pé esquerdo”

Os futuros da Europa apontam para um arranque "no vermelho" na primeira sessão do novo trimestre, a acompanhar as quedas registadas ontem em Wall Street e já esta manhã nos mercados asiáticos. 


Os índices norte-americanos despediram-se de setembro, um mês tradicionalmente pouco risonho nos mercados, com tons de vermelho. No fecho em Wall Street esta quinta-feira o índice S&P 500, por exemplo, registou o pior mês desde março de 2020, quando a pandemia de covid-19 chegou ao Ocidente. 


Também a despedida de setembro foi negativa para a Europa, com o Stoxx 600 a registar a pior queda mensal desde outubro de 2020. 


Temas como a inflação estão, mais uma vez, a pesar no sentimento dos investidores, além da subida das "yields". Há ainda atenção aos indicadores económicos, que são mantidos debaixo de olho para perceber a evolução da economia global após a abrupta travagem trazida pela pandemia. 


Na sessão na Ásia os principais índices registaram quebras significativas. No Japão, tanto o Nikkei como o Topix perderam mais de 2% (2,31% e 2,16%, respetivamente). Já em Hong Kong, a descida foi menor, na ordem dos 0,3%.

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