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Ao minuto06.10.2021

Europa pintada de vermelho e juros em "stand-by" à espera das atas do BCE

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
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06.10.2021

Ouro no banco de trás da viatura dos ativos seguros

O metal amarelo está a negociar em baixa, numa altura em que os investidores estão a preferir outros valores-refúgio, como o dólar, enquanto esperam pelos dados do mercado laboral em setembro nos EUA.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,10% para 1.758,08 dólares por onça no mercado londrino, depois de já ter estado a cair para 1.744,84 dólares.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro recuam também 0,10%, para 1.759,30 dólares por onça.

 

Além de o dólar estar a ser preferido, a sua robustez também faz com que o ouro fique menos atrativo para quem negoceia com outras moedas.

 

"O ouro ficou para trás face a outros ativos seguros e há muita coisa pendente dos dados laborais dos EUA, que são divulgados na sexta-feira, sendo provável o metal precioso negoceie lateralmente até lá", comentou à Reuters um estratega de mercado da RJO Futures, Bob Haberkorn, acrescentando que é difícil o metal amarelo subir num contexto de dólar forte e de subida dos juros da dívida (o ouro não remunera juros).

06.10.2021

Europa pintada de vermelho com investidores a temerem maior inflação

As bolsas do Velho Continente encerraram a sessão desta quarta-feira em queda, com a escalada dos preços da energia a pesar no sentimento dos investidores, devido aos receios de uma maior inflação.

O índice de referência europeu Stoxx 600 desceu 1,03%, com os setores do turismo, retalho e automóvel a liderarem as quedas. As bolsas espanhola e alemã foram as que mais caíram, ao baixarem 1,76% e 1,46%, respetivamente, enquanto a praça grega foi a única a cair menos de 1%: -0,69%.

Depois de um mês de recordes nas bolsas mundiais, em agosto, as última semanas têm sido marcadas pelo maior pessimismo dos investidores, com a eletricidade a galgar de máximo em máximo, um movimento que tem coincidido com maiores "yields" nos mercados obrigacionistas, perante os sinais de mudanças na política monetária dos principais bancos centrais mundiais.

"Temos estado a retirar dinheiro das ações recentemente e, de facto, a realocá-lo em obrigações de longo prazo como uma forma de cobertura", explica Altaf Kassam, da State Street, à Bloomberg TV.

O analista do Morgan Stanley Mike Wilson, que há cerca de duas semanas alertou para uma correção de 20% nas ações americanas, reiterou, à Bloomberg, que "estamos na fase final de uma transição de meio ciclo onde o crescimento está a desacelerar e os mercados a corrigir".

"Temos alertado para uma correção de 10 a 20% [no S&P 500] que seria liderado por ações tecnológicas", antecipa Wilson.

06.10.2021

Juros da Zona Euro sem tendência definida a olhar para atas do BCE

Quatro banqueiros centrais foram esta quarta-feira ao Fórum BCE debater os riscos que veem no horizonte.

Os juros de dívida soberana da Zona Euro terminaram sem uma tendência definida, com os investidores a olharem para a divulgação das atas da última reunião do Banco Central Europeu, que serão apresentadas amanhã.

Em Itália, a taxa subiu 2,1 pontos base para os 0,879%, enquanto que na Alemanha os juros perderam 0,3 pontos base para os -0,192%. Em Portugal, a "yield" manteve-se estável nos 0,336%.

No último encontro, a presidente Christine Lagarde anunciou que o ritmo de compra de dívida iria desacelerar de forma significativa, mas disse que este era apenas um recalibrar do programa, afastando assim a ideia de tapering.

06.10.2021

Inflação nos EUA puxa pelo dólar contra moedas rivais

O dólar norte-americano apreciou face a um cabaz de moedas rivais do chamado grupo das 10 maiores divisas do mundo, numa altura em que a subida de preços da energia está a alimentar os receios sobre a inflação no país, beneficiando a moeda. 

O euro está a recuar 0,41% para os 1,1550 dólares e a libra esterlina recua 0,39% para os 1,357 dólares, com as apostas conta a moeda britânica a aumentare, de acordo com o Goldman Sachs. 

06.10.2021

Aumento inesperado dos stocks de crude nos EUA quebra preços do "ouro negro"

As cotações do "ouro negro" estão a negociar em baixa, depois de terem disparado nas duas sessões anteriores. A contribuir para a correção de hoje está o facto de os inventários norte-americanos de crude terem aumentado inesperadamente, pela segunda semana consecutiva.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro cede 1,82% para 77,49 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, recua 1,70% para 81,16 dólares.

 

As reservas norte-americanas de crude aumentaram em 2,3 milhões de barris na semana passada, quando o consenso de mercado apontava para uma diminuição de 418.000 barris, anunciou hoje o Departamento da Energia daquele país.

 

Já na semana precedente os stocks subiram – quando se esperava que marcassem a sétima semana consecutiva de quedas.

 

Além disso, a produção dos EUA aumentou na semana passada para 11,3 milhões de barris diários, recuperando assim dos encerramentos decorrentes da passagem do furacão Ida em finais de agosto. Está agora em torno dos máximos da era pandémica mas ainda longe do recorde de 13 milhões de barris por dia estabelecido em 2019.

06.10.2021

Máximos de cinco meses da bitcoin e "ajuda" da SEC fazem disparar empresas do setor cripto

As empresas expostas ao setor de criptomoedas estão novamente a subir nesta quarta-feira, dia em que a bitcoin renovou máximos de cinco meses de volta à barreira dos 55.000 dólares, com uma subida máxima de 7,7% durante a sessão de hoje. 

Empresas como a Bit Digital (+9,5%), Ebang (+1,5%), Riot Blockchain (+2%), Marathon Digital (+2,2%), MicroStrategy (+0,8%), Mogo (+5,8%), Galaxy Digital (+1,7%) e a Coinbase (+1,8%) registam ganhos nesta sessão.

Outras criptomoedas conheceram ganhos à boleia da subida da bitcoin, como a ether ou a litecoin que avançam cerca de 2%.

A dar ainda mais força a este setor estiveram os comentários do líder do SEC, o regulador do mercado nos EUA, que recusou seguir o passos da China em banir as criptomoedas do país.

06.10.2021

Stoxx 600 agrava perdas

O Stoxx 600 está a agravar as perdas nesta sessão. Este índice está agora a cair 1,82% para 447,73 pontos, aproximando-se de mínimos registados no mês de junho. 

Ao longo desta manhã este índice chegou a registar perdas acima dos 2%. 

Neste momento, a bolsa alemã e o índice francês estão a registar perdas acima de 2%, agravando as quedas desde o início da sessão. O índice alemão está a desvalorizar 2,21% e o índice francês cai 2,23%. A bolsa de Amesterdão perde 2,43% e a bolsa italiana cede já 2,02%. 

06.10.2021

Stoxx 600 a cair mais de 1,5% com receios da inflação. Tesco lidera ganhos

A subida das "yields" e o receio da inflação está a pesar no sentimento dos investidores europeus. Nesta altura, o Stoxx 600, o índice que agrupa as maiores cotadas do velho continente, está a cair 1,51% para 449,16 pontos. 

Este índice regressa ao vermelho, depois de ontem ter fechado a subir 1,19%, registando a melhor sessão em dois meses. 

Neste momento, todos os setores estão a negociar em terreno negativo, com o turismo, retalho e tecnologia a liderarem as perdas. O setor do turismo tomba 2,37%, enquanto o retalho e a tecnologia cedem 2,12% e 2,10%, respetivamente. 

Nesta "onda vermelha", a menor desvalorização pertence nesta altura ao setor da banca, que deprecia 0,27%. 

A cadeia de supermercados britânica Tesco está a liderar os ganhos no Stoxx 600, a valorizar 4,51%, depois de ter revisto em alta as previsões para o ano fiscal e anunciar que está a lançar um programa de recompra de ações. A empresa disse que as vendas e lucros aumentaram acima das expectativas no primeiro semestre fiscal, terminado a 28 de agosto. 


Perante este cenário, a empresa reviu em alta a orientação do lucro operacional de retalho ajustado para um intervalo entre 2,5 mil milhões de libras a 2,6 mil milhões de libras. 

Os principais índices europeus estão a ceder mais de 1% esta manhã: o PSI-20 cai 1,29%, o IBEX 35 desvaloriza 1,22%, o alemão DAX cai 1,7%, o francês CAC 40 cede 1,8% e o FTSE 100 1,24%. A bolsa de Amesterdão regista a maior queda entre os índices europeus, ao cair 2,12%.

06.10.2021

Petróleo segue a prolongar ganhos

A 1 de junho há nova reunião para avaliar se a evolução do mercado permite mais um aumento da oferta.

O "ouro negro" está a prolongar os ganhos na manhã desta quarta-feira, depois de um "rally" na sessão de ontem, que elevou os preços do petróleo até valores de 2014. 

O West Texas Intermediate (WTI) negociado em Nova Iorque, está a valorizar 0,43% esta manhã, com o barril nos 79,27 dólares, cada vez mais próximo da fasquia dos 80 dólares. 

Já o brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a avançar 0,46%, com o barril nos 82,94 dólares. 

Os preços do petróleo seguem a ganhar esta semana depois de na segunda-feira, a OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados) ter optado por manter o plano cauteloso de abertura gradual das torneiras apesar da escassez de petróleo em algumas regiões.


06.10.2021

Juros da dívida sobem de forma acentuada na Zona Euro

Os juros da dívida de vários países da Zona Euro estão a acompanhar a subida das "yields" das obrigações. Nesta altura, os juros da Alemanha, a referência na Zona Euro, estão a agravar-se 3 pontos base nas obrigações com maturidade a dez anos, para -0,159%. Trata-se de um máximo de três meses para as "bunds" germânicas. 

Também os juros da dívida italiana estão a subir esta manhã, neste caso 5,3 pontos base para 0,911%.

A Península Ibérica não foge a esta tendência: os juros de Portugal a dez anos estão a subir 2,9 pontos base para 0,385%. Em Espanha, os juros agravam-se 3,4 pontos base para 0,490%.

06.10.2021

Ouro em queda pela segunda sessão consecutiva

O ouro está a cair pela segunda sessão consecutiva, num dia em que a subida das "yields" e os receios ligados a um abrandamento da retoma económica estão a pesar. 

A juntar a estes dois fatores há ainda que considerar a subida do dólar norte-americano, que reduz o apetite dos investidores pelo ouro. 

Este metal precioso está a ceder 0,52% esta manhã, com a onça a negociar nos 1.751,03 dólares. Na sessão desta terça-feira o ouro fechou a cair 0,53%, com a onça a chegar aos 1.760,18 dólares. 

06.10.2021

Euro e libra a cair perante o dólar

As principais divisas do velho continente, o euro e a libra esterlina, estão a perder terreno esta quarta-feira frente do dólar norte-americano. 

Nesta altura, o euro cai 0,23% para 1,1571 dólares. Já a libra esterlina está a ceder 0,34% face à "nota verde", para 1,3582 dólares. 

Do outro lado do Atlântico, o dólar norte-americano avança 0,26% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

06.10.2021

Futuros apontam para abertura “no vermelho” nas praças europeias

As praças europeias deverão abrir em tons de vermelho, conforme apontam os futuros das ações do velho continente a esta hora. 


A pesar no sentimento dos investidores europeus estão, mais uma vez, os receios da subida da inflação, numa altura em que a subida dos preços das energias é um tema que continua a merecer atenção. 


De acordo com os futuros, as praças europeias deverão acompanhar a tendência de queda que se registou na sessão asiática, onde o índice MSCI caiu pela quarta sessão consecutiva.


Na sessão desta quarta-feira, que decorreu durante a madrugada em Lisboa, registaram-se perdas nos principais índices asiáticos. No Japão, o Nikkei caiu 0,92% e o Topix 0,1%; em Hong Kong o índice Hang Seng desvalorizou 0,5%. Na Coreia do Sul, o Kospi caiu 1,2%. Já na China, a bolsa estará fechada até esta quinta-feira devido à "semana dourada", onde se assinala o aniversário da República Popular chinesa. 

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