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Bolsas e petróleo regressam às quedas e juros atingem mínimos de março. Euro e prata disparam

Acompanhe o dia nos mercados.

EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 22 de Julho de 2020 às 17:29
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22.07.2020

Tensões EUA-China arrancam Europa de máximos pré-pandémicos

As principais praças europeias cederam terreno esta quarta-feira, 22 de julho, abandonando o ânimo da última sessão que levou o índice de referência Stoxx600 a máximos de março. O otimismo relativamente ao futuro da economia é abalado pelo surgimento de um novo foco de tensão entre as duas maiores economias do mundo.

O índice que agrega as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, caiu 0,89% para os 373,36 pontos, pondo desta forma fim a um ciclo de três sessões no verde e afastando-se do máximo de 5 de março que atingiu na última sessão. 


A alimentar os receios no que diz respeito ao futuro da economia mundial estão as tensões entre os Estados Unidos e a China. Os dois países entraram em choque depois de os norte-americanos terem ordenado que o consulado chinês em Houston fechasse. Subsequentemente, a China já anunciou que irá retaliar caso esta medida não seja revertida. 

As principais praças europeias ganharam ontem fortemente, depois de os líderes dos 27 países da União Europeia terem conseguido acordar os valores para um Fundo de Recuperação e para o quadro financeiro plurianual, fechando uma quantia em torno de 2 mil milhões. Contudo, esta quarta-feira, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, veio defender que o equilíbrio entre as subvenções e os empréstimos previstos para o fundo "podia ter sido melhor". 

22.07.2020

Reservas dos EUA levam petróleo a cair 1%

Os preços do petróleo recuam cerca de 1% esta quarta-feira, pressionados pelo aumento das reservas de crude dos Estados Unidos, que indiciam uma quebra no consumo no verão.

O West Texas Intermediate cede 1%, para os 41,50 dólares por barril para entrega em setembro.

Em Londres, os contratos de setembro do Brent, de referência para Portugal, seguem a recuar 0,97%, cotando nos 43,89 dólares por barril.

22.07.2020

Prata dispara para máximos de 2013

A prata continua o rally esta quarta-feira e atinge o valor mais elevado desde 2013.

Beneficiando da queda do dólar e da convicção dos investidores de que a procura irá aumentar, o preço da prata avança 5,30%, para 22,70 dólares por onça.

Os ganhos da prata ofuscam a subida do ouro, que continua a aproximação do seu máximo histórico de setembro de 2011. 

O metal amarelo avança 1,18%, cotando nos 1.863,63 dólares por onça.

22.07.2020

Juros dos periféricos renovam mínimos de março

Os juros das dívidas públicas na Zona Euro prosseguem a negociar em queda no mercado secundário, sendo que as "yields" associadas às obrigações soberanas dos países periféricos da área da moeda única voltaram já a renovar mínimos de março.

A taxa de juro associada à dívida portuguesa com maturidade a 10 anos recua 1,5 pontos base para 0,336%, estando assim em mínimos de 10 de março no terceiro dia seguido a aliviar.

Já as "yields" correspondentes às obrigações soberanas da Espanha e da Itália caem respetivamente 2,2 e 6 pontos base para 0,328% e 1,030%. Os juros espanhóis a 10 anos estão assim em mínimos de 11 de março e os italianos no valor mais baixo desde 4 de março.

Nota ainda para o juro associado às obrigações germânicas (bunds) a 10 anos, que alivia 3,2 pontos base para -0,496%.

O custo de financiamento das economias na Zona Euro prolonga assim a tendência de quedas que está a ser alimentada pelos sinais positivos transmitidos aos mercados pelo acordo da UE para uma resposta à crise de 1,8 biliões de euros.

22.07.2020

Euro toca em máximo de outubro de 2018 acima dos 1,16 dólares

A moeda única europeia está a transacionar em terreno positivo pelo quarto dia consecutivo, continuando assim a beneficiar do maior otimismo quanto à capacidade europeia de reação à recessão causada pela crise pandémica na sequência do acordo dos líderes da União Europeia sobre o plano de recuperação do bloco comunitário.

O euro segue nesta altura a apreciar 0,56% para 1,1591 dólares, mas durante a sessão de hoje chegou a negociar nos 1,1601 dólares, o que representa um máximo de outubro de 2018.

Por seu turno, o dólar desvaloriza pela quarta sessão seguida para negociar em mínimos de 9 de março face a um cabaz composto pelas principais divisas mundiais.

22.07.2020

Agudizar de tensões comerciais fazem tremer Wall Street

Os três principais índices de Wall Street abriram a sessão desta quarta-feira com o "pé esquerdo" com o aumento de tensões entre a China e os Estados Unidos e o adiamento da apresentação dos novos estímulos à economia a pressionar. 

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,04% para os 26.825,23 pontos e o S&P 500 segue estável nos 3.257,51 pontos. O Nasdaq Composite avança 0,23% para os 10.701,50 pontos. 

A relação entre Pequim e Washington voltou a conhecer um novo capítulo, com a China a anunciar que foi forçada pelos Estados Unidos a encerrar o seu consulado na cidade norte-americana de Houston e já ameaçou que vai retaliar devido a esta ação que classificou de "ultrajante e injustificada". 

Este agudizar de tensões entre as duas maiores economias do mundo fez tremer as ações em todo o mundo, com Wall Street a não conseguir escapar. 

Para além deste fator, o novo pacote de estímulos que está a ser desenhado pelo Congresso norte-americano não deverá ser apresentado nem nesta, nem na próxima semana. Isto depois de o da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, ter dito que a proposta de lei para o novo pacote de estímulos não será aprovada, sequer, na próxima semana. 

O plano está avaliado em 1 bilião de dólares.

Os investidores continuam de olho na temporada de resultados. Hoje é a vez da Microsoft e da Tesla apresentarem os números após o fecho de sessão. 

22.07.2020

Prata mantém subidas e vai a máximos de 2014

À imagem do ouro, a prata tem sido outro dos ativos que tem beneficiado recentemente, e segue em máximos de 2014 ao valorizar 7,30% para os 23 dólares por onça. 

22.07.2020

Aumento das tensões entre EUA e China agrava perdas das bolsas

As bolsas europeias acentuaram as perdas do início da sessão devido ao novo aumento de tensões entre os Estados unidos e a China.

O Stoxx600 desvaloriza 1,06% para 372,71 pontos e em Lisboa o PSI-20 desce 0,67% para 4.515,56 pontos, anulando os ganhos que registava logo depois da abertura.

A China anunciou hoje que foi forçada pelos Estados Unidos a encerrar o seu consulado na cidade norte-americana de Houston e já ameaçou que vai retaliar devido a esta ação que classificou de "ultrajante e injustificada". 

Este aumento de tensões agravou a tendência negativa que já se registava nas bolsas, que estavam a corrigir dos máximos de março fixados na véspera, dia em que as bolsas reagiram de forma positiva ao acordo alcançado no Conselho Europeu.

A pressionar as bolsas está também o facto de o Congresso dos Estados Unidos ter atrasado a apresentação de um novo pacote de estímulos sobre a economia, que pode ter verbas na ordem de 1 bilião de dólares.

A expectativa inicial era de que esse plano fosse apresentado ainda esta semana, mas o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que a proposta de lei para o novo pacote de estímulos não será aprovada, sequer, na próxima semana. 

Os futuros sobre o S&P500 permanecem em alta, embora menos acentuada, depois de ontem já terem reagido em baixa a este impasse no novo pacote de estímulos nos EUA.

22.07.2020

Ouro continua "rally" e está em máximos de nove anos

O ouro está a valorizar 0,47% para os 1.854,41 dólares por onça, mantendo-se assim em máximos desde setembro de 2011m beneficiando das constantes quedas do dólar, uma vez que o metal precioso é denominado em dólares e fica mais atrativo como investimento quando esta divisa recua. 

Perante as subidas consecutivas do ouro, já muitos analistas preveem que o metal possa atingir um máximo histórico este ano. O atual recorde foi marcado a 6 de setembro de 2011, quando se fixou nos 1.921,15 dólares por onça.

22.07.2020

Euro renova máximos de janeiro de 2019

A moeda europeia está a valorizar pela quarta sessão seguida e já renovou máximos de janeiro de 2019, ao transacionar pela primeira acima de 1,15 dólares. A alta da divisa reflete o facto de as perspetivas para a moeda da Zona Euro parecerem melhores do que para o dólar, disse o Commerzbank, citado pela Dow Jones. Após a aprovação de um fundo de recuperação para a pandemia, o mercado "superou um importante fator de risco para a coesão europeia, a economia e o euro", disse Antje Praefcke, do Commerzbank. Os EUA começaram a discutir mais estímulos orçamentais devido aos crescentes casos de coronavírus no país, mas "ainda não é certo" se o pacote vai ser aprovado no Congresso antes da pausa de verão, disse Praefcke.

O euro valoriza 0,03% para 1,1531 dólares e atingiu o máximo de janeiro de 2019 nos 1,1547 dólares. A Libra desce 0,43% para 1,2676 dólares.

22.07.2020

Europa cai com estímulos nos EUA adiados

As principais bolsas europeias seguem a negociar em queda na sessão desta quarta-feira, corrigindo dos fortes ganhos recentes, numa altura em que o Congresso dos Estados Unidos atrasou a apresentação de um novo pacote de estímulos sobre a economia.

O Stoxx 600, índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região, desvaloriza 0,47% para os 374,94 pontos, com as bolsas do "velho continente" a oscilarem entre uma queda de 0,6% em Amesterdão e um ganho de 0,2% em Lisboa. 

Nos Estados Unidos está a ser desenhado um novo pacote de estímulos sobre a economia da região na ordem dos 1 bilião de dólares.

A expectativa inicial era de que esse plano fosse apresentado ainda esta semana, mas o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse que a proposta de lei para o novo pacote de estímulos não será aprovada, sequer, na próxima semana. 

Os investidores continuam a olhar com preocupação o aumento de casos com covid-19 em todo o mundo. 

Na Austrália, os casos continuam a subir e ontem, o estado de Vitória divulgou mais cerca de 500 pessoas infetadas com coronavírus, o que representa um número máximo diário desde que a pandemia começou. Na cidade de Melbourne, o governo já tinha decretado um novo confinamento nas últimas semanas. 

22.07.2020

Juros recuam em dia de emissão de obrigações

As taxas de juro das obrigações soberanas da Europa continuam com tendência negativa, suportadas ainda pelo fundo de recuperação de 750 mil milhões de euros aprovado pelo conselho europeu na madrugada de terça-feira.

A "yield" dos títulos portugueses a 10 anos cede 0,2 pontos base para 0,349%, muito perto dos mínimos de março fixados ontem. Em Espanha a taxa das obrigações a 10 anos cede 0,9 pontos base para 0,341% e na Alemanha caem 0,3 pontos base para – 0,466%.

O alívio ligeiro nos juros da dívida portuguesa acontece no dia em que IGCP volta ao mercado com o objetivo de arrecadar entre mil milhões e 1,25 mil milhões de euros num duplo leilão de obrigações do Tesouro. O instituto que gere a dívida pública vai realizar um leilão com maturidade em 21 de julho de 2026 (maturidade de seis anos) e outro com maturidade de 18 de outubro de 2030 (10 anos).

22.07.2020

Energia pressiona PSI-20

O PSI-20 desce 0,14% para 4.539,37 pontos, com nove cotadas em queda, sete em alta e duas sem variação.

As bolsas europeias também estão a corrigir dos máximos de março atingidos na véspera, dia em que as ações reagiram de forma favorável ao acordo histórico alcançado pelos líderes europeus, que aprovaram um fundo de recuperação dotado de 750 mil milhões de euros para recuperar a economia europeia.

Hoje a tendência é de correção, depois da sessão em Wall Street ter sido negativa devido aos sinais de discórdia sobre o novo pacote de estímulos nos Estados Unidos e das praças asiáticas terem sido penalizadas pelo forte aumento de casos covid-19 na Austrália.

Em Lisboa a tendência também é negativa com o PSI-20 a ser penalizado pelas cotadas do setor energético. A Galp Energia cede 0,24% para 10,595 euros e a EDP desce 0,44% para 4,529 euros.

A elétrica atingiu máximos de março na sessão de ontem e o período de subscrição das novas ações do aumento de capital inicia esta quinta-feira.

Ainda a pressionar o PSI-20 estão as ações dos CTT, REN, Navigator e Altri. A Nos, que apresenta hoje os resultados do primeiro semestre, está com sinal contrário, a ganhar 0,11% para 1,60 euros. BCP (+0,09% para 0,1092 euros) e Jerónimo Martins (+0,03% para 14,805 euros) também estão em alta, embora com ganhos pouco expressivos.

22.07.2020

Futuros da Europa em queda a corrigir dos recentes ganhos

Os futuros dos índices europeus e norte-americanos recuam na pré-abertura da sessão desta quarta-feira, numa altura em que os casos diários de covid-19 continuam a aumentar em velocidades recorde em algumas regiões do globo, como na Austrália.

Por esta altura, os futuros do Stoxx 50 - índice que agrupa as 50 maiores cotadas da Europa - perdem 0,4% e os futuros do norte-americano S&P 500 seguem praticamente inalterados, numa altura em que os Estados Unidos estão a trabalhar num novo pacote de estímulos.

A expectativa inicial era de que o plano fosse aprovado ainda esta semana, mas os recentes comentários do líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, deitaram por terra essa teoria e prejudicaram o sentimento das bolsas.

Na sessão asiática, as principais praças negociaram de forma mista com ganhos em Xangai, na China (+0,4%), mas perdas no Japão (-0,4%) e em Hong Kong (-0,4%). 

Na Austrália, os casos de covid-19 continuam a aumentar e ontem, o estado de Vitória divulgou mais cerca de 500 pessoas infetadas com coronavírus, o que representa um número máximo diário desde que a pandemia começou. Na cidade de Melbourne, o governo já tinha decretado um novo confinamento nas últimas semanas. 

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