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Ao minuto16.09.2020

Bolsas europeias com maior ciclo de ganhos em mais de um mês e petróleo sobe mais de 3%

Acompanhe a evolução dos mercados ao longo do dia.

Os analistas portugueses têm recomendações mais otimistas para as ações cotadas na bolsa de Lisboa.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 16 de Setembro de 2020 às 17:04
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16.09.2020

Petróleo sobe mais de 3% com queda dos stocks nos EUA

As cotações do "ouro negro" seguem em alta firme nos principais mercados internacionais, impulsionadas sobretudo pela diminuição das reservas norte-americanas na semana passada.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro segue a somar 3,92% para 39,78 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 3,28% para 41,86 dólares.

 

A Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia) revelou que as reservas de crude do país caíram em 4,4 milhões de barris na semana passada, para um total de 496 milhões, quando os analistas inquiridos pela Reuters apontavam para um aumento de 1,3 milhões.

 

Esta queda surpresa animou o sentimento dos investidores, que têm estado receosos nos últimos tempos com as previsões de uma recuperação mais lenta do que o esperado na procura global.

16.09.2020

Ouro em alta à espera da Fed

O metal amarelo segue a valorizar esta quarta-feira, na expectativa de que a Fed mantenha a política monetária de taxas de juro baixas e menor foco na inflação por forma a ajudar a maior economia mundial a recuperar do impacto da pandemia.

David Meger, da High Ridge Futures, disse à Reuters que os dados económicos frágeis - aludindo às despesas dos consumidores dos EUA em agosto -  "sustenta a ideia de que a Fed prosseguir
a uma política acomodatícia, que haverá um novo estímulo aprovado pelo Congresso e estes são os principais pilares de suporte do ouro".


O ouro a pronto (spot) cotava nos 1.967,98 dólares, uma subida de 0,71%, sendo visto como mais atrativo do que outros ativos, nomeadamente as obrigações.

Também em alta seguem a prata, que valoriza 0,40%, e a platina, que ganha 0,72%. Já o cobre segue com uma subida muito ligeira, de apenas 0,08%.

16.09.2020

Stoxx600 com maior ciclo de ganhos em mais de um mês

Numa sessão em que as principais praças europeias surgiram divididas entre ganhos e perdas, perto do encerramento da negociação bolsista a generalidade das bolsas do velho continente acabaram por se fixar em terreno positivo.

O índice de referência europeu somou 0,58% para 373,13 pontos, na quarta valorização consecutiva (maior ciclo de ganhos desde que, a 12 de agosto, completou também uma série de quatro dias a ganhar valor), que permitiu ao Stoxx600 avançar para máximos de 4 de setembro.

Já o luso PSI-20 apreciou 0,22% para 4.293,62 pontos, sobretudo apoiado nas subidas do setor do papel (em especial da Navigator e da Semapa, que somaram respetivamente 2,59% e 1,39% para 2,378 euros e 8,04 euros) e da Galp (+1,29% para 9,098 euros). Por sua vez, o espanhol Ibex liderou as subidas na Europa com uma valorização ligeiramente superior a 1%.

Os setores europeus do imobiliário e das matérias-primas conseguiram as maiores subidas, sendo que também media e retalho tiveram desempenhos positivos. Já os setores automóvel e petrolífero pesaram no sentimento dos investidores e travaram subidas mais acentuadas das ações europeias.

Este otimismo na Europa surge na antecâmara do aguardado discurso do presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, marcado para o final desta tarde.

A convicção generalizada nos mercados é a de que Jerome Powell reitere o compromisso da Fed em apoiar a retoma da maior economia mundial e confirme que os juros diretores deverão permanecer em valores próximos de zero enquanto isso se justificar.

16.09.2020

Juros descem para mínimos de um mês após emissão com taxas históricas

As taxas de juro das obrigações soberanas portuguesas estão em queda, tendo hoje tocado em mínimos de 11 de agosto, persistindo o interesse dos investidores na dívida dos países do euro, tal como mostra o resultado do leilão de bilhetes do Tesouro efetuado esta quarta-feira pelo IGCP.


O instituto que gere a dívida portuguesa colocou 1.750 milhões de euros em títulos de dívida a 6 e 12 meses, sendo que em ambas as linhas as taxas de juro foram as mais baixas de sempre.


No mercado secundário a yield das obrigações portuguesas a 10 anos cede 0,7 pontos base para 0,285%. Na dívida alemã a taxa dos títulos com a mesma maturidade cede 0,1 pontos base para -0,483%, pelo que o prémio de risco da dívida portuguesa está a estreitar-se ligeiramente.

16.09.2020

Libra avança com rumores de progressos em acordo do Brexit

A moeda britânica segue a ganhar terreno face às divisas europeia e norte-americana, animada pela notícia da Reuters de que Londres estaria a mostrar abertura para a negociação com Bruxelas na área da pesca. Adicionalmente, outra fonte indicou à Reuters que o governo britânico estará a recuar na posição mais dura adotada na semana passada e que atirou a libra para mínimos de seis meses.

A libra valoriza 0,87% face à "nota verde", cotando nos 1,3001 dólares. 

O euro também cede perante a divisa britânica, com um recuo de 0,83%, para 0,9115 libras.

A moeda única europeia segue estável face à divisa dos EUA, deslizando 0,05%, para os 1,1841 dólares, num dia em que é aguardado o discurso do presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell.

16.09.2020

Wall Street abre em alta com boas perspetivas da Fed a animar

Os principais índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta quarta-feira em alta, animados com o tom "dovish" com que a Reserva Federal deverá assumir no final da reunião de política monetária de dois dias. 

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,24% para os 28.063,42 pontos e o S&P 500 avança 3.412,52 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,25% para os 11.217,93 pontos.

A reunião do banco central norte-americano termina hoje com o discurso de Jerome Powell sobre as perspetivas económicas para o futuro do país.

Esta será a primeira aparição de Powell após a alteração dos mandatos da instituição, aquando do encontro anual em Jackson Hole, que levaram a uma alteração da meta para a inflação. Espera-se, por isso, que Powell mantenha a porta aberta a novos estímulos para continuar a apoiar a maior economia do mundo.

Depois de um início traiçoeiro em setembro, as bolsas do país estão de volta aos ganhos. Depois de quedas globais durante duas semanas, o S&P 500 ganhou 1,8% em duas sessões, com o imobiliário e as "utilities" a liderarem os ganhos.

A empresa de entregas FedEx dispara mais de 9% depois de reportar lucros maiores do que o esperado incialmente, levando o setor todo atrás. A rival United Parcel Service avança 4,1%.

16.09.2020

Europa sobe à boleia de otimismo em torno da Fed

As principais praças europeias estão a valorizar na sessão desta quarta-feira, com os investidores a aguardarem com otimismo pelo fim da reunião de política monetária de dois dias da Reserva Federal dos Estados Unidos.

O índice Stoxx 600, que reúne as 600 maiores cotadas da região, avança 0,16% para os 371,55 pontos pela terceira sessão consecutiva.

O setor do retalho está a destacar-se com uma subida superior a 1%. A dar força a este segmento está a Inditex, dona da Zara, que reportou resultados acima do esperado no segundo trimestre deste ano, marcado pelo forte impacto da pandemia. 

Os investidores estão atentos ao discurso de hoje de Jerome Powell, que acontecerá no final da reunião de dois dias da Fed, e que poderá dar um novo impulso aos mercados nesta fase.  

Isto porque é esperado que o banco central deverá continuar de mãos dadas com a economia do país, na sua primeira reunião depois da revisão dos mandatos, que originaram uma alteração na meta da inflação.

16.09.2020

Juros de Portugal em mínimos de um mês em dia de leilão

As taxas de juro das obrigações soberanas do euro persistem com tendência de descida, com a "yield" das bunds a 10 anos a ceder 0,6 pontos base para 0,487%.

 

A taxa da dívida portuguesa a 10 anos desce 0,8% para 0,284%, o que corresponde ao nível mais baixo desde 11 de agosto. A descida dos juros de Portugal acontece num dia em que o IGCP realiza dois leilões das linhas de bilhetes do Tesouro, com maturidades em 19 de março de 2021 e 17 de setembro de 2021, com o objetivo de encaixar entre 1.500 milhões e 1.750 milhões de euros.

16.09.2020

Euro sobe em dia de Fed

O euro retomou a trajetória de alta face ao dólar, com o índice da moeda norte-americana a cair 0,1% com os investidores aguardarem que a Reserva Federal (Fed) mantenha a postura acomodatícia.

 

No final da reunião de dois dias, a Fed deve sinalizar que a política de taxas de juro se vai manter inalterada e próxima de zero até ao final de 2023. Os investidores também vão estar atentos à conferência de imprensa do presidente da Reserva Federal dos EUA, Jerome Powell, após o anúncio da decisão.

Depois de ontem ter interrompido uma série de três sessões em alta, o euro está esta manhã a subir 0,12% para 1,1861 dólares.

16.09.2020

Ouro à espera para ouvir discurso de Powell

O metal precioso está a negociar de forma ligeiramente nesta quarta-feira, antes do discurso do líder da Fed, que vai culminar com o fim da reunião de política monetária de dois dias do banco central. 

Assim sendo, o ouro sobe 0,3% para 1.959,61 dólares por onça à espera que Jerome Powell mantenha a sua política "dovish" e continue a dar sinais de apoio à economia local.

A Fed reduziu a sua taxa de juros diretora para quase zero no início da pandemia e anunciou que não haveria qualquer aumento até que a economia estivesse de regresso ao seu percurso normal, o que tem beneficiado o ouro.

16.09.2020

Petróleo estende ganhos com queda nos inventários dos EUA

Os preços do petróleo estão a valorizar pela segunda sessão consecutiva, interrompendo um ciclo de três dias seguidos a perder força, apoiado por um dólar mais fraco e pela queda inesperada dos inventários da matéria-prima nos Estados Unidos.

Por esta altura, o Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - ganha 1,7% para os 41,21 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (Wets Texas Intermediate) avança 1,46% para os 38,84 dólares por barril.

O dólar vai caindo pela quarta sessão consecutiva, tornando o preço das "commodities" mais apetecível para os investidores.

Para além deste fator, o Instituto Americano de Petróleo reportou uma queda de 9,52 milhões de barris nos inventários na semana passada, o que mostra que a matéria-prima está a ser escoada dos armazéns. Os dados oficiais serão divulgados nesta quarta-feira, mas espera-se então a segunda queda semanal consecutiva neste segmento.

Contudo, a Agência Internacional da Energia fez ontem o seu prognóstico para o futuro do mercado petrolífero, dizendo que será "ainda mais frágil" devido ao aumento da propagação do coronavírus.

16.09.2020

Futuros da Europa e dos EUA mistos à espera da Fed

Os futuros das ações europeias estão a negociar em leve queda, no dia em que será conhecido o resultado da reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos, que deverá manter a sua postura "dovish" para continuar a apoiar a economia do país.

Os futuros do Stoxx 50 - que agrupa as 50 maiores cotadas da Europa - vão perdendo 0,2%, enquanto que os futuros do norte-americano S&P 500 ganham 0,1%. Ontem o índice de referência nos Estados Unidos subiu pelo terceiro dia consecutivo, com os ganhos no setor da tecnologia a ofuscarem as perdas no setor financeiro.

Durante a madrugada em Lisboa, a sessão asiática não teve uma tendência definida. Foram registadas quedas na China (-0,3%) e em Hong Kong (-0,1%) e um ganho no Japão (+0,2%). Ainda assim o índice MSCI para a Ásia subiu pelo quinto dia seguido, naquele que é o ciclo mais longo desde junho.

Nesta fase, os investidores estão à procura de novos catalisadores para eliminar as fortes perdas no início de setembro. Sendo assim, o discurso de hoje de Jerome Powell, que acontecerá no final da reunião de dois dias da Fed, poderá dar uma ajudar nesse sentido. 

Isto porque é esperado que o banco central deverá continuar de mãos dadas com a economia do país, na sua primeira reunião depois da revisão dos mandatos, que originaram uma alteração na meta da inflação.

Do lado sanitário, os investidores encontram um potencial catalisador otimista, depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter dito que uma vacina contra o coronavírus estaria pronta nas próximas quatro semanas. A China fez notar que terá uma vacina a circular pela população em novembro ou dezembro.

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