Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto15.09.2020

Bolsas europeias e petróleo sobem. Ouro e euro caem e juros aliviam para mínimos de agosto

Acompanhe aqui a evolução do dia nos mercados.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 15 de Setembro de 2020 às 17:35
  • Assine já 1€/1 mês
  • 3
  • ...
15.09.2020

Bolsas europeias sobem pelo terceiro dia com H&M e Ocado a animarem o retalho

Bolsa de Londres tem ficado para trás na negociação deste ano em comparação com os pares europeus.

As bolsas europeias encerraram uma vez mais em alta, sustentadas sobretudo pelo bom desempenho da H&M e da Ocado, o que animou as retalhistas, e pelo sinal positivo das cotadas do setor mineiro.

 

O Stoxx600, índice que agrega as 600 maiores cotadas do Velho Continente, fechou a somar 0,70%, na terceira sessão consecutiva no verde – a mais longa série de subidas do último mês.

 

Entre as principais praças da Europa Ocidental, a maior subida coube ao índice britânico FTSE 100, que valorizou 1,3%, seguido de perto pelo madrileno IBEX-35, que ganhou 1,2%.

 

Já o AEX em Amesterdão subiu 0,60% e o parisiense CAC-40 avançou de 0,30%. Por seu lado, o alemão Dax pulou 0,30%.

 

As actualizações positivas da atividade de empresas como a H&M e a Ocado – que apresentaram bons números trimestrais – deram um impulso às retalhistas,.

 

As mineiras, que tiveram a segunda melhor performance da Europa, ganharam terreno com novos dados que revelam uma aceleração da retoma económica da China e também com vários "upgrades" de analistas a gigantes como a Rio Tinto e a Glencore.

15.09.2020

Ouro cede terreno com valorização do dólar

O metal amarelo voltou hoje a perder terreno em Londres, penalizado pela valorização do dólar e pelos dados económicos positivos nos Estados Unidos.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,26% para 1.951,29 dólares por onça no mercado londrino. Isto depois de já ter estado a negociar nos 1.971,71 dólares, o valor mais alto desde 2 de setembro – invertendo depois a tendência com a depreciação da nota verde.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do metal cedem 0,20% para 1.959,20 dólares por onça.

 

A apreciação do dólar está a pressionar o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativa como investimento.

 

Os investidores estão agora de olhos postos na reunião de dois dias da Reserva Federal, que termina amanhã, à espera de pistas sobre a política monetária do banco central norte-americano.

15.09.2020

BCP e Nos pressionam PSI-20

O PSI-20 fechou a cair pela quarta sessão consecutiva e embora as perdas tenham sido ligeiras,  o índice português evoluiu em sentido contrário às praças europeias, tal como já tinha acontecido ontem.

O PSI-20 caiu 0,04% para 4.284,16 pontos, com oito cotadas em alta, nove em queda e uma sem variação.  

Nas praças europeias o dia foi de ganhos (vários índices europeus subiram mais de 1% e o Stoxx600 avançou 0,7% no terceiro dia em alta) com os investidores de olhos postos na reunião da Reserva Federal e agradados com os resultados da H&M, que viu as ações dispararem mais de 10% depois da retalhista de vestuário ter anunciado lucros acima do esperado.

Em Lisboa o desempenho foi condicionado pelo Banco Comercial Português e pela Nos. As ações do banco liderado por Miguel Maya cederam 0,98% para 9,13 cêntimos, tocando em mínimos de maio deste ano. A operadora de telecomunicações caiu 2,5% para 3,36 euros e sofreu a queda mais acentuada entre as cotadas do PSI-20.

Ainda a pressionar o índice português estiveram as ações da Mota-Engil (-1,39% para 1,278 euros) e da Corticeira Amorim (-1,31% para 10,52 euros).

Em sentido inverso estiveram as cotadas do setor energético, que nas últimas sessões tinham pressionado o PSI-20. A Galp Energia valorizou 1,56% para 8,982 euros e a EDP somou 0,36% para 8,982 euros.


A maior subida do PSI-20 foi protagonizada pela Pharol, que avançou 2,91% para 11,3 centimos, sendo que a Ibersol também alcançou um ganho acima de 1%.  

15.09.2020

Furacão Sally sustenta petróleo

Os preços do petróleo vão continuar sob pressão e o crude pode voltar a valores negativos.

As cotações do "ouro negro" seguem em alta nos principais mercados internacionais, impulsionadas pelos receios em torno de perturbações da oferta nos EUA devido ao furacão Sally.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro segue a somar 2,17% para 38,07 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma desvalorização de 1,82% para 40,33 dólares.

 

As empresas de energia, portos e refinarias dos EUA apressaram-se ontem a fechar portas, numa altura em que o furacão Sally aumentava de intensidade na sua aproximação à Costa do Golfo.

 

Os receios de uma perturbação na oferta estão assim a sustentar os preços da matéria-prima, mas as novas previsões de uma recuperação mais lenta do que o esperado na procura global estão a travar maiores ganhos.

 

A Agência Internacional da Energia (AIE) reviu hoje em baixa de 200.000 barris por dia, para 91,7 milhões de barris diários, a sua estimativa para a procura de crude em 2020, justificando com o ritmo dda retoma económica.

 

"Prevemos que a recuperação da procura de petróleo desacelere marcadamente na segunda metade de 2020", sublinhou a AIE.

 

Ontem, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estimou que a procura mundial de crude deverá cair mais acentuadamente em 2020 do que aquilo que foi anteriormente previsto, devido à pandemia de covid-19, e que no próximo ano também a retoma deverá ser mais lenta do que se estimava.

 

Segundo as projeções da OPEP, a procura mundial de petróleo deverá diminuir em 9,46 milhões de barris por dia este ano – mais do que os 9,06 milhões apontados no relatório do mês passado.

 

Por seu lado, a BP reconheceu que chegou ao fim a tendência de aumento no consumo de petróleo, tornando-se assim a primeira entre as grandes petrolíferas mundiais a decretar o fim de uma era que muitos acreditavam que iria durar pelo menos mais uma década.

15.09.2020

Juros a 10 anos de Portugal e Espanha em mínimos de 11 de agosto

Os juros das dívidas públicas mantêm esta terça-feira a tendência de alívio na área da moeda única. A taxa de juro associada às obrigações soberanas de Portugal com prazo a 10 anos recua 1,3 pontos base para 0,288% e a "yield" referente aos títulos espanhóis com a mesma maturidade recua 1 ponto base para 0,267%. 

Ambas as "yields" recuam pelo terceiro dia consecutivo para negociarem em mínimos de 11 de agosto. 

Também as taxas de juro correspondentes às obrigações soberanas da Itália e da Alemanha caem respetivamente 2,1 e 0,3 pontos base para 0,997% e -0,486%.

15.09.2020

Euro interrompe ciclo de ganhos contra o dólar

Após quatro sessões seguidas a apreciar face ao dólar, o euro segue agora a perder terreno para a divisa norte-americana. Apesar de hoje já ter chegado a valorizar contra o dólar para a cotação mais elevada desde 9 de setembro, o euro está entretanto a perder 0,13% para 1.1851 dólares. 

O euro ajusta assim relativamente aos ganhos acumulados ao longo das últimas semanas face ao dólar. Esta correção surge numa altura em que os investidores estão especialmente expectantes pelo reunião de dois dias da Reserva Federal. O líder da Fed, Jerome Powell, poderá, na conferência de imprensa desta quarta-feira, avançar pistas quanto ao rumo da política monetária do banco central dos Estados Unidos, com os investidores à espera de eventuais novidades que permitam perceber se os juros diretores da maior economia mundial irão permanecer por um longo período de tempo em níveis próximos de zero. 

Por seu turno, o dólar transaciona na linha de água, alternando entre ganhos e perdas ligeiras no índice da Bloomberg que mede o desempenho da moeda americana face a um cabaz composto pelas principais divisas internacionais.

15.09.2020

Wall Street em alta de olhos postos em Jerome Powell

Os três maiores índices de Wall Street abriram a sessão desta terça-feira em alta, à boleia dos dados económicos positivos vindos da China, enquanto o foco se vira para a reunião de dois dias de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos.

Por esta altura, o Dow Jones ganha 0,81% para os 28.215,10 pontos e o S&P 500 ganha 1,05% para os 3.419,20 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite avança 1,47% para os 11.217,73 pontos. 

Na sua primeira aparição pública depois de o encontro anual em Jackson Hole, o presidente da Fed, Jerome Powell, é esperado que mantenha a sua política acomodatícia por mais tempo, reforçando alguns pequenos apoios à economia.

As expectativas sobra uma nova aparição da Fed aumentaram depois de o impasse no Congresso nas negociações para um novo pacote de estímulos e da forte queda das ações de tecnologia no início deste mês.

Esta semana tem sido positiva para as cotadas norte-americanas, que negoceiam à boleia do otimismo perante o encontro do banco central. 

A motivar este sentimento está também o renovado otimismo em torno do desenvolvimento da vacina contra o coronavírus, depois dos testes da AstraZeneca terem sido retomados. 

Hoje, os dados referentes à produção industrial na China acima do previsto, abriram a porta para números positivos também nos Estados Unidos, que anunciam hoje os dados.

Entre as cotadas, o destaque vai para a Apple e para o "Apple Day", o encontro de lançamento dos novos equipamentos da marca. As ações da empresa sobem quase 2%.

15.09.2020

Bolsas e juros sobem após dados otimistas da Alemanha sobre confiança dos investidores

Depois de uma abertura mais na retaguarda, as bolsas europeias ganharam ânimo após a divulgação do ZEW da Alemanha referente a setembro, um indicador que mede a confiança dos investidores na economia do país para os próximos seis meses.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa - ganha 0,51% para os 370,42 pontos, depois de os investidores se mostrarem muito mais otimistas com a economia do que era esperado.

O indicador ZEW fixou-se nos 77,4 pontos em setembro, acima dos 69,5 pontos esperados, à boleia do último apoio orçamental dado pelo governo germânico de 10 mil milhões de euros que irá durar até ao final de 2021.

"Os especialistas continuam a esperar uma recuperação notável da economia alemã", disse o presidente do instituto ZEW, Achim Wambach, acrescentando que "as negociações do Brexit e o aumento dos casos de Covid-19 não estão a impedir o sentimento positivo".

O governo alemão espera que a economia contraia 5,8% este ano, menos do que o previsto em abril deste ano, graças ao aumento do consumo interno, de acordo com o seu ministro da Economia, Peter Altmaier.

Depois do relatório, os juros alemães a dez anos alargaram as subidas para 0,9 pontos base. No sul Europa, os juros de Portugal, Espanha e Itália reverteram e estão agora a subir cerca de 1 ponto base.

15.09.2020

Europa à procura de rumo após dados positivos da China e antes da Fed

As principais praças europeias negoceiam de forma mista na manhã desta terça-feira, com o setor da banca a ser o mais penalizado, mas ofuscado pela boa prestação do retalho.

O agregador Stoxx 600 ganha 0,03% para os 368,71 pontos, valorizando pela terceira sessão consecutiva, o que representa o maior ciclo de vitórias desde meados de agosto. 

O setor da banca na Europa perde 1%, mas o retalho apoia com a outra mão com um ganho de 1,5%, animado com os dados chineses sobre o setor em agosto.

Para além dos dados do retalho, a produção industrial na China sofreu um aumento em agosto. Ambos os segmentos superaram as expectativas dos mercados. 

Os investidores estão também de olho na reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos, que irá culminar com o discurso de amanhã de Jerome Powell, líder da institução.

Espera-se que o banco central norte-americano mantenha a postura flexível e se mostre disponível para continuar a apoiar a economia e fazer subir a inflação.

15.09.2020

Petróleo desvaloriza com AIE a apontar para futuro "mais frágil" devido à pandemia

Os preços do petróleo seguem a desvalorizar nesta terça-feira, depois da revisão da perspetiva para o mercado petrolífero feita pela Agência Internacional de Energia (AIE).

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - cai 0,18% para os 39,54 dólares por barril e o norte-americano WTI (Weste Texas Intermediate) cai 0,16% para os 37,20 dólares por onça.

A AIE mostra-se mais apreensiva com as perpetivas para o resto do ano sobre o petróleo, com o mercado "cada vez mais frágil" à medida que a propagação da pandemia volta a ganhar força.

"Esperamos que a recuperação da procura por petróleo desacelere marcadamente no segundo semestre de 2020, com a maioria dos ganhos já alcançados", disse a agência com sede em Paris, no seu relatório mensal.

Acrescenta que "o caminho é traiçoeiro devido ao aumento de casos com covid-19 em muitas partes do mundo".


15.09.2020

Ouro avança pelo segundo dia com dólar mais fraco

O ouro segue a valorizar pelo segundo dia, beneficiando com um dólar mais fraco, antes da reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos, que deverá mostrar-se disponível para continuar a apoiar a economia local.

Por esta altura, o metal prcecioso ganha 0,31% para os 1.936,09 dólares por onça, beneficiando com a atual perspetiva de que a Fed irá manter as taxas de juro baixas durante muito tempo.

15.09.2020

Juros de Portugal abaixo de 0,30%

As obrigações dos países periféricos do euro estão em alta, levando a "yield" da dívida portuguesa a situar-se abaixo de 0,3% após três sessões de descidas. A taxa das obrigações portuguesas cede 0,8 pontos base para 0,293% e a "yield" dos títulos espanhóis com a mesma maturidade baixa 0,6 pontos base para 0,27%. Em sentido contrário a taxa das obrigações alemãs a 10 anos sobe 0,4 pontos base para -0,479%.

Segundo Christoph Rieger, responsável de taxas e research de crédito do Commerzbank, as especulações de cortes das taxas de juro continuam na Zona Euro, mas a queda duradoura das yields das bunds a 10 anos abaixo de -0,50% pede um catalizador mais forte.

15.09.2020

Euro avança pela quinta sessão antes da Fed

Ainda resta muita vida ao dólar, apesar da recente desvalorização da moeda norte-americana.

O euro está a ganhar terreno ao dólar pela quinta sessão consecutiva, numa altura em que o foco dos investidores está na reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos de quarta-feira, que não deverá ter alterações, mas poderá dar indicações sobre o rumo da política monetária do banco central.

 

O euro está a ganhar 0,13% para 1,1881 dólares, continuando assim a recuperar das quedas da semana passada que afastaram a moeda europeia dos 1,20 dólares.

O índice do dólar desce 0,2% e entre as principais moedas o dólar australiano lidera as subidas depois do banco central do país ter sinalizado que não pretende implementar mais medidas de estímulo monetário. 

15.09.2020

Futuros da Europa em queda, apesar de dados fortes da China

Os futuros da Europa estão a negociar de forma ligeiramente negativa, apontando para uma abertura de sessão com o "pé esquerdo", contrariando a tendência dos futuros norte-americanos e de grande parte das bolsas asiáticas que olham para a recuperação da economia chinesa com entusiasmo. 

Assim sendo, os futuros do índice Stoxx 50 perdem 0,2%, numa manhã em que o Reino Unido divulgou um aumento de 62 mil desempregados entre maio e junho, tendo a taxa de desemprego se situado nos 4,1%, em linha com o previsto pelos economistas contactados pela Bloomberg. 

Já os futuros do norte-americano S&P 500 ganham 0,3% animados com os dados da economia chinesa. Durante a madrugada em Lisboa, o japonês Topix caiu 0,6%. Já o principal índice da Coreia do Sul ganhou 0,5%, assim como o de Hong Kong.

Já o índice de Xangai, na China, valorizou 0,4% e o iene subiu para máximos de um ano, num dia em que a produção industrial e vendas a retalho na China bateram as expectativas em agosto. 

Os investidores estão de olho na reunião de política monetária da Reserva Federal dos Estados Unidos, marcada para amanhã. O banco central dos Estados Unidos deverá manter a sua postura acomodatícia para tentar atingir os alvos de inflação em torno dos 2%. 

Na quinta-feira será a vez do Bando do Japão, Banco da Indonésia e Banco de Inglaterra anunciarem as suas decisões oriundas das reuniões de política monetária.

Ver comentários
Saber mais Mercados num minuto PSI-20 Stoxx 600 Juros Euro Dólar Petróleo Ouro Brent WTI
Outras Notícias