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Ao minuto14.10.2021

Europa em máximos de três semanas. Petróleo dispara. Ouro ganha com depreciação do dólar

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Wall Street viveu um dos melhores arranques de ano desde 1998.
KAI PFAFFENBACH/Reuters
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14.10.2021

Europa em máximos de três semanas. Stoxx 600 valoriza 1,2%

É preciso recuar a 23 de setembro para ver uma valorização tão positiva dos índices europeus. A Europa respondeu bem aos sinais de recuperação económica, com os investidores a aliviarem o receio da subida da inflação.

O Stoxx 600, índice que agrega as principais empresas, subiu 1,2%, à boleia do bom momento das tecnológicas, que valorizaram 2,5%. No setor, a empresa holandesa de semicondutores ASML teve um dos melhores desempenhos, tendo valorizado 3,9%, depois de se saber que os resultados do trimestre da congénere TSMC, de Tawain, tinham superado as expetativas.

O maior disparo, contudo, foi das empresas de minas, que subiram 3,3%, ainda a aproveitar a escalada do preço do petróleo e das matérias-primas.

De resto, o bom momento foi vivido um pouco por todo o Velho Continente, com alguns dos principais índices a subirem acima do 1%.


14.10.2021

Petróleo dispara com crise energética global

As cotações do "ouro negro" estão a negociar em alta, continuando a ser sustentadas pela crise energética global que tem estado a levar os preços do gás natural para máximos históricos, levando a uma transição para produtos petrolíferos na geração de eletricidade.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro avança 0,51% para 80,85 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 0,58% para 83,66 dólares.

 

Os receios de uma menor procura por crude, à conta da subida inflação e das perturbações nas cadeias de fornecimento de grandes economias, estão a ser compensados pela maior transição para produtos petrolíferos para a produção de eletricidade devido aos elevados preços do gás natural e do carvão.

 

Ontem, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) reviu em baixa a sua previsão para o crescimento da procura mundial por crude em 2021 – mas manteve as suas estimativas para 2022. E disse que o aumento dos preços do gás natural poderá ajudar a impulsionar a procura por produtos petrolíferos como alternativa à produção de eletricidade, o que ajuda os preços do "ouro negro".

 

Já esta quinta-feira, a Agência Internacional de Energia (AIE) anteviu que a procura mundial por petróleo ultrapasse em 2022 os níveis anteriores à pandemia, ao fixar-se em 99,5 milhões de barris por dia, impulsionada pelo aumento do preço do gás e do carvão.

No relatório mensal sobre o mercado petrolífero, a AIE sublinha a escassez da oferta e o elevado preço do gás natural e do carvão "está a provocar um desvio maciço" para o petróleo e seus derivados para a produção de energia e usos industriais.

 

As cotações já estiveram hoje a subir mais, mas o relatório de que os stocks de crude nos EUA aumentaram mais do que o esperado na semana passada travou o ímpeto altista.

 

Os inventários norte-americanos de crude registaram um acréscimo de 6,08 milhões, quando a projeção dos analistas apontava para uma subida de 702 mil barris.

14.10.2021

Ouro ganha com depreciação do dólar; euro cai

O ouro terminou o dia com um tom positivo, à boleia de uma depreciação do dólar norte-americano nesta quinta-feira depois de ontem ter conhecido a sua maior valorização em sete meses, à boleia dos dados da inflação.

O metal precioso ganhou 0,18% para os 1.796,36 dólares por onça. Já o euro, mesmo com a correção geral do dólar, perdeu gás contra esta divisa (-0,03%).

 

14.10.2021

Wall Street bate palmas a resultados dos gigantes da banca

Os três maiores índices dos EUA abriram a sessão desta quinta-feira a valorizar, animados com o início da temporada de resultados que tem superado as expectativas dos investidores, fazendo esquecer os receios em torno da inflação.

Por esta altura, o Dow Jones avança 0,93% para os 34.706,44 pontos, o S&P 500 ganha 1,00% para os 4.408,27 pontos e o Nasdaq Composite valoriza 1,20% para os 1,21% para os 14.752,43 pontos.

Depois do JP Morgan, hoje foi a vez do Bank of America, do Wells Fargo e do Citigroup superarem as expectativas dos analistas, alimentando assim os índices norte-americanos. As suas ações sobem entre 1% e 2%.

Nos três meses anteriores, as empresas norte-americanas foram capazes de quase duplicar os lucros, face ao período homólogo. Agora, espera-se uma maior contenção nos números, que, para já, têm sido aplaudidos pelos investidores. 

No emprego, os dados mostraram uma queda do número de pedidos de subsídios de desemprego nos EUA para mínimos de 19 meses.

14.10.2021

Stoxx 600 em máximos de quase três semanas. Época de resultados anima investidores

As principais praças da Europa estão a registar ganhos na sessão desta quarta-feira, numa altura em que o Stoxx 600 avança 0,60% para 463,14 pontos, a aproximar-se de um máximo de três semanas. 

A época de resultados do trimestre está a gerar algum otimismo entre os investidores e a acalmar parte dos receios ligados ao tema da inflação. 

Todos os setores estão a negociar em terreno positivo, com as empresas do setor dos recursos naturais a liderar os ganhos (1,95%), seguidas pelas empresas do setor tecnológico (1,68%). 

Os ganhos mais modestos pertencem neste momento as empresas do setor das "utilities", com ganhos de 0,17%. As empresas do setor de petróleo e gás registam ganhos de 0,66%, amparadas pela subida dos preços do petróleo. 

O espanhol IBEX 35 avança 0,23%, o alemão DAX 0,47%, o francês CAC 40 sobe 0,63%, o inglês FTSE 0,46% e a bolsa de Itália valoriza 0,51%. A bolsa de Amesterdão lidera os ganhos entre as congéneres europeias, a valorizar 1,2%.

14.10.2021

Juros da dívida soberana de regresso às subidas

Os juros da dívida soberana voltaram a subir na Europa, depois de na sessão desta quarta-feira as "yields" de alguns países europeus registarem uma descida de quatro pontos base nos juros a dez anos. 

Esta manhã, as "bunds" germânicas a dez anos, a referência na Zona Euro, estão inalteradas, nos -0,130%. 

Por seu turno, os juros da dívida italiana estão a subir 1,2 pontos base para 0,914%. Na Península Ibérica, as subidas dos juros a dez anos são semelhantes: em Portugal verifica-se uma subida de 0,7 pontos base nos juros com maturidade a dez anos (0,383%) e em Espanha de 0,8 pontos base (0,500%).

14.10.2021

Brent aproxima-se dos 84 dólares por barril

O petróleo continua a avançar nos mercados nesta sessão, estando já vários furos acima da fasquia dos 80 dólares por barril. A crise energética é um dos pontos apontados para este "rally" do petróleo, numa altura em que a procura por petróleo continua a aumentar. 

O crude, negociado em Nova Iorque, está a valorizar 0,82%, com o barril nos 81,10 dólares. Já o brent do Mar do Norte, que é negociado em Londres e serve de referência ao mercado português, está a subir 0,85% para 83,89 dólares por barril. 

O Bank of America antecipa que a escalada do petróleo poderá não ficar por aqui, apontando que o barril de crude poderá avançar até aos 100 dólares. 

14.10.2021

Euro em segunda sessão de ganhos

Euro recua pelo segundo dia pressionado por receios de abrandamento da economia

A moeda única europeia está a apreciar 0,15% face ao dólar, para 1,1611 dólares. Esta é a segunda sessão consecutiva em que esta divisa está a valorizar, depois de ontem ter registado ganhos de 0,56% (1,1594 dólares).

Do outro lado do Atlântico, o dólar norte-americano está a cair 0,17% perante um cabaz composto por divisas rivais. 

14.10.2021

Ouro derrapa após tocar em máximos de um mês

O ouro está a ceder 0,06% esta manhã, depois de ontem ter tocado em máximos de um mês. A onça do ouro está agora a negociar nos 1.791,92 dólares. 

Na sessão desta quarta-feira, a divulgação das atas da Fed e a possibilidade de o programa de retirada de estímulos estar terminado em meados de 2022 fez mexer a procura por ouro. Desta forma, o metal precioso registou ganhos de 1,86%, ascendendo aos 1.792,97 dólares por onça. 

Há já um mês que o ouro não valia tanto como esta quarta-feira. Ao longo do último mês a onça do ouro tem estado cada vez mais afastada da fasquia dos 1.800 dólares. 

14.10.2021

Futuros da Europa apontam para arranque positivo com investidores de olho na recuperação económica

Os futuros apontam para um arranque de sessão em alta nas principais praças da Europa, num dia em que os investidores estão a digerir as atas da reunião da Fed, divulgadas já após o fecho dos mercados europeus. Com a inflação como tópico "quente" na análise da Reserva Federal dos Estados Unidos, os membros do Comité Federal de Mercado Aberto consideraram a inflação, que tem estado a subir a um ritmo acelerado, como "transitória". 


Com a época de apresentações de resultados do terceiro trimestre já em curso, os mercados europeus mostram-se atentos a este calendário. Esta quinta-feira a banca norte-americana continua debaixo dos holofotes, já que é a vez de o Bank of America, Citigroup, Morgan Stanley e Wells Fargo divulgarem os seus números do terceiro trimestre.  


Além dos resultados do trimestre, os investidores vão também avaliar os dados estatísticos que serão divulgados esta quinta-feira, nomeadamente os pedidos de subsídios de desemprego nos EUA, à procura de sinais sobre a recuperação económica.

A escalada dos preços da energia e os constrangimentos nas linhas de distribuição, justificados em parte pela pandemia de covid-19, continuam no radar. Segundo as contas feitas pela Bloomberg, as empresas do S&P 500 já mencionaram pelo menos 3 mil vezees a expressão "supply chain" nas apresentações de resultados. 


Na Ásia, a sessão desta quinta-feira decorreu de forma positiva para os índices japoneses, onde o Nikkei avançou 1,46% e o Topix 0,67%.

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