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Ao minuto16.06.2021

Europa regista maior série de recordes deste século. Juros da Zona Euro em queda antes de Fed

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Negócios 16 de Junho de 2021 às 17:20
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16.06.2021

Juros da Zona Euro em queda após emissão histórica da UE

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro negociaram em queda na sessão desta quarta-feira, como reação à primeira emissão de dívida feita pela Comissão Europeia, confirmada ontem, e aos leilões de dívida que os países fizeram. 

Na Alemanha, a referência para o bloco, os juros a dez anos caíram 1,7 pontos base para os -0,251%, com este movimento a ser seguido pela "yield" italiana a dez anos (-1 ponto base) que negoceia agora nos 0,7876.

Por cá, os juros de Portugal a dez anos desceram 1 ponto base para os 0,375%. O IGCP voltou esta quarta-feira ao mercado com dois leilões de linhas de Bilhetes do tesouro (BT), a três e a 11 meses, com as quais encaixou um total de 1.250 milhões de euros, o limite máximo do intervalo previsto para esta operação.

Ontem, Bruxelas deu o pontapé de saída no financiamento do seu estímulo orçamental com a emissão de 20 mil milhões de euros. A procura ascendeu a 142 mil milhões de euros.

16.06.2021

Europa regista maior série de recordes deste século e renova máximos históricos

As ações europeias subiram pela nona sessão consecutiva nesta quarta-feira batendo um novo máximo histórico, numa altura em que os investidores olharam para setores mais defensivos, antes da incerteza da reunião da Reserva Federal dos EUA.

O índice que serve de referência para a região - Stoxx 600 - subiu 0,2% para completar a maior série de recordes desde 1999. As valorizações nos setores das "utilities" (onde se destacaram as duas empresas do grupo EDP) e farmacêuticos compensaram as quedas nos setores automóvel de de extração de minério. 

O tema central para os investidores, nesta altura, é perceberem quais as melhores ações para investir neste momento de transição nas economias em todo o mundo: se as que estão agora a beneficiar com o panorama atual ou se as que podem vir a beneficiar no futuro, quando a recuperação económica se consumar. 

Mas para já, os olhos estão postos na reunião de hoje da Reserva Federal dos EUA, com os mercados à espera de um novo catalisador. 

Entre os analistas, a expectativa é que o banco central norte-americano mantenha tudo como está. Ou seja, taxas de juro diretoras em mínimos históricos, no intervalo entre 0% e 0,25%, e as compras de dívida líquidas na ordem dos 120 mil milhões de dólares todos os meses.

16.06.2021

Euro perde à espera de posição da Fed

As conclusões da Reserva Federal devem fazer o preço do euro flutuar ligeiramente face ao dólar, mas não para lá do intervalo dos 1,2050 e os 1,2250 dólares.

A moeda única europeia perdia esta tarde 0,7% para uma cotação de 1,2118.

Os analistas consideram que a reunião de hoje da Reserva Federal Americana pouco significa para o euro e que a "indecisão" quanto à inflação e ao futuro dos apoios estatais tem sido substituída por uma crença ‘bearish’ dos investidores, levando a uma leve depreciação.

16.06.2021

Petróleo continua a subir com défice da oferta

O "ouro negro" segue e soma nos principais mercados internacionais, com sinais de um aumento urgente da oferta, numa altura em que a economia global e a procura por combustível recuperam da pandemia mais depressa do que o esperado.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a somar 0,65% para 72,59 dólares por barril, em máximos de outubro de 2018.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,89% para 74,65 dólares, níveis que não atingia desde maio de 2019.

 

A animar os preços esteve também a queda dos stocks norte-americanos de crude, que na semana passada diminuíram em 7,4 milhões de barris, para 466,7 milhões. Os analistas inquiridos pela Reuters estimavam uma descida de ‘apenas’ 3,3 milhões de barris.

16.06.2021

Ouro estagna a espera de decisões da Fed

O ouro mantém-se perto do preço mais baixo das últimas quatro semanas enquanto os investidores aguardam notícias da reunião de hoje da Reserva Federal norte-americana.

O metal precioso segue em queda ligeira, a perder 0,11% para os 1856,98 dólares por onça.

Os investidores aguardam assim as conclusões da reunião da Fed que, face aos últimos dados da economia americana, discutem a política monetária do país que foi alvo de apoios sem precedentes durante a pandemia e está a registar um rápido aumento dos preços. Ainda assim, a postura da Fed tem sido de que a inflação observada é fruto de influências passageiras e não tem reduzido as taxas de referência, o que aumentaria a procura pelo metal precioso.

Os analistas acreditam que a Fed possa considerar retirar ajudas do Estado, passo a passo, mas que o seu impacto só seja sentido daqui a alguns meses.

Com isto em mente, os investidores mantêm-se afastados das negociações à espera de decisões que reanimem o mercado do metal precioso.

16.06.2021

Wall Street abre sem tendência à espera de sinal da Fed

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta quarta-feira com uma tendência indefinida, numa altura em que os investidores aguardam pelas decisões da Reserva Federal dos EUA sobre os estímulos monetários.

Por esta altura, o S&P 600 avança 0,02% para os 4.247,27 pontos e o Dow Jones perde 0,06% para os 34.382,90 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,17% para os 14.096,32 pontos. 

O banco central dos EUA termina hoje a reunião de dois dias e Jerome Powell, o seu presidente, vai anunciar quais as conclusões do encontro. Os investidores esperam que o banco comece a abordar a retirada de estímulos, mas não para já. 

Entre os analistas, a expectativa é que a Reserva Federal dos EUA mantenha tudo como está. Ou seja, taxas de juro diretoras em mínimos históricos, no intervalo entre 0% e 0,25%, e as compras de dívida líquidas na ordem dos 120 mil milhões de dólares todos os meses.



16.06.2021

Bolsas europeias a caminho de novo recorde

As praças europeias dão sinais de que poderá ser registado um novo recorde na sessão desta quarta-feira, a caminhar para aquela que poderá ser a nona sessão consecutiva de ganhos. Esta terça-feira as bolsas europeias registaram ganhos pela oitava sessão consecutiva, a série mais longa registada deste 1999. 

Hoje os investidores continuam atentos à conclusão da reunião da Reserva Federal dos EUA, de onde poderão sair algumas pistas sobre a política monetária.

O Stoxx 600, o índice de referência na Europa, está a negociar em alta ligeira, a avançar 0,07%. A subida nas praças europeias está a ser impulsionada pelos setores das viagens e petróleo e gás, com ganhos de 0,59% e 0,56%, respetivamente. Já os setores automóvel, tecnologia e telecomunicações estão a depreciar na sessão. 

Entre os principais índices, o alemão DAX e o espanhol IBEX35 contrariam a tendência positiva das praças europeias, a desvalorizar 0,26% e 0,05%, respetivamente. O inglês FTSE 100 está a negociar em alta, a apreciar 0,13%, o francês CAC40 aprecia 0,04%. 

Já o PSI-20, o principal índice da bolsa nacional, está a avançar 0,23%, com as cotadas do grupo EDP a liderar os ganhos. 

16.06.2021

Juros continuam a aliviar na Europa

Os juros da dívida soberana portuguesa estão a aliviar esta quarta-feira. A yield associada às obrigações a dez anos cai 0,9 pontos base para 0,376%.

A tendência de alívio estende-se também aos juros da dívida alemã e espanhola. 

No caso da Alemanha, a yield associada às obrigações a dez anos recuou 0,8 pontos base, para os -0,241%. Já os juros da dívida de Espanha a dez anos recuam 1 ponto base para 0,396%.

Este alívio surge um dia após a primeira emissão europeia de 20 mil milhões de euros para financiar o programa de recuperação económico.

16.06.2021

Petróleo continua em ascensão

O petróleo continua a subir nos mercados internacionais, dando continuidade ao 'rally' registado nos últimos dias, com os analistas a antecipar possíveis aumentos de preço. 

O brent, que serve de referência a Portugal, está a avançar 0,40% para 74,38 dólares por barril.  

Já o West Texas Intermediate está a subir 0,43% para 72,43 dólares por barril. O crude já tocou em máximos de outubro de 2018. 

A subida do preço do petróleo ganhou um novo fôlego este mês, com os processos de desconfinamento que estão a decorrer em algumas das principais economias. 

16.06.2021

Euro estável e dólar a depreciar ligeiramente

O euro está a negociar inalterado face à moeda norte-americana, cotando nos 1,2126 dólares. 

A libra esterlina, outra moeda de destaque no velho continente, aprecia 0,22% face ao rival norte-americano, para 1,4114 dólares. 

Já o dólar norte-americano está a depreciar ligeiramente (0,05%), conforme mostra o índice que mede o desempenho da nota verde perante uma cabaz composto por outras divisas.

16.06.2021

Ouro aproxima-se de mínimos de quatro semanas

O ouro está a aproximar-se de mínimos de quatro semanas, com os investidores a aguardar pela conclusão da reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed), que dará algumas pistas sobre a política monetária. 

Na sessão desta quarta-feira este metal precioso mantém-se estável, a avançar 0,02% com a onça nos 1.859,44 dólares. 

"A fraqueza recente [do ouro] está ligada às preocupações de que a Fed possa apertar a política monetária em breve", indica Vivek Dhar, analista de 'commodities' do Commonwealth Bank of Australia, citado pela Bloomberg. "Um ligeiro fortalecimento do dólar norte-americano também tem pesado no metal precioso". Uma vez que é negociado em dólares, a subida desta divisa torna o ouro mais dispendioso para os portadores de outras moedas. 

16.06.2021

Futuros na Europa e EUA marcam passo de olho na Fed

A tendência nas bolsas mundiais é de contenção enquanto os investidores aguardam pelo final da reunião da Reserva Federal dos EUA (Fed) esta quarta-feira. 

Nos mercados asiáticos os principais índice encerraram com poucas variações. Em Tóquio e na Austrália as bolsas fecharam "flat", enquanto a praça de Seul registou ganhos ligeiros. A bolsa chinesa fechou no vermelho após Pequim ter ordenado que as empresas estatais reduzissem a exposição às "commodities", para travar a subida dos preços das matérias-primas.

Nos Estados Unidos e na Europa os futuros seguiam com poucas flutuações refletindo a pausa dos investidores que aguardam pela decisão da instituição liderada por Jerome Powell e por pistas sobre se o programa de compra de ativos vai abrandar. A Fed deverá também atualizar projeções para as taxas diretoras e previsões económicas.

A maioria dos economistas antecipa que a Fed indicie uma subida das taxas de juro de referência em 2023 e consideram pouco provável que o programa de compra de ativos seja reduzido até ao quarto trimestre deste ano.

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