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Ao minuto17.09.2020

Europa cai e juros aliviam. Gás natural afunda e petróleo avança com rigor saudita

Siga ao minuto as movimentações dos mercados.

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17.09.2020

Euro ganha fôlego face ao dólar e libra cai

A moeda única europeia segue a ganhar algum terreno face à nota verde, a somar 0,07% para 1,1824 dólares, numa altura em que os mercados digerem notícias dos bancos centrais.

 

A procura por dólares diminuiu durante a tarde, depois da reunião de ontem da Reserva Federal norte-americana ter deixado sentimentos mistos.

 

O banco central dos EUA mostrou-se otimista acerca da retoma económica do país, mas também indicou que a política monetária se manterá ultra-flexível durante os próximos tempos (não há perspetiva de que mexa na taxa de juro diretora, atualmente em torno de zero, até 2023).

 

O índice da Bloomberg para o dólar spot segue a recuar 0,1% para 1.163,81 pontos, o mais baixo nível em mais de duas semanas.

 

Já a libra esterlina cede terreno face à divisa norte-americana, a desliar 0,1% para 1,2948 dólares, a maior queda de uma semana. Chegou a cair para 1,2916 dólares depois do o Banco de Inglaterra ter dito que está a analisar de que forma se poderá adotar uma taxa de juro negativa de forma eficaz, em caso de necessidade.

 

17.09.2020

Juros da Zona Euro terminam ciclo de subidas e caem

Os juros das dívidas públicas dos países da Zona Euro caíram nesta quinta-feira.


A "yield" referente às obrigações soberanas de Portugal com maturidade a 10 anos perde 0,4 pontos base para os 0,278%, interrompendo um ciclo de quatro dias seguidos a subir.  


Já os juros relativos à dívida italiana a 10 anos caem 1,4 pontos base para 0,951%.

Por sua vez, a "yield" associada às obrigações germânicas a 10 anos cai 0,6 pontos base para -0,493%.

17.09.2020

Europa cai e interrompe maior ciclo de ganhos num mês

As principias praças europeias terminaram o dia em queda, interrompendo um ciclo de quatro sessões consecutivas a valorizar, naquela que era a maior sequência de ganhos desde meados de agosto.

O Stoxx 600 - índice que reúne as 600 maiores cotadas da Europa - desvalorizou 0,51% para os 371,23 pontos, chegando a desvalorizar mais de 1% durante a sessão.

Os setores mais penalizados foram o da banca (-1,6%), depois dos bancos centrais do Estados Unidos e de Inglaterra terem eliminado quaisquer hipóteses de subidas de taxas de juro num futuro próximo.

As leves quedas de hoje, transversais a todo o continente, surgem após o tom cauteloso que o presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, assumiu no discurso de ontem quanto à recuperação da economia na sequência da crise causada pela pandemia. 


Por outro lado, o líder da Fed confirmou que o banco central norte-americano permanece comprometido em apoiar a economia e adiantou que os juros diretores deverão continuar em níveis próximos de zero pelo menos até 2023.

17.09.2020

Gás natural afunda 11% na maior queda desde janeiro de 2019

Os preços do gás natural registaram hoje a maior queda em quase dois anos, à conta do aumento acima do esperado das reservas norte-americanas, alimentando os receios de que a menor procura [pelo facto de estar menos frio do que se previa], o corte de energia provocado pelo furacão Sally e os "lockdowns" decorrentes da pandemia acabem por contribuir para reforçar o excesso de oferta.

 

Os futuros do gás seguiam a afundar perto de 11%, a descida mais acentuada desde janeiro de 2019, para 2,052 dólares por milhão de unidades termais britânicas (BTU) na bolsa nova-iorquina, depois de o Departamento norte-americano da Energia ter revelado um aumento dos stocks na semana passada.

 

"A elevada quantidade de gás armazenado está a pressionar", comentou à Bloomberg o diretor da unidade de futuros da Mizuho Securities USA, Bob Yawger.

 

O gás estava já sob pressão vendedora após a forte subida dos preços em agosto e esse sell-off ganhou maior dinâmica, refere o mesmo analista, acrescentando que aquilo que estamos a ver é os especuladores a desligarem a ficha e a encaixarem as mais-valias. "Há muitas pessoas que estiveram a apostar no gás durante muito tempo", refere, e agora estão a colher os frutos desse investimento.

 

No mês passado, recorde-se, o gás disparou devido à especulação de que os inventários nos EUA iriam diminuir, uma vez que a prospeção no "shale" (gás de xisto, extraído das rochas betuminosas) estava a ser menor em resposta à menor procura por petróleo [o gás é extraído aquando da exploração de crude].

 

No entanto, uma vez que nos EUA se registam condições climatéricas mais amenas, os futuros do gás estão a cair devido aos receios de que o consumo não recupere suficientemente depressa para impedir que os inventários se aproximem dos seus limites físicos.

 

O furação Sally está a ajudar a estes receios do mercado, já que cortou a energia a centenas de milhares de clientes no Sul dos EUA.

17.09.2020

Petróleo sobe com pressão saudita para OPEP cumprir quotas de produção

OPEP e aliados decidem esta semana a extensão do corte de produção do petróleo.

As cotações do "ouro negro" seguem em alta nos principais mercados internacionais, sustentadas pelo facto de a Arábia Saudita se ter mostrado determinada em travar a superação de quotas por parte de alguns membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro segue a somar 1,99% para 40,96 dólares por barril. Isto depois de terem estado a negociar no vermelho durante grande parte da sessão.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 2,30% para 43,19 dólares.

 

Durante a reunião de hoje do comité ministerial conjunto de monitorização da OPEP+, grupo composto pelos membros do cartel e seus aliados no esforço de corte de produção para fazer subir os preços, o príncipe saudita Abdulaziz bin Salman criticou veementemente os membros da OPEP que têm feito batota, ao superarem as quotas de produção que lhes foram destinadas.

 

Os Emirados Árabes Unidos indicaram que irão compensar pelo facto de terem bombeado demasiado petróleo nos últimos dois meses. Ainda assim, o Iraque está a exportar mais crude em setembro do que a sua média diária em agosto, sendo por isso outro membro que está no centro das atenções de Riad por prevaricar na questão das quotas de produção.

17.09.2020

Wall Street reage com queda acentuada à incerteza de Powell

As principais praças bolsistas dos Estados Unidos reagiram mal à incerteza ontem demonstrada pelo presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, quanto à capacidade da economia manter os níveis robustos de recuperação até aqui demonstrados. 

A queda que já se verificara nos futuros norte-americanos é agora confirmado pela abertura da sessão em Wall Street. O índice tecnológico Nasdaq Composite começou o dia a recuar 2,26% para 10.800,652 pontos, o industrial Dow Jones a perder 1,08% para 27.728,48 pontos e o Standard & Poor's 500 a cair 1,48% para 3.335,22 pontos. 

17.09.2020

Bolsas europeias recuam acima de 1%

A generalidade das bolsas europeias segue em forte queda neste início de negociação bolsista e com quedas ligeiramente superiores a 1%.

É o caso do índice de referência europeu Stoxx600 que perde 1,06% para 369,19 pontos, a primeira desvalorização em cinco sessões. Apesar de todos os setores do velho continente estarem a negociar no vermelho, as quedas próximas de 2% dos setores da banca e das matérias-primas são as que mais estão a pressionar.

O principal índice de Amesterdão (-1,29%) e o alemão DAX (-1,45%) lideram as quedas na Europa. Já o PSI-20 regista a menor queda entre os principais congéneres, com o índice lisboeta a resvalar 0,37% para 4.277,60 pontos.

Esta é uma sessão que está quase exclusivamente a ser condicionado pelo conteúdo do discurso ontem feito ao final da tarde por Jerome Powell no final de uma reunião de dois dias da Reserva Federal dos Estados Unidos.

O presidente do banco central norte-americano disse ter dúvidas de que a robusta recuperação económica face aos efeitos da crise sanitária se possa prolongar durante muito mais tempo, uma declaração que adensa a incerteza quanto à evolução da recessão provocada pela covid-19.

17.09.2020

Juros das dívidas agravam-se no espaço da moeda única

Os juros das dívidas públicas dos países da Zona Euro estão a subir esta quinta-feira, corrigindo face ao recente ciclo de descidas.


A "yield" referente às obrigações soberanas de Portugal com maturidade a 10 anos avança 1,6 pontos base para 0,298%, uma subida que surge após quatro sessões consecutivas a aliviar.

Também a taxa de juro correspondente aos títulos espanhóis com o mesmo prazo está a subir após quatro dias a descer (sobe 1,9 pontos base para 0,275%).


Já os juros relativos à dívida italiana a 10 anos sobem 2,3 pontos base para 0,988% na segunda subida consecutiva. Por sua vez, a "yield" associada às obrigações germânicas (bunds) a 10 anos cresce ténues 0,3 pontos base para -0,483%.

17.09.2020

Discurso de Powell pressiona metais preciosos

O ouro está a perder 0,79% para 1.943,82 dólares por onça e a prata deprecia 1,43% para 26,77 dólares por onça.

São também as palavras de Jerome Powell e a consequente subida do dólar que estão a penalizar a negociação destes metais preciosos.

17.09.2020

Petróleo desvaloriza com subida do dólar

O preço do crude está em queda nos mercados internacionais, pressionado pela apreciação do dólar impulsionada pelo discurso de Jerome Powell, líder da Fed. O presidente do banco central mostrou dúvidas quanto de que a robusta recuperação económica vista até aqui se prolongue, incerteza que se reflete na desvalorização do petróleo face à perspetiva de eventual quebra da procura global.

O Brent, que é transacionado em Londres e que é usado como valor de referência para as importações nacionais, recua 1,09% para 41,76 dólares por barril, enquanto em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cai 1,27% para 39,65 dólares. Tanto o Brent como o WTI caem pela segunda sessão seguida.

Estas quedas acontecem depois de o preço desta matéria-prima ter registado a maior valorização desde junho e que havia sido potenciada pela queda inesperada das reservas petrolíferas dos Estados Unidos que, na semana passada, recuaram para o menos nível desde abril, segundo dados governamentais conhecidos esta quarta-feira.

17.09.2020

Dólar ganha terreno após palavras de Powell

As palavras do presidente da Reserva Federal estão a acentuar a tendência altista do dólar, que está a ganhar terreno ao euro pela terceira sessão seguida. O índice do dólar valoriza 0,2% e a moeda europeia recua 0,37% para 1,1772 dólares, alargando assim o ciclo de quedas depois de quatro sessões em alta.

 

Jerome Powell mostrou-se ontem cauteloso com o ritmo de recuperação da economia norte-americana, não tendo anunciado novas medidas de estímulo. A Fed disse que vai manter as taxas perto de zero "até que as condições do mercado laboral tenham atingido os níveis consistentes com as avaliações do comité do pleno emprego e a inflação tenha subido para 2% e esteja no rumo para superar moderadamente os 2% durante algum tempo".

 

No mercado cambial nota ainda para a libra que recua 0,06% para 1,2958 dólares, no dia em que decorre a reunião de política monetária do Banco de Inglaterra. Segundo os economistas inquiridos pela Bloomberg, o BoE não deverá fazer mudanças, mas poderá preparar terreno para uma flexibilização adicional dos juros mais para o final deste ano.

 

17.09.2020

BCP e JM pressionam PSI-20

O PSI-20 abriu a cair 0,45% para 4.274,14 pontos, com 14 cotadas em terreno negativo, três em alta e uma sem variação.

  

A cautela da Fed com a recuperação da economia está a levar vários índices europeus a marcarem perdas acima de 1%. O PSI-20 está com perdas mais contidas, mas com sete cotadas do índice a perderem também mais de 1%.

 

É o caso do Banco Comercial Português (-1,21% para 9 cêntimos), da Jerónimo Martins (-1,07% para 13,85 euros) e da Sonae (-1,15% para 0,60 euros).

 

As cotadas do setor energético sofrem perdas mais brandas e a EDP Renováveis até negoceia em terreno positivo (+0,28% para 14,14 euros). A EDP desce 0,52% para 4,232 euros no dia em que deverá avançar com a primeira emissão de obrigações verdes em dólares. A Galp Energia recua 0,79% para 9,026 euros.

 

Em alta está a Nos (+0,18% para 3,33 euros), que recupera dos mínimos de maio atingidos ontem, e ainda a Corticeira Amorim (+0,95% para 10,64 euros).

17.09.2020

Futuros caem na Europa e EUA

Os futuros das bolsas da Europa e dos Estados Unidos transacionam no vermelho esta quinta-feira, um dia depois de o presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, ter mostrado apreensão pela ainda elevada incerteza quanto à recuperação da economia na sequência da crise causada pela pandemia. 

Por outro lado, o líder da Fed confirmou que o banco central americano permanece comprometido em apoiar a economia e adiantou que os juros diretores deverão continuar em níveis próximos de zero pelo menos até 2023.

Os futuros do europeu Stoxx50 e do americano Stoxx500 recuam 1%, isto depois de também as principais bolsas asiáticas terem fechado em terreno negativo (o nipónico Topix perdeu 0,4% e o índice Hang Seng de Hong Kong caiu 1,5%).

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