Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia
Ao minuto21.11.2022

Europa fecha no vermelho pressionada por petróleo

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta segunda-feira.

Diogo Mendo Fernandes diogofernandes@negocios.pt 21 de Novembro de 2022 às 17:53
  • Partilhar artigo
  • 2
  • ...
21.11.2022

Europa fecha no vermelho. Setor do petróleo e gás é o que mais cede

As bolsas europeias fecharam a sessão maioritariamente no vermelho, com a exceção do espanhol Ibex.

O Stoxx 600 - referência para a região - caiu 0,06% para os 433,06 pontos, com o setor do petróleo & gás a ser o que mais perdeu durante a negociação (-2,78%). A pressionar este setor estão as notícias de que a Arábia Saudita e outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estão a ponderar um aumento da produção.

Nos restantes índices europeus, o alemão Dax perde 0,36%, o francês CAC-40 desce 0,15%, o italiano FTSE Mib recua 1,29%, o britânico FTSE 100 cede 0,12% e o Aex, em Amesterdão, desvaloriza 0,30%. Apenas o espanhol Ibex fechou o dia com ganhos: subiu 0,75%.

As bolsas europeias recuperaram o fôlego nas últimas semanas, impulsionadas pela inflação abaixo do previsto nos Estados Unidos e as previsões de um aligeiramento da política "zero casos" covid-19 na China. Contudo, comentários mais duros de responsáveis da Fed e o aumento de casos na segunda maior economia do mundo já se refletem no mercado acionista.

21.11.2022

Juros aliviam na Zona Euro. Apenas Itália vê agravamento

Os juros da dívida soberana na Zona Euro seguem a aliviar, com exceção de Itália. 

A "yield" das Bunds alemãs - referência para a Europa - cede 2,4 pontos base para 1,982%, enquanto os juros da dívida pública francesa recuam 2,1 pontos base para 2,456%. 

Já os juros da dívida espanhola perdem 2,1 pontos base para 2,976%, enquanto a "yield" da dívida portuguesa desce 1,4 pontos base para 2,910%. Em Itália, os juros da dívida pública sobem 3,9 pontos base para 3,917%. 

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica perdem 5,2 pontos base para 3,175%.

21.11.2022

Dólar avança com notícias vindas da China e penaliza ouro

O ouro renova mínimos de mais de uma semana, pressionado pela valorização do dólar, à medida que o agravamento da covid-19 na China inspira preocupação sobre a possibilidade de serem adotadas medidas de combate ao vírus mais severas, no âmbito da política "zero covid-19" de Pequim.

O metal amarelo desliza 0,68% para 1.737,81 dólares por onça. Por sua vez, o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da nota verde contra 10 divisas rivais - soma 0,71% para 107,69 euros.

Por outro lado, o euro cede 0,84% contra a nota verde, mais concretamente para 1,0243 dólares.

A China registou a primeira morte por covid-19 em quase seis meses. "As notícias vindas da China estão a pesar no sentimento dos investidores", comentou Imre Speizer, estratega do Westpac Banking em declarações à Bloomberg.

Para o especialista, estas notícias "encaminham [os investidores] para apostas em portos seguros, sendo o dólar o primeiro beneficiado".

21.11.2022

Petróleo afunda mais de 5% com perspetiva de aumento da produção da OPEP

Os preços do "ouro negro" seguem a negociar no vermelho, depois de duas semanas de saldo negativo. O crude está assim a prolongar as quedas, desta vez devido ao facto de ter sido avançado que a Arábia Saudita e outros membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estão a ponderar um aumento da produção, isto numa altura em que a China mantém muitas restrições devido à covid e penaliza dessa forma as perspetivas para a procura.

 

Em Londres, o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a perder 5,35% para 82,93 dólares por barril.

 

Já o contrato de dezembro West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, recua 5,48% para 75,69 dólares por barril.

 

O The Wall Street Journal avançou que a OPEP e os seus aliados (o chamado grupo OPEP+) estão a debater um aumento da produção de janeiro em 500.000 barris por dia, já tendo em vista o embargo da União Europeia à importação de petróleo russo a partir de 5 de dezembro.

Leia mais aqui.

 

21.11.2022

China empurra Wall Street para perdas

Wall Street começou a negociar esta segunda-feira em terreno negativo, depois de ter recuperado de dois dias de perdas na passada sexta-feira.

Os principais índices norte-americanos estão a ser pressionados por novas preocupações de que a China não vá abrandar nas medidas relativas à política de covid-zero no país, após terem sido registadas novamente mortes por covid.

O industrial Dow Jones está inalterado nos 33.744,95 pontos. Já o S&P 500 recua 0,39% para 3.950,01 pontos e o tecnológico Nasdaq Composite perde 0,54% para 11.086,21 pontos.

Entre os principais movimentos de mercado está a Disney que sobe 7,88%, após a companhia ter revelado que Bob Iger, antigo CEO da empresa, ia retornar para ajudar o gigante de media a recuperar das perdas deste ano.

"Os mercados tiveram esperança que o governo chinês fosse abrandar a política de covid-19 no país, mas apesar da economia estar a desacelerar há pouca probabilidade de isso acontecer", explicou à Bloomberg o analista Joachim Klement da Liberum Capital.

"Isto vai ser mau para ações relacionadas com 'commodities', bem como empresas de luxo e outros exportadores para a China", rematou ainda.

21.11.2022

Euribor cai a três, a seis e a 12 meses

As taxas Euribor desceram hoje a três, a seis e a 12 meses, depois de nos dois prazos mais curtos terem subido na sexta-feira para máximos desde fevereiro e janeiro de 2009, respetivamente.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 06 de junho, recuou hoje, para 2,327%menos 0,015 pontos, contra o máximo desde janeiro de 2009, de 2,342%, verificado na sexta-feira.

A média da Euribor a seis meses subiu de 1,596% em setembro para 1,997% em outubro.

A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 06 de novembro de 2015 e 03 de junho de 2022).

A Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, também baixou hoje, ao ser fixada em 1,817%, menos 0,004 pontos, contra o máximo desde fevereiro de 2009, de 1,821%, também registado em 18 de novembro.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 1,011% em setembro para 1,428% em outubro.

No mesmo sentido, no prazo de 12 meses, a Euribor desceu hoje, ao ser fixada em 2,835%, menos 0,002 pontos do que na sexta-feira, contra 2,874% em 09 de novembro, um novo máximo desde janeiro de 2009.

Após ter disparado em 12 de abril para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 05 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 2,233% em setembro para 2,629% em outubro.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 04 de fevereiro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro. Em 27 de outubro, com o objetivo de travar a inflação, o BCE subiu as três taxas de juro diretoras em 75 pontos base, o terceiro aumento consecutivo deste ano, depois de em 21 de julho ter subido em 50 pontos base as três taxas de juro diretoras, a primeira subida em 11 anos, e em 08 de setembro em 75 pontos base.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do BCE.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

21.11.2022

Europa no vermelho, após cinco semanas de verde

As principais praças europeias estão a negociar no vermelho, depois de cinco semanas positivas, numa altura em que os investidores avaliam o sentido da política de covid-19 na China, numa altura em que mais casos estão a surgir.

O índice de referência para o Velho Continente, Stoxx 600, perde 0,27%. O setor mineiro é o que regista a maior queda, de 1,89% e há apenas dois setores em terreno positivo, embora com ganhos ligeiros, as "utilities" (água, luz, gás) e o setor alimentar.

"O 'rally' do final do ano continua depende principalmente da próxima leitura da inflação e da reação da Fed a meio de dezembro", explica o analista Ulrich Urbahn, da Berenberg, à Bloomberg.

Na China, "apesar da esperança de uma reabertura ter prevalecido recentemente, dúvidas sobre um rápido retrocesso estão a aparecer novamente. Isto soma-se à volatilidade até porque para os investidores é importante saber o que acontece primeiro, uma alívio por parte da China ou da Fed".

21.11.2022

Juros mistos na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas na Zona Euro estão a negociar mistos, com os investidores de olhos postos em alguns discursos de membros do Banco Central Europeu.

Os juros das "Bunds" alemãs com maturidade a dez anos - referência para a Europa - sobem apenas 0,1 pontos base para 2,007%, enquanto a "yield" da dívida italiana avança 1,9 pontos base para 3,897%.

Em França, os juros da dívida com a mesma maturidade cedem 0,5 pontos base para 2,472%, enquanto em Espanha a "yield" da dívida pública recua 0,2 pontos base para 2,994%.

Por cá, os juros da dívida portuguesa perdem 0,7 pontos base para 2,918%, num dia em que o mercado reage à manutenção por parte da Moody's de manutenção da classificação da República portuguesa, que se mantém assim no penúltimo grau da categoria de investimento de qualidade (ou seja, dois níveis acima de "lixo").

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aliviam 1,7 pontos base para 3,211%.

21.11.2022

Dólar soma a beneficiar de aumento dos casos de covid na China

O dólar está a valorizar face às principais divisas, estando assim a beneficiar de novas medidas mais restritivas relativamente à covid-19 na China, uma vez que esta moeda tem aparecido como um ativo refúgio.

A nota verde soma 0,74% para 0,9752 euros. Já o índice dólar da Bloomberg - que mede a força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais - sobe 0,64% para 107,619 pontos.

"As notícias que nos chegam da China relativamente à covid estão a pesar no sentimento dos investidores", explicou Imre Speizer do Westpac Banking à Bloomberg. E isso está a levar "a valorizações em ativos de refúgio, com o dólar a ser um dos maiores beneficiários".

21.11.2022

Ouro perde de olho na política monetária

O ouro está a desvalorizar em expectativa de mais pistas relativamente à política monetária a seguir por parte da Reserva Federal norte-americana.

O metal precioso registou um saldo semanal negativo na semana passada, perdendo 1,2%, em dias que ficaram marcados por declarações de membros da Fed que reiteraram a necessidade de manter a subida das taxas de juro para controlar a inflação.

O ouro recua 0,52% para 1.741,56 dólares por onça.

As minutas da Fed, relativas à reunião de novembro, que serão divulgadas esta quarta-feira, devem dar algumas pistas sobre o caminho a seguir pela autoridade monetária dos Estados Unidos.

21.11.2022

Petróleo perde com situação da covid-19 na China. Gás inalterado

O petróleo está a desvalorizar, após ter registado na semana passada a maior queda desde agosto, numa altura em que a China voltou a apertar as restrições relativas à covid-19, prejudicando assim as perspetivas de consumo desta matéria-prima.

O West Texas Intermediate - referência para os Estados Unidos - perde 0,67% para os 79,54 dólares por barril, enquanto o Brent do Mar do Norte, na Europa, recua 0,54% para os 87,15 dólares por barril.

O Goldman Sachs, através de uma nota vista pela Bloomberg, reduziu as perspetivas para o Brent em dez dólares para 100 dólares, devido à possibilidade de novas medidas para controlar a covid-19.

"O mercado tem razão em estar ansioso daqui para a frente devido aos casos de covid-19 na China e a uma falta de clareza na implementação" do teto nos preços do petróleo, escreveram no documento os analistas do banco norte-americano.

No mercado do gás, os preços estão a flutuar entre perdas e ganhos, numa altura em que o armazenamento de gás na Europa tem ajudado a manter os valores sem grandes oscilações.

Os preços do gás negociado em Amesterdão - referência para a Europa - permanecem inalterados nos 115,5 euros por megawatt-hora.

"O mercado estabeleceu-se num valor acima dos 100 euros, com a recente onda de frio a apoiar a subida do preço e uma desaceleração económica a pesar na procura", explicou o analista Ole Hansen, do Saxo Bank, à Bloomberg.

21.11.2022

Europa interrompe ganhos da semana passada. Ásia no vermelho

Depois das principais praças europeias terem registado fortes ganhos na passada sexta-feira, a tendência deverá ser hoje de queda, com os futuros a apontarem para uma desvalorização do Euro Stoxx 50 em 0,4%.

Na Ásia, a negociação também foi feita no vermelho, com os índices de Hong Kong a liderarem as perdas, à boleia de novas mortes por covid-19 e novos confinamentos na China, numa altura em que o fim da política de covid zero não parece estar próximo.

A tecnologia foi um dos setores que mais pesou, tendo chegado a empurrar o Hang Seng para uma queda de 2,5%.

O mercado acionista asiático estava a recuperar e a ganhar 15% desde outubro, sustentado pela possibilidade de redução de restrições relativas à pandemia no China, mas o avanço parece estar a desvanecer-se com o aumento das dúvidas sobre uma possível reabertura do país.

Assim, esta segunda-feira, o tecnológico Hang Seng perdeu 2,1%, enquanto Xangai desceu 0,8%. Pelo Japão, o Nikkei valorizou 0,16%, enquanto o Topix encerrou na linha de água. Pela Coreia do Sul, o Kospi registou uma queda de 1%.

Ver comentários
Saber mais Europa mercados bolsas empresas economia negócios e finanças
Outras Notícias