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Ao minuto28.04.2020

Europa sobe para máximos de mês e meio com reabertura da economia. Petróleo cai para 12 dólares em Nova Iorque

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

Wall Street viveu, nos últimos dias, alguns dos dias mais “negros” da sua história.
Lucas Jackson/Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 28 de Abril de 2020 às 17:30
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28.04.2020

Juros de Portugal de novo abaixo de 1%

Os juros da dívida portuguesa a dez anos voltam a cair, pela quarta sessão consecutiva. Esta terça-feira, o alívio é de 5,2 pontos base para os 0,960%, descendo desta forma da fasquia de 1% pela primeira vez em mais de uma semana, isto é, desde o dia 20 de abril.

Espanha mostra exatamente o mesmo comportamento, contando quatro sessões de descidas. Hoje, a remuneração cai 4,5 pontos base para 0,839%. Em Itália a tendência mantém-se há ligeiramente mais tempo, ou seja há cinco sessões, sendo que esta a quebra é de 3,2 pontos base.

Na Alemanha o recuo é mais modesto mas também existe: de 1,5 pontos base para os -0,471%.

A dívida dos países europeus vê os juros a baixar numa altura em que os investidores apostam numa retoma da economia, decorrente da gradual reabertura das atividades económicas que têm estado encerradas devido à pandemia de covid-19.

28.04.2020

Petróleo em Nova Iorque regressa às quedas a valer 12 dólares

Os preços do crude continuam a negociar num clima de elevada volatilidade, tendo a referência norte-americana invertido para terreno negativo.

Depois de uma abertura no vermelho, as cotações recuperaram terreno, à conta do otimismo em torno da reabertura gradual de muitas economias, mas os receios decorrentes da forte queda da procura estão de novo a falar mais alto e o "ouro negro" regressou às quedas no mercado nova-iorquino.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, segue a perder 5,32% para 12,10 dólares por barril.

Em contrapartida, o Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, continua a aguentar-se em alta e soma 1,15% para 20,22 dólares por barril.

Começa a aproximar-se a data – a partir de sexta-feira, 1 de maio – em que os cortes de produção definidos no âmbito da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados neste esforço (o grupo OPEP+) vão entrar em vigor, o que poderá dar algum alento ao mercado. No entanto, a retirada prevista de crude do mercado é somente uma fração da enorme diminuição da procura.

Entretanto, há também a pressão do vencimento dos contratos de futuros. O contrato do WTI com entrega mais imediata é o de junho e expira a 19 de maio. Como a maioria dos investidores não quer ficar com petróleo físico em mãos, muitos estão já a tentar despachar os seus contratos para não acontecer a derrocada que se viu no início da semana passada – quando o contrato de maio, que expirava na terça-feira, negociou em valores negativos.

Já o contrato de junho do Brent vence esta quinta-feira.

28.04.2020

Stoxx600 em máximos de mês e meio com reabertura na UE

Com cada vez mais Estados-membros da União Europeia a anunciarem planos, ou a colocá-los mesmo no terreno, no sentido de uma abertura gradual das economias e progressivo desconfinamento social, as principais bolsas europeias negociaram em alta. Esta perspetiva de regresso progressivo à normalidade abre perspetivas de que também a atividade económica poderá iniciar um caminho de paulatina normalidade.

Assim, o índice de referência Stoxx600 fechou a sessão desta terça-feira, 28 de abril, a somar 1,68% para 341,09 pontos, num dia em que negociou na cotação mais alta desde 11 de março e em que beneficiou da subida de todos os setores do velho continente, em especial da banca (+4,86%).

Também o índice lisboeta PSI-20 fechou em alta ao subir 1,87% para 4.213,76 pontos, impulsionou sobretudo pela Galp Energia (+4,10% para 9,85 euros) e pelo BCP (+2,24% para 9,59 cêntimos).

Ao longo da sessão de hoje, os investidores demonstraram ainda expectativa quanto às reuniões, que vão decorrer ainda esta semana, do Banco Central Europeu e da Reserva Federal dos Estados Unidos.

28.04.2020

Ouro há três sessões no vermelho

O ouro está a desvalorizar 0,69% para os 1.702,20 dólares por onça. Esta é a terceira sessão sucessiva de perdas para o metal amarelo, que desliza à medida que os investidores se sentem mais confiantes para investir em ativos mais arriscados.

A tirar o brilho ao ouro estão as notícias de reabertura da economia de vários países. Espanha vai anunciar um alívio das medidas de restrição depois da reunião semanal que decorre às terças-feiras e o primeiro ministro francês vai apresentar o plano do Governo à assembleia nacional.

28.04.2020

Euro sobe pela terceira sessão

A moeda única europeia segue com uma subida de 0,22% para os 1,0853 dólares, contando a terceira sessão consecutiva de ganhos face à nota verde.

Este ciclo acontece numa altura em que o dólar perde contra a maioria das principais divisas à medida que a procura por ativos mais arriscados cresce, sustentada pelo otimismo quanto às possibilidades de alívio das restrições à atividade económica na Europa e nos Estados Unidos.

28.04.2020

Petróleo inverte as fortes quebras e soma mais de 6%

O dia no mercado de petróleo iniciou com nova derrocada: em Nova Iorque o barril chegou a perder mais de 20% e a descer novamente aos 10 dólares, enquanto em Londres a perda foi de mais de 6%. Contudo, a vaga de pessimismo passou e deixou para trás alguma acalmia.

O barril de Brent, referência na Europa, voltou a cotar-se acima dos 20 dólares – nos 21,21 dólares – ao ensaiar uma recuperação de 6,10%.  O West Texas Intermediate, negociado nos Estados Unidos, está a subir 5,32% para os 13,46 dólares por barril, tendo já chegado a ganhar mais de 6,3%.

A agitar a maré no mercado de petróleo esteve a decisão abrupta do fundo S&P Global de aconselhar os clientes a vender um contrato de junho, justificada pelo prevalente receio de que a capacidade de armazenamento esteja a atingir um novo limite. 

"O fator primário no mercado é durante quanto tempo o coronavírus vai continuar a abalar a procura", comenta a Tradition Energy, em declarações à Bloomberg. "Estimamos que o mercado se mantenha sob pressão, com preços muito voláteis, à medida que se avalia se já estamos a sair da crise ou se temos mais pela frente".

28.04.2020

Wall Street em alta com reabertura da economia e resultados

A bolsa nova-iorquina abriu novamente em alta, com as perspetivas de reabertura da economia e com mais alguns resultados de empresas a serem divulgados e a animarem.

O generalista S&P500 avança 1,19% para os 2.912,63 pontos, depois de na última sessão ter tocado um máximo de 6 de março, voltando a níveis do período anterior à pandemia. O tecnológico Nasdaq soma 0,72% para os 8.793,24 pontos e o industrial Dow Jones sobe 1,38% para os 24.466,79 pontos.

Os mercados partilham um clima de otimismo à medida que avançam na época de resultados das empresas, e, ao mesmo tempo, o foco transita das perdas decorrentes da pandemia para a fase de reabertura das economias.   

Esta terça-feira a "mãe" da Google, a Alphabet, é a empresa que está debaixo dos holofotes, pois deverá apresentar os resultados após o fecho. Na abertura, a cotada desce 0,27% para os 1.267,47 dólares . É esperado que as receitas de publicidade, sobretudo no âmbito do setor turístico, caiam a pique. A RBC Capital Markets, calcula que só a booking.com reduza o pagamento à Google de 4 mil milhões de dólares para cerca de mil milhões a 2 mil milhões em 2020.

Mas, antes da aguardada Alphabet, já choveram muitas outras folhas de balanço. A PepsiCo, que soma 1,55% para os 136,54 dólares, conseguiu bater as estimativas para os respetivos lucros, embora se juntasse ao largo grupo de empresas que declarou as previsões para 2020 sem efeito. Numa nota igualmente positiva, o banco UBS ganha 0,74% para os 10,11 dólares após divulgar um salto nos lucros, ao mesmo tempo que deixa uma mensagem de confiança em relação ao risco de crédito malparado com que poderá deparar-se devido à crise de covid-19.

28.04.2020

Euro ganha pela terceira sessão seguida ao dólar

O euro alargou o ciclo de ganhos frente ao dólar e vai apreciando face à divisa norte-americana pela terceira sessão consecutiva, o que representa a maior série de ganhos desde o final do mês passado. 

A moeda europeia sobe 0,20% para os 1,0850 dólares, numa semana em que os investidores aguardam por novidades dos bancos centrais, Fed e BCE. 

A subir está também a libra que ganha 0,31% para os 1,2470 dólares. 

28.04.2020

Crude dos EUA alarga queda para mais de 20%

A rotura do preço do WTI (West Texas Intermediate) ganhou novo ímpeto nesta terça-feira, com os receios de que a capacidade de armazenamento esteja a atingir um novo limite a assustar investidores e produtores. 

Ainda com a memória da derrocada do preço do crude para patamares negativos pela primeira vez na história, receia-se agora que o cenário se repita para o contrato atualmente em vigor, que será para entrega em junho. 

Por esta altura, o preço do WTI agravou as quedas e vale agora menos 20,89% estando a cotar nos 10,11 dólares.

Na semana passada, o WTI para entrega em maio, e cujo contrato expirou e foi imediatamente substituido pelo atual, caiu para o patamar dos -40 dólares. 

28.04.2020

Juros periféricos caem, enquanto os da Alemanha sobem

Os juros da dívida dos países da Zona Euro assumem uma postura mista neste início de sessão europeia. Se, por um lado, os juros dos países da dita periferia caem, os da Alemanha seguem hoje em alta. 

A má prestação do petróleo e os maus resultados empresariais fizeram levantar novamente os receios entre os investidores, que olham para ativos considerados mais seguros para alocar o seu dinheiro, como é o caso da dívida soberana. 

Assim sendo, os juros de Itália caem 4,7 pontos base para os 1,709%, alargando o ciclo de quedas pela quinta sessão consecutiva. Os juros de Portugal a dez anos (0,978%) e os de Espanha (0,857%) assumem uma postura semelhante ao cair cerca de 2,5 pontos base. 

Na Alemanha, a referência para o bloco, a yield a dez anos sobe 1,8 pontos base para os -0,440%. 

28.04.2020

Europa em leve alta à espera de novidades do BCE

Os principais índices europeus assumem ainda uma tendência indefinida no início desta sessão, mas o Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores cotadas da região, sobe 0,16% para os 335,98 dólares por barril. 

Os investidores estão de olho nas reuniões de dois dos maiores bancos centrais do mundo, com a Reserva Federal dos Estados Unidos e o Banco Central Europeu a divulgarem mais sinais sobre os apoios que vão dar às economias locais.

Espera-se que a Fed mantenha os estímulos divulgados nas últimas semanas e no caso do BCE, a maioria dos economistas questionados pela Bloomberg espera que a instituição aumente o valor do seu mais recente programa de apoio, o PEPP - pandemic emergency purchase programme - fixado nesta altura nos 750 mil milhões de euros.

O foco de quem investe está também na atual temporada de resultados trimestrais que continua no adro. Hoje, o gigante HSBC Holdings mostrou uma queda homóloga de 48% nos lucros dos primeiros três meses deste ano e a petrolífera BP anunciou uma queda de 67%.

Os preços do petróleo continuam em queda livre, com destaque para o crude norte-americano que afunda mais de 16% para pouco acima dos 10 dólares por barril. 

Contudo, a propagação do coronavírus continua a ser um fator chave para o desempenho dos mercados, numa altura em que se contabilizam mais de 3 milhões de pessoas infetadas com covid-19 em todo o mundo e 210.800 mortes. 



 

28.04.2020

WTI em queda livre com receios de novo colapso

O preço do crude dos Estados Unidos sofreu uma nova queda durante a sessão asiática, principalmente depois do maior ETF (exchange-traded fund) de petróleo do mundo, um fundo de investimento negociado em bolsa como se fosse uma ação, ter começado a vender grande parte dos seus títulos com medo de que o armazenamento volte a testar os seus limites nos próximos dias. 

Por esta altura, o WTI (West Texas Intermediate) perde 13,22% para os 11,07 dólares por barril, enquanto que o Brent, que serve de referência para Portugal, está a cair 5,05% para os 18,98 dólares por barril. 

O United States Oil Fund LP, o maior ETF de petróleo do mundo, vendeu a maioria dos títulos que detinha sobre o contrato de WTI para entrega em junho, alimentando o medo de um novo colapso nos preços junto dos investidores. Este ETF caiu mais de 16% na sessão de segunda-feira. 

Os produtores de petróleo norte-americanos começaram a entregar matéria-prima às reservas de emergência do país, numa altura em que o petróleo do país desvalorizou 80% este ano devido ao coronavírus, que levou a procura para mínimos históricos e testou a capacidade máxima de armazenamento da matéria-prima.

Mas a situação não é alarmante apenas nos Estados Unidos, uma vez que também a Coreia do Sul, o quarto país com mais capacidade de armazenanto no continente asiático, disse que os dois maiores operadores do país ficaram já sem espaço para armazenar barris.

28.04.2020

EDP e Nos pressionam abertura da bolsa nacional

O índice PSI-20 abriu a sessão desta terça-feira, dia 28 de abril, a perder 0,36% para os 4.121,68 pontos, num dia em que os mercados europeus estão ainda a negociar de forma pouco definida. 

Com 13 cotadas a negociar em queda, uma na linha de água e quatro em alta, o destaque vai para a Nos que perde 1,18% para os 3,350 euros por ação. 

O grupo EDP negoceia de forma mista, com a empresa liderada por António Mexia a perder 0,58% para os 3,778 euros por ação e a EDP Renováveis a ganhar 0,37% para os 10,86 euros. 

O cenário no setor do retalho é negativo, com a Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, a perder 0,96% para os 15,555 euros e a Sonae, dona do Continente, a cair 0,42% para os 0,472 euros. 

O BCP assume uma postura positiva, com um ganho de 0,21% para os 9,40 cêntimos por ação.

28.04.2020

Ponto de situação nos mercados

=====

STOXX 50    2878,26    1,50  0,05% 
DAX 30     10667,40   32,30  0,31% 
FTSE 100    5849,90   17,70  0,30% 
Dow        23934,00  -65,00 -0,27% 
S&P 500     2857,75  -11,15 -0,39% 
Nasdaq 100  8797,50  -26,75 -0,30% 
Futuros (Às 0340 TMG) 
 
Nikkei     19661,05 -122,17 -0,62% 
Hang Seng  24380,78  100,64  0,41% 
Xangai      2806,46   -9,04 -0,32% 
Xenzhen A   1808,36  -10,31 -0,57% 
Preços (Às 0325 TMG) 
 
Dow        24133,78  358,51  1,51% 
Nasdaq      8730,16   95,64  1,11% 
S&P 500     2878,48   41,74  1,47% 
FTSE 100    5846,79   94,56  1,64% 
FTSE 250   15952,72  265,29  1,69% 
DAX 30     10659,99  323,90  3,13% 
CAC40       4505,26  111,94  2,55% 
STOXX 600    335,44    5,85  1,77% 
STOXX 50    2882,09   73,02  2,60% 
Preços de fecho 

28.04.2020

Ásia perde com nova colisão do petróleo. Futuros dos EUA e Europa mistos

Os principais índices asiáticos tiveram uma sessão negativa nesta terça-feira, durante a madrugada em Lisboa, apagando os ganhos conquistados na sessão anterior. 

O índice MSCI da Ásia Pacífico caiu 0,3%, enquanto que o principal índice chinês perdeu 0,7% e o da Coreia do Sul escorregou 0,22%.

Os preços do petróleo voltaram a contabilizar uma nova queda, com o crude dos Estados Unidos a derrapar para a barreira dos 10 dólares por barril e a trazer de novo os receios quanto a uma possível derrocada para níveis negativos. 

Ontem, os três principais índices de Wall Street terminaram o dia em alta e estão agora a 20% dos seus máximos históricos atingidos em fevereiro. O S&P 500 prepara-se para o melhor mês desde 1987, depois de vários milhares de milhões de dólares em estímulos económicos terem dado força às empresas para corrigirem. 

No entanto, alguns analistas acreditam que os ganhos serão sempre limitados até que se consiga descobrir um tratamento para a doença. Por esta altura os futuros do S&P 500 perdem 0,2%. Os futuros do Stoxx 50, índice que reúne as 50 maiores cotadas da Europa, ganham 0,1%.

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