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Reviravolta nas bolsas deixa Europa no verde e prata dispara com "ataque" de investidores do Reddit

Acompanhe aqui o dia dos mercados.

Reuters
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 28 de Janeiro de 2021 às 17:12
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28.01.2021

Reviravolta deixa Europa no verde

As bolsas europeias encerraram em alta esta quinta-feira, invertendo as perdas anteriores, numa sessão volátil marcada pelo movimento concertado de pequenos investidores que começou a tomar forma na sessão de ontem em Wall Street.

Estes investidores apostaram forte nas ações onde os grandes fundos têm relevantes posições curtas (aposta na queda), provocando a subida das cotações. Este movimento obrigou os fundos a fechar posições para limitar as perdas. Para isso foram obrigados a comprar as ações com que antes estavam a apostar na queda, o que exacerbou ainda mais a sua subida.

 

Apanhadas nesta onda foram as companhias áreas dos Estados Unidos, que acabaram por contagiar o setor na Europa. A Deutsche Lufthansa subiu hoje mais de 6% enquanto a IAG valorizou quase 5%, contribuindo para a valorização das bolsas.

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, subiu 0,10% para 403,39 pontos, depois de ter chegado a perder mais de 2%.

 

Por cá, o PSI-20 valorizou 1,47% para 4.855,56 pontos, depois de seis sessões consecutivas de perdas, impulsionado sobretudo pelo BCP e cotadas do grupo EDP.

28.01.2021

Ouro valoriza e prata dispara com "ataque" dos investidores amadores

O ouro sobe 1% para 1.862,35% dólares por onça, uma valorização que põe fim a um ciclo de dois dias consecutivos em queda.

Já a prata aprecia 4,7% depois de já ter chegado a somar 7% na sessão. A valorização expressiva do metal prateado, que transaciona em máximos de três semanas, acontece numa altura em que os investidores amadores do Reddit voltaram ao "ataque".

Depois da euforia com a GameStore - que ainda se mantém - agora parece que as atenções viraram também para a prata.

28.01.2021

Juros aliviam nas economias periféricas do euro

Os juros das dívidas públicas registam hoje uma tendência de alívio no bloco do euro. A taxa de juro associada à dívida portuguesa com prazo a 10 anos cai 0,4 pontos base para 0,012%, descida acompanha peça "yield" espanhola referente à dívida com a mesma maturidade, que recua 0,1 pontos base para 0,069%. Ambas recuam pelo segundo dia seguido.

Já a taxa de juro correspondente aos títulos soberanos de Itália desce 1,3 pontos base para 0,640%. Depois dos agravamentos da semana passada quando ganhava forma a crise política entretanto consumada com o pedido de demissão do primeiro-ministro transalpino, Giuseppe Conte, a dívida italiana beneficia agora da segurança conferida pela garantia do BCE de que está disponível para voltar a baixar a taxa de juro diretora da Zona Euro em reação ao agravamento da crise pandémica.

Em sentido oposto, a "yield" referente à dívida alemã a 10 anos sobe ténues 0,1 pontos base para -0,548% refletindo a menor procura de ativos mais seguros por parte dos investidores.

28.01.2021

Crude sobe à custa de menor oferta e da descida do dólar

O preço do petróleo transaciona em alta nos mercados internacionais, com o Brent do Mar do Norte, utilizado como valor de referência para as importações nacionais, sobe 0,47% para 56,07 dólares por barril, e o West Texas Intermediate (WTI) a ganhar 0,55% para 53,14 dólares. Tanto o Brent como o WTI negoceiam em máximos de 20 de janeiro.

A valorização da matéria-prima está a ser impulsionada pela previsão de que continuará a reduzir-se o nível de oferta de crude, com grandes produtores como a Arábia Saudita e o Iraque a pretenderem reduzir a produção, enquanto a Rússia deverá reduzir as exportações no próximo mês.

Também a descida do dólar nos mercados cambiais contribui para a subida do preço do petróleo.

28.01.2021

Euro retoma trajeto de valorizações

Depois da queda na última sessão, a moeda única europeia regressou hoje aos ganhos nos mercados cambiais, estando agora a apreciar 0,22% para 1,2138 dólares.

Esta subida do euro acontece no dia em que o governador do banco central finlandês, Olli Rehn, disse que o Banco Central Europeu não deixará de usar todos os instrumentos ao seu dispor para impulsionar a taxa de inflação na Zona Euro, atualmente em -0,3%.

28.01.2021

Wall Street confiante apesar do PIB e dos resultados das empresas

A bolsa de Nova Iorque abriu em alta, apesar de ter sido confrontada com resultados desapontantes por parte da Tesla ontem após o fecho, e de hoje o crescimento económico também se ter revelado abaixo das expectativas.

O industrial Dow Jones sobe 0,87% para os 30.567,13 pontos, o generalista S&P500 avança 0,74% para os 3,778,43 pontos e o tecnológico Nasdaq também valoriza, 0,58% para os 13.347,59 pontos.

O produto interno bruto (PIB) do quarto trimestre nos Estados Unidos foi mais baixo do que o esperado, de 4% em vez dos 4,3 estimados pela Dow Jones. Este resultado dita que, no conjunto de 2020, a economia norte-americana tenha contraído pela primeira vez desde o final da Segunda Guerra Mundial, depois de ter entrado numa recessão a partir de fevereiro, como consequência da pandemia de covid-19. O consumo e o investimento privado ajudaram a impulsionar o PIB.

Olhando às empresas, a Tesla revelou que, no final de 2020, somou o sexto trimestre positivo e conseguiu o seu primeiro lucro anual, mas os números não deixaram de surpreender os investidores pela negativa. A empresa está a recuar 5,46% para os 817,74 dólares em bolsa. Já a Apple está a sofrer em bolsa uma quebra de 2,31% para os 138,31 dólares, apesar de ter apresentado receitas recorde de 111,44 mil milhões de dólares e lucros de 28,75 mil milhões de dólares, superando as estimativas dos analistas.

28.01.2021

Europa resvala acima de 1% com faísca entre UE e AstraZeneca a preocupar

A Europa apresenta pesadas perdas num dia de desalento geral nos mercados. Os investidores tremem depois de a União Europeia não ter conseguido resolver a disputa com a farmacêutica AstraZeneca, aumentando assim o risco de mais atrasos na distribuição da vacina. 

Fora das fronteiras da Europa, a Reserva Federal norte-americana mostrou-se firme nas políticas acomodatícias, deixando a pista de que não espera uma recuperação da economia muito em breve. Em paralelo, empresas como a Apple a Tesla preocuparam depois de terem desiludido na apresentação de resultados. Desta forma, os mercados ficam mais inseguros acerca das cotações, que ainda na semana passada tocaram em máximos, otimistas acerca do futuro.

O índice que concentra as 600 maiores cotadas europeias, o Stoxx600, está a cair 1,27% para os 397,94 pontos, e retorna desta forma a níveis de precisamente um mês, ou seja, 28 de dezembro. Com quebras superiores a 1% seguem também Paris e Frankfurt, sendo que Amesterdão, Atenas e Lisboa mostram quebras mais perto dos 2%.

28.01.2021

Ouro prepara pior arranque do ano da década

O ouro está a descer depois de a Reserva Federal norte-americana ter optado por manter o suporte à economia, roubando a atratividade a este ativo refúgio.

O ouro desce agora 0,49% para os 1.835,02 dólares por onça e está a preparar-se para registar o pior início do ano da última década, ao contar uma quebra de mais de 3% no mês de janeiro, uma descida que já não era tão acentuada desde 2011.

28.01.2021

Juros portugueses encolhem

Os juros da dívida a dez anos de Portugal estão a aliviar 0,3 pontos base para os 0,015%, contando a segunda sessão consecutiva e a terceira da semana em que existe um alívio. Ainda assim, os juros destas obrigações já não "põem o pé" em terreno negativo há nove sessões.

Na Alemanha, a referência para a Europa, a tendência na semana tem sido exatamente a mesma. A remuneração das bunds volta a cair, pela segunda sessão, depois de ter iniciado a semana também com um alívio, contrariando apenas na terça-feira. Esta quinta-feira o recuo é de 0,5 pontos base para os -0,553%.

28.01.2021

Nem as reservas convencem o petróleo

O barril de petróleo segue a perder em sintonia com o sentimento do mercado, que está a deteriorar-se com base em múltiplos receios, nomeadamente a evolução da pandemia. Uma pandemia mais grave significa menos procura para a matéria-prima, já que põe travão nas atividades económicas que se alimentam do ouro negro.

O barril de Brent, negociado em Londres e referência para a Europa, cai 0,79% para os 55,35 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, em Nova Iorque, desce 0,85% para os 52,40 dólares.

Esta evolução verifica-se mesmo depois de as reservas de crude nos Estados Unidos terem revelado a maior quebra dos últimos cinco meses.

28.01.2021

Dólar dá maior salto num mês

A divida norte-americana viu a maior subida no espaço de um mês depois de a Reserva Federal  ter optado por manter uma postura acomodatícia, sem alterações ao programa de compra de ativos. O dólar subiu até 0,8%, mostrando um melhor desempenho do que todas as restantes moedas que são parte do cabaz G-10. A ilustrar a tendência, a moeda única europeia está a cair 0,21% para os 1,2086 dólares.

28.01.2021

Panóplia de preocupações inunda ações mundiais

As bolsas mundiais afastam-se dos recordes da semana passada numa altura em que uma panóplia de eventos – o agravamento da pandemia, os resultados das empresas, os apoios e até as atuais avaliações dos ativos – fazem os investidores duvidar de um desempenho positivo dos mercados.

Na Ásia, o japonês Topix desceu 1,1% e foi o mais modesto. O sul-coreano Kospi perdeu 1,7%, o Compósito de Xangai caiu 2%, o australiano S&P/ASX 200 recuou 1,9% e o Hang Seng, em Hong Kong, cedeu 2,4%.

Nos Estados Unidos, o S&P500 desceu o máximo desse outubro depois de a Reserva Federal ter decidido deixar a principal taxa de juro inalterada, sinalizando que o banco central irá manter os apoios massivos à economias. Agora, os futuros do Nasdaq 100 apontam para perdas depois de a Apple e da Tesla terem desiludido nas repetivas apresentações de resultados.

No que toca ao vírus, a União Europeia não conseguiu resolver a disputa com a empresa AstraZeneca, aumentando o risco de mais atrasos na distribuição da vacina. O futuros europeus descem quase 1%. "Nós ainda acreditamos que estamos a caminho de uma recuperação económica forte, assim como do lucros", reconfortou o Goldman Sachs, em declarações à Bloomberg.

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