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Ao minuto20.08.2020

Outlook sombrio para a recuperação mundial atira Europa para mínimo de quase duas semanas

Acompanhe a evolução dos mercados ao longo do dia.

Reuters
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 20 de Agosto de 2020 às 17:20
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20.08.2020

Excesso de oferta da OPEP e desemprego nos EUA derrubam petróleo

Os preços do petróleo recuam mais de 1%, pressionados pelo excesso de oferta de mais de dois milhões de barris diários por parte da OPEP, segundo avançou a Reuters. Também a subida inesperada nos novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, um sinal de abrandamento na recuperação económica, pesam na cotação do ouro negro.

O barril de West Texas Intermediate (WTI) para entrega em setembro, cujos contratos expiram hoje, cedia 1,07%, para 42,47 dólares.

Os contratos de outubro do londrino Brent, de referência para Portugal, recuavam 1,37%, para os 44,75 dólares.

20.08.2020

Outlook sombrio para a recuperação mundial atira Europa para mínimo de quase duas semanas

As perspetivas mais sombrias para a recuperação da economia mundial da pandemia do coronavírus pesaram esta quinta-feira no sentimento dos investidores e ditaram a descida das bolsas europeias para o nível mais baixo em quase duas semanas.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, desceu 1,07% para 365,64 pontos – um mínimo de 10 dias - numa sessão em que as perdas variaram entre 1,12% em Lisboa e 1,61% em Londres.

Olhando a setores, a banca e o setor da mineração foram os mais penalizados, com quedas de mais de 2%.

Nas atas da última reunião da Fed, divulgadas ontem, foi revelado que os responsáveis do banco central antecipam que a crise relacionada com o coronavírus vai ter um forte impacto na atividade económica, no curto prazo, e que representa riscos consideráveis para as perspetivas de médio prazo.

Ao "outlook" pessimista juntaram-se hoje os dados sobre os pedidos de subsídio de desemprego nos Estados Unidos, que ficaram acima do esperado pelos analistas, aumentando os receios sobre a recuperação.

Adicionalmente, persiste o impasse no Congresso dos Estados Unidos em torno do novo pacote de estímulos à economia, e as tensões entre Washington e Pequim não dão sinal de alívio.

Por cá, o BCP, a Galp e as cotadas do setor da pasta e do papel foram as que mais contribuíram para a queda do PSI-20.O BCP desceu 2% para 10,31 cêntimos e a Galp perdeu 2,14% para 9,126 euros.

No setor da pasta e do papel, a Altri caiu 3,34% para 4,280 euros, a Semapa desvalorizou 2,14% para 7,76 euros e a Navigator deslizou 2,68% para 2,252 euros.

20.08.2020

Ouro avança após subida de subsídios de desemprego nos EUA

O preço do ouro subia esta quinta-feira após o inesperado aumento no número de novos pedidos de subsídio de desemprego nos EUA, que voltaram a superar um milhão.

Os maus dados sobre o mercado laboral lançam mais incerteza quanto à recuperação da maior economia mundial e poderão levar a Reserva Federal (Fed) a adotar medidas mais agressivas para estimular a economia.

Os contratos a pronto (spot) de ouro avançavam 0,97%, para os 1947,75 dólares por onça.

20.08.2020

BCP, Galp e papeleiras caem mais de 2% e penalizam PSI-20

A bolsa nacional encerrou em queda esta quinta-feira,20 de agosto, depois de ter interrompido ontem uma série de quatro sessões consecutivas de perdas. Com 13 cotadas em alta, quatro em queda e uma inalterada, o PSI-20 desvalorizou 1,12% para 4.358,47 pontos.

A praça portuguesa acompanhou, desta forma, a tendência negativa das principais congéneres europeias, penalizadas pelas perspetivas mais sombrias da Reserva Federal dos Estados Unidos para a economia.

Nas atas da última reunião da Fed, divulgadas ontem, foi revelado que os responsáveis do banco central antecipam que a crise relacionada com o coronavírus vai ter um forte impacto na atividade económica, no curto prazo, e que representa riscos consideráveis para as perspetivas de médio prazo.

O "outlook" pessimista, juntamente com as tensões entre os Estados Unidos e a China e o impasse no Congresso em torno do novo pacote de estímulos, pesaram no sentimento dos investidores e estão a contribuir para a descida do índice de referência para a Europa, o Stoxx600, que desliza 1,03% para 365,78 pontos.

Por cá, o BCP, a Galp e as cotadas do setor da pasta e do papel foram as que mais contribuíram para a queda do PSI-20.O BCP desceu 2% para 10,31 cêntimos e a Galp perdeu 2,14% para 9,126 euros.

No setor da pasta e do papel, a Altri caiu 3,34% para 4,280 euros, a Semapa desvalorizou 2,14% para 7,76 euros e a Navigator deslizou 2,68% para 2,252 euros.

20.08.2020

Juros das dívidas aliviam pela quinta sessão na Zona Euro

Os juros das dívidas públicas na área do euro estão a recuar pelo quinto dia consecutivo, com a aposta nas obrigações a sair reforçada pela quebra de apetite dos investidores pelo mercado acionista.

A "yield" relativa aos títulos soberanos alemães com prazo a 10 anos lidera as quedas ao recuar 2,6 pontos base para -0,502%, um mínimo de 11 de agosto.

Também a taxa de juro associada às obrigações portuguesas com a mesma maturidade cai 0,9 pontos base para 0,315%, estando assim no valor mais baixo desde 12 de agosto.

Esta tendência abrange ainda as "yields" correspondentes às dívidas da Espanha e da Itália, que aliviam respetivamente 0,4 e 0,1 pontos base para 0,281% (mínimo de 11 de agosto) e 0,910% (mínimo de 10 de agosto).

20.08.2020

Euro ganha contra o dólar e perde para a libra

Euro, dólar e libra estão a transacionar tendencialmente em alta nos mercados cambiais. A moeda única europeia ganha ténues 0,07% para 1,1846 dólares, depois de na terça-feira ter atingido máximos de maio de 2018 perto dos 1,20 dólares.

Por sua vez, o dólar está a valorizar pelo segundo dia consecutivo e a transacionar em máximos de 14 de agosto face a um cabaz composto pelas principais moedas mundiais. No entanto, o dólar atenuou já os ganhos depois de o euro ter invertido e passado a negociar em alta face à moeda de reserva internacional.

Já a libra soma 0,24% contra o euro numa altura em que prossegue nova ronda negocial entre a União Europeia e o Reino Unido com vista ao estabelecimento de um acordo sobre a relação futura entre os dois blocos económicos.

20.08.2020

Wall Street prolonga quedas com números do emprego a preocuparem

Os três maiores índices dos Estados Unidos abriram a sessão desta quinta-feira na mó de baixo, mantendo assim a tendência do fecho de ontem. Hoje, os dados relativos aos pedidos do subsídio de desemprego voltaram a superar a barreira semanal de 1 milhão.

Por esta altura, o S&P 500 cai 0,45% para os 3.359,49 pontos e o Dow Jones perde 0,43% para os 27.574,41 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite recua 0,32% para os 11.110,37 pontos.

Assim, o S&P 500 e o Nasdaq recuam dos máximos intradiários atingidos na sessão de ontem, pressionados pelas minutas divulgadas pela Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) que mostraram que o banco central estava mais pessimista com a recuperação económica para o resto deste ano.

Hoje, a pressionar também a negociação norte-americana estão os dados do emprego. O Departamento do Trabalho dos EUA mostrou que o número de pessoas a pedir o subsídio de desemprego foi de 1,106 milhões, na semana terminada a 15 de agosto. Significa isto que os pedidos voltam a superar a barreira de 1 milhão, acima do que seria esperado pelos mercados.

Mesmo com uma recuperação mais lenta do que seria desejável, o S&P 500 conseguiu renovar máximos históricos nesta semana e a Apple foi a primeira empresa da história de Wall Street a superar a barreira dos 2 biliões de dólares. 

20.08.2020

Euro volta a aproximar-se de máximos de dois anos frente ao dólar

As duas maiores moedas da Zona Euro assumem posturas opostas frente ao rival dólar, dos Estados Unidos.

O euro volta a subir 0,12% para os 1,1853 dólares, aproximando-se assim dos máximos de cerca de dois anos atingidos nos últimos dias.

Já a libra escorrega 0,05% para os 1,3092 dólares. 

20.08.2020

Juros sobem na periferia da Zona Euro e estabilizam na Alemanha

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro assumem uma posturas díspares na sessão desta quinta-feira.

Numa altura em que os investidores procuram fugir ao risco, depois das perspetivas negativas da Fed, o Bund alemão é visto como um bom ativo. Assim, as taxas de referência germânicas mantêm-se inalteradas nos -0,476%.

Já os juros do sul da Europa sofrem uma ligeira subida. Em Espanha, a taxa de referência avança 2,1 pontos base para os 0,305%, e em Portugal, a mesma taxa sobe 1,6 pontos base para os 0,340%.

Em Itália, os juros a dez anos sobem 1,2 pontos base para os 0,923%. 

20.08.2020

Europa não escapa às quedas depois das minutas pessimistas da Fed

As principais bolsas europeias seguem a negociar em queda na manhã desta quinta-feira, à boleia das perspetivas pessimistas divulgadas ontem pelas minutas da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed), que apelavam a um entendimento no Congresso com vista a serem divulgados mais estímulos orçamentais. 

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da Europa - desvaloriza 1,16% para os 365,31 pontos, com os setores da banca e automóvel a perderem mais de 1,5%. 

Ontem, as minutas Fed mostraram que, na reunião de política monetária do mês passado, a economia vai precisar de um auxílio governamental muito maior para recuperar do vírus. 

A Fed apelava ao Congresso por mais estímulos orçamentais que possam atenuar o impacto da atual pandemia. Os responsáveis políticos dos Democratas e dos Republicanos mostram-se preocupados com o impasse sobre o pacote de auxílio, mas as divisões internas de cada lado estão a complicar um entendimento. 


20.08.2020

Quedas da Nos e da Galp precipitam queda de 1% da bolsa nacional

A bolsa nacional abriu a sessão desta quinta-feira a descer 0,92% para os 4.367,24 pontos, acompanhando o cenário registado nas congéneres europeias, num dia em que o desempenho negativo de empresas como a Nos e a Galp a precipitarem esta queda.

Com 15 cotadas em queda e três a negociar de forma estável, um dos destaques vai para a desvalorização de 0,89% da Nos, que negoceia nos 3,570 euros por ação.

As ações da Sonae também perdem 0,99% para os 60 cêntimos, nos primeiros minutos de negociação de hoje.

As ações do BCP e da EDP perdem 1,33% para os 10,38 cêntimos e 0,58% para os 4,275 euros, respetivamente. 

A cair está também a Galp, que perde 1,39% para os 9,212 euros por ação, numa altura em que os preços do petróleo recuam dos máximos de cinco meses atingidos nos últimos dias.

20.08.2020

Ouro "esfrega as mãos" após perspetivas sombrias da Fed

O ouro, um ativo considerado de refúgio cuja cotação costuma subir em alturas de maior turbulência nos mercados de ações, segue hoje a valorizar mais de 1%, depois de a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) ter colocado um travão no "outlook" económico para o resto do ano, levando os investidores a procurar ativos de maior segurança.

Assim sendo, o metal precioso segue nesta altura a valorizar 1,02% para os 1.948,45 dólares por onça.

A previsão é de que o ouro continue a alargar o seu "rally" devido à constante degradação do dólar e à expectativa por novos estímulos nos Estados Unidos, de acordo com os analistas da SkyBridge Capital. 

20.08.2020

Petróleo recua de máximos de cinco meses devido a procura sombria

Os preços do petróleo estão a desvalorizar na sessão desta quinta-feira, recuando assim dos máximos de cinco meses atingidos recentemente, numa altura em que as perspetivas quanto à procura pela matéria-prima no resto do ano são cada vez mais sombrias. 

Por esta altura, o Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - perde 0,8% para os 45,01 dólares por barril, a passo que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) desvaloriza 1% para os 42,49 dólares por barril. 

Ambos os ativos foram prejudicados pela divulgação das minutas da Reserva Federal dos Estados Unidos, que mostraram uma perspetiva económica  mais negativa para o final deste ano, podendo assim prejudicar a procura pelo "ouro negro". 

Na sua reunião de ontem, a OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e os aliados liderados pela Rússia) alertou que a velocidade da procura tem sido menor do que o esperado e o risco de uma segunda vaga na propagação da covid-19 está a ameaçar a prestação dos preços. 

20.08.2020

Futuros da Europa em queda após minutas da Fed

As principais bolsas europeias deverão começar a sessão de hoje de forma negativa, numa altura em que os futuros do Stoxx 50 - índice que agrupa as 50 maiores cotadas da região - vai desvalorizando 1,4%.

Ontem, ao final do dia em Lisboa, a Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed) divulgou as minutas da última reunião de política monetária, onde se mostrava mais pessimista quanto à recuperação económica na segunda metade deste ano, fazendo recuar os investidores. 

Durante a madrugada, a sessão asiática também se pintou de vermelho. O índice do Japão perdeu 0,8%, o de Hong Kong desvalorizou 2,1% e o de Xangai, na China, caiu 1,1%. 

Os futuros do norte-americano S&P 500 negoceiam também em queda, sinalizando uma possível abertura "no vermelho" em Wall Street. Isto depois de a Fed ter mostrado que a atual crise de saúde vai ter um impacto ainda maior na atividade económica e de ter repetido que a recuperação vai depender da evolução da crise sanitária no país. 

As ações em todo o mundo estão a fraquejar, enquanto os investidores debatem se o atual "momentum" que empurrou o S&P 500 para um recorde histórico, a meio desta semana, pode ser sustentado, tendo em conta toda a incerteza que paira no ar.

Do lado do Congresso, um envelope de estímulos orçamentais continua por aprovar. Os líderes democratas e republicanos estão a tentar reatar as negociações, mas o acordo continua longe de ser alcançado. Agora, a estimativa é de que um entendimento aconteça só em setembro.

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