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Ao minuto02.06.2021

Europa renova recordes com expectativa de retoma económica. Petróleo prolonga ganhos

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
Negócios 02 de Junho de 2021 às 17:36
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02.06.2021

Europa renova recordes com expectativa de retoma económica

As bolsas europeias encerraram em alta, com o índice de referência das 600 maiores cotadas da região a fixar novos máximos históricos, num contexto de otimismo persistente em torno da recuperação económica numa altura em que as economias reabrem com o levantamento das restrições pandémicas.

 

O Stoxx 600 encerrou a somar 0,22%, para 451,10 pontos, o que constituiu um recorde de fecho. Durante a sessão chegou a negociar nos 451,97 pontos, um máximo de sempre.

 

As fabricantes automóveis tiveram, destacadamente, o melhor desempenho, com o subíndice do setor a fechar no mais alto nível desde janeiro de 2018, impulsionado sobretudo pela Volkswagen e pela Renault.

 

Também o setor da energia ganhou terreno, a subir 0,9%, seguido das cotadas da alimentação, bebidas e tabaco (+0,7%).

 

Nas perdas sobressaíram as utilities (gás, água, luz), que cederam 0,8%, pressionadas pela operadora de parques eólicos Orsted depois de as suas perspetivas financeiras terem desapontado os investidores.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax valorizou 0,2%, o britânico FTSE 100 avançou 0,4%, o francês CAC-40 somou 0,5%, e o italiano FTSEMIB pulou 0,2%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,4%.

 

Em contraciclo esteve o espanhol IBEX 35, que recuou 0,10%.

 

"Enquanto a volatilidade do mercado decresce, esta semana, os movimentos de preços parecem estar a perder a direção, com as preocupações dos investidores divididas entre a recuperação económica global e os receios de inflação", referiu Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.

 

O analista destaca que "a maioria dos traders está a aguardar novos catalisadores de mercado antes de tomar qualquer decisão sobre a sua exposição a ativos menos seguros, como as ações". "Ainda assim, alguns estão já focados na publicação de dados macro por parte dos Estados Unidos e da Europa, sendo que, caso os números sejam positivos, podem colocar em risco a política ‘dovish’ [branda] dos bancos centrais, trazendo de volta uma tendência de baixa".

02.06.2021

Euro recupera de queda matinal

O euro segue a ganhar ligeiramente face ao dólar, a recuperar dos mínimos da semana que tinha registado durante a manhã.

A moeda única europeia valoriza 0,01% face à nota verde para 1,2214 dólares.
O euro registou de manhã o valor mais baixo desta semana (1,2163 dólares) face a um aumento da procura pela divisa americana, que entretanto atenuou.

O sentimento dos analistas é misto e divide-se entre a compra, à boleia da recuperação económica norte-americana, e a venda face à especulação sobre as intenções da Reserva Federal quanto ao programa de flexibilização quantitativa (compra de ativos), que poderá começar a ser reduzido.

02.06.2021

Juros continuam a aliviar sem novos dados

As taxas de juro da dívida soberana seguem em queda nas principais economias da zona euro durante a tarde desta quarta-feira.

Em Portugal, a yield das obrigações a 10 anos cai 1,4 pontos base para 0,0447%, e em Espanha apresenta um comportamento semelhante, a variar -1,3 p.b. para 0,453%.

Na Alemanha, os juros a 10 anos, que serve de referência para a economia europeia, desagravam-se em 1,7 p.b para -0,198%, ao passo que em Itália cedem também 1,7 pontos base para 0,882%.

A Bloomberg previa esta quarta-feira que as taxas de juro a 10 anos se alterassem pouco, com pouca informação nova a contribuir para as alterações.

02.06.2021

Ouro valoriza com descida dos juros da dívida nos EUA

Os preços do metal amarelo estão a negociar em alta, numa altura em que os juros da dívida soberana dos EUA estão a descer, o que não os torna tão atrativos em termos de remuneração (o ouro não remunera juros, pelo que normalmente é preterido quando as "yields" das obrigações estão em alta).

 

O ouro a pronto (spot) segue a somar 0,21% para 1.904,10 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro valorizam 0,30%, para 1.911,20 dólares por onça.

 

Na negociação intradiária de ontem, os preços do ouro chegaram a máximos de 8 de janeiro, tendo entretanto perdido algum fôlego mas sem saírem de território positivo.

 

A contribuir para a valorização do metal precioso está a descida dos juros das obrigações soberanas dos Estados Unidos, enquanto os investidores aguardam por novos dados económicos sobre o país, nomeadamente no que diz respeito ao mercado laboral.

02.06.2021

Petróleo prolonga ganhos com disciplina da OPEP+ e perspetivas de maior consumo

Há um conjunto de razões que estão a levar várias matérias-primas a valoriza    ções. O petróleo é um exemplo.

O "ouro negro" segue em terreno positivo, impulsionado pelas boas perspetivas quanto ao nível da procura por combustível e também pela disciplina revelada pela OPEP+ em matéria de oferta.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho segue a ganhar 1% para 68,40 dólares por barril.

 

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, soma 1,11% para 71,03 dólares.

 

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+) decidiu ontem manter o plano delineado em abril sobre o volume da oferta adicional em junho e julho, o que agradou ao mercado – até porque a perspetiva de aumento da procura deixa antever um défice na oferta, mesmo com esta abertura de torneiras da OPEP+.

02.06.2021

Wall Street "flat" à espera de números do emprego

As bolsas norte-americanas abriram em ligeira baixa, numa altura em que os investidores se mostram prudentes, à espera de novos dados sobre o mercado de trabalho nos próximos dias.

 

O Dow Jones segue a somar 0,01%, para se fixar nos 34.580,71 pontos. O seu máximo histórico foi atingido a 10 de maio, quando tocou nos 35.091,56 pontos.

 

Já o Standard & Poor’s 500 avança 0,05%, para 4.203,99 pontos. A 7 de maio, recorde-se, fixou um recorde nos 4.238,04 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valoriza 0,16% para 13.758 pontos.

 

A negocação segue assim com subidas modestas, numa altura em que os investidores esperam por novos dados do mercado laboral para terem mais sinais sobre a evolução da economia.

 

Em abril, observou-se uma inesperada desaceleração no crescimento dos empregos.

 

Amanhã serão divulgados os dados do desemprego de maio no setor privado e na sexta-feira é dia de reporte dos números mensais (setor privado e público) por parte do Departamento norte-americano do Trabalho.

02.06.2021

Ouro cede ligeiramente após revelação de indicadores nos EUA

O ouro está a ceder ligeiramente na sessão desta quarta-feira, ao deslizar 0,07%, para os 1.899,16 dólares a onça. 

Ontem foram conhecidos dados sobre a evolução da atividade industrial nos Estados Unidos em maio, que deram algum otimismo aos investidores sobre a recuperação económica no país. Esta semana vão ser também conhecidos dados sobre o emprego nos EUA - ao longo das últimas semanas, o número de pedidos de desemprego semanais tem sido cada vez mais baixo. 

Com os indicadores sobre a atividade industrial, os investidores afastaram-se de ativos-refúgio como o ouro, mais procurados em tempos de incerteza. 

Ao longo desta semana, a procura pelo ouro chegou a levar este metal precioso a negociar acima da fasquia dos 1.900 dólares por onça. 

02.06.2021

Bolsas em alta ligeira após novo recorde

As bolsas europeias estão a negociar em alta ligeira esta quarta-feira, depois de o índice de referência para a região ter encerrado ontem no nível mais alto de sempre.

Nesta altura, o Stoxx600 avança 0,12% para 450,62 pontos, impulsionado sobretudo pelos ganhos de 1% do setor de oil & gas, depois de a OPEP+ ter melhorado as suas perspetivas para a procura.

As ações continuam assim a ser animadas pelo otimismo em torno da recuperação económica, apesar de persistirem os receios de que o crescimento das economias alimente a inflação e leve os bancos centrais a retirar os apoios monetários mais cedo do que o previsto.

Entre as principais bolsas da região, só a de Lisboa e Madrid negoceiam em terreno negativo, enquanto Londres se destaca nos ganhos, depois de o Reino Unido ter registado um dia sem mortes devido à covid-19 pela primeira vez desde o início da pandemia.

Por cá, o PSI-20 perde ligeiros 0,07% para 5.213,29 pontos, penalizado sobretudo pela Galp, que desvaloriza 1,06% para 10,295 euros.

02.06.2021

Divisas da Europa a perder terreno

As duas principais moedas da Europa, o euro e a libra esterlina, estão a perder terreno face ao dólar. A moeda única da União Europeia deprecia 0,16% para os 1,2193 dólares; já a libra esterlina está a cair 0,08% perante o rival norte-americano, para os 1,4139 dólares. Na sessão desta terça-feira, a moeda do Reino Unido chegou a tocar em máximos de três anos, quando esteve a negociar nos 1,4250 dólares.

Do outro lado do Atlântico, o índice que mede o desempenho do dólar perante um cabaz composto por outras divisas está a avançar 0,25%.

02.06.2021

Juros da dívida soberana aliviam na Zona Euro

Os juros da dívida portuguesa estão a aliviar em todas as maturidades, acompanhando a tendência que se estende à generalidade dos países do euro, depois das subidas registadas na sessão de ontem.

Por cá, a yield associada às obrigações a dez anos desce 0,6 pontos base para 0,455%, enquanto em Espanha, na mesma maturidade, o alívio é de 0,6 pontos para 0,461%.

Na Alemanha, a referência para a região, os juros a dez anos descem 0,9 pontos para -0,189%.

02.06.2021

Petróleo prolonga ganhos após reunião da OPEP+

O petróleo segue em alta nos mercados internacionais esta quarta-feira, depois de ter encerrado ontem no valor mais alto desde outubro de 2018, animado pelas perspetivas mais positivas da OPEP+ para a procura.

Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) sobe 0,25% para 67,88 dólares, enquanto o Brent, transacionado em Londres, valoriza 0,34% para 70,50 dólares, depois de ter superado ontem a barreira dos 70 dólares pela primeira vez desde 2019.

Na terça-feira, o ministro da Energia da Arábia Saudita, o príncipe Abdulaziz bin Salman disse que a procura "tem mostrado sinais claros de melhoria", com o cartel a confirmar um aumento de produção para julho.

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