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Ao minuto02.12.2021

Setor tecnológico tomba mais de 4% na Europa. Praças pintadas de vermelho

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
02.12.2021

Stoxx 600 no vermelho com ómicron a pesar. Setor tecnológico cai mais de 4%

O Stoxx 600 regressou às quedas, depois de ter dado o pontapé de saída de dezembro com a maior subida desde maio. O índice que agrupa as maiores cotadas da Europa caiu 1,15% esta quinta-feira, para 465,44 pontos.

Os investidores voltaram a pesar os riscos da variante ómicron na Europa, num dia em que a Alemanha, a maior economia da Zona Euro, anunciou novas restrições para os não vacinados. Além da covid-19, as ações do setor da tecnologia afundaram, em reação à notícia avançada pela Bloomberg, de que a Apple já terá informado os fornecedores de um abrandamento da procura pelo iPhone 13 neste final de ano - habitualmente o trimestre mais forte para a tecnológica.

Feitas as contas, a queda do setor da tecnologia na Europa foi de 4,15%, a maior num dia em que todos os setores fecharam no vermelho. A segunda maior queda no Stoxx 600 foi registada pelas empresas do turismo, que voltaram a ser penalizadas pela evolução da pandemia, e pelo setor das "utilities", que caiu 2,21%.

A queda mais ligeira pertence ao setor do petróleo e gás, que cedeu 0,05%, numa sessão em que o petróleo reagiu em alta às novidades vindas da reunião da OPEP+. O "ouro negro" até esteve a tombar durante esta quinta-feira, tanto em Londres como em Nova Iorque, mas está já a recuperar.

Do lado dos ganhos no Stoxx 600, a farmacêutica Vifor Pharma foi a cotada que mais subiu, disparando 20,95%, num dia em que a biotech australiana CSL anunciou estar em conversações para comprar a farmacêutica suíça.

Já a Evolution e a Deliveroo foram as cotadas que mais caíram, com a primeira a recuar 11,38% e a plataforma de entrega de refeições a ceder 9,48%.

O dia foi vermelho para as principais bolsas da Europa: o PSI-20 caiu 0,92%, o espanhol IBEX cedeu 1,8% e a o alemão DAX recuou 1,35%. Já o índice francês CAC 40 caiu 1,25%, o FTSE recuou 0,55% e em Amesterdão a queda foi de 1,5%. A bolsa de Itália caiu 1,39%.

02.12.2021

Petróleo regressa aos ganhos, tranquilizado pela OPEP+

A OPEP+ reúne-se esta quinta-feira para decidir a política de produção de crude em agosto.

Os preços do "ouro negro" seguem em terreno positivo, depois de já terem estado a cair mais de 4% assim que se soube que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (OPEP+) deveriam manter o plano – o que foi depois confirmado – de aumentar a oferta de crude em 400.000 barris por dia no mês de janeiro.

 

Os intervenientes de mercado estavam à espera, na sua maioria, que a OPEP+ adiassse a colocação de mais crude no mercdo devido aos receios de que a nova variante de covid identificada na África do Sul endureça as restrições à circulação e penalize a procura por combustíveis.

 

Além disso, o facto de seis países – Estados Unidos, China, Japão, Coreia do Sul, Índia e Reino Unido – irem recorrer às suas reservas estratégicas de petróleo para tentarem travar a subida de preços também poderia pesar na decisão, mas o cartel e os seus parceiros decidiram manter-se fieis ao plano mensal que vigora desde agosto e que passa por abrir as torneiras, todos os meses, com mais 400.000 barris de crude diários a entrarem no mercado.

 

O que fez com que os preços invertessem e estejam agora em alta foi o facto de a OPEP+ ter tornado bem claro que poderá ajustar a sua produção rapidamente se a pandemia alterar drasticamente o cenário da procura.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em janeiro segue a somar 1,37% para 66,47 dólares por barril.

 

Já o contrato de janeiro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 1,22% para 69,71 dólares.

 

Os preços do petróleo já caíram mais de 20% desde finais de outubro, o que significa que estão em mercado urso (bear market).

 

No entanto, há quem considere que este mergulho das cotações foi excessivo e que será superado.

02.12.2021

Juros na Zona Euro em queda. Europa em contraciclo com EUA

A operação refinanciamento de prazo alargado direcionada III atraiu uma procura de 1,3 biliões de euros por parte dos bancos europeus.

Os juros das dívidas soberanas a 10 anos na Zona Euro estão a cair, enquanto nos EUA estão a subir.

O mercado ainda está a digerir as palavras proferidas pelo presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell que assegurou o advento precoce de uma política de "tapering".

A declaração veio dar força às expectativas de que as taxas de juro norte-americanas venham a aumentar mais cedo do que o previsto e possam levar a uma trajetória semelhante na Europa.


Nos EUA, os juros a 10 anos estão a subir 2,7 pontos base para os 1,431%.

Ainda assim, as "bunds" germânicas, que servem de referência para a Zona Euro, estão agora em queda de 3,9 pontos base para -0,387%.

Em Portugal, os juros a 10 anos estão a cair 5,5 pontos base para 0,295%, enquanto as "yields" italianas a dez anos estão a afundar 0,5 pontos base para 0,953%.

Os juros da dívida espanhola sofrem uma queda 5,8 pontos base para 0,365%.

02.12.2021

Euro inverte tendência e sobe ligeiramente. Dólar em queda face a cabaz de divisas

Depois de uma quebra esta manhã, o euro segue a sessão a somar ganhos ligeiros.

A moeda única europeia avança 0,04% para os 1,1324 dólares, insensível ao alerta de Angela Merkel, que anunciou, esta quinta-feira, que os hospitais da maior economia da Europa "estão à beira do colapso".

Por sua vez, o Índice do dólar da Bloomberg – que compara a "nota verde" com 16 divisas reais desceu 0,06% para os 95,97.

Os investidores ainda estão a digerir as palavras do presidente da Reserva Federal dos EUA (Fed), Jerome Powell, que esta semana, alertou que a economia norte-americana poderia entrar no cenário de "tapering" antecipado, chegando mesmo a afirmar que estava na altura de retirar o termo "transitório" com o qual, nos últimos tempos a Fed tem classificado a inflação.  

02.12.2021

Ouro continua a lutar contra Powell. "Investidores devem estar em alerta"

O ouro segue em queda, depois de já ter atingido esta quinta-feira de manhã, o nível mais baixo num mês.

O "metal amarelo" afundou 0,83% para os 1.766,92 dólares por onça. Os investidores continuam a abandonar o considerado ativo refúgio.

O ouro foi "chicoteado" por várias farmacêuticas que, na semana passada, avançaram que estavam a trabalhar para ter uma vacina capaz de combater a variante "ómicron" da covid-19.

A queda foi agravada pelas palavras de Jerome Powell que esta semana reconheceu, no Congresso, que a inflação deveria deixar de ser apelidada de "transitória", tendo reforçado a necessidade de acelerar uma política de "tapering".

"O ouro tem lutado para sobreviver às palavras de Powell. Os investidores devem preocupar-se com uma queda do metal dourado quebrar a linha de suporte dos 1.790 dólares por onça", alertou esta quinta-feira, Bart Melek da TD Securities, citado pela Bloomberg.

02.12.2021

Wall Street não acompanha Europa nas quedas. Avisos da Apple pesam no sentimento

Enquanto na Europa a sessão está a ser marcada por quedas devido à variante ómicron, em Wall Street a sessão arranca "no verde". Os três principais índices norte-americanos arrancam a sessão em terreno positivo, com o tecnológico Nasdaq a registar a subida mais modesta. 

O industrial Dow Jones avança 0,76% para 34.281,62 pontos, o tecnológico Nasdaq avança 0,24% para 15.291,36 pontos e o S&P 500 avança 0,78% para 4.548,20 pontos. 

Os investidores continuam novamente a avaliar os riscos da nova variante e, na vertente tecnológica, são os avisos da Apple a pesar no sentimento. De acordo com a Bloomberg, a tecnológica terá indicado aos fornecedores que a procura pelo iPhone 13 está a abrandar, o que contraria o habitual aumento da procura no final do ano, devido à aproximação das compras de Natal. Nesta altura, as ações da Apple estão a recuar 2,79% para 160,173 dólares por ação. 

Além disso, na vertente de indicadores económicos, o Departamento do Trabalho divulgou os números dos pedidos de subsídios de desemprego na semana anterior. Estes pedidos de subsídios subiram na semana terminada a 27 de novembro, mas menos do que era antecipado pelos economistas. 

Foram contabilizados mais 28 mil pedidos, para 220 mil, enquanto os economistas esperavam 240 mil pedidos de subsídio de desemprego.

02.12.2021

Europa continua pintada de "vermelho". PSI-20 cai 1,17%

Os receios em torno da nova variante da covid-19 continuam a assustar as principais praças europeias, a meio da sessão desta quinta-feira.

O índice Stoxx 600, que agrega as maiores cotadas da Europa, está a afundar 1,47%, pressionado sobretudo pelos setores da tecnologia e do turismo.

Nas principais praças europeias regista-se uma grande volatilidade face à ausência de informações sólidas sobre a nova variante de covid-19, que tem vindo a assustar os mercados a nível mundial.

Por cá, a bolsa portuguesa está a cair 1,17%. Das 19 cotadas do PSI-20, apenas duas estão a registar ganhos: Altri e Novabase. A EDP Renováveis está a tombar mais de 3% e é, neste momento, a cotada que mais perde. A cair mais de 1% estão também a EDP, a Sonae e a Jerónimo Martins.

02.12.2021

Tecnológicas lideram perdas na Europa. Stoxx 600 cai mais de 1%

Os receios em torno da nova variante da covid-19 estão novamente a pressionar as principais praças europeias, que têm registado grande volatilidade nos últimos dias, estando tão depressa a subir como a descer, face à ausência dados concretos sobre a ómicron.

O índice Stoxx 600, que agrega as principais cotadas europeias, está agora a cair 1,17%, depois de ter registado a maior subida desde maio na última sessão, animada com as declarações da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que as vacinas têm "alguma proteção" contra a ómicron. 

A liderar as perdas no Stoxx 600 está o setor da tecnologia, que tomba 2,42%, depois da Apple ter alertado que as interrupções no fornecimento de componentes e os longos períodos de espera levaram vários compradores a desistir de comprar o iPhone 13. 

A pressionar o índice esteve também o setor do turismo, numa altura em que a incerteza sobre a nova variante da covid-19 tem levado a sucessivos cancelamentos de viagens agendadas para a quadra natalícia e para as comemorações de Ano Novo.

Em Portugal, o principal índice bolsista, o PSI-20, está a desvalorizar 0,84%. No resto da Europa, o alemão DAX perde 1,15%, o francês CAC-40 cede 0,93%, o britânico FSTE cai 0,72%, o espanhol IBEX tomba 1,47% e o italiano FSTE MIB derrapa 1,20%.

02.12.2021

Juros da dívida na Zona Euro agravam

Os juros a 10 anos na Zona Euro estão a subir, corrigindo a queda provocada pelas palavras do presidente da Fed, Jerome Powell, de que a inflação não deverá ser apenas "transitória". 

A declaração veio dar força às expectativas de que as taxas de juro norte-americanas venham a aumentar mais cedo do que o previsto e possam levar a uma trajetória semelhante na Europa. 

Ainda assim, as "bunds" germânicas, que servem de referência para a Zona Euro, estão agora a agravar 0,6 pontos base para -0,342%.

Em Portugal, os juros a 10 anos estão a subir 0,5 pontos base para 0,355%, enquanto as yields italianas a dez anos estão a subir 0,1 pontos base para 1,009%.

Em contraciclo, os juros da dívida espanhola caem 0,2 pontos base para 0,421%. 

02.12.2021

Ouro corrige ganhos e dólar ganha terreno

A incerteza causada pela ómicron nos mercados tem vindo a beneficiar o ouro, que é visto pelos investidores como ativo-refúgio. Mas, depois de ter estado a subir, o metal precioso está agora a corrigir ganhos.

Nesta altura, a onça para entrega imediata (spot) está a cair 0,42%, para 1.776,80 dólares.

Tal como o ouro, também o dólar (outro ativo-refúgio) tem estado a tirar partido dos receios dos investidores com a nova variante da covid-19.

O índice que mede a moeda norta-americana contra um cabaz de moedas rivais está a subir 0,05%, para 96,07. 

Enquanto isso, o euro está a desvalorizar 0,07% face à moeda norte-americana, para 1,1312 dólares. Cai ainda 0,13% frente à divisa britânica, para 0,8515 libras.

02.12.2021

Petróleo recupera após queda de 20% em novembro

O petróleo está esta quinta-feira a negociar com ganhos, depois de ter afundado mais de 6% nas duas sessões anteriores devido aos receios de que a variante ómicron obrigue a novos confinamentos e leva a uma redução da procura de gasolina e gasóleo.

Neste momento, o Brent do Mar do Norte, que serve de referência a Portugal, está a somar 1,89%, com o barril a valer 70,17 dólares. Já o WTI (West Texas Intermediate), negociado em Nova Iorque, está a valorizar 1,85% para 66,78 dólares.

Os investidores estão ainda de olhos postos na reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), onde irão avaliar o impacto da nova variante da covid-19 na procura e nos preços do petróleo, e se decidirá sobre uma eventual redução da produção.

Desde o final de outubro, o petróleo caiu mais de 20%, com o anúncio de que os Estados Unidos iriam avançar com uma ação coordenada com outros países, como o Reino Unido e o Japão, para mitigar a subida dos preços dos combustíveis, a que se juntaram os receios sobre a ómicron.

02.12.2021

Ómicron continua a penalizar bolsas. Futuros da Europa negoceiam em baixa

Os futuros das bolsas europeias estão a negociar em terreno negativo, numa altura em que as principais praças mundiais procuram encontrar uma direção face à ausência de informações sólidas sobre a nova variante de covid-19 (a ómicron), que tem vindo a assustar os mercados.

Na pré-abertura desta quinta-feira, o índice Stoxx 50, que reúne as 50 maiores cotadas europeias, regista uma queda de 0,72%, depois de ter fechado a fechar a primeira sessão de dezembro com tons de verde, animado com as notícias de que as vacinas contra a covid-19 usadas até ao momento deverão proteger contra casos severos da doença. 

No entanto, ainda há muita informação que se desconhece sobre a variante que apareceu na África do Sul e que ameaça castigar a recuperação económica global.

Os investidores estão a digerir também as declarações do presidente da Fed, Jerome Powell, que veio alertar que a inflação não deverá ser apenas "temporária", como têm defendido os bancos centrais, e que deve ser ponderada uma retirada mais rápida de estímulos à economia.

Na Ásia, onde a sessão já está encerrada, as bolsas negociaram no 'vermelho'. No Japão, o Nikkei desvalorizou 0,65% e o Topix caiu 0,54%. Já o Hang Seng, em Hong Kong, cedeu 0,82%.

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