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Ao minuto14.07.2020

Subida de casos de covid-19 faz tremer bolsas. Euro toca máximo de quatro meses

Acompanhe a evolução dos mercados ao longo do dia.

Reuters
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14.07.2020

Títulos cíclicos animam Wall Street

O Dow Jones fechou a somar 2,13% para 26.64259 pontos e o Standard & Poor’s 500 avançou 1,34% para 3.197,52 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite terminou com uma subida de 0,94% para 10.488,58 pontos.

 

A sustentar a negociação esteve a boa performance dos títulos cíclicos, como os financeiros, industriais e da energia, que são sempre beneficiados com a expectativa de retoma económica – apesar das restrições na reabertura da atividade em alguns estados, como na Califórnia.

 

Com efeito, as ações cíclicas superaram o desempenho das tecnológicas, com estas útimas a serem mais vendidas – o que deixou o Nasdaq no vermelho durante grande parte da sessão.

14.07.2020

Europa de pé atrás com subida de casos covid-19

As principais praças europeias terminaram o dia a cair, com os investidores de olho no crescente número de casos de covid-19 nos Estados Unidos e na temporada de resultados na maior economia do mundo. 

O Stoxx 600 - índice que agrupa as maiores cotadas do continente - terminou o dia a cair 0,84% para os 367,40 pontos, com os setores da tecnologia e automóvel a liderarem as quedas. 

Os investidores em ativos europeus estão de olho no que se passa do outro lado do Atlântico.

Nos Estados Unidos, o número de casos de covid-19 tem subido todos os dias e algumas regiões renovam máximos diários. É o caso da Florida e também da Califórnia, que ontem anunciou ter recuado nas suas pretensões de retoma económica ao decretar o fecho dos bares e restaurantes. 

Também em Wall Street, olha-se com atenção para a temporada de resultados que começou nesta semana. Hoje foi a vez do JP Morgan, Citigroup e Wells Fargo que registaram quedas robustas nos resultados líquidos. No caso do Wells Fargo, foi o primeiro prejuízo trimestral desde 2008. 




 

14.07.2020

Produção venezuelana de crude em mínimos de oito décadas anima matéria-prima

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em agosto segue a somar 0,87% para 40,45 dólares por barril.

 

Já o contrato de setembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, valoriza 0,96% para 43,13 dólares.

 

A sustentar as cotações da matéria-prima está a perspetiva de um aumento do consumo em 2021.

 

Segundo o relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), divulgado hoje, a procura mundial de crude disparará em sete milhões de barris por dia no próximo ano, numa altura em que a economia mundial estará a recuperar da crise da covid-19. Ainda assim, os níveis da procura irão manter-se abaixo dos níveis de 2019.

 

Outro estímulo no dia de hoje foi a notícia de que a produção de crude da Venezuela caiu em junho para o nível mais baixo desde fevereiro de 1943 – praticamente oito décadas –, segundo os dados da OPEP. Isto à conta das sanções dos EUA sobre a estatal Petroleos de Venezuela (PDVA), que travam as exportações.

 

A travar maiores ganhos estão os receios de que as novas restrições para conter os casos de coronavírus nos EUA e na Ásia ameacem a retoma da procura de combustível, numa altura em que a OPEP e os seus aliados (o chamado grupo OPEP+) se preparam para um aumento da produção a partir de Agosto.

 

Os investidores aguardam pelo desfecho, amanhã, da reunião do Comité Ministerial Conjunto de Acompanhamento (JMMC, na sigla em inglês) do acordo de redução da produção petrolífera dos países da OPEP e não-OPEP, de onde sairá uma recomendação para o nível de cortes a partir de agosto.

 

Desde 1 de maio que está em vigor uma retirada de 9,7 milhões de barris por dia do mercado por parte da OPEP+ e o mercado está à espera que esse nível seja aligeirado para 7,7 milhões de barris por dia.

14.07.2020

Juros de Portugal e Espanha a 10 anos caem para a casa dos 0,4%

Os juros das dívidas públicas estão a aliviar na área do euro depois das subidas verificadas nas sessões precedentes. No caso da taxa de juro a 10 anos de Portugal e Espanha, a "yield" está praticamente alinhada.

A "yield" associada às obrigações soberanas portuguesas com maturidade a 10 anos recua 3,3 pontos base para 0,408%, o que significa que esta taxa de juro volta a aproximar-se da "yield" espanhola, isto depois de um período em que esteve mesmo abaixo da contrapartida exigida pelos investidores no mercado secundário para adquirirem dívida da Espanha.

Assim, a taxa de juro correspondente aos títulos espanhóis a 10 anos cai 3,2 pontos base para 0,404%. A "yield" lusa continua acima da espanhola depois de quatro sessões consecutivas de agravamento, sendo que a taxa de juro espanhola a 10 anos alivia agora após dois dias seguidos em alta.

No caso de Itália, observa-se uma descida de 2,5 pontos base para 1,208% no prazo a 10 anos, que se segue a três sessões consecutivas a subir, enquanto a "yield" referente às obrigações alemãs regista uma descida de 2,6 pontos base para -0,446%.

14.07.2020

Ouro com leve subida à medida que são conhecidos resultados das cotadas

O ouro segue a valorizar ligeiramente esta terça-feira, com os investidores a buscarem refúgio à medida que vão sendo divulgados os resultados do segundo trimestre das empresas cotadas.

O metal amarelo avança 0,33% para cotar nos 1.808,67 dólares por onça.

Já os restantes metais preciosos e de uso industrial seguem em queda. A prata cede 1,23%, a platina recua 1,40% e o cobre cai 0,85%.

14.07.2020

Euro continua senda de ganhos e toca máximo desde março

O euro continua hoje a tendência de valorização perante as principais divisas e tocou máximos desde 9 de março face ao dólar.

A pressionar a "nota verde" estão o arranque da época de apresentação de resultados das empresas cotadas, o aumento dos casos de covid-19 nos EUA e a aceleração da inflação na maior economia mundial.

O euro avança 0,49%, para 1,1400 dólares.

A moeda única europeia também valoriza em relação às divisas japonesa e britânica. O euro ganha 0,43%, para os 122,2300 ienes, e sobe 0,64%, para 0,9094 libras esterlinas, após ter tocado as 0,9111 libras durante a sessão.

14.07.2020

Wall Street em queda com resultados mistos e aumento de casos de covid a pressionar

Os três principais índices dos Estados Unidos abriram a sessão a negociar em queda, num dia em que a banca começou a apresentar os resultados trimestrais. 

Por esta altura, o Dow Jones perde 0,31% para os 23.002,43 pontos e o S&P 500 desvaloriza 0,61% para os 3.136,40 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite cai 0,78% para os 10.309,90 pontos. 

Antes da abertura das bolsas norte-americanas, os bancos JP Morgan, Citigroup e Wells Fargo apresentaram resultados. O JP Morgan, o maior banco dos Estados Unidos em ativos, anunciou uma queda homóloga de 51% nos lucros relativos ao segundo trimestre deste ano, para os 4,69 mil milhões de dólares. Mas tendo em conta que foi acima do esperado pelos analistas, as ações sobem mais de 1%.

O Citigroup registou uma queda homóloga de 73% no lucro deste trimestre, para os 1,32 mil milhões de dólares, também acima das expectativas. Já o Wells Fargo anunciou o primeiro prejuízo trimestral desde a crise de 2008.

Para além dos resultados empresariais, o apetite dos investidores está a ser travado pela constante subida de novos casos de covid-19 nos Estados Unidos. Esse aumento, especialmente na California, levou várias cotadas do tecnológico Nasdaq a perderem força, com o índice a recuar dos máximos históricos.

14.07.2020

EDP em queda após custo de 100 milhões para fechar centrais

A EDP está a reagir de forma negativa ao anúncio de que vai antecipar o fecho das centrais de Sines, Soto da Ribera e Aboño, incorrendo num custo de 100 milhões de euros.

As ações da EDP lideram as perdas entre os membros do PSI-20, seguidas da EDP Renováveis. Estas empresas resvalam, respetivamente, 2,87% paara os 4,30 euros e 2,77% para os 13,32 euros. Isto, num dia em que todas as cotadas do PSI-20 se juntam em terreno negativo, e o índice nacional alinha com as principais praças europeias ao mostrar quebras superiores a 1%. 

14.07.2020

Juros respiram após quatro sessões de pressão

Os juros da dívida portuguesa a dez anos estão a aliviar 1,6 pontos base para os 0,430%, contrariando desta forma a tendência de agravamento verificada nas últimas quatro sessões.

Em Espanha, os juros com a mesma maturidade tomam a mesma direção, ao recuarem 1,4 pontos base para os 0,426%. Os investidores estão a exigir uma remuneração mais baixa da dívida espanhola em comparação à portuguesa há três sessões.

A referência europeia, a Alemanha, também vê os juros a dez anos caírem, por sua vez 1,6 pontos base para os -0,435%.

As descidas generalizadas dos juros das obrigações soberanas verificam-se num contexto de nervosismo dos mercados, no qual estes ativos se afirmam como mais seguros e conquistam a preferência dos investidores.

14.07.2020

Dólar recupera força entre receios

A nota verde está a valorizar face ao euro depois de duas sessões consecutivas no vermelho. A moeda única europeia resvala uns ligeiros 0,06%.

O dólar está a recuperar a força que o tinha abandonado nas últimas sessões pois passa a servir de "bengala" aos investidores, agora menos otimistas face ao futuro da economia mundial. O aumento do número de casos na Ásia e nos Estados Unidos, que já deu azo a novas medidas restritivas, que podem pôr novo travão na retoma.

14.07.2020

Petróleo desce para 42 dólares em Londres

As razões que justificam a queda das bolsas são as mesmas que pressionam as cotações das matérias-primas, com os investidores dececionados com a perspetiva de uma recuperação económica global mais lenta.

 

O Brent desce 1,64% para 42,02 dólares em Londres e o WTI recua 2,02% para 39,29 dólares em Nova Iorque.

 

 

14.07.2020

Restrições na Califórnia e Hong Kong pressionam bolsas europeias

As bolsas europeias estão a recuar mais de 1%, seguindo o desempenho das praças norte-americanas e asiáticas, com os investidores receosos com o aumento de casos de covid-19 em várias regiões.

 

Wall Street fechou ontem em queda depois da Califórnia ter feito marcha atrás na reabertura da economia, decretando o fecho de bares, restaurantes e outros estabelecimentos devido à subida acentuada das infeções neste estado. Nas bolsas asiáticas a tendência também foi de queda, com destaque para o Hang Seng, que cedeu mais de 1% depois de Hong Kong também ter anunciado mais medidas de contenção para travar surtos na região.

 

O Stoxx600 cede 1,76% para 363,98 pontos e a generalidade dos índices europeus marca perdas próximas de 2%, com o setor tecnológico a comandar a tendência negativa, tal como aconteceu ontem em Wall Street.

 

O pessimismo dos investidores está também a ser acentuado por dados económicos dececionantes (o PIB do Reino Unido cresceu bem menos do que o esperado em maio) e aumento de tensões entre os EUA e a China.

 

Além da evolução da pandemia e dos dados económicos, os investidores estão também de olhos postos na "earnings season" do segundo trimestre nos EUA, que arrancou ontem com a Pepsi. Cabe agora aos maiores bancos do país divulgarem os seus resultados, com o JPMorgan e o Citigroup a apresentarem os seus números já esta terça-feira. Ao longo da semana seguem-se nomes como o Bank of America, Goldman Sachs, Wells Fargo ou BlackRock.

 

Em Lisboa o PSI-20 desce 1,5% para 4.405,71 pontos, pressionado pela EDP, que desce 1,79% para 4,345 euros, em reação ao anúncio de que a elétrica vai incorrer num custo de 100 milhões de euros este ano para antecipar o fecho das centrais a carvão.

 

14.07.2020

Recuperação económica fraca pressiona bolsas asiáticas

As bolsas asiáticas negociaram no vermelho, seguindo o desempenho negativo das praças norte-americanas, com a subida de casos de covid-19 na região a colocarem em causa a perspetiva de uma recuperação económica célere.

Vários países asiáticos estão a aplicar novas medidas restritivas depois de terem reportado um aumento do número de infetados com covid-19. Nos Estados Unidos também em vários locais estão a ser anunciadas novas medidas de contenção devido à subida de casos de covid-19.

A bolsa de Hong Kong foi das mais penalizadas devido às medidas restritivas anunciadas, com o Hang Seng a descer 1,6%. Na China o CSI300 cedeu 1,81% e em Tóquio o Nikkei caiu 0,87%.

Os futuros sobre o S&P500 seguem pouco alterados e os futuros sobre o Euro Stoxx 50 caem 1,8%, refletindo também a reta final negativa da sessão de ontem em Wall Street.

Singapura anunciou que a economia entrou em recessão e as exportações na China subiram mais do que o esperado, mas os investidores temem que a recuperação seja lenta.

As exportações da China em yuans cresceram 4,3% em junho face ao período homólogo, uma melhoria face à subida de 1,4% em maio, de acordo com os dados da alfandega do país.

O Reino Unido anunciou que o PIB avançou apenas 1,8% em maio face a abril, mês em que tinha registado uma queda recorde de 20,3%, quando os economistas estimavam um crescimento de 5,5%. 

As tensões geopolíticas também pressionam o sentimento dos investidores, isto depois de Washington ter contrariado uma decisão de Pequim sobre o Mar do Sul da China. As duas maiores economias do mundo tinham um pacto de não contestarem disputas territoriais na região.

13.07.2020

Bolsas dos EUA caem com perspetiva de queda dos lucros das cotadas

As bolsas do outro lado do Atlântico estavam a negociar em alta a menos de uma hora do fecho da sessão, com o S&P500 a chegar a regressar a um saldo positivo no cômputo de 2020, mas acabaram por inverter. Só o Dow conseguiu manter-se à tona, com uma subida marginal.

 

O Dow Jones foi assim a exceção às quedas na sessão desta segunda-feira em Wall Street e encerrou a somar 0,04% para 26.085,80 pontos.

 

Já o Standard & Poor’s 500 recuou 0,94% para 3.155,23 pontos.

 

A pandemia de covid-19 levou o S&P 500 a mergulhar 34% face aos máximos históricos atingidos a 19 de fevereiro, com o nível mais baixo a ser fixado no dia 23 de março.

 

Desde então, o índice disparou 44%, ficando a 8 de junho positivo no ano pela primeira vez desde fevereiro. Entretanto, voltou a ter saldo negativo no ano, e hoje brilhou ao regressar ao verde no acumulado de 2020. Mas foi sol de pouca dura. Depois de estar a ganhar 1,5%, acabou por inverter para as quedas, pelo que no cômputo do ano voltou a ficar no vermelho.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite – que hoje chegou a marcar um novo máximo histórico, nos 10.824,79 pontos – acabou por inverter para terreno negativo e fechou a sessão a ceder 2,13% para 10.390,84 pontos.

 

A pressionar o Nasdaq estiveram cotadas como a Alphabet e Microsoft, que ofuscaram os ganhos da Apple e da Tesla.

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