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Ao minuto02.09.2020

Bolsas europeias recuperam. Juros, petróleo e ouro caem

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 02 de Setembro de 2020 às 16:05
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02.09.2020

Juros com maior quebra desde maio

Os juros da dívida a dez anos de Portugal deslizaram 6,5 pontos base para os 0,346% - a maior descida desde o dia 19 de maio.

Na Alemanha, o alívio também já não era tão grande – foi de 5,4 pontos base para os -0,475% - desde o dia 11 de junho.

Estas quebras na Europa acontecem numa altura em que os investidores continuam a procurar refúgio nas obrigações, num contexto de políticas acomodatícias dos bancos centrais que parecem ter vindo para ficar e devido aos receios decorrentes do impacto da pandemia de covid-19.

02.09.2020

Dólar fortalece com dados económicos nos EUA e tomada de mais-valias no euro

A nota verde está a recuperar face ao euro, depois de ontem ter negociado em mínimos de maio de 2018. A justificar estão os bons dados da atividade industrial nos EUA, que acelerou em agosto para perto de um máximo de dois anos.

 

Já o euro, sofre também com a pressão da tomada de mais-valias, já que na sessão de terça-feira negociou no nível de resistência dos 1,20 dólares.

 

Também os dados da inflação estão a pressionar. "O índice do dólar está a subir e o euro está sob pressão vendedora porque os dados da inflação foram negativos na Europa", comentou à Reuters o principal estratega de mercado da Blue Line Futures, Phillip Streible.

 

O euro segue a ceder 0,67% para 1,1830 dólares.

02.09.2020

Europa põe fim a quarteto de quebras

As principais praças europeias estão unânimes no otimismo e mostram ganhos significativos: Londres e Amesterdão elevam-se mais de 1% e Paris e Frankfurt colocam-se em torno da fasquia dos 2%.

O Stoxx600, o índice que integra as 600 maiores cotadas, consegue dar a volta por cima a um ciclo de quatro sessões consecutivas em queda, exibindo uma subida de 1,66% para os 371,28 pontos. Desde 11 de agosto que o índice europeu não mostrava tanta pujança.

O tiro de partida para a corrida aos títulos acionistas foi dado pela Fed, na semana passada, quando anunciou que iria manter as taxas de juro em níveis historicamente baixos. Apesar de os títulos europeus terem demorado a arrancar, mostram-se agora reconfortados após os comentários também expansionistas que chegam de outros responsáveis de bancos centrais – como é o caso do governador da Fed Lael Brainard e do membro do conselho do Banco Central Europeu, Philip Lane.

"Nós estamos a ver todos os bancos centrais de referência a manterem-se muito expansionistas", realça um analista da TIAA Bank em declarações à Bloomberg. "As taxas negativas em torno do globo estão quase que a forçar as pessoas a procurarem investimentos que têm potencial para ganhos".

02.09.2020

Ouro cede terreno com valorização do dólar

O metal amarelo inverteu dos ganhos de ontem, penalizado pela retoma da nota verde.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 1,5% para 1.940,57 dólares por onça no mercado londrino. Isto depois de ontem ter marcado o valor mais alto desde 19 de agosto, nos 1.991,91 dólares.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro perdem 1,6% para 1.947,70 dólares por onça.

 

A retoma do dólar está a pressionar o metal precioso, uma vez que é denominado na moeda norte-americana e fica menos atrativa como investimento.

 

Ainda assim, o ouro deverá manter-se sustentado por estes tempos, dado que é um valor-refúgio e os investidores tendem a continuar a apostar neste metal devido aos receios em torno da pandemia e do contexto de baixas taxas de juro, comentou o administrador executivo da RBC Wealth Management, Geoge Gero, numa nota de análise citada pela Reuters.

02.09.2020

Preço do petróleo cai com menor procura por gasolina

As cotações do "ouro negro" seguem em terreno negativo nos principais mercados internacionais.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em outubro recua 2,20% para 41,82 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, regista uma desvalorização de 1,54% para 44,88 dólares.

 

Os preços estão a ser pressionados pela queda na procura de gasolina na semana passada nos EUA, uma indicação de que a retoma económica face à pandemia poderá ser mais lenta do que o esperado.

 

As reservas norte-americanas de crude diminuíram em 9,4 milhões de barris na semana passada, para 498,4 milhões de barris, uma queda mais forte do que os 1,9 milhões antecipados pelos analistas inquiridos pela Reuters.

 

Estes dados refletem um período durante o qual o furacão Laura obrigou ao encerramento das instalações de refinação e à suspensão da prospeção.

 

No entanto, o menor consumo de gasolina está a pesar mais no sentimento dos investidores, fazendo os preços do crude caírem.

02.09.2020

Nasdaq e S&P500 voltam a marcar recordes

Os principais índices de Wall Street abriram a sessão desta quarta-feira a negociar em alta, com o "rally" do setor de tecnologia a ofuscar os dados menos positivos do que o esperado sobre a criação de emprego no setor privado na maior economia do mundo.

Por esta altura, o Nasdaq supera pela primeira vez na sua história os 12.000 pontos, com um ganho de 0,80% para os 12.034,61 pontos, um novo máximo histórico para o índice de tecnologia.

A subir está também o S&P 500, com um ganho de 0,41% para os 3.540,96 pontos - também um novo recorde histórico. 

O Dow Jones, que tem estado ligeiramente aquém dos pares após o "stock split" da Apple, ganha hoje 0,37% para os 28.751,89 pontos.

Os dados mais recentes sobre o emprego no setor privado, nos Estados Unidos, mostram a criação de 428 mil novos postos de trabalho em agosto, de acordo com o relatório mensal da ADP, muito abaixo dos 950 mil previstos.

Entre as empresas, a Nvidia Corp ganha 5,6%, depois de várias corretoras terem revisto em alta o preço-alvo das suas ações. As "Big Tech" Apple, Amazon e Facebook ganham cerca de 1,5%.

02.09.2020

Juros da Zona Euro recuam novamente. Itália abaixo de 1%

Os juros da dívida da Zona Euro estão a corrigir dos ganhos dos últimos dias, depois de a Fed ter dado sinais de que iria manter as taxas diretoras em mínimos, por mais tempo.

A taxa de referência da Alemanha perde 2,5 pontos base para os -0,447%, enquanto que os juros de Itália perdem 4,4 pontos base para os 0,989% para mínimos de 24 de agosto.

Na Península Ibérica, os juros de Portugal estão a cair 3,9 pontos base para os 0,369% e os de Espanha a perder 3,7 pontos base para os 0,355%.

02.09.2020

Euro e libra perdem fôlego para o dólar norte-americano

Com o eclodir da atual pandemia nos mercados bolsistas em todo o mundo, o dólar surgiu como a moeda que mais beneficiou. Contudo, a recuperação nos mercados de ações a nível global levou a moeda norte-americana ao tapete.

Em contraste, o euro surgiu como a moeda forte, tendo estado a valorizar em máximos de dois anos frente à rival dos Estados Unidos até ontem.

Hoje, a moeda europeia está a deslizar 0,33% para os 1,1874 dólares. Também a libra, com um ano desafiante devido às negociações pós Brexit, deprecia 0,37% para os 1,3356 dólares. 


02.09.2020

Ouro recua após ciclo de ganhos impulsionado por dólar fraco

O ouro está a cair, depois de uma valorização por três dias consecutivos proporcionada por um dólar enfraquecido.

Por esta altura, o metal precioso cai 0,55% para os 1.9259,25 dólares por onça, num dia em que os investidores estão a olhar para os ativos de maior risco, como é o caso das ações.

O ouro tem beneficiado com a queda do dólar, que se evidenciou depois de a Reserva Federal dos Estados Unidos ter oficializado uma inflação móvel em torno dos 2%, nos seus mandatos, permitindo-lhe manter o ambiente de taxas de juro diretoras em mínimos por mais tempo.

Algo que tende a beneficiar ativos como ouro, e a prejudicar o mercado cambial, com o dólar à cabeça.

02.09.2020

Petróleo sobe com queda nos inventários nos EUA

Os preços do petróleo estão a valorizar tanto em Nova Iorque, como em Londres, depois de o Instituo de Petróleo Americano (API, na sigla em inglês) ter reportado uma queda de inventários da matéria-prima pela sexta semana consecutiva.

O Brent - negociado em Londres e que serve de referência para Portugal - ganha 0,79% para os 45,94 dólares por barril, enquanto que o norte-americano WTI (West Texas Intermediate) avança 0,84% para os 43,12 dólares por barril.

Os dados da API mostraram uma queda nos "stocks" de petróleo de cerca de 6,36 milhões de barris na semana passada, o que representa a sexta queda consecutiva. É também o maior ciclo de perdas deste ano.

A média móvel de 50 dias da cotação do WTI superou, pela primeira vez em mais de seis meses, a média móvel dos 200 dias, o que pode indicar que mais ganhos estarão por vir. 

02.09.2020

Europa interrompe ciclo de quedas com ganho de 1%

As principais praças europeias seguem a negociar todas no "verde" no início da sessão desta quarta-feira, com parte delas a corrigirem das perdas dos últimos quatro dias consecutivos.

O Stoxx 600 - índice que agrupa as 600 maiores cotadas da região - vai ganhando 1,08% para os 369,17 pontos, interrompendo o maior ciclo de quedas dos últimos quatro meses.

As bolsas do "velho continente" oscilam entre um ganho de 0,4% em Lisboa e uma valorização de 1,3% em Paris. 

O "rally" do setor tecnológico reforçou-se ontem, em Wall Street, depois de uma nova boa prestação da Apple ter ajudado o S&P 500 e o Nasdaq Composite a renovarem novos máximos.

Dada a escassez de notícias, os investidores agarram-se à subida das tecnológicas e também aos dados económicos positivos da China e também dos Estados Unidos.

Na maior economia do mundo, a indústria transformadora registou a maior expansão mensal desde 2018, em agosto. Na China, a balança comercial recuperou com as exportações novamente a crescerem.

02.09.2020

Futuros sobem após novos máximos em Wall Street

Os futuros da Europa e dos Estados Unidos seguem a negociar em alta, apontando para um início de sessão positivo no "velho continente", ainda impulsionados pelo entusiasmo vivido no setor tecnológico em Wall Street. 

Na sessão norte-americana de ontem, o Nasdaq Composite e o S&P 500 voltaram a renovar máximos históricos, abrindo o mês de setembro com a mesma tendência de agosto. A grande estrela foi a tecnológica Zoom, que disparou após resultados otimistas.

Já na sessão asiática, os índices negociaram de forma mista. As ações no Japão (+0,3%) e na Coreia do Sul (+0,1%) mostraram ganhos ligeiros, enquanto que na China (-0,3%) e em Hong Kong (-0,3%) o cenário foi negativo.

Por esta altura, os futuros do europeu Stoxx 50 ganham 0,7% e os do S&P 500 valorizam 0,4%.

Os investidores estão a agarrar-se aos dados positivos da indústria dos Estados Unidos, divulgados ontem, e que mostraram a maior expansão mensal no setor desde 2018.

Isto depois de a China ter mostrado também dados positivos referentes à sua balança comercial.

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