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Ao minuto26.05.2020

S&P500 supera os 3 mil pontos pela primeira vez em quase 3 meses. Petróleo continua a subir

Acompanhe aqui o dia nos mercados, minuto a minuto.

O rápido contágio do coronavírus atirou os mercados acionistas mundiais para a pior semana desde 2008, com quedas acima de 11%.
Justin Lane/EPA
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 26 de Maio de 2020 às 17:04
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26.05.2020

Bolsas europeias voltam a máximos pré-pandemia

As bolsas europeias alinharam-se fortes no verde, com ganhos acima do 1% na sua grande maioria. Foi o caso das praças francesa, alemã e britânica. Madrid destacou-se com uma valorização superior a 2%. 
O índice que agrega as 600 maiores cotadas do Velho Continente, o Stoxx600, avançou 1,08% para os 348,92 pontos, e durante a sessão chegou a avançar 1,32% para tocar nos 349,72 pontos, um máximo de 10 de março. O setor que deu o maior salto dentro do Stoxx600 foi a banca, que disparou 5,36%.

O otimismo generalizado acontece numa altura em que os dados lançados nos Estados Unidos dão esperança de que as piores consequências económicas da pandemia já se tenham manifestado, ficando agora para trás. A confiança dos consumidores nos Estados Unidos subiu, assim como as vendas de casas, que inclusivamente superaram as estimativas.

Paralelamente, apontam os analistas do Caixabank BPI, a "corrida" em busca de uma vacina levanta o ânimo, numa altura de foco na retoma económica. A última empresa a dar conta de estar a avançar para testes em humanos foi a biotecnológica americana Novavax. Os resultados destes primeiros testes deverão ser conhecidos em julho.

26.05.2020

Confiança no corte da oferta anima petróleo

As cotações do crude estão a transacionar em terreno positivo, sustentadas sobretudo pela retirada de matéria-prima do lado da oferta.

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em julho valoriza 1,74% para 33,83 dólares por barril.

Já o contrato de julho do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, segue a ganhar 0,25% para 35,62 dólares.

Depois de um saldo semanal positivo nas últimas quatro semanas, o petróleo também subiu ontem e segue então hoje igualmente no verde.

O "ouro negro" está a ser impulsionado pela crescente convicção de que os produtores estão a cumprir os seus compromissos em termos de corte da produção, numa altura em que também a prcura de combustível vai aumentando por força da flexibilização das restrições do confinamento decretado um pouco por todo o mundo devido à pandemia de covid-19.

Desde 1 de maio que está em vigor uma retirada de 9,7 milhões de barris por dia do mercado por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e aliados (o chamado grupo OPEP+).

A Rússia, um dos parceiros deste acordo, anunciou que a sua produção já caiu para perto da meta de 8,5 milhões de barris por dia definiada para maio e junho.

Os membros da OPEP+ têm agendada para inícios de junho uma nova reunião para debaterem se os atuais cortes são para se manter, de modo a continuarem a sustentar os preços – que, apesar das recentes subidas, estão ainda a cair no acumulado do ano. No caso do WTI estão em baixa de 44,6% e no caso do Brent descem 46%.

Além destes cortes voluntários, os atuais preços do crude são ainda baixos para muitas empresas – sobretudo no shale oil dos EUA – poderem operar com viabilidade, pelo que tem havido mais paragens de produção.

Por outro lado, também os novos focos de contágio do vírus obrigam a quarentenas e suspensões das atividades de prospeção. No Brasil os casos de covid-19 continuam a ser preocupantes e hoje a Reuters avançou que o novo coronavírus já chegou aos campos petrolíferos daquele país, com cinco operadoras offshore a registarem infeções entre os seus funcionários.

As cinco operadoras em questão são a norueguesa Equinor, a anglo-francesa Perenco, a anglo-holandesa Royal Dutch Shell e as brasileiras Enauta Participações e Petrobras. A estatal Petróleo Brasileiro (Petrobras) é a que está pior, tendo reportado centenas de casos.


26.05.2020

Reabertura da economia penaliza ouro

O metal precioso desvaloriza pelo segundo dia consecutivo e perde nesta altura 1,24% para 1.710,49 dólares por onça, sendo que já chegou mesmo a transacionar esta terça-feira na cotação mais baixa desde 13 de maio.

O euro perde valor em paralelo ao reforço do apetite por ativos mais arriscados decorrente da reabertura gradual das principais economias mundiais.

Os Estados Unidos estão a adotar medidas de desconfinamento e, na Alemanha, a confiança do setor exportador melhorou em maio, evolução que se verifica depois de Berlim ter iniciado a saída progressiva do confinamento ainda em abril.

26.05.2020

Juros aliviam na Zona Euro e menor apetite pelas "bunds"

A convicção de que a União Europeia chegará a acordo para uma resposta solidária ao choque económico provocado pela pandemia na sequência da proposta que Bruxelas faz amanhã está a reduzir o risco com que os investidores percecionam as obrigações de dívida dos países que integram o euro, em particular dos periféricos da moeda única.

A taxa de juro associado às obrigações soberanas de Portugal com prazo a 10 anos recua 0,6 pontos base para 0,679%, na sétima queda consecutiva, o que iguala a série de descida finda a 31 de janeiro e que coloca novamente a "yield" lusa em mínimos de 27 março.

Também os juros correspondentes aos títulos transalpinos com a mesma maturidade aliviam 2 pontos base para 1,550%. À imagem das obrigações portuguesa negociadas no mercado secundário de dívida, também a "yield" a 10 anos de Itália cai pelo sétimo dia consecutivo para transacionar no valor mais baixo desde 6 de abril.

Em sentido inverso, a taxa de juro das obrigações alemãs (bunds) a 10 anos avança 6,4 pontos base para um valor ainda negativo de -0,434%, o que significa que a "yield" germânica neste prazo negoceia em máximos de 23 de abril.

Servindo a dívida germânica de referência para a moeda única europeia e assistindo-se a um movimento generalizado de alívio dos custos de financiamento dada a perspetiva de um acordo para a retoma da UE, as bunds veem cair o seu valor enquanto ativo de refúgio, o que leva à respetiva desvalorização.

26.05.2020

Perspetiva de acordo sobre recuperação da UE anima euro

A moeda única europeia negoceia em alta nos mercados cambiais pela primeira vez em quatro sessões, com o euro a apreciar nesta altura 0,70% para 1,0974 dólares.

O euro está a beneficiar da expetativa dos investidores quanto a um acordo relativo ao fundo de recuperação da União Europeia capaz de promover a recuperação no conjunto do bloco da moeda única.

A Comissão Europeia apresenta esta quarta-feira a respetiva proposta, sendo provável que proponha um conjunto de elementos favoráveis às economias mais frágeis e endividadas da Zona Euro. É o caso da emissão de dívida conjunta por Bruxelas e da distribuição pelos Estados-membros através de subvenções a fundo perdido.

E apesar das críticas já feitas pelos países "frugais" ao recurso a subsídios e não a empréstimos condicionados, a proposta franco-alemã conhecida há uma semana aponta na direção das subvenções para não sobrecarregar os países com mais dívidas públicas e serve de elemento de pressão sobre o bloco encabeçado pelos Países Baixos. 

26.05.2020

S&P500 supera os 3 mil pontos pela primeira vez desde o início de março

Os principais índices norte-americanos regressaram à negociação em alta, animados pela reabertura das economias um pouco por todo o mundo e pelos sinais de estabilização no número de novos infetados pela covid-19.

Depois de terem estado encerrados na segunda-feira devido à comemoração do Memorial Day, nos Estados Unidos, os principais índices estão todos com sinal positivo, alinhados com os congéneres europeus: o industrial Dow Jones ganha 2,29% para 25.028,44 pontos, o tecnológico Nasdaq avança 1,63% para 9.474,14 pontos e o S&P500 valoriza 2,05% para 3.015,91 pontos.

Esta semana regressou o apetite pelo risco entre os investidores, apesar das renovadas preocupações com a tensão entre os Estados Unidos e a China. Washington acrescentou mais de três dezenas de empresas chinesas à sua lista negra e Pequim avisou, no fim de semana, que os dois países estão à beira de uma nova guerra fria.

Apesar disso, os investidores mostram-se otimistas com o movimento geral de desconfinamento, devido à perspetiva de reanimação da atividade económica.

26.05.2020

Ouro em leve queda em dia positivo para as ações

O ouro, considerado um ativo de refúgio, cuja cotação tende a subir em alturas mais turbulentas no mercado de ações, segue hoje em queda, precisamente porque o otimismo vivido está a levar os investidores a optarem por ativos de maior risco. 

O ouro perde 0,26% para os 1.727,39 dólares por onça, caindo pela segunda sessão consecutiva.

Ainda assim, o metal precioso consegue manter-se próximo de máximos de 7 anos atingido nas últimas semanas, quando tocou no patamar dos 1.765 dólares.

26.05.2020

Juros de Portugal caem pelo sétimo dia para mínimos de março

Os juros da divida portuguesa com maturidade a dez anos caem para mínimos do final de março, ao perderem 2,2 pontos base para os 0,663%. É a sétima sessão consecutiva de quedas. 

Uma situação idêntica se verifica em Itália, com os juros transalpinos a dez anos a conhecerem um deslize de 5,1 pontos base para os 1,522%, o que representa um mínimo desde 6 de abril. 

A referência para o bloco, a Alemanha, vê os seus juros a dez anos assumirem uma direção oposta dos países da periferia. Os juros das obrigações a dez anos sobem 5,3 pontos base para os -0,446%. 

26.05.2020

Dólar perde força para o euro com regresso do apetite pelo risco

A moeda dos Estados Unidos está a perder força para as europeias euro e libra, num dia em que os investidores voltam a olhar para os ativos de maior risco.

Assim, o euro aprecia 0,34% para os 1,0934 dólares, após três sessões consecutivas a cair, enquanto que a libra esterlina avança 0,62% para os 1,2267 dólares pelo segundo dia. 

26.05.2020

Europa animada com reabertura das economias

As principais praças europeias abriram a segunda sessão desta semana a valorizar, com os investidores animados com a reabertura das economias e com a estabilização do número de novos infetados com covid-19.

O Stoxx 600, índice que reúne as 600 maiores cotadas da região, valoriza 0,83% para os 348,06 pontos - o valor mais alto desde 6 de março-, numa altura em que todos os índices do "velho continente" seguem em alta. 

O britânico FTSE regressa à negociação em força, depois do feriado de ontem, com um ganho de 1,90%. O DAX, de Frankfurt, avança 0,68%, com destaque para o grupo de aviação Tui, que dispara quase 40% depois de o seu CEO ter dito que a companhia aérea vai retomar os voos no final de junho. 

A dar força aos mercados estão também os esforços por parte dos governos e bancos centrais para estimular as respetivas economias. O primeiro ministro do Japão, Shinzo Abe, anunciou planos para outra ronda de estímulos e disse que os dois pacotes desenhados iriam exceder os 1,86 biliões de dólares. 

Isto num dia em que a terceira maior economia do mundo anuncia a primeira fase de desconfinamento do país, após o confinamento decretado pelos governadores nipónicos.

Em Singapura, o parlamento anunciou um novo pacote de estímulos à economia nesta terça-feira, para travar o impacto do novo coronavírus. Este quarto plano de ajuda económica está avaliado em 33 mil milhões de dólares de Singapura, o equivalente a 21 mil milhões de dólares. 

As tensões entre Washington e Pequim permanecem em foco, depois de os Estados Unidos terem adicionado mais 33 empresas chinesas à sua lista negra. A China veio já a público condenar esta opção mas, para já, sem qualquer medida de retaliação.

26.05.2020

PSI-20 sobe mais de 1% com todas as cotadas no verde

A bolsa nacional está a negociar em alta esta terça-feira, 26 de maio, com o PSI-20 a valorizar 1,23% para 4.329,38 pontos e todas as cotadas com sinal positivo.

O BCP e a Nos estão entres as cotadas que mais contribuem para a valorização doPSI-20. O banco liderado por Miguel Maya avança 1,86% para 9,3 cêntimos, enquanto a Nos soma 2,62% para 3,530 euros, depois de ter anunciado que mantém a proposta de remunerar os acionistas com um dividendo de 27,8 cêntimos, tal como tinha sido avançado quando apresentou os resultados de 2019.

Com fortes ganhos destacam-se a Mota-Engil, que valoriza 2,92% para 1,270 euros, e a Ibersol, que ganha 4,31% para 7,26 euros, continuando a beneficiar da reabertura dos restaurantes.

Os CTT, por seu lado, sobem 1,43% para 2,13 euros, um dia depois de ter sido conhecido que o banco central da Noruega aumentou a sua participação na empresa, de 4,70% para 5,06%, numa operação realizada a 22 de maio.


26.05.2020

Petróleo ganha força após Rússia apontar para rápida recuperação

Os preços do petróleo seguem hoje a valorizar, animados com uma previsão da Rússia, que aponta para que o mercado petrolífero se venha a equilibrar já no próximo mês, depois dos históricos cortes de produção.

A Rússia, um dos membros da OPEP+ que alinhou com um corte coletivo de 10 milhões de barris por dia espera que o mercado se consiga equilibrar a partir de junho ou, no pior dos cenários, de julho. O ministro da Energia Alexander Novak sublinhou que, até agora, os cortes globais excederam o volume que foi acordado pelo cartel. 

Por esta altura, os futuros do WTI (West Texas Intermediate) avançam 3,64% para os 34,64 dólares por barril, depois de ontem terem perdido fôlego. Já o Brent, negociado em Londres e que serve de referência para Portugal, ganha 2,25% para os 36,30 dólares por barril, valorizando pela segunda sessão consecutiva. 

O preço do petróleo escalou mais de 80% este mês, com a procura a recuperar após o levantamento das restrições de circulação em alguns países, enquanto os cortes na produção começaram a diminuir o excesso de oferta.

A Agência Internacional de Energia prevê que o consumo de petróleo eventualmente recupere para os níveis pré-vírus.

26.05.2020

Futuros da Europa e dos EUA em alta apesar de tensão entre EUA e China continuar

Apesar das tensões geopolíticas protagonizadas pelos Estados Unidos e pela China, os futuros dos índices de ações da Europa e do S&P 500 assumem uma postura positiva, indicando um início de sessão em alta. 

A menos de uma hora da abertura, os futuros do Stoxx 50, índice europeu que reúne as 50 maiores cotadas da região, sobem 1,2%. Nos Estados Unidos, os futuros do S&P 500 avançam 1,9%, abrindo caminho para um regresso à negociação em alta.

Esta foi também a tendência registada nos mercados asáticos, durante a madrugada em Portugal, com ganhos robustos no Japão (+2,3%), numa altura em que a terceira maior economia do mundo se prepara para reabrir. Em Hong Kong (+2,1%) e na China (+0,8%) registaram-se desempenhos idênticos, assim como na Austrália, onde o maior índice local valorizou 2,5%.

Em Singapura, o parlamento prepara-se para anunciar um novo pacote de estímulos à economia nesta terça-feira, para travar o impacto do novo coronavírus.

As tensões entre Washington e Pequim permanecem em foco, depois de os Estados Unidos terem adicionado mais 33 empresas chinesas à sua lista negra. A China veio já a público condenar esta opção mas, para já, sem qualquer medida de retaliação.

A temporada de resultados vai continuar em todo o mundo, com a Nissan Motor, a British Land, o Royal Bank of Canada e a HP a apresentarem números relativos ao primeiro trimestre deste ano.

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