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Ao minuto23.12.2020

Expectativa de acordo no Brexit dá ganhos à Europa, libra e euro. Juros agravam-se com maior apetite pelo risco

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Reuters
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23.12.2020

Juros da dívida sobem no euro com cenário de acordo no Brexit

Os juros das dívidas públicas seguem em alta na área da moeda única, um agravamento que se explica pelo aumento do apetite dos investidores por ativos de maior risco num contexto de aparente acordo iminente quanto ao período pós-Brexit.

É que se se evitar a incerteza inerente a um cenário de não acordo entre a União Europeia e o Reino Unido, a atividade económica e as relações entre os dois blocos irão decorrer num contexto de maior normalidade, o que permite aos investidores reduzirem a aposta em ativos considerados mais seguros, como é o caso das obrigações soberanas da Zona Euro.

Assim, a taxa de juro associada aos títulos soberanos de Portugal com maturidade a 10 anos avança 2,4 pontos base para 0,054%, estando assim em máximos de 12 de dezembro.

Também as "yields" correspondentes às obrigações de dívida a 10 anos da Espanha e da Itália avançam respetivamente 2,4 e 3 pontos base para 0,071% (máximo de 3 de dezembro) e para 0,582% (máximo de 8 de dezembro).

No mesmo sentido, a taxa de juro referente à dívida alemã a 10 anos negociada nos mercados secundários agrava-se 4,6 pontos base para -0,552%, estando assim em máximos de 3 de dezembro após quatro sessões consecutivas a aliviar.

23.12.2020

Ouro pula com depreciação do dólar

O metal amarelo está a negociar em alta, animado sobretudo pela desvalorização da nota verde..

 

O ouro a pronto (spot) sobe 0,71% para 1.872,83 dólares por onça no mercado londrino.

 

Já no mercado nova-iorquino (Comex) os futuros do ouro avançam 0,65%, para 1.878,80 dólares por onça.

 

A desvalorização do dólar está a sustentar o metal precioso, que é denominado na moeda norte-americana e fica assim mais atrativo para quem negoceia com outras moedas.

 

Além disso, os investidores continuam a confiar na aprovação de um novo pacote de estímulos pandémicos nos EUA, apesar de Donad Trump ter ameaçado não assinar o projeto de lei se não houver alterações à proposta que teve luz verde no Congresso.

 

Um pacote de ajuda no âmbito da pandemia deverá sustentar o metal precioso, cuja atratividade fica reforçada enquanto cobertura contra a provável inflação daí decorrente.

23.12.2020

Europa avança com Londres e Bruxelas a caminho de acordo

As bolsas europeias encerraram em alta, sustentadas pela expectativa de que seja anunciado ainda hoje um acordo entre o Reino Unido e a União Europeia.

 

O Stoxx 600 encerrou em terreno positivo pela segunda sessão consecutiva, a somar 1,07% para 395,42 pontos. Depois de abrir a semana a marcar a maior queda em quase dois meses (desde 28 de outubro), ontem tinha já recuperado, com um maior ganho desde 16 de novembro.

 

A animar a negociação nesta quarta-feira esteve a expectativa de que os negociadores britânicos e da UE anunciem ainda hoje um acordo sobre a futura relação comercial entre as duas partes para o pós-Brexit. Segundo a Bloomberg, já há um acordo esboçado.

 

As ações da banca, viagens e energia estiveram entre os melhores desempenhos na sessão de hoje.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax somou 1,3%, o francês CAC-40 valorizou 1,1%, o italiano FTSEMIB avançou 1,3% e o espanhol IBEX 35 pulou 1,8%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,8%.

 

O britânico FTSE 100 subiu apenas 0,66% para 6.495,75 pontos, mas o FTSE 250 galgou 1,74% para 20.297,76 pontos, o nível mais alto desde 26 de fevereiro, à conta do otimismo que rodeia as conversações entre Londres e Bruxelas.

23.12.2020

Acordo no Brexit à vista impulsiona libra e euro

O euro sobe 0,27% para 1,2196 dólares e interrompe uma série de três sessões consecutivas a perder valor contra a divisa norte-americana.

Já a libra está a apreciar perto de 1,5% face ao dólar e a ganhar em torno de 1% contra o euro. Por seu turno, o dólar perde terreno pela primeira vez em quatro sessões face a um cabaz composto pelas principais moedas mundiais.

A subida das duas moedas europeias acontece numa altura em que a Bloomberg dá conta de que a União Europeia e o Reino Unido estão na iminência de anunciarem um acordo sobre a relação futura, havendo mesmo já um esboço de acordo alinhavado.

23.12.2020

Petróleo avança com queda de stocks nos EUA

As cotações do "ouro negro" seguem em alta nos principais mercados, impulsionadasd pela queda das reservas de crude nos Estados Unidos.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em fevereiro sobe 1,34% para 45,65 dólares por barril.

 

Já o contrato de fevereiro do Brent do Mar do Norte, crude negociado em Londres e referência para as importações europeias, ganha 0,23% para 48,73 dólares.

 

A Administração de Informação em Energia (IEA, na sigla original, que está sob a tutela do Departamento norte-americano da Energia), divulgou que os inventários norte-americanos de crude desceram em 562.000 barris na semana passada, para 503,2 milhões, quando se esperava uma queda de 3,18 milhões de barris.

 

Apesar de a diminuição ser inferior ao esperado, o mercado reagiu com agrado a estes números.

23.12.2020

Menos pedidos de subsídio de desemprego dão ânimo a Wall Street

É um ano louco. As bolsas americanas caíram nos últimos dois dias, depois de ter recuperado todas as perdas do ano um dia antes.

As bolsas do outro lado do Atlântico abriram em alta, sustentadas pela redução dos pedidos iniciais de subsídio de desemprego.

 

O Dow Jones segue a somar 0,55% para os 30.187,70 pontos. Na passada sexta-feira, marcou um máximo de sempre nos 30.343,59 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 avança 0,37% para 3.700,86 pontos. Na sexta-feira, 18 de dezembro, atingiu o valor mais alto da sua história, nos 3.726,70 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite sobe 0,02% para 12.811,07 pontos, depois de ter estabelecido um novo máximo histórico durante a sessão de ontem, nos 12.840,57 pontos.

 

Apesar do revés do pacote de estímulos aprovado no Congresso, que não foi aceite por Donald Trump e tem de ser reformulado, o facto de na semana passada ter havido uma redução dos pedidos de subsídio de desemprego está a animar os investidores.

 

As novas solicitações deste apoio estatal ascenderam a 803.000 na semana terminada a 19 de dezembro, quando as estimativas apontavam para 880.000. Na semana precedente os pedidos tinham sido de 885.000.

23.12.2020

Europa resiste ao revés nos estímulos dos EUA e sobe

As bolsas europeias estão a valorizar esta quarta-feira, 23 de dezembro, pela segunda sessão consecutiva, apesar da revelação surpreendente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que rejeita a proposta do Congresso para os novos estímulos à economia.

Depois de várias semanas de impasse e de braços de ferro entre republicanos e democratas, o Congresso chegou finalmente a acordo sobre os novos apoios à economia, no valor de 900mil milhões de dólares, mas Trump decidiu pedir emendas, dizendo que se tratar de uma "desgraça".

As ações estão a ser suportadas pelo anúncio de que França se preparar para reabrir a fronteira com o Reino Unido e de que o acordo do Brexit poderá chegar já esta quarta-feira, depois de a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, terem intervindo diretamente nas negociações.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, valoriza 0,30% para 392,40 pontos.

23.12.2020

Juros em queda ligeira na Zona Euro

Os juros da dívida da generalidade dos países do euro estão em queda esta quarta-feira. Na Alemanha, a referência para a região, a yield associada às obrigações a dez anos desliza 0,5 pontos base para -0,603%, enquanto em Portugal a queda é de 0,1pontos para 0,030%.

Em Espanha, no mesmo prazo, os juros deslizam 0,2 pontos para 0,041%.

23.12.2020

Ouro sobe em contraciclo com o dólar

O ouro segue em terreno positivo, em contraciclo com o dólar, numa altura em que os investidores estão a avaliar as possíveis implicações do "chumbo" de Trump à proposta para os novos estímulos aprovada no Congresso.

Por outro lado, o ouro continua a beneficiar do seu estatuto de ativo de refúgio, num contexto de preocupações com a nova estirpe da covid e a possibilidade de motivar novos confinamentos em todo o mundo.

Nesta altura, o metal amarelo avança 0,54% para 1.870,93 dólares.

23.12.2020

Dólar cai após três sessões de ganhos

O dólar dos Estados Unidos está em queda após três sessões de ganhos, depois de o presidente cessante dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado que rejeita a proposta aprovada pelo Congresso para os novos estímulos à economia.

É um revés inesperado que poderá atrasar indefinidamente a implementação dos novos apoios à economia e que está hoje a pesar no desempenho do dólar.

O índice que mede o desempenho desta moeda face às principais congéneres mundiais desce 0,24%.

23.12.2020

Petróleo cai pelo terceiro dia consecutivo

Os preços do petróleo estão em queda nos mercados internacionais, pelo terceiro dia consecutivo. Isto numa altura em que aumentam os receios em torno da rápida propagação de uma nova estirpe do novo coronavírus, que levou muitos países a limitarem as ligações com o Reino Unido. 

 

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, está a cair 1,23% para 46,44 dólares por barril. Já o Brent, em Londres, recua 1,18% para 49,49 dólares.

 

A nova estirpe da covid-19, que já pode ter chegado a países como EUA, Alemanha, França e Suíça, está a aumentar o risco de terem de ser adotadas mais medidas restritivas, o que vai levar a uma redução da procura por combustível. 

 

Além da evolução da pandemia, o sentimento dos investidores também está a ser penalizado por um relatório que aponta para um aumento das reservas de petróleo nos EUA. 

23.12.2020

Trump deixa bolsas em queda

Os futuros das ações da Europa e Estados Unidos estão em queda esta quarta-feira, 23 de dezembro, apontando para um início de sessão negativo no Velho Continente, depois de o presidente cessante dos Estados Unidos ter surpreendido ontem com a devolução ao Congresso do projeto de lei dos novos estímulos à economia, que demorou meses a aprovar.

Quando se esperava que Donald Trump desse o aval final aos novos apoios, o presidente dos Estados Unidos escreveu no Twitter que o pacote de estímulos pandémicos no valor de 900 mil milhões de dólares – o segundo este ano – é uma "desgraça" e instou os congressistas a procederem a várias alterações, incluindo um aumento de 600 para 2.000 dólares dos apoios que serão dados diretamente às famílias.

Depois de vários meses de impasse e de braços de ferro entre democratas e republicanos, é um revés inesperado e que poderá atrasar o tão aguardado envelope financeiro para mitigar os efeitos da pandemia nos Estados Unidos.

Nesta altura, os futuros do Euro Stoxx 50 descem 0,1%, tal como os do S&P 500.

"Por enquanto, os mercados parecem estar a apertar o botão de ‘vender’ até que a situação se esclareça", disse Jeffrey Halley, analista da Oanda, citado pela Bloomberg.

Na sessão asiática, a maioria dos índices negociou em alta, com o japonês Topix a subir 0,2%, o Hang Keng de Hong Kong a valorizar 0,5% e o chinês Shanghai Composite a avançar 0,5%.

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